Fala galera, tô muito nervosa em escrever isso, é algo que nunca contei pra ninguém e que mudou minha vida completamente. Lembrar disso é vergonhoso pra mim, mas ao mesmo tempo muito quente. Espero não ser julgada e que vocês curtam meu relato.
Meu nome é Daniela, não quero parecer metida, mas me considero uma garota atraente, e não só porque eu tô falando, mas também pelos cantadas, olhares e comentários dos caras. Tenho 28 anos, pele clara, cabelo longo e preto, olhos castanhos, lábios carnudos. Sou baixinha, só tenho 1,58m de altura, com peitos naturais de bom tamanho. Mesmo sem malhar muito, tenho um corpão, barriga chapada, quadril largo, pernas longas e uma bunda dura e empinada. Apesar de ser uma mulher que chama atenção dos homens, sempre fui muito recatada, nunca gostei de mostrar demais, nem muito menos insinuar algo fora do lugar, mas sempre tento ter aquele toque sexy que toda mulher tem.
Sou casada há 3 anos, meu marido se chama Pedro, é um cara alto, gato e másculo. Meu relacionamento com ele é muito bom em todos os aspectos, nós dois somos super quentes, então nunca perdíamos a chance de transar, mas com o passar dos anos e a rotina do dia a dia, nossa chama foi se apagando.
Tudo aconteceu há uns dois anos. Por causa do trabalho do meu marido, tivemos que nos mudar pros Estados Unidos. Chegamos num bairro bem tranquilo, mas cheio de americanos meio racistas. Pra nossa sorte, conhecemos um cara peruano que nos ajudou a conhecer e nos adaptar mais rápido ao lugar. Ele se chama Darío, e viramos muito amigos. Meu marido e ele se deram super bem desde o primeiro momento, os dois gostavam de futebol, então ele começou a ir lá em casa direto pra ver os jogos. Por minha parte, também me dava muito bem com ele, era um cara muito alegre, educado e divertido, mas ao mesmo tempo muito safado e olhudo. Nunca perdia a chance de me dar uma cantada ou um elogio quando meu Meu marido não estava por perto e, em várias ocasiões, peguei ele me olhando as pernas e a bunda. Podia ter contado pra ele, mas não queria estragar nossa amizade, então não falei nada. Pensei que, no fim das contas, Dario não era o primeiro nem o último homem a me olhar.
Com o passar dos meses, Dario e eu ficamos mais íntimos, tanto que, quando estávamos sozinhos, ele me olhava com mais descaro e nunca perdia a chance de me dizer como eu era gostosa, mas só quando meu marido não estava por perto. Quando ele estava, Dario era bem diferente. Pra ser sincera, eu achava graça do safado que ele era, porque nunca me faltava com respeito com os comentários e cantadas. Na verdade, eu gostava de ouvir, então deixei ele continuar até virar rotina.
Passou quase um ano quando meu marido foi avisado que teria que viajar pra outra cidade por quase três meses. Nós dois estávamos meio nervosos, porque, embora não fosse a primeira vez que ele viajava, era a primeira aqui. Antes de ir, ele me disse que tinha pedido um favor ao Dario (que mora perto da nossa casa) pra ficar de olho em mim, caso eu tivesse alguma emergência ou precisasse de algo. Eu recusei, porque não queria ser um incômodo pra ele, mas meu marido disse que era isso ou ele cancelava a viagem, então não tive escolha a não ser aceitar. Meu marido foi embora, e dois dias depois Dario apareceu pra oferecer ajuda. Pra ser sincera, eu aproveitei dele, já que ele tava disposto a ajudar. Toda vez que ele vinha na minha casa, eu mandava ele fazer uns serviços que meu marido tinha deixado. Passaram algumas semanas, e eu nem percebi quando ele passou de me visitar a cada três ou quatro dias pra vir quase todo dia. E não era só isso: ele também começou a fazer as tarefas do meu marido, como tirar o lixo, me ajudar a cozinhar, arrumar umas coisas e até me acompanhava nas compras pra carregar as sacolas. Não vou mentir, com o tempo, eu me senti meio atraída por ele, porque era um cara alto, Moreno, com um corpo muito bom e gostoso, a gente já tinha quebrado aquela linha fina que separa a amizade de outra coisa. Ele flertava comigo e o pior é que eu deixava, e até gostava. A gente já trocava aqueles olhares bobos e aqueles toques disfarçados. Toda noite meu marido me ligava pra saber como eu estava, mas eu nunca tive coragem de contar o que tava rolando. Queria negar, dizer que era só uma brincadeira besta, mas no fundo sabia que era algo mais.
Um dia, o Darío tinha passado a tarde toda me ajudando em casa. O calor tava insuportável e meu marido tinha deixado umas cervejas. Ofereci uma pra ele, mas ele também me fez beber. As horas passaram e a gente continuava bebendo. A noite chegou e decidimos parar pra jantar. Já tínhamos acabado com as cervejas, mas isso não nos parou. Ele pegou uma tequila que tinha e a gente continuou bebendo enquanto conversava. Os dois já estavam bêbados, e eu mais ainda, porque não sou muito de beber. A gente tava se divertindo pra caralho, conversando, rindo e, claro, flertando. Não sei em que momento a conversa ficou mais picante e ele começou a me perguntar sobre meu relacionamento com o Pedro. Ao mesmo tempo, ele me contava sobre as ex-namoradas que teve. Daí a pouco ele falou:
— Sabe, Dani, que tal a gente jogar um jogo um pouco mais interessante?
— Que jogo? — perguntei, curiosa.
— Um jogo daqueles meio picantes.
— Hmm, picante? — falei, estranhando.
— Bom, não é que seja picante, mas tem umas coisinhas meio intrometidas, hahaha.
Ele foi até a moto dele e voltou com uma caixa. Dentro tinha umas cartas vermelhas e azuis e um par de dados.
— Então, Dani, isso é bem simples. É um jogo de dados: quem perder tem que pegar uma carta e fazer o que está escrito nela.
