A mãe gostosa da minha amiga 4

Quando já estava toda trêmula e ensopada, o Sergio tirou a camisinha, ia colocar, mas eu parei ele, dizendo que queria sentir a pica dele direto e queria o leite dele dentro. Então ele jogou a camisinha fora e me virou como se eu não pesasse nada. —Fica assim, magrela! — ele ordenou. Me colocou de joelhos, com os cotovelos enterrados no colchão e a bunda bem levantada. Senti o frio do ar condicionado nas minhas nádegas expostas, mostrando minha buceta e meu cu pra aquele homem, totalmente à disposição dele, com minhas partes íntimas bem à vista. Um segundo antes de sentir a pica dele entrando de uma só vez, seca. —Aaaah! — o grito escapou contra o travesseiro.A mãe gostosa da minha amiga 4Cada estocada que ele dava, eu sentia chegando até minha garganta. Dava pra sentir a grossura dele esticando minha buceta até o limite, e o som das bolas grandes batendo na minha bunda era tipo música proibida. Ele era um animal; me segurava pela cintura e me puxava pra dentro dele, pra meter ainda mais fundo. Depois, sem parar de bombar, me virou e me deixou de barriga pra cima. Agarrou minhas pernas e levantou até os ombros dele, me deixando toda exposta. Nessa posição, a pica entrava reta, sem obstáculo nenhum. Eu via a cara de ator pornô dele: suado, veias do pescoço saltadas e os olhos fixos no corpo dele sumindo dentro do meu. Sentia que tava me partindo no meio, mas era um prazer que queimava minhas entranhas. Cada vez que ele descia, eu sentia o pelo pubiano roçando no meu clitóris, me eletrizando.analFoi assim até que, pra acabar de me quebrar de vez, ele me virou de bruços, mas me obrigou a manter o quadril pra cima, apoiada só nos meus peitos. Ele entrou por trás num ângulo que me fazia ver estrelas. Eu sentia que minha buceta já não aguentava mais, tava ardendo, completamente alargada por aquele ferro quente que não se cansava. Caro, a funcionária perfeita, já não existia mais; só tinha uma mulher recebendo as investidas de um homem de 1,80 que sabia exatamente como dominar ela.rabao
vadia
cuckSergio não parava, era uma máquina. Eu me sentia completamente possuída, preenchida, com cada cantinho do meu interior vibrando no ritmo daquele senhor que, com a desculpa de ver um "fornecedor", estava me dando a melhor trepada da minha vida. Mas, mesmo eu achando que ia acabar logo, Sergio não tinha a menor intenção de parar. Parecia que aqueles meses segurando a vontade na frente do balcão tinham dado a ele uma energia de moleque, mas com a força e a resistência de um homem maduro. Ele continuou metendo num ritmo brutal, sem perder a potência. Eu já nem sabia mais em que posição estava; só sentia aquele ferro entrando e saindo da minha buceta, que naquela altura já estava toda dilatada e queimando de puro prazer. Sergio me segurava pelos quadris e de vez em quando me dava um tapa na bunda com tanta força que eu sabia que amanhã ia ver as marcas dos dedos dele na minha cintura e nas minhas nádegas — por ser branca, minha pele marca muito fácil.

— Sergio, já... já não aguento mais! — eu gritava, com o cabelo todo bagunçado no travesseiro e a respiração uma bagunça. Ele não dizia nada, só soltava uns grunhidos profundos que saíam do peito dele. Me mudou de posição uma última vez, me voltando pro papai e mamãe, mas puxando minhas pernas contra o peito dele pra me penetrar até o fundo. Cada estocada era como um choque elétrico que percorria minha espinha.

Finalmente, senti o corpo dele se tensar ao máximo. Sergio deu três estocadas finais, lentas e pesadas, se enterrando em mim com tudo que tinha enquanto soltava um rugido que ecoou pelas paredes do quarto. Ele ficou ali, cravado dentro de mim, tremendo enquanto gozava com uma força que eu senti vibrar nas minhas entranhas.

