Dulce tava completamente perdida. A roçada brutal do pauzão do Rondo entre as coxas dela já tava deixando ela louca. Cada vez que ele empurrava pra frente, a cabeçona grossa da piroca preta dele separava os lábios da buceta inchada dela e esfregava com força direto no clitóris, mandando choques elétricos de prazer pelo corpo todo dela.
Mas a vontade de mijar ficou insuportável.
A bexiga dela ardia. Já não dava mais pra segurar.
—Não… não consigo… vou mijar…! —gemeu desesperada.
Mal terminou de falar, o corpo dela se entregou. Um jorro intenso, quente e abundante saiu disparado da uretra dela, caindo direto no pau preto e grosso do Rondo. O líquido era levemente rosado, brilhando sob as luzes do bar enquanto respingava no membro cheio de veias e nas próprias coxas dela.
Dulce percebeu naquele instante: a cor era idêntica à da bebida energética rosa que Tania tinha dado pra ela no carro. Por um segundo, a mente dela tentou ligar os pontos, mas o prazer e a vergonha eram fortes demais pra desconfiar de algo mais.
Os strippers e o público ao redor explodiram em gritos eufóricos e aplausos.
Dulce morria de vergonha. Tinha certeza de que todos olhariam pra ela com nojo, mas, em vez de rejeição, só via excitação e desejo nos rostos deles. Isso não apagou o rubor intenso nas bochechas dela. O jato continuava saindo, forte e sem parar, sem que ela conseguisse segurar. A buceta dela pulsava a cada contração enquanto ela mijava em público.
De repente, um dos strippers que tava comendo Brenda se afastou dela e correu pra se ajoelhar debaixo do jato. Abriu a boca e deixou o mijo rosa de Dulce cair direto na língua e garganta dele, engolindo com prazer evidente.
Que vergonha… alguém tá bebendo minha urina", pensou Dulce, horrorizada. Nunca na vida imaginou uma cena daquelas. Mas, em vez de nojo, aquela imagem a excitou ainda mais. Entendeu que naquele lugar ninguém se envergonhava de nada. Todo mundo tava se divertindo pra caralho.
O stripper segurou na boca o último jato forte que saiu de Dulce. Levantou rápido, pegou o rosto dela com as mãos e, em vez do beijo que ela esperava no meio da orgia, apertou a boca contra a dela e soltou todo o líquido.
Dulce abriu os olhos surpresa ao sentir o jato morno da própria urina entrando na boca dela. Ela deveria ter sentido ânsia na hora… mas não foi assim. O sabor era doce, fresco e surpreendentemente gostoso, bem parecido com o da bebida rosa que tinha tomado antes. Era quentinho, levemente adocicado e com um toque que tornava tudo estranhamente excitante.
Ela saboreou o líquido por alguns segundos, confusa, e por puro instinto engoliu. Se sentiu suja por um momento… mas ao ver que ninguém ao redor achava aquilo errado, simplesmente se deixou levar.
Do sofá ao lado, veio a voz animada da Tânia:
— Eu também tô pronta!
Os strippers pararam por um instante. Levantaram a Dulce e sentaram ela numa cadeira no meio da pista central, debaixo das luzes. A Tânia subiu em cima dela, abriu os lábios da buceta com dois dedos, expondo completamente a uretra. Os strippers, a Brenda e vários espectadores se ajoelharam em volta do tronco da Dulce, abrindo a boca e esticando a língua, na expectativa.
De repente, um jato intenso e rosado saiu da Tânia, banhando o peito, o pescoço e o rosto da Dulce. O líquido morno escorria pelo corpo dela e era avidamente recolhido pelas bocas dos strippers e da Brenda. Alguns espectadores também se aproximaram pra receber.
Dulce sentiu o xixi morno da amiga escorrendo sobre ela. Parte do jato escorreu pelas bochechas dela. Não conseguiu mais resistir: abriu a boca e deixou cair lá dentro. O sabor era exatamente o mesmo: doce, inebriante e estranhamente viciante.
Tânia ajustou a postura, sorrindo com malícia.
—O último jato é só pra aniversariante.
Colocou a buceta dela diretamente na cara da Dulce e soltou os últimos mililitros da bexiga. O jato caiu com força direto na boca aberta da Dulce, que engoliu sem hesitar enquanto gemia.
Enquanto tudo isso rolava, a Steph não tinha parado de gravar nem um segundo. Com um sorriso satisfeito, mandava os vídeos mais explícitos diretamente pro Héctor por mensagem privada.
No apartamento, o Héctor tava sentado no sofá com a calça e a cueca abaixadas até o tornozelo. A mão dele subia e descia com tudo no pau duro enquanto via no celular as cenas que a Steph mandava: a namorada dele mijando em cima de um stripper, engolindo o próprio mijo, sendo banhada pelo da Tânia e participando daquela orgia depravada.
Nunca, nem no pornô mais sujo que já tinha visto na vida, tinha presenciado algo tão extremo. E era sobre a Dulce. A sua Dulce.
Steph mandou um novo áudio:
Steph: fuck you o endereço do lugar… mas só se você fizer uma videochamada comigo agora mesmo enquanto continua batendo punheta. Quero ver a sua cara enquanto assiste sua namorada sendo comida.
Héctor hesitou por alguns segundos, respirando ofegante, com o coração batendo forte. Sabia que precisava ir parar aquilo antes que escalasse ainda mais. Não queria nem imaginar o que mais poderia rolar.