— Beleza, parece interessante.
A gente foi pra sala e sentou no tapete. Ele serviu mais tequila, colocou as cartas no centro e começamos o jogo. Eu comecei bem e ganhei a primeira rodada, então ele tirou a primeira carta.
— Fala pro seu parceiro... Qual é a parte mais sexy do seu corpo?
Ele leu em voz alta e eu fiquei vermelha ao sentir o olhar dele percorrendo meu corpo de cima a baixo, parou nos meus peitos e me disse:
— Pois é, você tem uns peitões lindos, Dani, hahaha.
— Não é pra tanto, hahaha.
— Sério, eles são muito gostosos — ele falou com um sorriso safado, e eu fiquei meio nervosa ouvindo aquilo.
— Bom, bom, vamos continuar jogando.
Na segunda rodada, eu perdi. Peguei a carta e li:
— Com quantos homens você já transou e com que idade?
— Não, não posso responder isso.
— Qual é, Dani, você perdeu, tem que cumprir.
— Mas isso eu nem contei pro Pedro.
— Mas agora você vai ter que confessar, e tudo que a gente falar aqui fica entre nós.
Fiz uma careta, tomei um gole do meu tequila e respondi: — Uffa, tá bom. No total, levei 5 caras pra cama: um aos 17, quando perdi a virgindade; outro aos 19; um aos 21; dois caras aos 22; e o último aos 23, poucos meses antes de conhecer o Pedro.
— Nossa, você sabia se divertir, hein, hahaha.
— Já, já, vamos continuar jogando — falei, envergonhada.
Na terceira partida, eu perdi de novo. Peguei a carta e li em voz alta:
— Qual é sua posição favorita e por quê?
— Não, isso eu não vou responder.
— Qual é, é só um jogo, não seja franga — ele disse num tom debochado. Ouvir aquilo me irritou pra caralho e mexeu com meu ego, então só fiz um gesto de resignação e respondi:
— Bom, a verdade é que sempre gostei de ficar por cima. Adoro poder controlar o ritmo, além de poder ver a cara de prazer do cara. Posso colocar meus peitos na cara dele pra ele chupar, a gente pode se beijar, e se eu cansar, posso rebolando pra continuar aproveitando.
Ficamos em silêncio por alguns segundos, nos olhando nos olhos. Eu vi como ele me olhava com desejo e mordia os lábios, enquanto eu começava a sentir um formigamento no corpo.
— Bom, bom, vamos, vamos continuar jogando — falei, baixando o olhar.
A quarta rodada... Por sorte ela perdeu o
—finalmente um pouco de sorte— falei sorrindo
Peguei a carta e li —você gosta de filmes pornô e por quê?—
—vamos, responde, responde— falei animada
—tá bom, vou te contar, sim, adoro, mas tudo foi por causa da garota com quem perdi minha virgindade, ela tinha 22 anos e eu só 17, ela adorava ver pornô toda vez que a gente transava e muitas vezes a gente fazia as posições que apareciam lá, embora eu tenha que agradecer muito a ela, porque com ela experimentei e aprendi um monte de coisas
Naquele momento, o licor e as perguntas estavam fazendo efeito em mim, porque eu me sentia muito mais solta e desinibida, queria continuar até o fim, mas pra minha infelicidade, perdi de novo, então tive que tirar a quinta carta,
—você gosta de sexo anal?— assim que li a carta fiquei nervosa e vermelha
—ahhhhh não precisa responder, pela sua cara vejo que você adora levar por trás, que inveja que tenho do Pedro
Baixando o olhar e envergonhada falei —então, eu gosto sim, mas desde que conheço o Pedro, só fizemos isso duas vezes
—O quê?— respondeu surpreso —que desperdício, hein, porque você tem uma bunda super divina hahaha
—cala a boca, idiota— falei e virei o copo que tinha de um gole —vamos, vamos, me serve outro— não precisei insistir, imediatamente o copo estava cheio.
—bom, a partir daqui é tudo castigo, cada vez que alguém perder, vai ter que tirar uma peça de roupa
Eu não me opus, a tequila e o tesão que já estava sentindo faziam com que eu quisesse continuar jogando
—tá bom, tá bom, mas agora não podemos voltar atrás— falei bem confiante
—ok, ok, vamos continuar jogando—
Começamos a jogar e eu ganhei a primeira rodada
—Vamos, vamos, peça, peça— falei bem animada e sorrindo
Dário se levantou e foi tirando a camisa aos poucos enquanto fazia movimentos sexys, pude ver pela primeira vez o torso super definido dele e o peito peludo, fiquei besta olhando por alguns segundos
—vem, vem, vamos continuar jogando— jogamos os dados e de novo tive muita sorte Ganhei de novo!
— Ué, Darío, se continuar assim, vai acabar pelado rapidinho, hahaha —
Ele me olhou sorrindo e disse:
— Não canta vitória, Daniela, isso ainda não acabou — e tirou os sapatos, deixando-os de lado.
— Hummm — fiz uma careta e falei — Tá bom, vamos continuar, que dessa vez eu vou ganhar de novo.
Jogamos os dados de novo e, pela terceira vez seguida, eu ganhei.
— Isso, isso! Ganhei de novo, hahaha! —
— Puxa, você tá numa sequência e tanto, Dani — ele disse enquanto tirava as meias.
— Não, não vale! —
— Não vale? Por quê? Também é uma peça de roupa.
— Tá, tudo bem, mas da próxima vez é a calça, ok?
Na rodada seguinte, infelizmente, eu perdi.
— Hehehe, acabou a sua sequência —
— Qual nada, tô só te dando um pouco de consolo — levantei e peguei minha blusa, rebolando.
— Tira a blusa, tira a blusa! — ele gritava eufórico, mas eu só sorri e acabei tirando as sandálias.
— Não, não é justo! —
— Como não, se você fez a mesma coisa? Hahaha —
Jogamos de novo e eu perdi outra vez.
