Comi a Loira do Corno Manso do Meu Trampo

Lembro que há alguns anos, eu era um dos funcionários mais respeitados do escritório, mas também um dos mais criticados. Um cara de 30 anos com dois divórcios não passava despercebido pelas colegas. Sei que elas falavam entre si, achando que eu não dava conta de satisfazer as mulheres e por isso era largado. Claro, como eu era gordo e pouco atraente, mas com o tempo, muitas delas entraram na lista de mulheres que cavalgaram no meu pau.


Naquela época, Tomás, um corno submisso, outro funcionário da empresa, tinha uma namorada espetacular, uma mulher branca com uma pele super delicada, uns lábios carnudos onde meu pau encaixava perfeitamente, umas cadeiras que faziam ela parecer uma deusa quando andava, terminando numa bunda que era produto do pecado, era uma espécie de modelo russa com corpo de uma latina gostosa.


a verdade é que o que dava vontade era pegar ela e enfiar tudo, ela devia ter uns 25 anos, graças às camisas transparentes e o esquecimento de usar sutiã, deixava ver umas tetas lindas com uns bicos que ficavam duros o tempo todo como se dissessem Chupa eu.


Umas fotos que me obrigavam…


Quando descobri que ela se chamava ORIANA C GAMEZ, a primeira coisa que fiz foi procurar ela no Instagram e comecei a ver as fotos dela, umas melhores que outras, mas na primeira vez que vi umas fotos que ela tinha de biquíni, não consegui segurar a tentação e, mesmo estando no escritório, fui com o celular pro banheiro, sentei e tirei meu pau pra fora, batendo uma gostosa, imaginando que eu tava com ela no meio da praia e tirava aquele biquíni rosa, que ficava tão sensual na pele branca dela.


Lembro que gozei pra caralho, meu corpo tremeu por uns cinco minutos. Quando saí, ainda dava pra ver que eu tava meio alterado, até a LUCIA, uma colega do escritório, cochichou no meu ouvido: “— De onde você vem tão cansado, Júlio?” Só ignorei ela.


Tô quase certo que todos os colegas de escritório batiam uma pensando na namorada do Tomás, o corno submisso. É que ela não passava despercebida, todo dia alguém tinha algo pra falar: "Você viu ela?" "Viu que ela não usa calcinha?" "Esse rabo eu tenho que beijar a noite inteira!" Uma coisa é ter uma mulher gostosa como namorada, outra é ter uma mina com instinto de puta.


Festa de aniversário do trampo…


Um dos maiores erros que Tomás, o corno submisso, poderia ter cometido foi naquele 14 de março, quando o escritório onde trabalhamos fez uma festa celebrando o aniversário da empresa. Oriana foi uma das primeiras a aparecer no escritório, claro que coube a mim atendê-la porque o corno foi chamado para discutir uma promoção surpresa que tinham para ele naquele dia.


Quando entreguei a primeira taça pra aquela mulher gostosa, vi ela olhar direto pro volume que escondia meu pau, mordeu o copo sem vergonha nenhuma e depois deu uma risada tão safada que pensei: “Essa quer que eu meta”. As taças iam e vinham, risadas, bebidas, o Tomás, o corno, não aparecia, eu tava felizão, até que de repente a ORIANA falou com voz de bêbada: “— Será que a gente nunca vai foder?”


Tenho que admitir que aquela frase me causou uma emoção estranha, além de fazer meu pau acordar de uma vez só e, sinceramente, não tenho onde esconder quando isso acontece. Aquela mulher linda e safada viu o volume que eu fiquei e sussurrou no meu ouvido: “— Se quiser, guardo ele na minha boca”.


Não sabia o que fazer, comecei a suar, só de pensar que podia comer aquela loira gostosa me deixou doido, mas como tudo não podia ser perfeito, bem naquele momento percebi que o corno submisso do Tomás estava atrás da gente e, sem dúvida, tinha ouvido aquelas expressões taradas… Fim do primeiro capítulo, parte 2, na rede social do autor original.https://twitter.com/status/2060030

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