Já faz quase cinco meses desde que ajudei o Dany a se instalar no apartamento dele em Guadalajara. Cinco meses que pareceram uma eternidade.
No começo, tentei levar numa boa. Ficava me dizendo que era o melhor: ele tem o trabalho dele, a vida dele, e eu continuo aqui tentando manter as aparências com o Héctor. Mas a realidade é outra. Meu corpo já não aguenta mais tanto tempo sem ser comida como Deus manda.
Uso o vibrador que ele me deu quase todo dia. De manhã, antes de ir pro trabalho.
À noite, depois de malhar. Fico de quatro na cama, empino bem a bunda e enfio fundo, imaginando que é a piroca grossa e quente do meu filho. Eu gozo... mas não é a mesma coisa. Sinto falta do calor dele, dos tapas fortes na bunda, da voz dele me chamando de puta, do jeito que ele segurava minha cintura e me arrombava sem pena. O vibrador me preenche, mas não me satisfaz.
Fiquei mais safada do que nunca.
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Duas semanas atrás fui visitar ele. Falei pro Héctor que ia pra uma convenção de fornecedores em Guadalajara. Na verdade, só queria sentir meu filho dentro de mim.
Assim que entrei no apartamento, o Dany me empurrou contra a parede. Não teve conversa. Ele baixou minha calça jeans, cuspiu na minha buceta e enfiou a piroca de uma vez até o fundo.
— Aiiii, meu rei! Finalmente! — gemi que nem uma desesperada.
Ele me comeu brutalmente na entrada, depois no sofá, na varanda e a gente terminou na cama dele. Ele meteu na minha buceta e no meu cu do jeito que eu precisava. Me encheu duas vezes e eu gozei igual uma louca, tremendo e gritando o nome dele. Naquela noite dormi colada nele, com o leite dele ainda escorrendo entre minhas nádegas. Foram os melhores dois dias em muito tempo.
Mas voltei pra Toluca… e o vazio voltou.
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Agora vou pra academia quase todo dia. Preciso descarregar essa tesão que me deixou doida. Minhas nádegas estão mais duras e empinadas do que nunca de tanto exercício. Uso leggings que enfiam no meio da racha e tops esportivos apertados. Sei que tô gostosa. Muito gostosa.
E ele também sabe disso.
O nome dele é Marco. Tem uns 24 anos, alto, moreno, com braços e peito definidos. Personal trainer. Faz duas semanas que ele vem se aproximando. No começo eram "correções de postura": mãos na minha cintura, nos meus quadris, roçando na minha bunda "sem querer" quando eu faço agachamento.
Ontem ele passou dos limites.
Tava fazendo peso morto e ele se colocou atrás de mim. Senti o volume duro dele roçando na minha bunda enquanto "me corrigia". Ele falou baixinho no meu ouvido:
— Ana… você tem a bunda mais perfeita que já vi na vida. Não sei como seu marido deixa você vir sozinha pra academia… eu não te largava nem por um segundo.
Fiquei vermelha, mas não me mexi. Senti um calorzinho traiçoeiro entre as pernas. Não respondi, só sorri e continuei com minhas repetições. Quando terminei, ele me passou o número dele "caso eu precisasse de um plano de treino personalizado".
Cheguei em casa toda excitada. Entrei no chuveiro e me masturbei pensando no Marco... e no Dany. Gozei com o vibrador enfiado na bunda, mas de novo fiquei com aquela sensação de vazio.
Não sei o que tô fazendo. Tenho 46 anos, vou ser avó, ainda sou casada (mesmo que só no papel), e meu filho é o único que realmente sabe me foder do jeito que eu gosto. Mas o Dany tá longe... e o Marco tá aqui, gostoso, jovem e claramente morrendo de vontade de me comer.
Cada dia fica mais difícil ignorar os olhares e os comentários dele. Cada dia me sinto mais puta por pensar nisso.
Até quando vou conseguir resistir?
No começo eram só conversas curtas entre as séries: "Como tá esse peso?", "Você tem uma forma muito boa", "Dá pra ver que você treina pesado". Mas aos poucos fui me soltando mais. Uma tarde, depois de um treino especialmente puxado, ele me chamou pra tomar um shake na cafeteria da academia. Aceitei.
