Parte 1: A fumaça e o desejo proibido

Numa cidade poeirenta do México, onde o calor pegajoso do verão entrava na pele como uma febre, morava a família Ruiz numa casa velha de adobe com telhados de zinco. Seu Carlos, o pai de 48 anos, passava os dias na loja de ferragens; Dona Elena, sua mãe de 45, uma mulher de corpo maduro, quadril largo, peitos grandes e pesados que ainda desafiavam a gravidade sob seus vestidos leves, e uma buceta que já tinha parido cinco filhos mas continuava molhada e sensível nas noites solitárias. Os filhos eram Miguel (25), Jorge (22) e Alex (19), o caçula, magro mas com um pau grosso que endurecia fácil. As filhas, Sofia (23) e Laura (20), tinham corpos jovens e firmes, com bundas redondas e peitos que chamavam atenção na cidade. Alex estava destruído pelo crack. Aquela merda branca o prendia há meses. A fumaça química queimava seus pulmões e incendiava sua mente, despertando um Édipo selvagem e doentio. Ele fantasiava em foder a própria mãe, chupar aqueles peitões enquanto enfiava os dedos na buceta madura e suculenta, imaginando como ela gemeria "meu filho... meu menino" enquanto cavalgava seu pau duro. Cada sessão era mais intensa: ele se trancava no quarto, esquentava a pedra no cachimbo improvisado e batia uma punheta no pau duro e cheio de veias, cuspindo na mão pra lubrificar, gemendo o nome de Elena enquanto gozava jatos grossos pensando em se esporrar dentro dela até deixar ela escorrendo. Naquela tarde quente, Elena voltou mais cedo do mercado do que o esperado. Ao abrir a porta do quarto de Alex, o cheiro acre e doce do crack a atingiu como um tapa. Lá estava seu filho mais novo, completamente nu da cintura pra baixo, as pernas abertas sobre a cama bagunçada. O pau grosso e duro dele brilhava de saliva e pré-gozo, subindo e descendo com fúria no punho fechado. Com a outra mão segurava o cachimbo, inalando fundo, soltando fumaça grossa pela boca entreaberta enquanto seus olhos enrubescidos se perdiam no prazer tóxico. Elena ficou paralisada na porta, sentindo a própria buceta se molhar traiçoeiramente por baixo da calcinha, os bicos endurecendo contra o tecido do vestido fino. Alex a viu. Não parou. Pelo contrário, acelerou o movimento da mão, apertando mais forte a base do pau pulsante, fazendo a cabecinha inchada brilhar com mais porra. — Mãe... — ofegou com voz rouca, quebrada pelo cristal e pela luxúria —. Não me deixa... me olha... quero que você me veja gozar pensando em você. Nas suas tetonas... na sua buceta apertada que me pariu... Elena sentiu um calor líquido escorrer pelas coxas. Mordeu o lábio inferior com força, respirando ofegante, as tetonas subindo e descendo. A mente dela era um turbilhão: sabia que devia gritar, fechar a porta, castigar ele... mas o volume na calça do filho, aquele pau grosso e cheio de veias que se movia tão desesperado, a tinha hipnotizado. O clitóris pulsava, traindo ela. Deu um passo pra dentro sem querer, fechando a porta atrás de si. O ar ficou denso, carregado de fumaça e desejo proibido. Alex gemeu mais alto, arqueando as costas, as cadeiras fodendo o próprio punho enquanto mantinha o olhar fixo nos olhos da mãe. O cristal deixava ele mais ousado, mais animal. — Chega mais perto, mãe... por favor... só olha como eu fico por você. Meu pau tá tão duro pensando em meter em você... Elena tremia. As mãos desceram inconscientemente pelo corpo, roçando os bicos eretos através do tecido. O tabu se quebrava devagar naquele quarto quente, enquanto a fumaça do cristal envolvia os corpos e o complexo de Édipo do Alex começava a infectar toda a família como um vírus imparável. O primeiro passo pro abismo já tinha sido dado, e o desejo carnal familiar só começava a despertar. Continua... Se gostaram, me sigam.

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