Nossa amiga gostosa 2

Lucho riu. Luciana: ciumento kkkk. Eu: E daí? Agora vou fumar sozinho. Lucho: para, me dá uma tragada. Luciana: vai lá, trouxa. Ele tentou tirar de mim e, por trás dela, Lucho também veio e apoiou a Luciana, que sentiu tudo. Eu: Toma, Lucho, fuma você. Mas ele não saiu, e a Lu se virou, e eu apoiei ela. Luciana: Nossa, gente, para, vocês tão REEEEEE ME APOIANDO, PRA CARALHO. Eu: Desculpa, Lucha. Mas ela também não saía. Lucho se afastou, e ela ficou parada. Lucho: NEM SAIU, HEIN. E soprou a fumaça na boca dela, e eles se beijaram. Eu agarrei ela pela cintura, toquei suas costas e o cabelo, ela gemeu. — Ai, gente, para. — Shhh, Lu, não é nada, falei. Ela se virou e me beijou, começou a se soltar. Não foi o melhor menage, mas tesão não faltou. Ela tirou minha camiseta e começou a me acariciar. Lucho, por sua vez, tirou a regata e o sutiã dela. Já estava de peitos de fora. Lucho virou ela e começou a beijá-la por todo lado. Luciana gemia, eu tirei a calça e a cueca. Agarrei ela pelo cabelo e perguntei: — Tá gostando, Lu? — Aham. Ela não conseguia falar, Lu! — Lucho mandou ela tirar a calça, e ela obedeceu. Começamos a tocar ela, e ela estava encharcada. — Olha como você tá toda molhada — Uffff, gata, parece que você gosta. Ela quase não falava, mas tava curtindo, balançava a cabeça ou dizia "sim" bem baixinho, ou soltava um "aham". Eu sentei num banco alto, e Lucho virou a Lu, prendeu os braços dela com um dos dele e com a outra mão a tocava. Eu olhava pra ela, e a cara de prazer dela era foda! — Chupa ele, vai. Ela recusou, meio tímida. Tava quase na altura, agarrei a cabeça dela e falei: — Se não gostar, você sai, mas vai adorar. Lucho começou a chupar a buceta e a bunda dela, e eu levei ela direto pro meu pau. Ela começou devagar e gostou! Porque não foi embora. — Viu, filha da puta, e ainda chupa bem. — Eu também quero, gata, DE JOELHOS. E ela começou a chupar ele, ele era um pouco maior só de comprimento. Luciana não conseguia pegar tudo, e Lucho segurava a cabeça dela. Também não. Luciana estava com o rosto cheio de lágrimas e se sentia escorrendo, supostamente nunca tinha chupado pau antes e a gente tava dando tudo pra ela. — Vem cá, Lu, agora é minha vez, um pouco cada um. Deixamos ela descansar uns minutos e voltamos, mandando nela o tempo todo. "Chupa minhas bolas", dizia uma, "bate uma pra mim", falava o outro. Num momento, jogamos ela no sofá e eu pergunto: QUER PARAR? NÃO, NÃO, NÃO PARE. TEM CERTEZA? — perguntou o Lucho. SIM, SIM, CONTINUA. Comecei a chupar ela e o Lucho se levantou no sofá, e a Lu chupava ele. A gente se olhava com o Lucho e fazia sinais de que tava indo bem, aquela coisa típica. Num momento, a Lu começou a se tocar — Ai, não para, continua. Ai, vai vai, vou gozar. — Ela disse. Eu dei tudo de mim e o Lucho de cima falava: "Isso, goza, vai vai" e apertava os peitos dela e chupava. A Luciana gozou e se contorcia de prazer. Ai que gostoso, ela tava ofegante. Eu levantei e ergui ela: "Apoia aqui, Lu, vem cá" e coloquei ela pra chupar pau. O Luchinho tava com ela toda molhada e meteu devagar, a Lu reclamou na hora — Ai, devagar, Lu. — Isso, assim. — E ele metia mais fundo. A gente se olhava e se sentia no céu. — Isso, assim devagar, que gostoso. — Eu enfiei na boca dela e um pouco mais, dava pra ouvir o barulho gostoso e os engasgos. Eu segurava o rosto dela e quando saía, ela buscava ar. Entre gritos e gemidos, abria a boca procurando meu pau! E eu aproveitava. Numa dessas, quase chegou no fundo, deu um engasgo e saiu sem ar. — Ai, seu filho da puta. — Como você chupa pau, Lu. Que linda você é! Agora é a vez do Luchinho, o Lucho ria, o filho da puta. Sentei no sofá e ela montou em mim. Entrou de uma vez! E deu um gritinho, começou a rebolando devagar porque tava doendo, e aí o Lucho aproveitou. A Luciana colocava a mão na minha perna pra tentar controlar a sentada, mas eu levantava e metia mais fundo, e o Lucho em cima fazia o que queria com ela. Lembro que eu falava: "Olha pra mim, Luciana, você gosta de ser comida por dois?" E eu metia tudo. — Ai, sim, eu gosto! Devagar, por favor. — Isso. Devagar e engasgando ela. Num momento ela começou a pular mais rápido e forte e gozou de novo! Ouvir ela me deixou bem excitado e falei pro Lucho: vamos acabar. A Lucha não aguentava mais. Fica de joelhos e abre a boca! Na boca não, ela disse. NA CARA ENTÃO. Ela chupou um pouco da rola de nós dois e continuamos nos punhetando. Ele gozou primeiro e na hora eu também, explodimos. Enchemos ela de porra, a cara, os peitos, tudo. Teve que ir pro chuveiro na marra. Nesse meio tempo o Lucho foi embora e me deu um abraço. Te amo, fera! A Luciana saiu do banheiro dizendo: não aguento mais. Fica aqui, eu. Aquela noite ela dormiu comigo. Abraçados. O DIA SEGUINTE FOI MELHOR.

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