Essa é a história de uma experiência real que tive em 2025. Meu nome é Franco, tenho 32 anos, 1,70m de altura e 78kg, cabelo castanho escuro, olhos castanhos, sou moreno mas não muito. Atlético, mas já com uma barriguinha que não aparece muito, me considero com um físico legal. E não aparento a idade que tenho, sempre me dão uns 25, 26 anos. Minha amiga se chama Mariela, tem 34 anos, 1,60m, 62kg, cabelo castanho claro, olhos avelã claros, corpo bem atlético e equilibrado, mas os atributos não aparecem muito porque ela sempre usa roupa de academia. Tenho um conhecido do bairro que me convidou pra jogar futebol às quintas-feiras às 21h em uma quadra de 5. Isso foi num sábado que eu vi ele numa loja de roupas. Chegou a quinta da semana seguinte e fui. Jogamos a partida e tudo certo, os caras jogavam bem de boa, sem se pegar. Aí ele me fala: "Tenho outro jogo às 22h. Tô precisando de um, quer jogar?" "Fala, fala, sem problema." Nisso chegam umas 6 minas e ele: "Ah, esqueci de te falar, é misto." Bom, começamos a jogar, 3 caras e 2 minas em cada time. A Mariela estava no time adversário. Eu tava jogando do lado direito, onde ela estava. Começamos, ela jogava bem pra caralho, mas eu não deixava ela passar pelo meu lado. Aí, mais ou menos uns 20 minutos, ela me fala: "E aí, não quer um autógrafo também?" Rapidão eu respondi: "Não, obrigado. Mas se quiser, eu deixo você passar e depois, fora da quadra, você me paga." Zooei ela só pra provocar mesmo, hahaha. Ela respondeu: "Depois não engasga com o meleca fora da quadra." Mudei de lado pra ela poder jogar um pouco e nada, terminamos o jogo e já tava indo embora quando o cara que me convidou falou: "Fica pra tomar uma cerveja e depois vai." "Beleza, beleza", fiquei. E estavam todas as minas. Nisso, a Mariela senta do meu lado, me serve um copo de cerveja e fala: "Toma, jogou bem." E começamos a conversar com o grupo todo. Aí 4 caras foram embora e ficamos 6: 2 caras e 4 minas. E começaram: "E aí, de onde você é?", "Quantos anos você tem? Tem namorada? Tem filhos? De que signo você é? E tudo isso que as mulheres perguntam. Tomamos umas cervejas e, bom, o campinho fechou e a gente saiu. Eu moro perto, umas 15 quadras, vim de moto. A Mariela mora mais longe, uns 15 minutos de moto, e os outros estavam de carro e moto também. Saímos pra fora, ligamos as motos e esperamos aquecer. Nisso, eu falei: "Desculpa o que eu te falei no campinho, era brincadeira, hahaha". A Mariela disse: "Tranquilo, eu também tava brincando". E aí ela fica séria e começa a rir. Eu rio e falo: "Bom, vou indo, vem cá, me dá um beijo". E ela me provoca: "Onde você quer?". Falei: "Na bochecha, como um cumprimento normal. Isso deixa pro seu namorado". Ela me olha séria e diz: "Não tenho namorado". "Ah, bom, desculpa", falei. "Tenho namorada e não gosto de homens", hahaha. Eu digo e ela me cumprimenta com um beijo na bochecha, e cada um foi pra sua casa. Foi aí que a gente se conheceu. Nunca mais nos separamos, viramos super amigos. Saíamos pra festas, baladas, bares, danceterias, encontro de amigos, aniversários. Sempre estávamos juntos em tudo, contávamos tudo um pro outro. Eu via ela como mais um brother, e assim se passaram 2 anos, até chegar outubro de 2025. Era aniversário de uma tia dela, onde eu sempre ia nas festas que faziam. Música, dança e beber algo, sempre tinha muita gente lá. Cheguei umas 1h da manhã e comecei a tomar Fernet com Coca, e a dançar tudo que tocava. Nisso, umas 6h da manhã, mais ou menos, ela me fala: "Amigo, vou embora". Eu também falei: "Vou". E a gente se despediu de todo mundo e fomos embora. Nisso, ela me diz: "Vem, vamos pra casa, me acompanha, moro na esquina". Fomos e ela falou: "Fica, porque assim