O ar viciado do quarto 204 do Motel El Descanso parecia engrossar a cada segundo que passava. O zumbido constante do ar-condicionado era o único som que competia com a respiração ofegante da Thelma. O Sebastião estava recostado na cadeira de couro sintético, com as pernas abertas num gesto de posse total, segurando o celular com uma mão enquanto a lente da câmera, com seu pontinho vermelho piscando, cravava na figura da mulher madura que ficava de pé na frente dele, imóvel.
— Não tira nada ainda — ordenou Sebastião, a voz grave e carregada de uma autoridade que fazia os joelhos da Thelma tremerem de leve —. Hoje não vamos foder, pelo menos não do jeito que você espera. Vamos jogar um jogo. Se me vencer verbalmente, prometo que vou destruir todas as provas que tenho de você, até essas gravações.
Thelma engoliu seco, sentindo a garganta ressecar. O medo de ser descoberta se misturava com uma umidade quente e vergonhosa que começava a brotar entre as coxas dela.
— O que... o que eu preciso fazer? — perguntou, com a voz quase num sussurro.
— Vou te gravar. Você vai me contar essas fantasias sujas, essas coisas obscuras que pediu pro seu marido nas noites de insônia e que ele, por ser um broxa sem graça, nunca teve coragem de fazer com você — disse Sebastião, aproximando o celular mais do rosto dela —. Começa agora. E seja específica.
Thelma fechou os olhos por um momento, tentando organizar o caos da mente dela. A vergonha queimava nas bochechas, mas a presença dominante do Sebastião, a sensação de estar sendo observada e avaliada, agia como um afrodisíaco potente.
— Às vezes... às vezes eu queria que ele me pegasse à força — começou, as palavras saindo com dificuldade, como se fossem pedras —. Queria que ele chegasse em casa, me empurrasse contra a parede, levantasse minha saia sem se importar se eu tava cozinhando ou limpando, e enfiasse os dedos até eu... gritou.
Sebastián não disse nada, só balançou a cabeça, incentivando ela a continuar com o olhar.
— Eu queria que ele me tratasse como a putinha particular dele — continuou Thelma, sentindo a voz ganhar força conforme a confissão aliviava a pressão acumulada por anos —. Que me amarrasse na cama, colocasse uma venda nos meus olhos e usasse meu corpo do jeito que quisesse, sem se importar se eu sentia dor ou prazer. Queria sentir que ele me possuía, que me quebrava por dentro... mas ele só quer fazer isso com as luzes apagadas, nos sábados à noite, como se fosse uma obrigação.
Enquanto falava, Thelma percebeu três coisas ao mesmo tempo que a paralisaram. Primeiro, os mamilos, que estavam moles até agora, estavam duros e doloridos, rasgando o tecido fino da blusa e implorando para serem tocados. Segundo, a buceta dela estava encharcada, um fluxo grosso e quente que molhava a calcinha e ameaçava manchar a saia se ela não tomasse cuidado. E terceiro, o olhar de Sebastián tinha descido para a própria calça dele, onde a ereção era impossível de esconder; uma pica incrivelmente enorme se marcava através do tecido, grossa e pulsante, revelando que as palavras dela estavam tendo o efeito exato que ele queria.
O quarto se encheu com o silêncio pesado que seguiu a confissão. Thelma ofegava levemente, o peito subindo e descendo rápido.
— E agora, o que vai acontecer? — perguntou ela, com uma mistura de terror e expectativa, olhando para o volume gigantesco entre as pernas de Sebastián.
Sebastián não respondeu com palavras. Levantou-se da cadeira devagar, sem parar de apontar o celular, e caminhou até ela. A altura dele, combinada com a postura agressiva, fazia Thelma se sentir pequena e vulnerável. Com a mão livre, Sebastián desabotoou o cinto e o botão da calça, abaixando o zíper com um som sibilante que ecoou no quarto. Liberou o pau, que pulou ao ficar solto, imponente e grosso, com as veias marcadas e a glande brilhando e vermelha.
—Sabe de uma coisa, Thelma —disse Sebastián, aproximando a virilha na altura do rosto dela—. Desde que te vi, sempre fantasiei com esses peitos teus. Até quando eu tava comendo a Ariana, muitas vezes, enquanto ela me chupava a pica ou sentava em mim, eu fechava os olhos e pensava em você. Imaginava como meus dedos iam afundar na sua carne, como minha pica ia ficar entre seus mamilos.
Thelma abriu a boca de choque, a menção da filha dela adicionando uma camada de culpa e perversão estranha à cena que só aumentou a excitação dela.