— Hahaha — ele riu triunfante — Adeus, blusa! Adeus, blusa!
Levantei de novo e, rebolando, comecei a tirar a blusa devagar: primeiro um botão, depois outro, até soltar todos. Peguei a blusa e, com um gesto sexy, joguei para o lado.
— Bravo, bravo! — ele aplaudiu, ao ver meu lindo sutiã de bojo realçando meus peitos. Além disso, eu estava usando um sutiã meia-taça de renda, então meus peitos pareciam ainda maiores e dava pra ver meus bicos através do tecido. Ele ficou de boca aberta por alguns segundos.
— Já, já, não bobeia tanto que isso é tudo que você vai ver — falei rindo.
Jogamos de novo e, mais uma vez, eu ganhei.
— Agora sim, acabaram as meias, hahaha! —
Ele sorriu e se levantou de novo. Foi tirando a calça jeans devagar, para minha alegria: primeiro abaixou o zíper, desabotoou a calça e foi descendo ela lentamente, enquanto eu olhava atenta, até ele ficar só de cueca. Disfarçadamente, olhei pra entreperna dele e fiquei impressionada, porque dava pra ver um volume bem grande. — Vamos, vamos continuar jogando, sua olheira, que dessa vez eu vou te vencer — disse entre risadas, bem confiante de que ia me deixar completamente pelado. Peguei os dados, mas, pra minha má sorte, perdi dessa vez.
— Não, não pode ser!
— Não, nada de chilique, Dani. Tira o sutiã, tira o sutiã!
— Você é louco, ainda tenho a minissaia — levantei e, devagar, fui deslizando ela pra baixo enquanto mexia meus quadris de forma sensual.
— Yeaaah, que pernas lindas, que quadris e que rabo gostoso! — Fiquei meio envergonhada porque minha calcinha combinava com o sutiã, então as duas eram de renda e deixavam à mostra a minha trilha de pelinhos que enfeitavam minha buceta.
— Já, já, vamos continuar jogando que até aqui chegou sua sorte. Olha como vou te vencer — jogamos os dados de novo e, pra minha desgraça, perdi outra vez. A pouca coerência que ainda me restava chegou na minha mente.
— Não, não, isso é demais. Até aqui cheguei.
Ele me olhou sério e disse: — Não seja trapaceira, isso não vale.
— Mas isso é demais!
— Mas você não pode ir embora assim. Se quiser, cumpre seu castigo e paramos por aqui.
— Mmm — suspirei resignada — tá bom.
Levantei e levei minhas mãos para as costas, procurando os ganchos do sutiã. Desabotoei e ele caiu no chão na hora, deixando meus peitos lindos totalmente à mostra.
— Uau, que lindos, que divinos, são tão lindos! — Passaram alguns segundos até eu cobrir meus peitos com o braço.
— Viu? Não aguentou comigo. No final, empatamos, e você dizendo que ia me vencer. Mas ficou com medo e se acovardou, hahaha!
Olhei pra ele fazendo uma cara de raiva. Por dentro, sentia impotência e ódio, porque as palavras dele tinham mexido com meu ego. Então resolvi me arriscar e me vingar pra ele engolir o que disse.
— Vamos, continua jogando. Você vai ver como vou te vencer e você vai ficar completamente pelado.
Sentei, entre ansiosa e nervosa, e continuamos. Os dois pegamos os dados e jogamos, mas, pra minha desgraça, perdi.
— Nããão — fiquei totalmente paralisada — agora vai me pedir pra ficar nua na sua frente, né?
— Que nada, cumpre seu castigo como uma boa perdedora.
Suspirei. Resignada, peguei o copo de tequila e virei de um gole só. Levantei e comecei a descer a calcinha, deixando ele ver minha bucetinha por completo. Ele ficou besta, olhando pra minha xereca.
Dessa vez deixamos os dados de lado e Darío pegou a carta e leu:
— É hora da garota se divertir. Ela senta e abre as pernas enquanto ele chupa bem os peitos dela.
Eu fiquei pálida e quis recusar, mas ele me pegou rápido pela cintura e me sentou no sofá. Não resisti mais. Nervosa, abri um pouquinho as pernas, mas ele nem ligou. Se abaixou e aproximou a boca de um dos meus peitos. Começou a percorrer minha auréola grande com a língua áspera até chegar no meu mamilo, onde dava pequenas mordidas, enquanto com uma das mãos massageava o outro. No começo tava muito nervosa, mas aos poucos o tesão foi tomando conta. Eu gemia baixinho enquanto sentia ele chupar meu mamilo igual um louco e beliscar de leve o outro. Peguei ele pelos cabelos e comecei a acariciar. Sem perceber, fui abrindo as pernas aos poucos até deixar tudo escancarado. Ele percebeu e riu — hahaha, viu como não era tão difícil?
— Vamos ver quanto mede essa beleza — eu me ajoelhei na frente dele e segurei com as duas mãos. Fiquei impressionada porque mal conseguia pegar ele inteiro. Olhei pra cara dele e vi um orgulho danado, cheio de confiança. Comecei a masturbar ele devagar com as duas mãos e fui aumentando o ritmo aos poucos. Ele gemia baixinho enquanto mordia os lábios. Comecei a esfregar as bolas peludas dele, sentia como ele tremia a cada movimento. Fiquei batendo uma pra ele por uns minutos sem tirar o olho daquele pauzão. Parei e vi que na ponta já escorria um pouco de líquido pré-seminal. Passei o dedo e enchi daquela meleca. Levantei a cara e olhei nos olhos dele com cara de menina safada prestes a comer um doce. Estiquei a língua e lambi todo aquele líquido viscoso e gostoso, enquanto ele me olhava atento. Comecei a brincar com ele, apertava e beliscava como um louco. Peguei a outra mão dele e coloquei dois dedos na minha boca pra chupar, imaginando que era o pau dele. Desci a outra mão até minha buceta e comecei a esfregar meu clitóris. Ele não parava, continuava me comendo como um animal. Levantei o rosto e vi o Darío mordendo os lábios, abafando os gemidos neles. A cara de prazer e satisfação dele me deixou louca. Ele baixou o olhar e me viu com desejo, como se tivesse na frente uma expert em foder, uma gostosa, uma puta, uma verdadeira puta. Ficamos nos olhando por alguns segundos, fixamente, enquanto gemíamos de prazer. Puxei ele pra mim e nos beijamos apaixonadamente, feito dois adolescentes. Ele diminuiu o ritmo, mas como uma verdadeira puta, eu mexia minha bunda em direção a ele pra continuar aproveitando o pau dele.
