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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tentei, disfarçadamente, ver aqueles arranhões que a Celes tinha nas costas. Porra, a confissão dela, a minha, o entusiasmo dela, o álcool, imaginar ela realizando minha fantasia antiga... muita informação que ainda por cima não chegava limpa, processada. Quase tudo que aconteceu, o que foi confessado, a reação dela, a minha reação... tudo era sujo, obscuro, mórbido... e quente. Pra clarear como eu processava tanta putaria... era como estar desejando loucamente me jogar de um precipício. Sabia o que ia acontecer comigo: nada de bom, mas mesmo assim, a vontade não só não ia embora, como aumentava. Como se nada, paro com o pau ainda duro escorrendo minha porra e os fluidos, saliva e suor da Celes e fui direto pra mesa e, pra surpresa dela cheia de felicidade, me dei duas carreiras curtas. "Ahhh" suspirei quando o pó se espalhou das minhas narinas até pegar meu cérebro. Minha namorada, livre de qualquer medo, estende a mão pra mim, pedindo sem dizer nada. Passo a caixinha de metal e a nota pra ela. Ela, que continuava no chão, espalha a merca sobre os azulejos e, num lampejo de lucidez, se toca: "Uh, que burra. O chão tá todo molhado, metade do que eu ia cheirar virou pasta...". Na minha vida já conheci muitos/as cheiradores/as. Perder o equivalente a uma ou duas carreiras por uma mancada - espirrar em cima da farinha, ou soprar depois de cheirar ou, distraído, juntar os papéis que você usa pra assoar o nariz e nem perceber que jogou fora também o saquinho que tinha um monte. Esses descuidos... deixam os viciados frenéticos. Mas... o que é que eu tô pensando? A Celes cheirou muito, sim, mas HOJE, não faz mil anos. Por que ela me passa essa impressão, de que já tá viciada na merca? O incômodo dela por ter desperdiçado uma quantidade, acho que foi o que me levou a esse pensamento.

Irritada com a própria burrice, ela se levanta e vai pra cozinha pegar um rolo de papel pra assoar o nariz cheio de pó e também secar o chão. Finjo que não tô ligando e vou atrás dela, ficando bem colado. Quando ela entra, acende a luz e aí eu vejo tudo clarinho. Três riscos na pele dela, uma mulher divina, feitos com toda certeza por unhas, talvez postiças, enfeitando três dedos da mão direita. Tiro essa conclusão porque imagino alguém de frente pra Celes, uma mina, acho, que ao abraçar ela ou algo assim, causou esses três arranhões e, pelo lugar nas costas, abaixo da omoplata esquerda e pela inclinação, foi uma mão direita... a menos que tenham arranhado ela por trás, pelas costas... Enquanto Celeste tirava a mistura de meleca, pó e aguinha com o papel toalha, ela se abaixa pra frente. A puta da mãe. Preciso saber. "Ei, Celes" Ela vira pra mim, toda borrada, cheia de sucos do sexo escorrendo, os olhos denunciando que ela tava muito louca, ainda mastigando, me olha com cara de "O quê?" e eu falo calmo "Acho que em tudo que você me contou sobre o que rolou no aniversário da Vale, você esqueceu de algo". Ela dá uma assoada tão forte que a mistura de coisas no nariz dela fica com um tom... levemente avermelhado. "Ah, me machuquei. Meu nariz tá sangrando" ela fala. "É normal depois de cheirar tanta coca. Burra, eu te falei algo". Ela me olha concordando "Sim, amor. Mas não tou lúcida pra suas perguntas confusas. O que foi?". Fico de frente pra ela e passo meu braço direito por cima do ombro esquerdo dela e deslizo as pontas dos meus dedos até chegar nos arranhões. Toco eles, passo a mão por cima. E arranho um pouquinho, pra ela perceber que a pele tá rasgada. "Você tem uns arranhões, três, pra ser exato. Sabe como aconteceu?" Na hora, me pareceu que culpar ela por algo suspeito não era nosso jeito de nos tratar... decidi deixar o benefício da dúvida com essa pergunta. Ela, surpresa, rapidamente vai confirmar o que eu falei, roçando os machucados. com a mão direita dela. "Uh, amor. Agora lembro. Juro, Gabi, que não te contei porque tudo o resto era tão grande e eu tinha tanta necessidade de a gente conversar sobre aquilo que... esqueci...isso" Sua definição de que estranhamente alguém tinha arranhado ela chamando deIssoPareceu estranho pra mim. Até que ela soltou tudo de uma vez.