Quando finalmente se deixou cair de lado, eu fiquei exausta, com o corpo mole e o olhar perdido no teto. Não conseguia nem mexer um dedo. Virei a cabeça um pouco e fiquei besta olhando pra ele, todo suado, com o pau ainda duro, enquanto eu estava de pernas abertas com o esperma dele dentro de mim. escorrendo aos poucos para fora. Sergio estava banhado em suor. O brilho do suor fazia a pele dele parecer ainda mais morena e rústica. O que mais me hipnotizou foi ver como todo aquele pelo escuro do peito e da barriga dele estava encharcado, colado na pele e penteado para baixo pelo suor e pelo atrito dos nossos corpos. Ele parecia um animal que acabara de vencer uma luta: imponente, com o peito subindo e descendo pelo cansaço, e aquela masculinidade que transbordava pelos poros. Fiquei ali largada, com o teto do motel girando e o coração tentando voltar ao ritmo. Estiquei a mão para o criado-mudo para ver meu celular: tinha passado uma hora inteira de puro sexo selvagem. Não conseguia acreditar. Eu estava acostumada com os caras da minha idade que, com quinze minutos, já estavam pedindo arrego, mas Sergio, com a idade que tinha, me deu uma aula de resistência que deixou meu corpo moído. Eu achei que já tinha acabado, mas Sergio ainda tinha fogo no olhar. Ele se aproximou, me pegou pela nuca e me deu um beijo com gosto da gente, um beijo longo e profundo que acendeu meu sangue de novo. As mãos grandes dele percorreram minhas curvas, descendo pela minha cintura até minhas coxas, que ainda tremiam. — Cê acha que com uma hora eu já me satisfiz com você, magrinha? Se fosse por mim, eu te marcava e te fazia minha mulher pra te comer todo dia, putinha — ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca que me fazia vibrar até a alma. Ele sentou na beira da cama e fez um sinal com a cabeça. O pau dele, aquela besta, já estava se recuperando, ficando duro e cheio de veias de novo, brilhando com a umidade dos meus fluidos e do esperma dele. Tava impressionante, rodeado pelas bolas grandes e aquele pelo grosso que descia pelas pernas dele. — Vem aqui — ele ordenou com aquela segurança de chefe que me excitava tanto. — Chupa ele de novo. Quero sentir essa boquinha sua sem ninguém nos interromper. A gente tem o tempo todo do mundo antes de ir encontrar o fornecedor. Não me Ele teve que dizer duas vezes. Deslizei pelo colchão até ficar de frente pra ele. Ver ele sentado ali, dominando a cama e com aquele olhar faminto, me fez esquecer o cansaço. Me agarrei nas coxas fortes e peludas dele e me entreguei de novo, sabendo que a "viagem de negócios" tava só começando a segunda rodada. Até o Sergio se levantou no colchão, usando a altura dele pra ficar ainda mais imponente. Eu, de joelhos na frente dele, me sentia minúscula, mas com uma conexão total com o corpo dele. Ver ele daquele ângulo era foda: as pernas fortes e peludas, os ovos grandes balançando e aquela pica roçando meus lábios. — Vai, magrinha... não esquece quem manda aqui — ele falou, se segurando na cabeceira da cama pra manter o equilíbrio enquanto eu me entregava à virilha dele com uma fome renovada. Comecei a trabalhar com a língua, passando por cada veia marcada e envolvendo a base com as mãos, sentindo o calor da pele suada dele. O Sergio soltava uns gemidos que pareciam rugidos, enfiando os dedos no meu cabelo e apertando a mandíbula enquanto via de cima minha boca sumir na grossura dele. A imagem daquele homem mais velho, firme, peludo e poderoso, sendo dominado pela minha língua, me deu uma adrenalina do caralho.chefe
maduroMas de repente, a submissão já não bastava mais pra mim. Eu queria sentir ele dentro de novo, mas dessa vez sob minhas regras. Agarrei ele pelas coxas e, com um movimento decidido, empurrei ele pra trás. Sergio, surpreso com minha força, caiu de costas nos travesseiros, soltando uma risada rouca que virou um gemido quando montei em cima dele. — Agora quem manda sou eu, Sergio — sussurrei, enquanto subia em cima dele. Me acomodei por cima, sentindo a ponta do pau dele procurando minha entrada. Fui descendo devagar, sentindo cada centímetro me abrindo e preenchendo minha buceta por completo até nossas pelves se chocarem. O contato da minha pele macia contra o abdômen peludo e suado dele foi uma explosão. Comecei a cavalgar com força, apoiando as mãos no peito largo dele pra ganhar impulso. Minhas curvas subiam e desciam ritmicamente, e eu podia ver de cima como os