— Você é toda uma puta, Dani.
— Siiim, amoooor, cê gosta da minha bucetinha?
— Sim, putinha, é deliciosa, tá tão quente e molhada.
— Você me deixa assim, minha vida, continua me comendo, continua me comendo.
— Toma, puta, toma.
— Siiim, meu rei, come essa puta, continua, continua.
Darío me agarrou pelas pernas e me levantou sem tirar o pau gostoso de dentro. Segurei ele pela nuca e ele continuou me penetrando. Eu sentia que a cada estocada, o pau dele entrava ainda mais fundo, esticando meus lábios da buceta.
— Aaah, sim, continua, amor, não para, não para.
— Toma todo o meu pau, puta, toma.
— Siiim, meu rei, me dá tudo, me dá tudo, papai.
Ele tava me dando umas estocadas tão fortes que eu tava delirando igual uma puta. Minha buceta tava sendo destruída por aquele pedaço enorme de carne. Ele metia e tirava o pau como um louco. Minha buceta não parava de apertar o pau grosso dele. Eu sentia um calorzinho gostoso saindo da minha vagina. Eu queria explodir de prazer, então comecei a gemer como uma gostosa. Não tava nem aí se algum vizinho ouvisse, eu gemia e gemia cada vez mais alto.
— Aaaa, continua, amor, continua, não para.
— Você é toda uma puta, Daniela.
— Siiim, siiim, meu rei, eu sou sua puta.
— Cê gosta como eu te como? Vai se foder, sua maldita Foxy
– Siiim, papiii, eu amooo, eu amooo
Ele parou e me ajustou pra poder me beijar, foi até o sofá e sentou, abaixando um pouco. Agora eu teria o controle e isso me amava. Comecei a descer devagar pela rola venuda dele até onde não dava mais. Ele me segurou pela cintura e eu comecei um vai e vem lento, enquanto minha buceta sufocava o pau dele. Ele deslizou as mãos até minha bunda pra acariciar. Acelerei o ritmo a cada metida, mexendo meus quadris. Nós dois delirávamos de prazer e nossos gemidos se misturaram, inundando a sala toda. Coloquei meus peitos na cara dele e ele rapidamente começou a massagear. Não perdeu tempo e começou a brincar com eles, beijava, lambia, chupava, beliscava e mordia como um desesperado, deixando-os totalmente babados. Eu levantava minha buceta até quase tirar o pau dele por completo e descia até enterrar um pouco mais da metade, gemendo igual uma louca. Darío me segurou pela cintura e começou a me comer. Ele empurrava a rola contra minha xota com muita raiva, de um jeito que eu sentia umas estocadas terríveis. Fechava os olhos pra sentir melhor. Tava de novo no paraíso. Ele tava metendo com tudo e eu comecei a gemer. Tava arrebentando minha buceta e eu morria de gosto.
– Vai, puta, é isso que você esperava? Toma, toma. Tá vendo que faz tempo que você não goza como a puta que é.
– Siiiim, arrebenta, me come, meu rei, me dá, me dá, ahhhh, ahhhh.
Gemia e gemia, era indescritível. Ele empurrava e empurrava. Por causa do tamanho da rola dele, eu tremia a cada estocada. Respirava ofegante e só queria que ele metesse até o fundo da alma. Continuamos por vários minutos, até que senti Darío se mexer mais frenético, então adivinhei que ele ia gozar.
– Vaaai, meu reii, me dá esse leite, veeeem, me enche de leite.
Desci a buceta com força e senti o pau dele explodir dentro de mim.
– Ahhhh, ahhhh, puta, recebe todo meu gozo.
Senti ele gozar dentro de mim, e o leite dele batia no fundo da minha buceta. Eu mexia só minhas cadeiras enquanto minha buceta dava fortes contrações, me aproximei pra beijar ele enquanto sentia o pau dele pulsando dentro de mim, terminamos os dois muito ofegantes e nos beijando por uns minutos até que tirei o pau dele da minha xota, virei pra olhar ele e notei que o pau dele ainda tinha um pouco de sêmen, aproximei minha boca pra limpar o pau dele passando minha língua por todo aquele líquido viscoso e gostoso deixando o pau dele totalmente limpo, aos poucos a sanidade e a culpa começaram a voltar pra nós dois, sem dizer nada Darío se vestiu e foi embora da minha casa, ouvi ele ligar a moto e esperei ele ir embora, me levantei e arrumei um pouco a sala, senti aquele líquido começando a escorrer da minha buceta descendo pelas minhas pernas, entrei no banho tentando processar o que tinha acontecido, uma culpa enorme e remorso invadiram minha cabeça, mas ao lembrar do que tinha acontecido alguns minutos atrás eu me excitava de novo, saí do banho e já estava quase amanhecendo então fui dormir, no dia seguinte Darío não apareceu em lugar nenhum, à tarde meu marido me ligou e eu quase contei o que tinha acontecido mas não consegui, a noite toda fiquei pensando no que aconteceu com muito remorso, mas conforme o tempo passava aquele remorso foi sumindo e uma excitação enorme começou a tomar conta, a ponto de sentir minha buceta ficar molhada e molhar um pouco minha calcinha de tesão, e foi assim que começou minha vida de traições
Espero que tenham gostado do meu relato e não me julguem pelo que fiz, ainda tenho algumas aventuras que aconteceram depois, agradeceria se pudessem deixar uma mensagem pra saber se vocês têm interesse que eu escreva, sem mais me despeço.
