Sebastián ajustou o cinto da calça na frente do espelho do corredor, ignorando Alberto, que ainda esfregava os olhos no chão, e Thelma, que continuava ajoelhada sobre os lençóis amassados, o corpo ainda tremendo levemente pelos resquícios do último orgasmo. O clima no quarto pesava, denso com o cheiro de suor e fluidos recentes. Sebastián virou-se para eles com uma calma calculada.
— Esse fim de semana a Ariana vem pra minha casa — anunciou, a voz cortando o ar viciado como uma faca —. E como eu vou estar ocupado ensinando pra sua filha o que é uma pica de verdade, Alberto, fuck you, permissão pra fazer o que quiser com essa puta.
Alberto se levantou de repente, uma faísca de esperança, talvez de vingança, acendendo nos olhos cansados dele. Sebastián levantou a mão, cortando qualquer entusiasmo prematuro.
— Tem uma condição — continuou Sebastián, tirando o celular do bolso e apontando pra Thelma —. Você, Thelma, vai me contar tudo. Cada detalhe sujo, cada coisa que esse imbecil fizer com você. E vai me mandar provas. Fotos, vídeos. Quero ver como ele te usa.
Thelma assentiu, o olhar fixo no chão, mas a mente já estava em outro lugar. Sebastián saiu de casa sem olhar pra trás, deixando o casal num silêncio constrangedor que Alberto quebrou quase na hora. Ele se aproximou da esposa, com a respiração ofegante, e agarrou o cabelo dela, forçando-a a olhar pra ele.
— Ouviu isso? — sibilou Alberto —. Agora quem manda sou eu.
Empurrou ela de bruços no colchão ainda úmido e desabotoou a calça com jeito atrapalhado. Thelma sentiu ele subir em cima dela, as mãos ásperas e nervosas percorrendo suas costas. Mas não teve fogo. O corpo dela não respondeu ao toque do marido; estava acostumado com a posse firme, experiente e brutal de Sebastián. Quando Alberto tentou penetrá-la, seco e desajeitado, ela sentiu um atrito chato, nada parecido com o êxtase que Sebastián provocava. Apesar do desconforto, Thelma lembrou da ordem. Ela pegou o telefone com a mão trêmula e abriu a câmera.
—Faz de durão, corno —murmurou ela, com uma voz monótona e sem desejo—. Manda algo que ele goste.
Alberto, cego pela falsa sensação de poder, começou a sodomizá-la com força, achando que era isso que ela queria. Thelma gemeu, mas o som era falso, uma atuação mecânica. Gravou um vídeo de dez segundos onde a mão de Alberto segurava o quadril dela com violência e enviou o arquivo para Sebastián. *Tá me arrombando o cu*, escreveu na mensagem, adicionando um emoji de lágrimas, embora os olhos dela estivessem secos e entediados. Cada vez que Alberto batia nela ou a xingava, ela pensava em como Sebastián a usava, em como a filha dela passaria o fim de semana na casa do ex. Alberto gozou rápido, deixando uma poça morna e insignificante nas costas dela, e Thelma pensou com ironia como aquilo não significava nada comparado aos litros que Sebastián a fizera engolir.
Mais tarde, na noite, na casa moderna e iluminada de Sebastián, o clima era bem diferente. Ariana já estava lá, e a roupa não durou muito no corpo. Sebastián não perdeu tempo com preliminares suaves; sabia que a garota, igual à mãe, tinha nascido pra ser usada como uma besta. Empurrou ela contra o sofá de couro, levantou a saia dela e puxou a calcinha com um movimento seco que a rasgou. Ariana soltou um gemido agudo, mistura de dor e prazer antecipado, e abriu as pernas, revelando uma buceta já molhada.
Sebastián pegou o telefone e colocou sobre uma mesinha ao lado do sofá, garantindo o ângulo perfeito pra capturar cada detalhe. Não queria só uma lembrança; queria prova. Se aproximou dela, com o pau já duro e pulsando, e começou a masturbá-la com uma brutalidade que fez as pernas da garota tremerem.
—Adoro que você seja tão putinha —rosnou Sebastián, enquanto enfiava dois dedos fundo, provocando um som molhado e obsceno—. Cê gosta é forte, né?
Ariana só conseguiu balançar a cabeça, com os Olhos desfocados e boca aberta, enquanto Sebastián a penetrava sem aviso prévio. A paquera inicial desapareceu, substituída pelo som da pele batendo contra a pele num ritmo frenético. Sebastián comia ela como um animal, sem piedade, usando ela pra saciar a sede de dominação. As tetas gigantes da Ariana, uma herança genética direta da Thelma, balançavam violentamente a cada estocada, e ele não hesitou em apertá-las até deixar marcas vermelhas, mordiscando os bicos até ela gritar.
