Pra agradar meu namorado, chupei a rola de outro cara. A gente tava no carro, eu olhava pela janela até que, de repente, meu boy me tirou dos meus pensamentos.
Dá uma olhada na conversa pra ver o que você acha - ela me fala, me oferecendo o celular com a mão que não segurava o volante.
Fui lendo surpresa o que ele tinha conversado com um completo estranho, pra quem mentiu dizendo que o pau dele media menos de 12 cm e que tinha problemas de ejaculação. Disse também que desde que me desvirginou há 5 anos não tinha transado com mais ninguém, e que procurava alguém discreto e educado pra me fazer provar um pau diferente.
Embora a gente já tivesse falado sobre isso, me pegou totalmente de surpresa, e minha primeira reação foi tentar tirar essa ideia da cabeça dela.
Olha, obviamente não vou te forçar, mas só te lembro que isso que te pedi tem um significado além de me deixar muito excitada com a situação. - foi a resposta dela.
Eu te falei que se você realmente quiser, eu faço, mas sei lá... sério mesmo? Já? - implorei com cara de cordeiro sacrificado.
Por mim, de boa, ainda mais olhando pelo lado certo. Você adora quando eu te domino, não adora? — diz ele, acompanhando com um toque suave entre minhas coxas, arrepiando minha pele. Aproxima a boca do meu ouvido e sussurra com aquela voz que sabe que me deixa louca — Então, vou adorar mesmo que você seja obediente e aceite meu pedido.. vou te recompensar muito bem. Mas primeiro, quero ver como você se comporta bem, foxy, se esforçando pra dar prazer a um desconhecido, toda inocente e puta, porque eu tô pedindo. Quero que você seja toda uma puta, e que fique excitada em realizar meu desejo dessa vez. — continuou ele, depois de parar o carro.
Ela olhava diretamente nos meus olhos, com uma expressão calma, e isso, junto com os dedos dela brincando de enroscar no meu cabelo atrás da orelha, me ajudou a me acalmar também.
De repente me senti completamente decidida, abri a porta sem dizer nada e me sentei no banco de trás do carro, esperando ele colocar a venda nos meus olhos e me deixar levar pelos desejos sexuais estranhos dele.
CAPÍTULO 2
Notei que o carro começou a andar de novo, totalmente no escuro, com o nervosismo apertando meu estômago pensando no que viria a seguir. O trajeto durou uns 2 minutos, o que me fez supor que estávamos em algum lugar daquele polígono quando o veículo parou de novo.
Ouço a porta dela abrir e fechar, acho que ela saiu, mas o motor continua ligado, com o ar-condicionado ligado, o que eu agradecia porque era um dia exageradamente quente, embora me impedisse de ouvir a conversa que ele tinha fora do carro. A porta de trás se abre, primeiro nas minhas costas, e meu garoto me tranquiliza acariciando meus ombros e se ajeitando antes de fechar.
Bom, o garoto tá lá fora, ele é bem legal e compreensivo. Você decide se quer ou não que ele entre, ninguém vai ficar bravo.. - tem um silêncio constrangedor, que ela quebra tomando a palavra de novo - se você quiser fazer, é só dar um sinal pra ele e ele entra, ele não vai falar nada nem nada, só abaixar as calças e deixar você fazer o que quiser.
— E qual é o sinal? — respondo, sem enxergar absolutamente nada e me sentindo observada ao mesmo tempo. Sabia que aquele desconhecido devia ter uma vista excelente da janela, com o vestido tão curtinho que eu estava usando.
Sujeito minha mão levantada e a coloco sobre minha calcinha.
- Acaricia ele e ele vai entrar - diante daquela voz colada no meu ouvido, não hesitei em obedecer, de forma instintiva, quase involuntária.
A porta se abriu na minha frente, senti alguém entrar e sentar roçando meus pés, e fechou cortando o poente escaldante que se infiltrava no cubículo.
Uau, sua mina é muito gostosa" — disse o novo convidado. — "Você deixa eu chupar?" — perguntou, exibindo um machismo que me irritou pra caralho.
Ela pode fazer o que quiser, mas é problema dela, ela quem manda. Já falamos que você só deixa ela se divertir provando essa pica. – respondeu meu namorado de trás. Os braços dele me envolveram, me fazendo sentir protegida.