Meu nome é Daniela, não quero parecer metida, mas me considero uma garota atraente, e não só porque eu tô falando, mas também pelos cantadas, olhares e comentários dos caras. Tenho 28 anos, pele clara, cabelo longo e preto, olhos castanhos, lábios carnudos. Sou baixinha, só tenho 1,58m de altura, com peitos naturais de bom tamanho. Mesmo sem malhar muito, tenho um corpão, barriga chapada, quadril largo, pernas longas e uma bunda dura e empinada. Apesar de ser uma mulher que chama atenção dos homens, sempre fui muito recatada, nunca gostei de mostrar demais, nem muito menos insinuar algo fora do lugar, mas sempre tento ter aquele toque sexy que toda mulher tem.
Sou casada há 3 anos, meu marido se chama Pedro, é um cara alto, gato e másculo. Meu relacionamento com ele é muito bom em todos os aspectos, nós dois somos super quentes, então nunca perdíamos a chance de transar, mas com o passar dos anos e a rotina do dia a dia, nossa chama foi se apagando.
Tudo aconteceu há uns dois anos. Por causa do trabalho do meu marido, tivemos que nos mudar pros Estados Unidos. Chegamos num bairro bem tranquilo, mas cheio de americanos meio racistas. Pra nossa sorte, conhecemos um cara peruano que nos ajudou a conhecer e nos adaptar mais rápido ao lugar. Ele se chama Darío, e viramos muito amigos. Meu marido e ele se deram super bem desde o primeiro momento, os dois gostavam de futebol, então ele começou a ir lá em casa direto pra ver os jogos. Por minha parte, também me dava muito bem com ele, era um cara muito alegre, educado e divertido, mas ao mesmo tempo muito safado e olhudo. Nunca perdia a chance de me dar uma cantada ou um elogio quando meu Meu marido não estava por perto e, em várias ocasiões, peguei ele me olhando as pernas e a bunda. Podia ter contado pra ele, mas não queria estragar nossa amizade, então não falei nada. Pensei que, no fim das contas, Dario não era o primeiro nem o último homem a me olhar.
Com o passar dos meses, Dario e eu ficamos mais íntimos, tanto que, quando estávamos sozinhos, ele me olhava com mais descaro e nunca perdia a chance de me dizer como eu era gostosa, mas só quando meu marido não estava por perto. Quando ele estava, Dario era bem diferente. Pra ser sincera, eu achava graça do safado que ele era, porque nunca me faltava com respeito com os comentários e cantadas. Na verdade, eu gostava de ouvir, então deixei ele continuar até virar rotina.
Passou quase um ano quando meu marido foi avisado que teria que viajar pra outra cidade por quase três meses. Nós dois estávamos meio nervosos, porque, embora não fosse a primeira vez que ele viajava, era a primeira aqui. Antes de ir, ele me disse que tinha pedido um favor ao Dario (que mora perto da nossa casa) pra ficar de olho em mim, caso eu tivesse alguma emergência ou precisasse de algo. Eu recusei, porque não queria ser um incômodo pra ele, mas meu marido disse que era isso ou ele cancelava a viagem, então não tive escolha a não ser aceitar. Meu marido foi embora, e dois dias depois Dario apareceu pra oferecer ajuda. Pra ser sincera, eu aproveitei dele, já que ele tava disposto a ajudar. Toda vez que ele vinha na minha casa, eu mandava ele fazer uns serviços que meu marido tinha deixado. Passaram algumas semanas, e eu nem percebi quando ele passou de me visitar a cada três ou quatro dias pra vir quase todo dia. E não era só isso: ele também começou a fazer as tarefas do meu marido, como tirar o lixo, me ajudar a cozinhar, arrumar umas coisas e até me acompanhava nas compras pra carregar as sacolas. Não vou mentir, com o tempo, eu me senti meio atraída por ele, porque era um cara alto, Moreno, com um corpo muito bom e gostoso, a gente já tinha quebrado aquela linha fina que separa a amizade de outra coisa. Ele flertava comigo e o pior é que eu deixava, e até gostava. A gente já trocava aqueles olhares bobos e aqueles toques disfarçados. Toda noite meu marido me ligava pra saber como eu estava, mas eu nunca tive coragem de contar o que tava rolando. Queria negar, dizer que era só uma brincadeira besta, mas no fundo sabia que era algo mais.
Um dia, o Darío tinha passado a tarde toda me ajudando em casa. O calor tava insuportável e meu marido tinha deixado umas cervejas. Ofereci uma pra ele, mas ele também me fez beber. As horas passaram e a gente continuava bebendo. A noite chegou e decidimos parar pra jantar. Já tínhamos acabado com as cervejas, mas isso não nos parou. Ele pegou uma tequila que tinha e a gente continuou bebendo enquanto conversava. Os dois já estavam bêbados, e eu mais ainda, porque não sou muito de beber. A gente tava se divertindo pra caralho, conversando, rindo e, claro, flertando. Não sei em que momento a conversa ficou mais picante e ele começou a me perguntar sobre meu relacionamento com o Pedro. Ao mesmo tempo, ele me contava sobre as ex-namoradas que teve. Daí a pouco ele falou:
— Sabe, Dani, que tal a gente jogar um jogo um pouco mais interessante?
— Que jogo? — perguntei, curiosa.
— Um jogo daqueles meio picantes.
— Hmm, picante? — falei, estranhando.
— Bom, não é que seja picante, mas tem umas coisinhas meio intrometidas, hahaha.
Ele foi até a moto dele e voltou com uma caixa. Dentro tinha umas cartas vermelhas e azuis e um par de dados.
— Então, Dani, isso é bem simples. É um jogo de dados: quem perder tem que pegar uma carta e fazer o que está escrito nela.
— Beleza, parece interessante.