Contei pra ele sobre meu casamento. Falei que eu e o Héctor estamos separados, mas ainda mantemos contato por causa do negócio e dos filhos. Que não tem mais paixão, que ele vivia me enchendo de ciúmes e que eu me sentia sozinha, frustrada e com vontade de me sentir desejada de novo.
O Marco me ouvia com atenção. Ele tem uns olhos escuros intensos e um jeito de me olhar que me faz sentir nua. Ele disse que não entendia como um homem podia ter uma mulher como eu e não aproveitar todo santo dia. Que meu corpo era uma loucura, especialmente minha bunda.
Eu fiquei vermelha, mas não pedi pra ele calar a boca.
Desde aquele dia, os convites começaram:
Primeiro foi um café depois da academia. Depois um jantar "pra conversar mais sossegados". Aí ele me chamou pro cinema, pra um show, pra tomar vinho num bar bonito. Sempre educado, sempre respeitoso... mas os olhares e os comentários dele cada vez mais diretos.
—"Ana, você não sabe a vontade que eu tenho de agarrar essa sua cintura e puxar essa legging pra baixo", ele me escreveu uma noite.
—"Você é a mulher mais gostosa que eu já conheci. Me deixa louco", ele disse outra vez enquanto me acompanhava até o carro.
Eu respondo com sorrisos, com evasivas, mas a verdade é que as mensagens dele me excitam. Quando chego em casa depois de conversar com ele, entro no quarto, pego o vibrador que o Dany me deu e me fodo pensando nos dois: na piroca grossa do meu filho e nas mãos fortes do Marco.
O Dany vem cada vez menos. Entre o trabalho dele, a namorada e a distância, só conseguimos nos ver duas vezes nesses meses. As duas vezes foram intensas, brutais… mas as semanas sem sentir ele dentro de mim parecem uma eternidade.
Marco, por outro lado, tá aqui. Toda vez que vou pra academia, ele me espera. Corrige minha postura roçando em mim mais do que precisa, elogia minha bunda sem vergonha nenhuma e vive me chamando pra sair.
Ontem ele me mandou essa mensagem:
Marco: Ana, chega de só conversar. Deixa eu te levar pra jantar de verdade nessa sexta. Sem academia, sem pressa. Só você e eu. Quero te conhecer melhor… e quero que você me conheça também. Não vou te pressionar, mas quero que saiba que tô morrendo de vontade de te beijar e te tocar do jeito que você merece.
Li a mensagem sentada na cama, de pernas abertas, com o vibrador ainda enfiado no meu cu. Gozei enquanto lia.
Ainda não respondi.
Tô confusa, com tesão e sozinha. Meu filho tá longe, meu marido quase nem me toca mais, e o Marco tá aqui, gostoso, insistente e claramente morrendo de vontade de me comer.
Não devia ter aceitado… mas aceitei.
Naquela tarde na academia, tava especialmente quente. O Marco tinha me encarado mais descarado do que nunca enquanto eu fazia agachamento. Cada vez que eu descia, sentia o olhar dele cravado na minha bunda. Quando terminei o treino, ele falou com aquela voz grossa:
—Ana, hoje você não trouxe o carro, né? Deixa eu te levar em casa. Não vou deixar você pegar um táxi.
Eu hesitei só uns segundos. Tava cansada, suada e com aquele tesão acumulado de semanas. Aceitei.
No carro, a tensão era insuportável. Marco dirigia com uma mão no volante e a outra perigosamente perto da minha coxa. A gente falava besteira, mas os olhos dele desciam direto pras minhas pernas e pro meu decote. Eu tava usando um legging preto que enfiava no meio da bunda e um top esportivo apertado. Me sentia exposta… e adorava.
Quando a gente chegou em casa já tava escurecendo. O Marco parou o carro na frente do portão e ficou me encarando.
— Valeu por me trazer — falei, nervosa.
— Imagina… — ele respondeu, se aproximando mais —. Ana, cê me deixa louco. Nem imagina a vontade que eu tô de te beijar agora.
Fiquei calada, com o coração batendo forte. O Marco se inclinou devagar na minha direção. Senti a respiração dele perto dos meus lábios…
E aí vi movimento na janela da sala.