—Tira a blusa —ordenou Sebastián, seco—. Agora.
As mãos de Thelma tremiam enquanto desabotoavam os botões da blusa. O tecido caiu no chão, deixando à mostra os peitos grandes e pesados dela, que se mantinham firmes apesar da gravidade, com os mamilos escuros e eretos apontando pra Sebastián.
—Boa, puta —rosnou ele.
Sebastián deu mais um passo à frente, pegando a pica com a mão e guiando ela pro canal formado entre os peitos de Thelma. Sem aviso, sem lubrificação nem suavidade, apertou as mãos contra os lados dos seios dela, forçando eles a envolver o pau com força. A pele de Thelma se tensionou, o calor do membro dele queimando a dela.
Ele começou a se mover. Não foi um movimento suave nem amoroso; foi brutal. Sebastián começou a comer os peitos dela com violência, metendo pra frente com força, fazendo a glande bater no queixo de Thelma a cada estocada pra cima. Ela soltou um gemido, mistura de dor e prazer, sentindo como o atrito da pele dele queimava a dela, como os dedos dele se cravavam na carne mole dos seios dela deixando marcas vermelhas.
—Olha pra mim! —gritou Sebastián, sem parar o ritmo da cintura—. Olha como eu uso esses peitos como se fossem um brinquedo barato!
Thelma manteve o olhar fixo na cara de prazer selvagem de Sebastián, sentindo a própria buceta se contrair a cada Golpe seco no esterno dela. O som da pele batendo contra a pele enchia o quarto, um som molhado e lascivo. Sebastián apertava mais forte a cada vez, estrangulando os bicos dos peitos dela entre os dedos, usando o peso das tetas dela pra se masturbar com uma intensidade frenética.
O ritmo ficou errático. Sebastián ofegava, os dentes trincados, o suor começando a brotar na testa dele.
— Toma, foxy! Toma tudo!
Com um rugido gutural, Sebastián se retirou bruscamente do canal dos peitos dela no último segundo. Apontou a piroca pro peito da Thelma e soltou a carga. O primeiro jato foi grosso e potente, acertando ela direto no pescoço e na parte de baixo do rosto. O segundo e o terceiro jato cobriram os peitos dela, banhando a pele pálida com porra quente e leitosa que escorria devagar pra barriga dela.
Thelma ficou imóvel, coberta pelo fluido dele, ofegando, com o coração batendo forte contra as costelas enquanto Sebastián continuava gravando, capturando o momento da degradação absoluta dela e o êxtase que brilhava nos olhos dela.
— Não tira nada ainda — ordenou Sebastião, a voz grave e carregada de uma autoridade que fazia os joelhos da Thelma tremerem de leve —. Hoje não vamos foder, pelo menos não do jeito que você espera. Vamos jogar um jogo. Se me vencer verbalmente, prometo que vou destruir todas as provas que tenho de você, até essas gravações.
Thelma engoliu seco, sentindo a garganta ressecar. O medo de ser descoberta se misturava com uma umidade quente e vergonhosa que começava a brotar entre as coxas dela.
— O que... o que eu preciso fazer? — perguntou, com a voz quase num sussurro.
— Vou te gravar. Você vai me contar essas fantasias sujas, essas coisas obscuras que pediu pro seu marido nas noites de insônia e que ele, por ser um broxa sem graça, nunca teve coragem de fazer com você — disse Sebastião, aproximando o celular mais do rosto dela —. Começa agora. E seja específica.
Thelma fechou os olhos por um momento, tentando organizar o caos da mente dela. A vergonha queimava nas bochechas, mas a presença dominante do Sebastião, a sensação de estar sendo observada e avaliada, agia como um afrodisíaco potente.
— Às vezes... às vezes eu queria que ele me pegasse à força — começou, as palavras saindo com dificuldade, como se fossem pedras —. Queria que ele chegasse em casa, me empurrasse contra a parede, levantasse minha saia sem se importar se eu tava cozinhando ou limpando, e enfiasse os dedos até eu... gritou.
Sebastián não disse nada, só balançou a cabeça, incentivando ela a continuar com o olhar.
— Eu queria que ele me tratasse como a putinha particular dele — continuou Thelma, sentindo a voz ganhar força conforme a confissão aliviava a pressão acumulada por anos —. Que me amarrasse na cama, colocasse uma venda nos meus olhos e usasse meu corpo do jeito que quisesse, sem se importar se eu sentia dor ou prazer. Queria sentir que ele me possuía, que me quebrava por dentro... mas ele só quer fazer isso com as luzes apagadas, nos sábados à noite, como se fosse uma obrigação.