A gente foi pra sala e sentou no tapete. Ele serviu mais tequila, colocou as cartas no centro e começamos o jogo. Eu comecei bem e ganhei a primeira rodada, então ele tirou a primeira carta.
— Fala pro seu parceiro... Qual é a parte mais sexy do seu corpo?
Ele leu em voz alta e eu fiquei vermelha ao sentir o olhar dele percorrendo meu corpo de cima a baixo, parou nos meus peitos e me disse:
— Pois é, você tem uns peitões lindos, Dani, hahaha.
— Não é pra tanto, hahaha.
— Sério, eles são muito gostosos — ele falou com um sorriso safado, e eu fiquei meio nervosa ouvindo aquilo.
— Bom, bom, vamos continuar jogando.
Na segunda rodada, eu perdi. Peguei a carta e li:
— Com quantos homens você já transou e com que idade?
— Não, não posso responder isso.
— Qual é, Dani, você perdeu, tem que cumprir.
— Mas isso eu nem contei pro Pedro.
— Mas agora você vai ter que confessar, e tudo que a gente falar aqui fica entre nós.
Fiz uma careta, tomei um gole do meu tequila e respondi: — Uffa, tá bom. No total, levei 5 caras pra cama: um aos 17, quando perdi a virgindade; outro aos 19; um aos 21; dois caras aos 22; e o último aos 23, poucos meses antes de conhecer o Pedro.
— Nossa, você sabia se divertir, hein, hahaha.
— Já, já, vamos continuar jogando — falei, envergonhada.
Na terceira partida, eu perdi de novo. Peguei a carta e li em voz alta:
— Qual é sua posição favorita e por quê?
— Não, isso eu não vou responder.
— Qual é, é só um jogo, não seja franga — ele disse num tom debochado. Ouvir aquilo me irritou pra caralho e mexeu com meu ego, então só fiz um gesto de resignação e respondi:
— Bom, a verdade é que sempre gostei de ficar por cima. Adoro poder controlar o ritmo, além de poder ver a cara de prazer do cara. Posso colocar meus peitos na cara dele pra ele chupar, a gente pode se beijar, e se eu cansar, posso rebolando pra continuar aproveitando.
Ficamos em silêncio por alguns segundos, nos olhando nos olhos. Eu vi como ele me olhava com desejo e mordia os lábios, enquanto eu começava a sentir um formigamento no corpo.
— Bom, bom, vamos, vamos continuar jogando — falei, baixando o olhar.
A quarta rodada... Por sorte ela perdeu o
—finalmente um pouco de sorte— falei sorrindo
Peguei a carta e li —você gosta de filmes pornô e por quê?—
—vamos, responde, responde— falei animada
—tá bom, vou te contar, sim, adoro, mas tudo foi por causa da garota com quem perdi minha virgindade, ela tinha 22 anos e eu só 17, ela adorava ver pornô toda vez que a gente transava e muitas vezes a gente fazia as posições que apareciam lá, embora eu tenha que agradecer muito a ela, porque com ela experimentei e aprendi um monte de coisas
Naquele momento, o licor e as perguntas estavam fazendo efeito em mim, porque eu me sentia muito mais solta e desinibida, queria continuar até o fim, mas pra minha infelicidade, perdi de novo, então tive que tirar a quinta carta,
—você gosta de sexo anal?— assim que li a carta fiquei nervosa e vermelha
—ahhhhh não precisa responder, pela sua cara vejo que você adora levar por trás, que inveja que tenho do Pedro
Baixando o olhar e envergonhada falei —então, eu gosto sim, mas desde que conheço o Pedro, só fizemos isso duas vezes
—O quê?— respondeu surpreso —que desperdício, hein, porque você tem uma bunda super divina hahaha
—cala a boca, idiota— falei e virei o copo que tinha de um gole —vamos, vamos, me serve outro— não precisei insistir, imediatamente o copo estava cheio.
—bom, a partir daqui é tudo castigo, cada vez que alguém perder, vai ter que tirar uma peça de roupa
Eu não me opus, a tequila e o tesão que já estava sentindo faziam com que eu quisesse continuar jogando
—tá bom, tá bom, mas agora não podemos voltar atrás— falei bem confiante
—ok, ok, vamos continuar jogando—
Começamos a jogar e eu ganhei a primeira rodada
—Vamos, vamos, peça, peça— falei bem animada e sorrindo
Dário se levantou e foi tirando a camisa aos poucos enquanto fazia movimentos sexys, pude ver pela primeira vez o torso super definido dele e o peito peludo, fiquei besta olhando por alguns segundos
—vem, vem, vamos continuar jogando— jogamos os dados e de novo tive muita sorte Ganhei de novo!
— Ué, Darío, se continuar assim, vai acabar pelado rapidinho, hahaha —
Ele me olhou sorrindo e disse:
— Não canta vitória, Daniela, isso ainda não acabou — e tirou os sapatos, deixando-os de lado.
— Hummm — fiz uma careta e falei — Tá bom, vamos continuar, que dessa vez eu vou ganhar de novo.
Jogamos os dados de novo e, pela terceira vez seguida, eu ganhei.
— Isso, isso! Ganhei de novo, hahaha! —
— Puxa, você tá numa sequência e tanto, Dani — ele disse enquanto tirava as meias.
— Não, não vale! —
— Não vale? Por quê? Também é uma peça de roupa.
— Tá, tudo bem, mas da próxima vez é a calça, ok?
Na rodada seguinte, infelizmente, eu perdi.
— Hehehe, acabou a sua sequência —
— Qual nada, tô só te dando um pouco de consolo — levantei e peguei minha blusa, rebolando.
— Tira a blusa, tira a blusa! — ele gritava eufórico, mas eu só sorri e acabei tirando as sandálias.
— Não, não é justo! —
— Como não, se você fez a mesma coisa? Hahaha —
Jogamos de novo e eu perdi outra vez.
— Hahaha — ele riu triunfante — Adeus, blusa! Adeus, blusa!