Era o Héctor. Ele estava nos vendo.
Me afastei bruscamente.
— Marco, tenho que entrar — falei rápido, pegando minhas coisas.
Assim que desci do carro e caminhei até a porta, o Héctor abriu ela com tudo. A cara dele estava vermelha de raiva.
— Quem porra é aquele, Ana? — gritou assim que entrei.
— Héctor, não é o que você tá pensando…
— Não vem com essa merda! — me interrompeu, batendo a porta com força —. Eu te vi! Aquele filho da puta ia te beijar! Desde quando ele te traz em casa? Já tá dando pra outro?
Ele tava fora de si. Me segurou pelo braço com força, me encarando com os olhos cheios de ciúme e ódio.
— Fala a verdade! Há quanto tempo você tá se encontrando com esse cara? É por isso que quase não me deixa mais te tocar?
É por isso que você sempre chega “cansada” da academia?
Me soltei do aperto dele, irritada e nervosa ao mesmo tempo.
— Me solta! Não tô com ninguém. Ele só me deu carona porque eu não trouxe o carro. Você é quem vive desconfiando de tudo!
Héctor deu uma risada amarga.
— Claro! E eu sou otário, né? Com essa bunda que você tem e vestida que nem uma puta pra ir pra academia… cê acha que eu não sei o que você provoca? Todo mundo quer te comer! E você com certeza já tá dando mole pra eles!
As palavras dele doeram… mas também me acenderam de um jeito estranho. Senti um calor entre as pernas. Talvez pela adrenalina, talvez porque tava há semanas sem ser comida como Deus manda.
— Héctor, chega. Não tenho nenhum amante — menti, olhando nos olhos dele.
Ele se aproximou mais, respirando pesado. Por um segundo, pensei que fosse me beijar… ou me bater. Mas só me encarou com desprezo e dor.
— É melhor que seja verdade, Ana. Porque se eu descobrir que você tá me botando chifre… isso vai virar um inferno de verdade.
Ele virou as costas e foi pro quarto, batendo outra porta.
Fiquei sozinha na sala, com o coração acelerado e a buceta molhada. Minhas pernas tremiam. Subi pro meu quarto, me tranquei e tirei o vibrador na hora. Fiquei de quatro na cama, abaixei minha legging e enfiei o vibrador até o fundo no meu cu, imaginando que era o Dany... ou o Marco... ou os dois. Me comi com raiva e desespero, mordendo o travesseiro pra não gemer alto.
Gozei duas vezes pensando no que tinha acabado de acontecer.
Tô brincando com fogo. E cada dia fica mais difícil não me queimar.
Depois da cena de ciúmes do Héctor, meu tesão só piorou. O Marco continuava insistindo. Numa terça, ele se ofereceu pra me levar pra resolver uns trampos do negócio. Aceitei, mas tava com pressa e evitei os flertes dele. Mesmo os comentários sobre minha bunda e os olhares safados me molhando toda, consegui me segurar e voltei cedo pra casa.
Mas três dias depois... não aguentei mais.
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Era sexta. O Marco se ofereceu de novo pra me levar depois da academia. Dessa vez não tinha desculpa. No caminho pra casa, a gente conversou normal, mas quando ele estacionou na frente da minha casa, não desci na hora. Ficamos batendo papo um tempinho. A tensão tava insuportável.
De repente, ele pegou minha mão direita e levou direto pra entreperna dele. Senti o pau dele duro, grosso e pulsando por cima da calça de moletom.
— Olha como você me deixa, Ana... — ele falou com a voz rouca, me olhando nos olhos —. Tô há meses sonhando em te comer. Não aguento mais.
Fiquei paralisada por um segundo. Minha mente dizia “não”, mas meu corpo traidor apertou levemente a mão. O pau dele parecia grande… muito grande. Comecei a acariciar por cima do tecido, devagar. Marco soltou um gemido baixo.
—Vamos para um hotel — ele sussurrou —. Agora. Por favor.
Eu hesitei só mais alguns segundos. Olhei pra casa, pensei no Héctor, no Dany… e respondi:
—Tá bom. Mas só hoje.