Finalmente, com a mão ainda no pau, ele abriu a videochamada.
Apertou o botão de “Ligar”.
Mas a vontade de mijar ficou insuportável.A bexiga dela ardia. Já não dava mais pra segurar.
—Não… não consigo… vou mijar…! —gemeu desesperada.
Mal terminou de falar, o corpo dela se entregou. Um jorro intenso, quente e abundante saiu disparado da uretra dela, caindo direto no pau preto e grosso do Rondo. O líquido era levemente rosado, brilhando sob as luzes do bar enquanto respingava no membro cheio de veias e nas próprias coxas dela.
Dulce percebeu naquele instante: a cor era idêntica à da bebida energética rosa que Tania tinha dado pra ela no carro. Por um segundo, a mente dela tentou ligar os pontos, mas o prazer e a vergonha eram fortes demais pra desconfiar de algo mais.Os strippers e o público ao redor explodiram em gritos eufóricos e aplausos.
Dulce morria de vergonha. Tinha certeza de que todos olhariam pra ela com nojo, mas, em vez de rejeição, só via excitação e desejo nos rostos deles. Isso não apagou o rubor intenso nas bochechas dela. O jato continuava saindo, forte e sem parar, sem que ela conseguisse segurar. A buceta dela pulsava a cada contração enquanto ela mijava em público.
De repente, um dos strippers que tava comendo Brenda se afastou dela e correu pra se ajoelhar debaixo do jato. Abriu a boca e deixou o mijo rosa de Dulce cair direto na língua e garganta dele, engolindo com prazer evidente.
Que vergonha… alguém tá bebendo minha urina", pensou Dulce, horrorizada. Nunca na vida imaginou uma cena daquelas. Mas, em vez de nojo, aquela imagem a excitou ainda mais. Entendeu que naquele lugar ninguém se envergonhava de nada. Todo mundo tava se divertindo pra caralho.O stripper segurou na boca o último jato forte que saiu de Dulce. Levantou rápido, pegou o rosto dela com as mãos e, em vez do beijo que ela esperava no meio da orgia, apertou a boca contra a dela e soltou todo o líquido.
Dulce abriu os olhos surpresa ao sentir o jato morno da própria urina entrando na boca dela. Ela deveria ter sentido ânsia na hora… mas não foi assim. O sabor era doce, fresco e surpreendentemente gostoso, bem parecido com o da bebida rosa que tinha tomado antes. Era quentinho, levemente adocicado e com um toque que tornava tudo estranhamente excitante.Ela saboreou o líquido por alguns segundos, confusa, e por puro instinto engoliu. Se sentiu suja por um momento… mas ao ver que ninguém ao redor achava aquilo errado, simplesmente se deixou levar.
Do sofá ao lado, veio a voz animada da Tânia:
— Eu também tô pronta!
Os strippers pararam por um instante. Levantaram a Dulce e sentaram ela numa cadeira no meio da pista central, debaixo das luzes. A Tânia subiu em cima dela, abriu os lábios da buceta com dois dedos, expondo completamente a uretra. Os strippers, a Brenda e vários espectadores se ajoelharam em volta do tronco da Dulce, abrindo a boca e esticando a língua, na expectativa.
De repente, um jato intenso e rosado saiu da Tânia, banhando o peito, o pescoço e o rosto da Dulce. O líquido morno escorria pelo corpo dela e era avidamente recolhido pelas bocas dos strippers e da Brenda. Alguns espectadores também se aproximaram pra receber.
Dulce sentiu o xixi morno da amiga escorrendo sobre ela. Parte do jato escorreu pelas bochechas dela. Não conseguiu mais resistir: abriu a boca e deixou cair lá dentro. O sabor era exatamente o mesmo: doce, inebriante e estranhamente viciante.Tânia ajustou a postura, sorrindo com malícia.
—O último jato é só pra aniversariante.
Colocou a buceta dela diretamente na cara da Dulce e soltou os últimos mililitros da bexiga. O jato caiu com força direto na boca aberta da Dulce, que engoliu sem hesitar enquanto gemia. Enquanto tudo isso rolava, a Steph não tinha parado de gravar nem um segundo. Com um sorriso satisfeito, mandava os vídeos mais explícitos diretamente pro Héctor por mensagem privada.
No apartamento, o Héctor tava sentado no sofá com a calça e a cueca abaixadas até o tornozelo. A mão dele subia e descia com tudo no pau duro enquanto via no celular as cenas que a Steph mandava: a namorada dele mijando em cima de um stripper, engolindo o próprio mijo, sendo banhada pelo da Tânia e participando daquela orgia depravada.
Nunca, nem no pornô mais sujo que já tinha visto na vida, tinha presenciado algo tão extremo. E era sobre a Dulce. A sua Dulce.Steph mandou um novo áudio:
Steph: fuck you o endereço do lugar… mas só se você fizer uma videochamada comigo agora mesmo enquanto continua batendo punheta. Quero ver a sua cara enquanto assiste sua namorada sendo comida.
Héctor hesitou por alguns segundos, respirando ofegante, com o coração batendo forte. Sabia que precisava ir parar aquilo antes que escalasse ainda mais. Não queria nem imaginar o que mais poderia rolar.
Finalmente, com a mão ainda no pau, ele abriu a videochamada.
Apertou o botão de “Ligar”.
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