Levantei de novo e, rebolando, comecei a tirar a blusa devagar: primeiro um botão, depois outro, até soltar todos. Peguei a blusa e, com um gesto sexy, joguei para o lado.
— Bravo, bravo! — ele aplaudiu, ao ver meu lindo sutiã de bojo realçando meus peitos. Além disso, eu estava usando um sutiã meia-taça de renda, então meus peitos pareciam ainda maiores e dava pra ver meus bicos através do tecido. Ele ficou de boca aberta por alguns segundos.
— Já, já, não bobeia tanto que isso é tudo que você vai ver — falei rindo.
Jogamos de novo e, mais uma vez, eu ganhei.
— Agora sim, acabaram as meias, hahaha! —
Ele sorriu e se levantou de novo. Foi tirando a calça jeans devagar, para minha alegria: primeiro abaixou o zíper, desabotoou a calça e foi descendo ela lentamente, enquanto eu olhava atenta, até ele ficar só de cueca. Disfarçadamente, olhei pra entreperna dele e fiquei impressionada, porque dava pra ver um volume bem grande. — Vamos, vamos continuar jogando, sua olheira, que dessa vez eu vou te vencer — disse entre risadas, bem confiante de que ia me deixar completamente pelado. Peguei os dados, mas, pra minha má sorte, perdi dessa vez.
— Não, não pode ser!
— Não, nada de chilique, Dani. Tira o sutiã, tira o sutiã!
— Você é louco, ainda tenho a minissaia — levantei e, devagar, fui deslizando ela pra baixo enquanto mexia meus quadris de forma sensual.
— Yeaaah, que pernas lindas, que quadris e que rabo gostoso! — Fiquei meio envergonhada porque minha calcinha combinava com o sutiã, então as duas eram de renda e deixavam à mostra a minha trilha de pelinhos que enfeitavam minha buceta.
— Já, já, vamos continuar jogando que até aqui chegou sua sorte. Olha como vou te vencer — jogamos os dados de novo e, pra minha desgraça, perdi outra vez. A pouca coerência que ainda me restava chegou na minha mente.
— Não, não, isso é demais. Até aqui cheguei.
Ele me olhou sério e disse: — Não seja trapaceira, isso não vale.
— Mas isso é demais!
— Mas você não pode ir embora assim. Se quiser, cumpre seu castigo e paramos por aqui.
— Mmm — suspirei resignada — tá bom.
Levantei e levei minhas mãos para as costas, procurando os ganchos do sutiã. Desabotoei e ele caiu no chão na hora, deixando meus peitos lindos totalmente à mostra.
— Uau, que lindos, que divinos, são tão lindos! — Passaram alguns segundos até eu cobrir meus peitos com o braço.
— Viu? Não aguentou comigo. No final, empatamos, e você dizendo que ia me vencer. Mas ficou com medo e se acovardou, hahaha!
Olhei pra ele fazendo uma cara de raiva. Por dentro, sentia impotência e ódio, porque as palavras dele tinham mexido com meu ego. Então resolvi me arriscar e me vingar pra ele engolir o que disse.
— Vamos, continua jogando. Você vai ver como vou te vencer e você vai ficar completamente pelado.
Sentei, entre ansiosa e nervosa, e continuamos. Os dois pegamos os dados e jogamos, mas, pra minha desgraça, perdi.
— Nããão — fiquei totalmente paralisada — agora vai me pedir pra ficar nua na sua frente, né?
— Que nada, cumpre seu castigo como uma boa perdedora.
Suspirei. Resignada, peguei o copo de tequila e virei de um gole só. Levantei e comecei a descer a calcinha, deixando ele ver minha bucetinha por completo. Ele ficou besta, olhando pra minha xereca.
Dessa vez deixamos os dados de lado e Darío pegou a carta e leu:
— É hora da garota se divertir. Ela senta e abre as pernas enquanto ele chupa bem os peitos dela.
Eu fiquei pálida e quis recusar, mas ele me pegou rápido pela cintura e me sentou no sofá. Não resisti mais. Nervosa, abri um pouquinho as pernas, mas ele nem ligou. Se abaixou e aproximou a boca de um dos meus peitos. Começou a percorrer minha auréola grande com a língua áspera até chegar no meu mamilo, onde dava pequenas mordidas, enquanto com uma das mãos massageava o outro. No começo tava muito nervosa, mas aos poucos o tesão foi tomando conta. Eu gemia baixinho enquanto sentia ele chupar meu mamilo igual um louco e beliscar de leve o outro. Peguei ele pelos cabelos e comecei a acariciar. Sem perceber, fui abrindo as pernas aos poucos até deixar tudo escancarado. Ele percebeu e riu — hahaha, viu como não era tão difícil?
— Vamos ver quanto mede essa beleza — eu me ajoelhei na frente dele e segurei com as duas mãos. Fiquei impressionada porque mal conseguia pegar ele inteiro. Olhei pra cara dele e vi um orgulho danado, cheio de confiança. Comecei a masturbar ele devagar com as duas mãos e fui aumentando o ritmo aos poucos. Ele gemia baixinho enquanto mordia os lábios. Comecei a esfregar as bolas peludas dele, sentia como ele tremia a cada movimento. Fiquei batendo uma pra ele por uns minutos sem tirar o olho daquele pauzão. Parei e vi que na ponta já escorria um pouco de líquido pré-seminal. Passei o dedo e enchi daquela meleca. Levantei a cara e olhei nos olhos dele com cara de menina safada prestes a comer um doce. Estiquei a língua e lambi todo aquele líquido viscoso e gostoso, enquanto ele me olhava atento. Comecei a brincar com ele, apertava e beliscava como um louco. Peguei a outra mão dele e coloquei dois dedos na minha boca pra chupar, imaginando que era o pau dele. Desci a outra mão até minha buceta e comecei a esfregar meu clitóris. Ele não parava, continuava me comendo como um animal. Levantei o rosto e vi o Darío mordendo os lábios, abafando os gemidos neles. A cara de prazer e satisfação dele me deixou louca. Ele baixou o olhar e me viu com desejo, como se tivesse na frente uma expert em foder, uma gostosa, uma puta, uma verdadeira puta. Ficamos nos olhando por alguns segundos, fixamente, enquanto gemíamos de prazer. Puxei ele pra mim e nos beijamos apaixonadamente, feito dois adolescentes. Ele diminuiu o ritmo, mas como uma verdadeira puta, eu mexia minha bunda em direção a ele pra continuar aproveitando o pau dele.