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Chegamos no hotel às 10h15 da manhã. Mal fechou a porta do quarto, Marco se jogou em cima de mim. Me beijou com fome, tirou minha blusa e o top esportivo e chupou meus peitos com vontade. Arrancou minha legging e a calcinha fio-dental de uma vez e me encostou na parede.
Enfiou dois dedos e gemeu ao sentir como eu estava molhada.
—Você tá encharcada, Ana… que puta que você é.
Ele me pegou primeiro de pé, contra a parede. Ele me penetrou com força, me agarrando pelas nádegas. Eu gemia como uma louca. Depois ele me carregou até a cama, me colocou de papo pra cima e me fodeu fundo, olhando nos meus olhos. Ele gozou pela primeira vez dentro da minha pussy, me enchendo completamente.
A gente não parou por horas.
Ele me pegou de quatro (a posição favorita dele, não parava de me agarrar e dar tapas na minha bunda), de lado, comigo por cima cavalgando ele, de papo pra cima de novo... Sempre terminava dentro. Ele encheu minha pussy quatro vezes. Dizia que queria me marcar, que queria que eu fosse embora com o sêmen dele escorrendo de mim.
Lá pelas três da tarde ele tentou enfiar no meu cu. Me colocou de quatro, abriu minhas nádegas e pressionou o pau dele contra meu ânus.
—Não… por aí não — falei firme, me fechando —. Isso só quem faz é alguém especial.
Marco insistiu um pouco, mas no fim respeitou e voltou a me comer pela buceta até gozar de novo dentro.
Saímos do hotel às 5:10 da tarde. Eu tava dolorida, com as pernas tremendo e a buceta inchada e cheia do esperma dele. Me sentia suja, culpada... e estranhamente satisfeita.
No carro de volta, a gente mal conversou. O Marco tava feliz, eu em silêncio. Quando cheguei em casa, tomei banho na hora, mas ainda sentia a porra dele escorrendo entre minhas pernas.
Me olho no espelho e pergunto o que é que eu tô fazendo.
Sinto falta do Dany. Sinto falta de como ele me come do jeito que só ele sabe. Mas o Marco tá aqui, me querendo com uma loucura e me dando o que meu corpo vem pedindo há meses.
Não sei se isso vai continuar... mas hoje, pela primeira vez em muito tempo, me senti realmente fodida.
No começo, tentei levar numa boa. Ficava me dizendo que era o melhor: ele tem o trabalho dele, a vida dele, e eu continuo aqui tentando manter as aparências com o Héctor. Mas a realidade é outra. Meu corpo já não aguenta mais tanto tempo sem ser comida como Deus manda.
Uso o vibrador que ele me deu quase todo dia. De manhã, antes de ir pro trabalho.
À noite, depois de malhar. Fico de quatro na cama, empino bem a bunda e enfio fundo, imaginando que é a piroca grossa e quente do meu filho. Eu gozo... mas não é a mesma coisa. Sinto falta do calor dele, dos tapas fortes na bunda, da voz dele me chamando de puta, do jeito que ele segurava minha cintura e me arrombava sem pena. O vibrador me preenche, mas não me satisfaz.
Fiquei mais safada do que nunca.
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Duas semanas atrás fui visitar ele. Falei pro Héctor que ia pra uma convenção de fornecedores em Guadalajara. Na verdade, só queria sentir meu filho dentro de mim.
Assim que entrei no apartamento, o Dany me empurrou contra a parede. Não teve conversa. Ele baixou minha calça jeans, cuspiu na minha buceta e enfiou a piroca de uma vez até o fundo.
— Aiiii, meu rei! Finalmente! — gemi que nem uma desesperada.
Ele me comeu brutalmente na entrada, depois no sofá, na varanda e a gente terminou na cama dele. Ele meteu na minha buceta e no meu cu do jeito que eu precisava. Me encheu duas vezes e eu gozei igual uma louca, tremendo e gritando o nome dele. Naquela noite dormi colada nele, com o leite dele ainda escorrendo entre minhas nádegas. Foram os melhores dois dias em muito tempo.Mas voltei pra Toluca… e o vazio voltou.
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Agora vou pra academia quase todo dia. Preciso descarregar essa tesão que me deixou doida. Minhas nádegas estão mais duras e empinadas do que nunca de tanto exercício. Uso leggings que enfiam no meio da racha e tops esportivos apertados. Sei que tô gostosa. Muito gostosa.