peitorais dele se contraíam a cada movimento meu. Sergio me agarrou pelos quadris, me ajudando a descer com mais força, enquanto os olhos dele se fixavam nos meus com uma mistura de orgulho e desejo puro.pauzudo—Isso, Caro! Assim, porra! — ele grunhiu, enquanto eu mostrava que a "novinha" da loja de tintas sabia perfeitamente como domar um homem do tamanho dele. Bem na hora em que senti que minhas pernas não aguentavam mais de tanto cavalgá-lo e que estava prestes a chegar no limite, Sergio soltou um grunhido autoritário e me segurou firme pela cintura, parando meu movimento seco. — Já chega de brincadeira, magrinha... é minha vez de terminar isso — ele disse com a voz entrecortada pelo esforço. Com uma agilidade que não parecia de um homem da idade dele, me virou num movimento rápido e me colocou de bruços contra o colchão, com o quadril o mais alto possível, afundando meu peito nos lençóis. De lá, senti ele se ajeitar atrás de mim; o calor do corpo de 1,80m dele me cobriu por completo como uma sombra pesada. Sem aviso, Sergio se enterrou em mim de uma só vez, fundo. — Ai, Sergio! — o grito morreu no travesseiro. Aquela pica enorme entrou num ângulo que fez eu sentir que tava tocando minha alma. Ele começou a dar estocadas rápidas e secas, sem piedade, enquanto me segurava pelo cabelo com uma mão pra me manter no lugar e com a outra apertava uma das minhas bundas com uma força que me deixava marcada. Eu sentia o batucada rítmica dos ovos grandes dele contra minhas coxas e o roçar dos pelos das pernas dele nas minhas, uma sensação tão bruta e masculina que me fez perder a noção de onde estávamos. Ele não dizia nada, só se ouvia a respiração pesada dele e o som dos nossos corpos se chocando. Eu sentia que minha buceta ia explodir; tava tão cheia, tão esticada pela grossura dele, que cada estocada me fazia ver estrelas atrás das pálpebras fechadas. — Já... já vou gozar, Caro! — ele rugiu, e senti as mãos dele se cravarem nas minhas cadeiras enquanto dava os últimos empurrões brutais, se enterrando até onde não tinha mais espaço. Até que ele ficou ali, vibrando contra mim, enquanto sentia o espasmo do clímax dele percorrendo nós dois. Eu desabei. Totalmente estirada na cama, sem forças nem pra respirar, sentindo o calor do corpo suado dele me envolvendo e o quentinho do sêmen me preenchendo. Ficamos em silêncio por uns minutos, só ouvindo o zumbido do ar-condicionado. O Sergio se afastou devagar, limpou o sêmen e me deu um beijo carinhoso nas costas antes de levantar. —Bora, magrinha. Vamo tomar banho rápido, que o fornecedor tá nos esperando daqui a meia hora e não quero que a Lili comece a perguntar por que a gente demorou tanto —falou, voltando aquele tom de chefe, mas o olhar ainda brilhando com a lembrança do que a gente tinha acabado de fazer. Levantei como pude, sentindo as pernas de gelatina e um "andar de pato" que ia me entregar se eu não me esforçasse pra disfarçar. Me vi no espelho do banheiro: o cabelo todo bagunçado, os lábios inchados e um sorriso de satisfação que nem com toda maquiagem do mundo ia dar pra esconder. O caminho até o escritório do fornecedor foi um martírio silencioso. Eu tava no banco do carona da caminhonete, tentando me ajeitar, mas cada vez que o corpo afundava no banco, sentia um lembrete físico do Sergio. Minha buceta tava sensível, pulsando com as pancadas daquele pau, e sentia um calorzinho líquido que me lembrava que, mesmo a gente tendo se limpado, meu corpo ainda tava reagindo a ele. O Sergio, por outro lado, dirigia como se nada tivesse acontecido. Tinha vestido uma camisa limpa que trouxe no banco de trás, penteado o cabelo com água e ligado o ar-condicionado no talo. Tava impecável, um homem de negócios de 1,80 sério e formal, mas eu sabia que por baixo daquela calça social, as pernas peludas dele ainda deviam estar quentes do meu esforço montando nele. —Chegamos, Caro. Desce devagar e não faz essa cara de quem ganhou na loteria —ele disse com um sorrisinho debochado antes de desligar o motor. —É que eu nem consigo andar direito, Sergio! Você me deixou desmontada e toda dolorida kkkk —sussurrei, fulminando ele com o olhar. Com aquele olhar, a porra do teu pauzão e a foda que tu me deu. Entramos no escritório do fornecedor, um senhor já de idade chamado Dom Mário. Sérgio cumprimentou com um aperto de mão firme, como o chefe dominante que é, e eu tive que fazer um esforço sobre-humano pra andar