Te contei que estávamos eu e a Vale, só nós duas, trancadas no quarto dela cheirando pó. Era tão excitante aquele monte de sensações completamente novas, transgressoras, tantos caminhos novos na minha cabeça... que acho que a gente se pegou com a Valeria. Ela tava no uísque e na droga que tenho certeza que tava fora de si, sem controle nenhum sobre o que fazia. E acho, por isso que não te contei: tô tentando juntar os pedaços, que ela começou a me beijar, toda gostosa, com a língua enfiada tão fundo na minha boca, que parece que naquele momento foi o estalo final da minha abertura pra aventura. Sim, a gente se pegou forte por um bom tempo. Parávamos pra respirar, enquanto a baba unia os lábios dela com os meus, parávamos pra cheirar, parávamos pra tomar uísque e continuávamos nos beijando. Nenhuma perguntou, consultou, se as duas tavam de acordo. Imagina. A Vale é uma puta sexual sem nenhum aditivo. Com tudo que ela compartilhou só comigo, não pensou, não se segurou. Acho que... depois de parar pela terceira vez pra dar no pó e no uísque, a Vale me arrastou até eu ficar deitada e aí começou a tesourar e como eu nunca tinha feito, fiquei parada sentindo a pussy dela roçar na minha. Acho que aí, quando ela me forçou com tesão mútuo a ficar na posição certa pra partir pro ato em si que com certeza me machucou" ao terminar, ela me olha, como se tivesse me contado que o sobrinho de 5 anos aprendeu a andar de bicicleta. Minha namorada naquela noite tinha cruzado mil limites e não parecia sentir que me contar aquilo em detalhes podia me ofender, me humilhar, fazer eu gritar com ela e mandar ela pra merda. Ela tinha acabado de me revelar, sem piscar, que praticamente me fez de corno com a amiga dela. Pegou, se drogou, se embebedou, se comeram pussy com pussy e já quente sem freio fantasiou comer todos os caras e conta com tanta falta de medo que me assusta.Celeste", falo num tom o mais neutro e sério que consegui tirar de mim. "Você acabou de me dizer que comeu sua amiga, que ficou uns 45 minutos trocando uns amassos, igual quando duas pessoas transam... até que SIM, você transou com a Valeria! E me cuspiu isso assim, sem culpa, sem remorso, como quem conta um filme. Sua puta que te pariu, hoje você se formou em putaria, sabia? E não sei se quero continuar comissoFicou claro pra você, usei a palavra: buceta da sua mãe?" nunca em nossos anos de relação eu tinha tratado ela assim. Tava furioso, como se eu estivesse me transformando no Lobisomem. Mas ela agia naturalmente, nada de surpresa com minhas palavras e também não caiu uma gota de juízo nela. Depois de uma calma silenciosa, ela me olha como quem vai cantar "Xeque-mate" e me diz: "Olha aqui, otário. Você acabou de me dizer que há anos fantasia em me ver sendo comida por um ou dois caras. Que morre de vontade de me sentir gozando com outros paus me dando carne, suor, porra. E agora você vai fazer biquinho porque eu chupei uma amiga que conheço há quase 15 anos? Fala sério, Gabi. Ou será que só te dá tesão quando a competição é com outro pau? Que que você é? Um promíscuo que quer ver paus me fazendo de puta e não uma buceta? Sério, vou acreditar que você gosta de rola, corno viado." E dizendo isso, ela cheirou uma carreira e caiu na risada. "Te amo, mesmo sendo viado. Kkkkkkkk

Me cagou, a gostosa. Mulher, puta, liberada, enroscada na droga e super inteligente... um perigo.