E ele também sabe disso.O nome dele é Marco. Tem uns 24 anos, alto, moreno, com braços e peito definidos. Personal trainer. Faz duas semanas que ele vem se aproximando. No começo eram "correções de postura": mãos na minha cintura, nos meus quadris, roçando na minha bunda "sem querer" quando eu faço agachamento.
Ontem ele passou dos limites.
Tava fazendo peso morto e ele se colocou atrás de mim. Senti o volume duro dele roçando na minha bunda enquanto "me corrigia". Ele falou baixinho no meu ouvido:— Ana… você tem a bunda mais perfeita que já vi na vida. Não sei como seu marido deixa você vir sozinha pra academia… eu não te largava nem por um segundo.
Fiquei vermelha, mas não me mexi. Senti um calorzinho traiçoeiro entre as pernas. Não respondi, só sorri e continuei com minhas repetições. Quando terminei, ele me passou o número dele "caso eu precisasse de um plano de treino personalizado".Cheguei em casa toda excitada. Entrei no chuveiro e me masturbei pensando no Marco... e no Dany. Gozei com o vibrador enfiado na bunda, mas de novo fiquei com aquela sensação de vazio.
Não sei o que tô fazendo. Tenho 46 anos, vou ser avó, ainda sou casada (mesmo que só no papel), e meu filho é o único que realmente sabe me foder do jeito que eu gosto. Mas o Dany tá longe... e o Marco tá aqui, gostoso, jovem e claramente morrendo de vontade de me comer.
Cada dia fica mais difícil ignorar os olhares e os comentários dele. Cada dia me sinto mais puta por pensar nisso.
Até quando vou conseguir resistir?
No começo eram só conversas curtas entre as séries: "Como tá esse peso?", "Você tem uma forma muito boa", "Dá pra ver que você treina pesado". Mas aos poucos fui me soltando mais. Uma tarde, depois de um treino especialmente puxado, ele me chamou pra tomar um shake na cafeteria da academia. Aceitei.
Contei pra ele sobre meu casamento. Falei que eu e o Héctor estamos separados, mas ainda mantemos contato por causa do negócio e dos filhos. Que não tem mais paixão, que ele vivia me enchendo de ciúmes e que eu me sentia sozinha, frustrada e com vontade de me sentir desejada de novo.O Marco me ouvia com atenção. Ele tem uns olhos escuros intensos e um jeito de me olhar que me faz sentir nua. Ele disse que não entendia como um homem podia ter uma mulher como eu e não aproveitar todo santo dia. Que meu corpo era uma loucura, especialmente minha bunda.
Eu fiquei vermelha, mas não pedi pra ele calar a boca.
Desde aquele dia, os convites começaram:
Primeiro foi um café depois da academia. Depois um jantar "pra conversar mais sossegados". Aí ele me chamou pro cinema, pra um show, pra tomar vinho num bar bonito. Sempre educado, sempre respeitoso... mas os olhares e os comentários dele cada vez mais diretos.
—"Ana, você não sabe a vontade que eu tenho de agarrar essa sua cintura e puxar essa legging pra baixo", ele me escreveu uma noite. —"Você é a mulher mais gostosa que eu já conheci. Me deixa louco", ele disse outra vez enquanto me acompanhava até o carro.
Eu respondo com sorrisos, com evasivas, mas a verdade é que as mensagens dele me excitam. Quando chego em casa depois de conversar com ele, entro no quarto, pego o vibrador que o Dany me deu e me fodo pensando nos dois: na piroca grossa do meu filho e nas mãos fortes do Marco.
O Dany vem cada vez menos. Entre o trabalho dele, a namorada e a distância, só conseguimos nos ver duas vezes nesses meses. As duas vezes foram intensas, brutais… mas as semanas sem sentir ele dentro de mim parecem uma eternidade.
Marco, por outro lado, tá aqui. Toda vez que vou pra academia, ele me espera. Corrige minha postura roçando em mim mais do que precisa, elogia minha bunda sem vergonha nenhuma e vive me chamando pra sair.Ontem ele me mandou essa mensagem:
Marco: Ana, chega de só conversar. Deixa eu te levar pra jantar de verdade nessa sexta. Sem academia, sem pressa. Só você e eu. Quero te conhecer melhor… e quero que você me conheça também. Não vou te pressionar, mas quero que saiba que tô morrendo de vontade de te beijar e te tocar do jeito que você merece.