— Você é toda uma puta, Dani.
— Siiim, amoooor, cê gosta da minha bucetinha?
— Sim, putinha, é deliciosa, tá tão quente e molhada.
— Você me deixa assim, minha vida, continua me comendo, continua me comendo.
— Toma, puta, toma.
— Siiim, meu rei, come essa puta, continua, continua.
Darío me agarrou pelas pernas e me levantou sem tirar o pau gostoso de dentro. Segurei ele pela nuca e ele continuou me penetrando. Eu sentia que a cada estocada, o pau dele entrava ainda mais fundo, esticando meus lábios da buceta.
— Aaah, sim, continua, amor, não para, não para.
— Toma todo o meu pau, puta, toma.
— Siiim, meu rei, me dá tudo, me dá tudo, papai.
Ele tava me dando umas estocadas tão fortes que eu tava delirando igual uma puta. Minha buceta tava sendo destruída por aquele pedaço enorme de carne. Ele metia e tirava o pau como um louco. Minha buceta não parava de apertar o pau grosso dele. Eu sentia um calorzinho gostoso saindo da minha vagina. Eu queria explodir de prazer, então comecei a gemer como uma gostosa. Não tava nem aí se algum vizinho ouvisse, eu gemia e gemia cada vez mais alto.
— Aaaa, continua, amor, continua, não para.
— Você é toda uma puta, Daniela.
— Siiim, siiim, meu rei, eu sou sua puta.
— Cê gosta como eu te como? Vai se foder, sua maldita Foxy
– Siiim, papiii, eu amooo, eu amooo
Ele parou e me ajustou pra poder me beijar, foi até o sofá e sentou, abaixando um pouco. Agora eu teria o controle e isso me amava. Comecei a descer devagar pela rola venuda dele até onde não dava mais. Ele me segurou pela cintura e eu comecei um vai e vem lento, enquanto minha buceta sufocava o pau dele. Ele deslizou as mãos até minha bunda pra acariciar. Acelerei o ritmo a cada metida, mexendo meus quadris. Nós dois delirávamos de prazer e nossos gemidos se misturaram, inundando a sala toda. Coloquei meus peitos na cara dele e ele rapidamente começou a massagear. Não perdeu tempo e começou a brincar com eles, beijava, lambia, chupava, beliscava e mordia como um desesperado, deixando-os totalmente babados. Eu levantava minha buceta até quase tirar o pau dele por completo e descia até enterrar um pouco mais da metade, gemendo igual uma louca. Darío me segurou pela cintura e começou a me comer. Ele empurrava a rola contra minha xota com muita raiva, de um jeito que eu sentia umas estocadas terríveis. Fechava os olhos pra sentir melhor. Tava de novo no paraíso. Ele tava metendo com tudo e eu comecei a gemer. Tava arrebentando minha buceta e eu morria de gosto.
– Vai, puta, é isso que você esperava? Toma, toma. Tá vendo que faz tempo que você não goza como a puta que é.
– Siiiim, arrebenta, me come, meu rei, me dá, me dá, ahhhh, ahhhh.
Gemia e gemia, era indescritível. Ele empurrava e empurrava. Por causa do tamanho da rola dele, eu tremia a cada estocada. Respirava ofegante e só queria que ele metesse até o fundo da alma. Continuamos por vários minutos, até que senti Darío se mexer mais frenético, então adivinhei que ele ia gozar.
– Vaaai, meu reii, me dá esse leite, veeeem, me enche de leite.
Desci a buceta com força e senti o pau dele explodir dentro de mim.
– Ahhhh, ahhhh, puta, recebe todo meu gozo.
Senti ele gozar dentro de mim, e o leite dele batia no fundo da minha buceta. Eu mexia só minhas cadeiras enquanto minha buceta dava fortes contrações, me aproximei pra beijar ele enquanto sentia o pau dele pulsando dentro de mim, terminamos os dois muito ofegantes e nos beijando por uns minutos até que tirei o pau dele da minha xota, virei pra olhar ele e notei que o pau dele ainda tinha um pouco de sêmen, aproximei minha boca pra limpar o pau dele passando minha língua por todo aquele líquido viscoso e gostoso deixando o pau dele totalmente limpo, aos poucos a sanidade e a culpa começaram a voltar pra nós dois, sem dizer nada Darío se vestiu e foi embora da minha casa, ouvi ele ligar a moto e esperei ele ir embora, me levantei e arrumei um pouco a sala, senti aquele líquido começando a escorrer da minha buceta descendo pelas minhas pernas, entrei no banho tentando processar o que tinha acontecido, uma culpa enorme e remorso invadiram minha cabeça, mas ao lembrar do que tinha acontecido alguns minutos atrás eu me excitava de novo, saí do banho e já estava quase amanhecendo então fui dormir, no dia seguinte Darío não apareceu em lugar nenhum, à tarde meu marido me ligou e eu quase contei o que tinha acontecido mas não consegui, a noite toda fiquei pensando no que aconteceu com muito remorso, mas conforme o tempo passava aquele remorso foi sumindo e uma excitação enorme começou a tomar conta, a ponto de sentir minha buceta ficar molhada e molhar um pouco minha calcinha de tesão, e foi assim que começou minha vida de traições
Espero que tenham gostado do meu relato e não me julguem pelo que fiz, ainda tenho algumas aventuras que aconteceram depois, agradeceria se pudessem deixar uma mensagem pra saber se vocês têm interesse que eu escreva, sem mais me despeço.
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