O fim de semana virou uma maratona de sexo sem limites. Sebastián encheu ela de porra por todo lado. Corria dentro da buceta dela, sentindo ela se contrair em volta do pau dele pra extrair até a última gota; depois se retirava e gozava na barriga lisa e nas coxas dela, e por fim, na cara dela, cobrindo os lábios, as bochechas e as pálpebras com uma camada grossa e branca. Ariana, longe de recusar, recebia aquilo como uma bênção, lambendo os lábios e pedindo mais com o olhar.
Entre uma fodida e outra, Sebastián pegava o celular e selecionava os trechos mais explícitos. Mandava pra Thelma com mensagens cruéis. "Olha como eu dou de comer pra sua filha", "Sua filha engole melhor que você". Thelma, em casa, via as mensagens enquanto Alberto tentava insistentemente excitá-la de novo com brinquedos baratos. Ao ver as imagens da Ariana, com o rosto destruído de porra e êxtase, Thelma sentia uma mistura de vergonha e um ciúme doentio que a molhava mais do que qualquer coisa que Alberto pudesse fazer.
O auge chegou no sábado à noite. Sebastián tinha configurado a câmera do celular pra um plano de cima. Ariana, exausta mas insaciável, tava de barriga pra cima na cama, com a cabeça pendurada pra trás na borda, deixando a garganta totalmente exposta e aberta. Sebastián ficou de pé sobre ela, com as pernas de cada lado da cabeça dela, e começou a meter o pau dele fundo na garganta dela. garganta, numa posição que dificultava a respiração dela e a obrigava a engolir inteiro.
—Assim, sua putinha — gritou Sebastián, enquanto a câmera gravava o pescoço de Ariana se dilatando pra acomodar a grossura dele —. Engole tudo.
Ariana, num ato de total submissão e loucura sexual, agarrou as coxas de Sebastián e puxou ele pra baixo, forçando-se a engolir mais fundo, se afogando de propósito na pica dele enquanto as mãos desciam pra abrir a própria buceta com os dedos, mostrando o interior vermelho e pulsante pra lente. Essa visão extrema, a combinação da garganta dela sendo usada como um buraco qualquer e a própria exibição vaginal, foi o estopim final. Sebastián gritou, soltando uma enxurrada de porra que parecia não ter fim; gozou em jatos intermináveis, enchendo a garganta dela até ela se engasgar e o líquido escorrer pelo nariz e cantos da boca, jorros grossos caindo na cara dela e encharcando o cabelo. A câmera capturou cada segundo da ruína dela, um registro visceral da transformação de Ariana numa escrava do esperma, exatamente como a mãe dela.
— Esse fim de semana a Ariana vem pra minha casa — anunciou, a voz cortando o ar viciado como uma faca —. E como eu vou estar ocupado ensinando pra sua filha o que é uma pica de verdade, Alberto, fuck you, permissão pra fazer o que quiser com essa puta.
Alberto se levantou de repente, uma faísca de esperança, talvez de vingança, acendendo nos olhos cansados dele. Sebastián levantou a mão, cortando qualquer entusiasmo prematuro.
— Tem uma condição — continuou Sebastián, tirando o celular do bolso e apontando pra Thelma —. Você, Thelma, vai me contar tudo. Cada detalhe sujo, cada coisa que esse imbecil fizer com você. E vai me mandar provas. Fotos, vídeos. Quero ver como ele te usa.
Thelma assentiu, o olhar fixo no chão, mas a mente já estava em outro lugar. Sebastián saiu de casa sem olhar pra trás, deixando o casal num silêncio constrangedor que Alberto quebrou quase na hora. Ele se aproximou da esposa, com a respiração ofegante, e agarrou o cabelo dela, forçando-a a olhar pra ele.
— Ouviu isso? — sibilou Alberto —. Agora quem manda sou eu.
Empurrou ela de bruços no colchão ainda úmido e desabotoou a calça com jeito atrapalhado. Thelma sentiu ele subir em cima dela, as mãos ásperas e nervosas percorrendo suas costas. Mas não teve fogo. O corpo dela não respondeu ao toque do marido; estava acostumado com a posse firme, experiente e brutal de Sebastián. Quando Alberto tentou penetrá-la, seco e desajeitado, ela sentiu um atrito chato, nada parecido com o êxtase que Sebastián provocava. Apesar do desconforto, Thelma lembrou da ordem. Ela pegou o telefone com a mão trêmula e abriu a câmera.
—Faz de durão, corno —murmurou ela, com uma voz monótona e sem desejo—. Manda algo que ele goste.