Li a mensagem sentada na cama, de pernas abertas, com o vibrador ainda enfiado no meu cu. Gozei enquanto lia.
Ainda não respondi.
Tô confusa, com tesão e sozinha. Meu filho tá longe, meu marido quase nem me toca mais, e o Marco tá aqui, gostoso, insistente e claramente morrendo de vontade de me comer. Não devia ter aceitado… mas aceitei.
Naquela tarde na academia, tava especialmente quente. O Marco tinha me encarado mais descarado do que nunca enquanto eu fazia agachamento. Cada vez que eu descia, sentia o olhar dele cravado na minha bunda. Quando terminei o treino, ele falou com aquela voz grossa:
—Ana, hoje você não trouxe o carro, né? Deixa eu te levar em casa. Não vou deixar você pegar um táxi.Eu hesitei só uns segundos. Tava cansada, suada e com aquele tesão acumulado de semanas. Aceitei.
No carro, a tensão era insuportável. Marco dirigia com uma mão no volante e a outra perigosamente perto da minha coxa. A gente falava besteira, mas os olhos dele desciam direto pras minhas pernas e pro meu decote. Eu tava usando um legging preto que enfiava no meio da bunda e um top esportivo apertado. Me sentia exposta… e adorava.
Quando a gente chegou em casa já tava escurecendo. O Marco parou o carro na frente do portão e ficou me encarando. — Valeu por me trazer — falei, nervosa.
— Imagina… — ele respondeu, se aproximando mais —. Ana, cê me deixa louco. Nem imagina a vontade que eu tô de te beijar agora.
Fiquei calada, com o coração batendo forte. O Marco se inclinou devagar na minha direção. Senti a respiração dele perto dos meus lábios…
E aí vi movimento na janela da sala. Era o Héctor. Ele estava nos vendo.
Me afastei bruscamente.
— Marco, tenho que entrar — falei rápido, pegando minhas coisas.
Assim que desci do carro e caminhei até a porta, o Héctor abriu ela com tudo. A cara dele estava vermelha de raiva.
— Quem porra é aquele, Ana? — gritou assim que entrei.
— Héctor, não é o que você tá pensando…
— Não vem com essa merda! — me interrompeu, batendo a porta com força —. Eu te vi! Aquele filho da puta ia te beijar! Desde quando ele te traz em casa? Já tá dando pra outro?
Ele tava fora de si. Me segurou pelo braço com força, me encarando com os olhos cheios de ciúme e ódio.
— Fala a verdade! Há quanto tempo você tá se encontrando com esse cara? É por isso que quase não me deixa mais te tocar?
É por isso que você sempre chega “cansada” da academia?
Me soltei do aperto dele, irritada e nervosa ao mesmo tempo.
— Me solta! Não tô com ninguém. Ele só me deu carona porque eu não trouxe o carro. Você é quem vive desconfiando de tudo!
Héctor deu uma risada amarga.
— Claro! E eu sou otário, né? Com essa bunda que você tem e vestida que nem uma puta pra ir pra academia… cê acha que eu não sei o que você provoca? Todo mundo quer te comer! E você com certeza já tá dando mole pra eles!
As palavras dele doeram… mas também me acenderam de um jeito estranho. Senti um calor entre as pernas. Talvez pela adrenalina, talvez porque tava há semanas sem ser comida como Deus manda.
— Héctor, chega. Não tenho nenhum amante — menti, olhando nos olhos dele.
Ele se aproximou mais, respirando pesado. Por um segundo, pensei que fosse me beijar… ou me bater. Mas só me encarou com desprezo e dor.
— É melhor que seja verdade, Ana. Porque se eu descobrir que você tá me botando chifre… isso vai virar um inferno de verdade.
Ele virou as costas e foi pro quarto, batendo outra porta.