Ok, sem problema. Só perguntar, amigão – disse o outro num tom bem mais dócil, vendo perigar o que, pelo jeito, ele tava doido pra fazer. Próxima parte na rede social do autor original.twitter.com/159831904437
Dá uma olhada na conversa pra ver o que você acha - ela me fala, me oferecendo o celular com a mão que não segurava o volante.
Fui lendo surpresa o que ele tinha conversado com um completo estranho, pra quem mentiu dizendo que o pau dele media menos de 12 cm e que tinha problemas de ejaculação. Disse também que desde que me desvirginou há 5 anos não tinha transado com mais ninguém, e que procurava alguém discreto e educado pra me fazer provar um pau diferente.
Embora a gente já tivesse falado sobre isso, me pegou totalmente de surpresa, e minha primeira reação foi tentar tirar essa ideia da cabeça dela.
Olha, obviamente não vou te forçar, mas só te lembro que isso que te pedi tem um significado além de me deixar muito excitada com a situação. - foi a resposta dela.
Eu te falei que se você realmente quiser, eu faço, mas sei lá... sério mesmo? Já? - implorei com cara de cordeiro sacrificado.
Por mim, de boa, ainda mais olhando pelo lado certo. Você adora quando eu te domino, não adora? — diz ele, acompanhando com um toque suave entre minhas coxas, arrepiando minha pele. Aproxima a boca do meu ouvido e sussurra com aquela voz que sabe que me deixa louca — Então, vou adorar mesmo que você seja obediente e aceite meu pedido.. vou te recompensar muito bem. Mas primeiro, quero ver como você se comporta bem, foxy, se esforçando pra dar prazer a um desconhecido, toda inocente e puta, porque eu tô pedindo. Quero que você seja toda uma puta, e que fique excitada em realizar meu desejo dessa vez. — continuou ele, depois de parar o carro.
Ela olhava diretamente nos meus olhos, com uma expressão calma, e isso, junto com os dedos dela brincando de enroscar no meu cabelo atrás da orelha, me ajudou a me acalmar também.
De repente me senti completamente decidida, abri a porta sem dizer nada e me sentei no banco de trás do carro, esperando ele colocar a venda nos meus olhos e me deixar levar pelos desejos sexuais estranhos dele.
CAPÍTULO 2
Notei que o carro começou a andar de novo, totalmente no escuro, com o nervosismo apertando meu estômago pensando no que viria a seguir. O trajeto durou uns 2 minutos, o que me fez supor que estávamos em algum lugar daquele polígono quando o veículo parou de novo.
Ouço a porta dela abrir e fechar, acho que ela saiu, mas o motor continua ligado, com o ar-condicionado ligado, o que eu agradecia porque era um dia exageradamente quente, embora me impedisse de ouvir a conversa que ele tinha fora do carro. A porta de trás se abre, primeiro nas minhas costas, e meu garoto me tranquiliza acariciando meus ombros e se ajeitando antes de fechar.
Bom, o garoto tá lá fora, ele é bem legal e compreensivo. Você decide se quer ou não que ele entre, ninguém vai ficar bravo.. - tem um silêncio constrangedor, que ela quebra tomando a palavra de novo - se você quiser fazer, é só dar um sinal pra ele e ele entra, ele não vai falar nada nem nada, só abaixar as calças e deixar você fazer o que quiser.
— E qual é o sinal? — respondo, sem enxergar absolutamente nada e me sentindo observada ao mesmo tempo. Sabia que aquele desconhecido devia ter uma vista excelente da janela, com o vestido tão curtinho que eu estava usando.
Sujeito minha mão levantada e a coloco sobre minha calcinha.
- Acaricia ele e ele vai entrar - diante daquela voz colada no meu ouvido, não hesitei em obedecer, de forma instintiva, quase involuntária.
A porta se abriu na minha frente, senti alguém entrar e sentar roçando meus pés, e fechou cortando o poente escaldante que se infiltrava no cubículo.
Uau, sua mina é muito gostosa" — disse o novo convidado. — "Você deixa eu chupar?" — perguntou, exibindo um machismo que me irritou pra caralho.
Ela pode fazer o que quiser, mas é problema dela, ela quem manda. Já falamos que você só deixa ela se divertir provando essa pica. – respondeu meu namorado de trás. Os braços dele me envolveram, me fazendo sentir protegida.
Ok, sem problema. Só perguntar, amigão – disse o outro num tom bem mais dócil, vendo perigar o que, pelo jeito, ele tava doido pra fazer. Próxima parte na rede social do autor original.twitter.com/159831904437
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