você não pode dirigir". E a verdade é que ela tinha razão. Entrei com minha moto e fiquei. Ela tem um kitnet: sala-cozinha, banheiro e um quarto. Entrei no banheiro e eu fui pro quarto, tirei o tênis porque meus pés estavam doendo, sentei na cama de casal dela. Quando ela saiu do banheiro, eu entrei, fiz xixi e fui pro quarto me deitar. Ela já estava deitada, coberta. Falei: "Amiga, posso dormir de cueca?" "Pode. Deita do jeito que você quiser. Pronto, fiquei de cueca e camiseta e me deitei. Levantei o edredom e vi a bunda dela, porque ela tava de costas pra mim. Bom, pra falar a verdade, ela tinha uma bunda gostosa e parecia que nem tava de fio dental. Me deitei e falei: "Amiga, tô com frio, posso te abraçar?" Ela respondeu: "Pode, me abraça." Aí me aproximei e abracei ela, e ela jogou a bunda pra trás, tipo fazendo colherinha. Bom, coloquei minha cabeça perto do pescoço dela e falei: "Amiga, te quero muito, vamos dormir." Ela respondeu: "Fala sério, amigo, eu também." Fechei os olhos e, tipo uns 3 minutos depois, a bunda dela começou a apertar minha pica e ela suspirou forte. "Uuu", falei eu, e minha mão tava na barriga dela. Uns segundos depois, ela suspirou de novo, eu no pescoço dela, e a bunda dela grudou mais forte em mim. Então comecei a subir minha mão devagar até os peitos dela, e os bicos tavam bem duros e empinados. Ela começou a suspirar mais forte, eu continuei massageando os peitos dela devagar e apertando os bicos de vez em quando, até que ela pegou, tirou a mão dela, enfiou por baixo da minha cueca e começou a tocar minha pica. Quando tava meia-bomba, ela parou de tocar, apoiou a bunda de novo e começou a fazer movimento de frente pra trás devagar. Peguei, tirei a mão dos peitos dela e desci pra buceta dela, e tava toda molhada. Comecei a acariciar ela desde a bunda até o clitóris, de baixo pra cima devagar, e ainda não tava totalmente dura. Nunca tinha me acontecido isso, mas continuei. Peguei, me levantei, abri as pernas dela, puxei o fio dental que ela tava e comecei a chupar a buceta dela, e enfiei 3 dedos bem fundo enquanto chupava. Fiquei uns 15 minutos mais ou menos e ela gozou. Ela falou: "Vai, me fode toda, Franco, por favor." Peguei e coloquei a pica na buceta dela, mas tava na metade ainda. Acho que era o álcool, aí ela falou: "Não, para, não tá dura, porra." Falei: "Desculpa, é a primeira vez que isso me acontece, acho que é por causa do álcool." Bom, deixamos pra lá. Me aproximei e me deitei do mesmo jeito que a gente tava no começo, sem falar nada, e falei: "Não é você, hein, eu tô com vontade de te foder toda, mas... Não sei o que tá rolando comigo, e ainda por cima ela, meio que brava, me disse: "Pensei que você tinha maior, no fim das contas". Aí eu, pra mim mesmo, falei: "Faz parte, sou do time sangue". Quem é assim me entende, tenho 17 bem dura. Enfim, engoli meu orgulho, fiquei deitado um tempo, dormi, e depois acordei umas 10 da manhã. Ela disse: "Vai embora, porque não consigo dormir". Falei: "Vamos conversar um pouco". Outro dia ela disse: "Tô cansada, quero dormir sozinha". Peguei minhas coisas, me vesti, peguei minha moto e fui embora. Falei com ela mais tarde, mas ela não respondeu. Aí eu disse: "Beleza, então". Deve estar se sentindo culpada por ter traído a namorada dela comigo, já que estão juntas há uns 5 anos. Ou talvez pelo que rolou comigo, sei lá. Passou uma semana, ela não foi jogar futebol e nem falou comigo. Depois veio jogar, ficou tudo de boa, mas nunca tocamos no assunto até o Natal. Tenho uma segunda parte pra contar. Queria que comentassem o que acharam e se eu errei em destruir uma amizade.
8 comentários - Minha amiga lésbica 1
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