Fiquei sozinha na sala, com o coração acelerado e a buceta molhada. Minhas pernas tremiam. Subi pro meu quarto, me tranquei e tirei o vibrador na hora. Fiquei de quatro na cama, abaixei minha legging e enfiei o vibrador até o fundo no meu cu, imaginando que era o Dany... ou o Marco... ou os dois. Me comi com raiva e desespero, mordendo o travesseiro pra não gemer alto.
Gozei duas vezes pensando no que tinha acabado de acontecer.
Tô brincando com fogo. E cada dia fica mais difícil não me queimar.
Depois da cena de ciúmes do Héctor, meu tesão só piorou. O Marco continuava insistindo. Numa terça, ele se ofereceu pra me levar pra resolver uns trampos do negócio. Aceitei, mas tava com pressa e evitei os flertes dele. Mesmo os comentários sobre minha bunda e os olhares safados me molhando toda, consegui me segurar e voltei cedo pra casa.
Mas três dias depois... não aguentei mais.
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Era sexta. O Marco se ofereceu de novo pra me levar depois da academia. Dessa vez não tinha desculpa. No caminho pra casa, a gente conversou normal, mas quando ele estacionou na frente da minha casa, não desci na hora. Ficamos batendo papo um tempinho. A tensão tava insuportável.
De repente, ele pegou minha mão direita e levou direto pra entreperna dele. Senti o pau dele duro, grosso e pulsando por cima da calça de moletom.
— Olha como você me deixa, Ana... — ele falou com a voz rouca, me olhando nos olhos —. Tô há meses sonhando em te comer. Não aguento mais.
Fiquei paralisada por um segundo. Minha mente dizia “não”, mas meu corpo traidor apertou levemente a mão. O pau dele parecia grande… muito grande. Comecei a acariciar por cima do tecido, devagar. Marco soltou um gemido baixo.—Vamos para um hotel — ele sussurrou —. Agora. Por favor.
Eu hesitei só mais alguns segundos. Olhei pra casa, pensei no Héctor, no Dany… e respondi:
—Tá bom. Mas só hoje.
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Chegamos no hotel às 10h15 da manhã. Mal fechou a porta do quarto, Marco se jogou em cima de mim. Me beijou com fome, tirou minha blusa e o top esportivo e chupou meus peitos com vontade. Arrancou minha legging e a calcinha fio-dental de uma vez e me encostou na parede.
Enfiou dois dedos e gemeu ao sentir como eu estava molhada.
—Você tá encharcada, Ana… que puta que você é.
Ele me pegou primeiro de pé, contra a parede. Ele me penetrou com força, me agarrando pelas nádegas. Eu gemia como uma louca. Depois ele me carregou até a cama, me colocou de papo pra cima e me fodeu fundo, olhando nos meus olhos. Ele gozou pela primeira vez dentro da minha pussy, me enchendo completamente.A gente não parou por horas.
Ele me pegou de quatro (a posição favorita dele, não parava de me agarrar e dar tapas na minha bunda), de lado, comigo por cima cavalgando ele, de papo pra cima de novo... Sempre terminava dentro. Ele encheu minha pussy quatro vezes. Dizia que queria me marcar, que queria que eu fosse embora com o sêmen dele escorrendo de mim.
Lá pelas três da tarde ele tentou enfiar no meu cu. Me colocou de quatro, abriu minhas nádegas e pressionou o pau dele contra meu ânus. —Não… por aí não — falei firme, me fechando —. Isso só quem faz é alguém especial.
Marco insistiu um pouco, mas no fim respeitou e voltou a me comer pela buceta até gozar de novo dentro.
Saímos do hotel às 5:10 da tarde. Eu tava dolorida, com as pernas tremendo e a buceta inchada e cheia do esperma dele. Me sentia suja, culpada... e estranhamente satisfeita.No carro de volta, a gente mal conversou. O Marco tava feliz, eu em silêncio. Quando cheguei em casa, tomei banho na hora, mas ainda sentia a porra dele escorrendo entre minhas pernas.
Me olho no espelho e pergunto o que é que eu tô fazendo.
Sinto falta do Dany. Sinto falta de como ele me come do jeito que só ele sabe. Mas o Marco tá aqui, me querendo com uma loucura e me dando o que meu corpo vem pedindo há meses.Não sei se isso vai continuar... mas hoje, pela primeira vez em muito tempo, me senti realmente fodida.
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