Alberto, cego pela falsa sensação de poder, começou a sodomizá-la com força, achando que era isso que ela queria. Thelma gemeu, mas o som era falso, uma atuação mecânica. Gravou um vídeo de dez segundos onde a mão de Alberto segurava o quadril dela com violência e enviou o arquivo para Sebastián. *Tá me arrombando o cu*, escreveu na mensagem, adicionando um emoji de lágrimas, embora os olhos dela estivessem secos e entediados. Cada vez que Alberto batia nela ou a xingava, ela pensava em como Sebastián a usava, em como a filha dela passaria o fim de semana na casa do ex. Alberto gozou rápido, deixando uma poça morna e insignificante nas costas dela, e Thelma pensou com ironia como aquilo não significava nada comparado aos litros que Sebastián a fizera engolir.
Mais tarde, na noite, na casa moderna e iluminada de Sebastián, o clima era bem diferente. Ariana já estava lá, e a roupa não durou muito no corpo. Sebastián não perdeu tempo com preliminares suaves; sabia que a garota, igual à mãe, tinha nascido pra ser usada como uma besta. Empurrou ela contra o sofá de couro, levantou a saia dela e puxou a calcinha com um movimento seco que a rasgou. Ariana soltou um gemido agudo, mistura de dor e prazer antecipado, e abriu as pernas, revelando uma buceta já molhada.
Sebastián pegou o telefone e colocou sobre uma mesinha ao lado do sofá, garantindo o ângulo perfeito pra capturar cada detalhe. Não queria só uma lembrança; queria prova. Se aproximou dela, com o pau já duro e pulsando, e começou a masturbá-la com uma brutalidade que fez as pernas da garota tremerem.
—Adoro que você seja tão putinha —rosnou Sebastián, enquanto enfiava dois dedos fundo, provocando um som molhado e obsceno—. Cê gosta é forte, né?
Ariana só conseguiu balançar a cabeça, com os Olhos desfocados e boca aberta, enquanto Sebastián a penetrava sem aviso prévio. A paquera inicial desapareceu, substituída pelo som da pele batendo contra a pele num ritmo frenético. Sebastián comia ela como um animal, sem piedade, usando ela pra saciar a sede de dominação. As tetas gigantes da Ariana, uma herança genética direta da Thelma, balançavam violentamente a cada estocada, e ele não hesitou em apertá-las até deixar marcas vermelhas, mordiscando os bicos até ela gritar.
O fim de semana virou uma maratona de sexo sem limites. Sebastián encheu ela de porra por todo lado. Corria dentro da buceta dela, sentindo ela se contrair em volta do pau dele pra extrair até a última gota; depois se retirava e gozava na barriga lisa e nas coxas dela, e por fim, na cara dela, cobrindo os lábios, as bochechas e as pálpebras com uma camada grossa e branca. Ariana, longe de recusar, recebia aquilo como uma bênção, lambendo os lábios e pedindo mais com o olhar.
Entre uma fodida e outra, Sebastián pegava o celular e selecionava os trechos mais explícitos. Mandava pra Thelma com mensagens cruéis. "Olha como eu dou de comer pra sua filha", "Sua filha engole melhor que você". Thelma, em casa, via as mensagens enquanto Alberto tentava insistentemente excitá-la de novo com brinquedos baratos. Ao ver as imagens da Ariana, com o rosto destruído de porra e êxtase, Thelma sentia uma mistura de vergonha e um ciúme doentio que a molhava mais do que qualquer coisa que Alberto pudesse fazer.
O auge chegou no sábado à noite. Sebastián tinha configurado a câmera do celular pra um plano de cima. Ariana, exausta mas insaciável, tava de barriga pra cima na cama, com a cabeça pendurada pra trás na borda, deixando a garganta totalmente exposta e aberta. Sebastián ficou de pé sobre ela, com as pernas de cada lado da cabeça dela, e começou a meter o pau dele fundo na garganta dela. garganta, numa posição que dificultava a respiração dela e a obrigava a engolir inteiro.
—Assim, sua putinha — gritou Sebastián, enquanto a câmera gravava o pescoço de Ariana se dilatando pra acomodar a grossura dele —. Engole tudo.
Ariana, num ato de total submissão e loucura sexual, agarrou as coxas de Sebastián e puxou ele pra baixo, forçando-se a engolir mais fundo, se afogando de propósito na pica dele enquanto as mãos desciam pra abrir a própria buceta com os dedos, mostrando o interior vermelho e pulsante pra lente. Essa visão extrema, a combinação da garganta dela sendo usada como um buraco qualquer e a própria exibição vaginal, foi o estopim final. Sebastián gritou, soltando uma enxurrada de porra que parecia não ter fim; gozou em jatos intermináveis, enchendo a garganta dela até ela se engasgar e o líquido escorrer pelo nariz e cantos da boca, jorros grossos caindo na cara dela e encharcando o cabelo. A câmera capturou cada segundo da ruína dela, um registro visceral da transformação de Ariana numa escrava do esperma, exatamente como a mãe dela.
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