Enquanto falava, Thelma percebeu três coisas ao mesmo tempo que a paralisaram. Primeiro, os mamilos, que estavam moles até agora, estavam duros e doloridos, rasgando o tecido fino da blusa e implorando para serem tocados. Segundo, a buceta dela estava encharcada, um fluxo grosso e quente que molhava a calcinha e ameaçava manchar a saia se ela não tomasse cuidado. E terceiro, o olhar de Sebastián tinha descido para a própria calça dele, onde a ereção era impossível de esconder; uma pica incrivelmente enorme se marcava através do tecido, grossa e pulsante, revelando que as palavras dela estavam tendo o efeito exato que ele queria.
O quarto se encheu com o silêncio pesado que seguiu a confissão. Thelma ofegava levemente, o peito subindo e descendo rápido.
— E agora, o que vai acontecer? — perguntou ela, com uma mistura de terror e expectativa, olhando para o volume gigantesco entre as pernas de Sebastián.
Sebastián não respondeu com palavras. Levantou-se da cadeira devagar, sem parar de apontar o celular, e caminhou até ela. A altura dele, combinada com a postura agressiva, fazia Thelma se sentir pequena e vulnerável. Com a mão livre, Sebastián desabotoou o cinto e o botão da calça, abaixando o zíper com um som sibilante que ecoou no quarto. Liberou o pau, que pulou ao ficar solto, imponente e grosso, com as veias marcadas e a glande brilhando e vermelha.
—Sabe de uma coisa, Thelma —disse Sebastián, aproximando a virilha na altura do rosto dela—. Desde que te vi, sempre fantasiei com esses peitos teus. Até quando eu tava comendo a Ariana, muitas vezes, enquanto ela me chupava a pica ou sentava em mim, eu fechava os olhos e pensava em você. Imaginava como meus dedos iam afundar na sua carne, como minha pica ia ficar entre seus mamilos.
Thelma abriu a boca de choque, a menção da filha dela adicionando uma camada de culpa e perversão estranha à cena que só aumentou a excitação dela.
—Tira a blusa —ordenou Sebastián, seco—. Agora.
As mãos de Thelma tremiam enquanto desabotoavam os botões da blusa. O tecido caiu no chão, deixando à mostra os peitos grandes e pesados dela, que se mantinham firmes apesar da gravidade, com os mamilos escuros e eretos apontando pra Sebastián.
—Boa, puta —rosnou ele.
Sebastián deu mais um passo à frente, pegando a pica com a mão e guiando ela pro canal formado entre os peitos de Thelma. Sem aviso, sem lubrificação nem suavidade, apertou as mãos contra os lados dos seios dela, forçando eles a envolver o pau com força. A pele de Thelma se tensionou, o calor do membro dele queimando a dela.
Ele começou a se mover. Não foi um movimento suave nem amoroso; foi brutal. Sebastián começou a comer os peitos dela com violência, metendo pra frente com força, fazendo a glande bater no queixo de Thelma a cada estocada pra cima. Ela soltou um gemido, mistura de dor e prazer, sentindo como o atrito da pele dele queimava a dela, como os dedos dele se cravavam na carne mole dos seios dela deixando marcas vermelhas.
—Olha pra mim! —gritou Sebastián, sem parar o ritmo da cintura—. Olha como eu uso esses peitos como se fossem um brinquedo barato!
Thelma manteve o olhar fixo na cara de prazer selvagem de Sebastián, sentindo a própria buceta se contrair a cada Golpe seco no esterno dela. O som da pele batendo contra a pele enchia o quarto, um som molhado e lascivo. Sebastián apertava mais forte a cada vez, estrangulando os bicos dos peitos dela entre os dedos, usando o peso das tetas dela pra se masturbar com uma intensidade frenética.
O ritmo ficou errático. Sebastián ofegava, os dentes trincados, o suor começando a brotar na testa dele.
— Toma, foxy! Toma tudo!
Com um rugido gutural, Sebastián se retirou bruscamente do canal dos peitos dela no último segundo. Apontou a piroca pro peito da Thelma e soltou a carga. O primeiro jato foi grosso e potente, acertando ela direto no pescoço e na parte de baixo do rosto. O segundo e o terceiro jato cobriram os peitos dela, banhando a pele pálida com porra quente e leitosa que escorria devagar pra barriga dela.
Thelma ficou imóvel, coberta pelo fluido dele, ofegando, com o coração batendo forte contra as costelas enquanto Sebastián continuava gravando, capturando o momento da degradação absoluta dela e o êxtase que brilhava nos olhos dela.
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