A submissão da sogra, Parte 11

Sebastián não perdeu mais tempo vendo as mensagens da Thelma. Na manhã seguinte, o quarto de Sebastián virou uma fábrica de porra. Na mesinha de cabeceira, uma garrafa de vidro transparente de um litro, vazia e esperando. Ariana, nua e com os olhos brilhando de submissão, se aproximou dele. Não teve preâmbulo romântico; Sebastián apontou pro chão e ela se ajoelhou, entendendo seu papel de receptáculo vivo. O dia passou numa neblina de sexo e sucção. Sebastián usou a boca dela primeiro, forçando ela a engolir até que ele decidiu que era hora de encher o pote. Toda vez que sentia as bolas zumbindo prontas pra explodir, ele tirava o pau da umidade da garganta dela ou do túnel quente formado pelos peitões enormes e apontava pro gargalo da garrafa. O som da porra batendo no vidro ficou constante, um chap-chap molhado que marcava o ritmo do dia. Ariana trabalhava com uma devoção fanática, massageando a virilha de Sebastián com os peitos, apertando a carne macia pra espremer até a última gota, enquanto as mãos dela acariciavam as bolas dele pra estimular mais produção. No fim da tarde, o nível de líquido branco e grosso tinha subido até a borda, enchendo o litro inteiro. Sebastián, suado e satisfeito, pegou o celular. —Deita —ordenou, com a voz rouca de tanto usar. Ariana se esticou nos lençóis bagunçados. Sebastián gravou em close enquanto ela inclinava a garrafa sobre a boca aberta. O líquido escorreu, grosso e quente, caindo em cascata na língua dela. Ela bebeu com avidez, engolindo goles grandes que faziam ela engasgar, deixando o excesso escorrer pelos cantos da boca, descendo pelo pescoço e manchando os peitos. Quando a garrafa ficou vazia, só restaram os últimos vestígios grudados no vidro. Sebastián mandou ela passar no corpo, e ela obedeceu, esfregando o gargalo da garrafa nos mamilos duros e na pele lisa das tetas. enormes, deixando-os brilhantes e pegajosos sob a luz do abajur. Sem esperar nem um segundo, Sebastián mandou o arquivo pra Thelma.
Do outro lado, o vibrador do celular de Thelma tocou em cima da mesa de centro. Ela viu a notificação e, ao abrir o vídeo, o sangue subiu na cara, não de prazer, mas de uma raiva vermelha e violenta. Ela viu o litro cheio. Viu a garganta de Ariana se mexendo pra engolir tudo que o Alberto não era capaz de produzir em um ano. As mãos dela tremiam enquanto apertava o celular, olhando pro Alberto, que tava sentado no sofá, pálido e esperando.
— Tá vendo isso? — gritou Thelma, jogando o celular na cara dele pra ele ver a tela —. Isso sim é um macho! Isso é o que uma mulher precisa!
Alberto tentou se desculpar, gaguejando, mas Thelma já não queria ouvir. O ciúme tinha virado uma necessidade venenosa de mostrar que ela podia dar conta, mesmo que tivesse que usar aquele inútil pra isso.
— Me traz um copo — ordenou —. E se prepara, porque a gente vai ficar aqui o tempo que for preciso.
Thelma arrastou Alberto pro meio da sala e começou a sessão. Usou os peitos dela, igual a Ariana, apertando o pau mole do Alberto com força, tentando arrancar alguma vida. Usou a boca, chupando com desespero, lambendo, mordendo de leve, procurando qualquer sinal de uma ereção decente. Alberto gemia, abalado pela agressividade da mulher, o corpo dele reagindo devagar e de forma patética. Cada vez que ele gozava, era uma piada do que devia ser; um fiozinho triste que mal cobria o fundo do copo. Thelma se enfurecia com cada gozada mixuruca, xingando ele, batendo na coxa dele com a mão.
— É uma vergonha! Olha isso, parece água salgada! O Sebastián enche litros, e você não consegue encher nem isso! — gritava enquanto ele se encolhia de vergonha.
Passaram horas. O copo de vidro enchia gota a gota, um processo tedioso e humilhante. Alberto tava exausto, suando frio, enquanto Thelma, com os lábios inchados e o olhar perdido na obsessão, continuava a tarefa. Finalmente, o copo atingiu um nível aceitável pra ela, embora longe do litro do Sebastián. Thelma se levantou, respirando pesadamente, e olhou pro líquido com desprezo.
—Bom, pelo menos é alguma coisa — murmurou pra câmera que o Alberto, tremendo, segurava na mão.
Ela ergueu o copo e bebeu vários goles longos, saboreando o gosto salgado e metálico, imaginando que era a porra do Sebastián. Depois, com um movimento teatral, derramou o resto sobre os próprios peitos, esfregando o fluido com palidez, misturando com o suor da pele, massageando as tetas brancas e duras na frente da lente.
—Termina isso — disse friamente, aproximando o copo dos lábios do Alberto.
Ele, de olhos baixos, bebeu as últimas gotinhas que grudavam no vidro, lambendo a borda como um cachorro obediente. Thelma arrancou o telefone dele, verificou o vídeo e mandou pro Sebastián.
Sebastián, que descansava na cama com a Ariana aninhada, cochilando do lado dele, recebeu o vídeo. Assistiu em silêncio a frustração na cara da Thelma, o copo pequeno, a humilhação do Alberto bebendo os restos. Um sorriso predador se desenhou nos lábios dele. O vídeo da Thelma, tentando imitar a Ariana e falhando miseravelmente, serviu de afrodisíaco final. O pau dele endureceu de novo, batendo forte na barriga.
—Vou te comer de novo, meu amor — sussurrou Sebastián no ouvido da Ariana, mordendo a orelha dela —. Espero que aguente mais um round.
Sem mais delongas, Sebastián se jogou em cima da Ariana. Afastou ela do lado dele e colocou ela de quatro, penetrando com um golpe seco e profundo. Ela gritou, misturando dor com prazer, sentindo ele preencher ela por completo. Sebastián não teve pena dessa vez; comeu ela como um garanhão no cio, cada estocada mais funda e brutal que a anterior, buscando os próprios limites e os dela.
—Você vai receber toda minha porra dentro! — gritou Sebastián. agarrando ela pelo quadril com força suficiente pra deixar marcas roxas.
O som dos corpos se chocando encheu o quarto, molhado e violento. Ariana não conseguiu fazer nada além de cravar os dedos no colchão e receber o castigo, sentindo o orgasmo dele se aproximar como uma tempestade. Sebastián grunhiu, cravou até o fundo, e soltou uma carga torrencial que inundou as entranhas dela, esquentando ela por dentro, enchendo até o limite, reivindicando o território e deixando claro, mais uma vez, quem mandava naquele jogo.

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