reta, controlando aquele "passinho de pato" que eu sentia que me entregava a cada segundo. — Muito prazer, Dom Mário. Ela é a Caro, minha mão direita no depósito — me apresentou Sérgio com uma seriedade que quase me fez soltar uma gargalhada. Sentamos nuns cadeiras de madeira na frente da mesa do Dom Mário. Ao sentar, soltei um sustinho quase imperceptível; a superfície era dura e meus músculos protestaram na hora. Sérgio, que tava sentado do meu lado, esticou a perna por baixo da mesa e roçou o joelho dele no meu, apertando um pouco, tipo tirando sarro do meu desconforto. Passamos a hora seguinte revisando catálogos de vernizes e solventes. Eu tentava me concentrar, mas só conseguia pensar que fazia quarenta minutos que eu tinha aquele homem enterrado dentro da minha buceta até o fundo, gemendo meu nome. Toda vez que Dom Mário explicava alguma coisa técnica, Sérgio concordava com toda a pose, mas de vez em quando me dava um olhadinha de canto que fazia meu sangue ferver. — Aconteceu alguma coisa, mocinha? Cê tá meio corada, não tá com febre, não? — me perguntou Dom Mário, reparando na minha cara vermelha. — Não, não... é que o sol da estrada tá forte, Dom Mário — menti, enquanto sentia o Sérgio segurando o riso do meu lado. Saímos de lá com as amostras, e assim que fechamos a porta do prédio e chegamos na caminhonete, me soltei do braço do Sérgio. — Quase morri de nervoso! Sentia que Dom Mário tava vendo a placa de "recém-comida" na minha testa — reclamei, subindo no banco. — Calma, magrinha. Cê mandou bem. Agora vamo pra loja de tintas, que a Lili já deve estar esperando a gente pra fechar. A partir daquela "viagem de negócios", a loja de tintas virou nosso parquinho particular. A tensão que antes nos queimava agora era uma chama aberta que alimentávamos todo dia. O melhor — e o mais perigoso — é que a gente tinha virado expert em vida dupla: na frente dos peões e da Lili, éramos o chefe sério e a funcionária eficiente; mas assim que a cortina de metal descia, o lugar se transformava. Virou uma rotina deliciosa. Às vezes, no meio da tarde, quando o calor tava mais forte e os peões iam lá pra trás carregar os caminhões, eu entrava no escritório do Sergio "pra ele assinar umas notas". Fechava a porta por dentro e, sem falar uma palavra, me ajoelhava na frente dele. Abria o zíper e tirava aquela pica que eu já conhecia de cor. Chupava com uma desesperação que fazia ele gemer baixinho, cuidando pra os barulhos não passarem da porta de madeira, enquanto ele acariciava meu cabelo e falava: "Você é uma diaba, Caro". Outras vezes, eram encontros rápidos no corredor dos esmaltes, onde a gente se beijava até ficar sem fôlego, com ele me apertando contra as prateleiras de metal e as mãos grandes dele sumindo debaixo da minha saia. Mas o mais intenso era na hora de fechar o salão. Quando não sobrava ninguém, o Sergio me levava pro escritório dele, me sentava na mesa de madeira e me comia ali mesmo, rodeados de papéis e catálogos de cores. Eram encontros esporádicos, mas selvagens. Às vezes era um papai-e-mamãe rápido porque "a Lili já vinha vindo", e outras vezes ele tirava um tempo pra me colocar de quatro em cima da mesa, me segurando pelas cadeiras e me dando aquelas estocadas profundas que faziam minha buceta vibrar. Adorava ver ele assim: com a camisa de trabalho meio desabotoada, o suor brilhando no peito peludo e aquele olhar de homem maduro que me dizia que, não importava quem entrasse, naquele momento eu era a única dona dele. Virou um vício; o risco de sermos pegos, o cheiro de solvente misturado com o nosso e a maestria com que ele me controlava o corpo me tinham completamente perdida. Até aprendemos a nos comunicar com o olhar. Se ele me via do escritório dele e passava a mão no cinto, eu já sabia que em dez minutos tinha que inventar uma desculpa pra entrar. Viramos cúmplices de um segredo que fazia a gente andar com uma eletricidade que só nós dois entendia. Mas a bomba estourou numa tarde de quinta-feira, do jeito mais inesperado. O Sérgio tinha saído pra supervisionar uma obra e eu fiquei no balcão fechando o caixa. A Lili chegou com dois refrigerantes, sentou no banquinho de madeira do meu lado e suspirou tão alto que fez meu coração pular. Continua...

1 comentários - A mãe gostosa da minha amiga 4

Jajaja yo te hubiera dado una bofetada en el momento que quisieras tener el control
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