Vai continuar?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tentei, disfarçadamente, ver aqueles arranhões que a Celes tinha nas costas. Porra, a confissão dela, a minha, o entusiasmo dela, o álcool, imaginar ela realizando minha fantasia antiga... muita informação que ainda por cima não chegava limpa, processada. Quase tudo que aconteceu, o que foi confessado, a reação dela, a minha reação... tudo era sujo, obscuro, mórbido... e quente. Pra clarear como eu processava tanta putaria... era como estar desejando loucamente me jogar de um precipício. Sabia o que ia acontecer comigo: nada de bom, mas mesmo assim, a vontade não só não ia embora, como aumentava. Como se nada, paro com o pau ainda duro escorrendo minha porra e os fluidos, saliva e suor da Celes e fui direto pra mesa e, pra surpresa dela cheia de felicidade, me dei duas carreiras curtas. "Ahhh" suspirei quando o pó se espalhou das minhas narinas até pegar meu cérebro. Minha namorada, livre de qualquer medo, estende a mão pra mim, pedindo sem dizer nada. Passo a caixinha de metal e a nota pra ela. Ela, que continuava no chão, espalha a merca sobre os azulejos e, num lampejo de lucidez, se toca: "Uh, que burra. O chão tá todo molhado, metade do que eu ia cheirar virou pasta...". Na minha vida já conheci muitos/as cheiradores/as. Perder o equivalente a uma ou duas carreiras por uma mancada - espirrar em cima da farinha, ou soprar depois de cheirar ou, distraído, juntar os papéis que você usa pra assoar o nariz e nem perceber que jogou fora também o saquinho que tinha um monte. Esses descuidos... deixam os viciados frenéticos. Mas... o que é que eu tô pensando? A Celes cheirou muito, sim, mas HOJE, não faz mil anos. Por que ela me passa essa impressão, de que já tá viciada na merca? O incômodo dela por ter desperdiçado uma quantidade, acho que foi o que me levou a esse pensamento.
Irritada com a própria burrice, ela se levanta e vai pra cozinha pegar um rolo de papel pra assoar o nariz cheio de pó e também secar o chão. Finjo que não tô ligando e vou atrás dela, ficando bem colado. Quando ela entra, acende a luz e aí eu vejo tudo clarinho. Três riscos na pele dela, uma mulher divina, feitos com toda certeza por unhas, talvez postiças, enfeitando três dedos da mão direita. Tiro essa conclusão porque imagino alguém de frente pra Celes, uma mina, acho, que ao abraçar ela ou algo assim, causou esses três arranhões e, pelo lugar nas costas, abaixo da omoplata esquerda e pela inclinação, foi uma mão direita... a menos que tenham arranhado ela por trás, pelas costas... Enquanto Celeste tirava a mistura de meleca, pó e aguinha com o papel toalha, ela se abaixa pra frente. A puta da mãe. Preciso saber. "Ei, Celes" Ela vira pra mim, toda borrada, cheia de sucos do sexo escorrendo, os olhos denunciando que ela tava muito louca, ainda mastigando, me olha com cara de "O quê?" e eu falo calmo "Acho que em tudo que você me contou sobre o que rolou no aniversário da Vale, você esqueceu de algo". Ela dá uma assoada tão forte que a mistura de coisas no nariz dela fica com um tom... levemente avermelhado. "Ah, me machuquei. Meu nariz tá sangrando" ela fala. "É normal depois de cheirar tanta coca. Burra, eu te falei algo". Ela me olha concordando "Sim, amor. Mas não tou lúcida pra suas perguntas confusas. O que foi?". Fico de frente pra ela e passo meu braço direito por cima do ombro esquerdo dela e deslizo as pontas dos meus dedos até chegar nos arranhões. Toco eles, passo a mão por cima. E arranho um pouquinho, pra ela perceber que a pele tá rasgada. "Você tem uns arranhões, três, pra ser exato. Sabe como aconteceu?" Na hora, me pareceu que culpar ela por algo suspeito não era nosso jeito de nos tratar... decidi deixar o benefício da dúvida com essa pergunta. Ela, surpresa, rapidamente vai confirmar o que eu falei, roçando os machucados. com a mão direita dela. "Uh, amor. Agora lembro. Juro, Gabi, que não te contei porque tudo o resto era tão grande e eu tinha tanta necessidade de a gente conversar sobre aquilo que... esqueci...isso" Sua definição de que estranhamente alguém tinha arranhado ela chamando deIssoPareceu estranho pra mim. Até que ela soltou tudo de uma vez.

Te contei que estávamos eu e a Vale, só nós duas, trancadas no quarto dela cheirando pó. Era tão excitante aquele monte de sensações completamente novas, transgressoras, tantos caminhos novos na minha cabeça... que acho que a gente se pegou com a Valeria. Ela tava no uísque e na droga que tenho certeza que tava fora de si, sem controle nenhum sobre o que fazia. E acho, por isso que não te contei: tô tentando juntar os pedaços, que ela começou a me beijar, toda gostosa, com a língua enfiada tão fundo na minha boca, que parece que naquele momento foi o estalo final da minha abertura pra aventura. Sim, a gente se pegou forte por um bom tempo. Parávamos pra respirar, enquanto a baba unia os lábios dela com os meus, parávamos pra cheirar, parávamos pra tomar uísque e continuávamos nos beijando. Nenhuma perguntou, consultou, se as duas tavam de acordo. Imagina. A Vale é uma puta sexual sem nenhum aditivo. Com tudo que ela compartilhou só comigo, não pensou, não se segurou. Acho que... depois de parar pela terceira vez pra dar no pó e no uísque, a Vale me arrastou até eu ficar deitada e aí começou a tesourar e como eu nunca tinha feito, fiquei parada sentindo a pussy dela roçar na minha. Acho que aí, quando ela me forçou com tesão mútuo a ficar na posição certa pra partir pro ato em si que com certeza me machucou" ao terminar, ela me olha, como se tivesse me contado que o sobrinho de 5 anos aprendeu a andar de bicicleta. Minha namorada naquela noite tinha cruzado mil limites e não parecia sentir que me contar aquilo em detalhes podia me ofender, me humilhar, fazer eu gritar com ela e mandar ela pra merda. Ela tinha acabado de me revelar, sem piscar, que praticamente me fez de corno com a amiga dela. Pegou, se drogou, se embebedou, se comeram pussy com pussy e já quente sem freio fantasiou comer todos os caras e conta com tanta falta de medo que me assusta.Celeste", falo num tom o mais neutro e sério que consegui tirar de mim. "Você acabou de me dizer que comeu sua amiga, que ficou uns 45 minutos trocando uns amassos, igual quando duas pessoas transam... até que SIM, você transou com a Valeria! E me cuspiu isso assim, sem culpa, sem remorso, como quem conta um filme. Sua puta que te pariu, hoje você se formou em putaria, sabia? E não sei se quero continuar comissoFicou claro pra você, usei a palavra: buceta da sua mãe?" nunca em nossos anos de relação eu tinha tratado ela assim. Tava furioso, como se eu estivesse me transformando no Lobisomem. Mas ela agia naturalmente, nada de surpresa com minhas palavras e também não caiu uma gota de juízo nela. Depois de uma calma silenciosa, ela me olha como quem vai cantar "Xeque-mate" e me diz: "Olha aqui, otário. Você acabou de me dizer que há anos fantasia em me ver sendo comida por um ou dois caras. Que morre de vontade de me sentir gozando com outros paus me dando carne, suor, porra. E agora você vai fazer biquinho porque eu chupei uma amiga que conheço há quase 15 anos? Fala sério, Gabi. Ou será que só te dá tesão quando a competição é com outro pau? Que que você é? Um promíscuo que quer ver paus me fazendo de puta e não uma buceta? Sério, vou acreditar que você gosta de rola, corno viado." E dizendo isso, ela cheirou uma carreira e caiu na risada. "Te amo, mesmo sendo viado. Kkkkkkkk

Me cagou, a gostosa. Mulher, puta, liberada, enroscada na droga e super inteligente... um perigo.
Vai continuar?
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