Vizinha gostosa 13

A música começou, era calma mas sexy, eles abriram os olhos, eu continuava vestida exatamente como estava, sentada na cadeira na frente deles, imóvel, encarando eles. Eles trocaram olhares, acho que esperavam outra coisa ou talvez ficaram decepcionados por me imaginar de um jeito diferente. Eu tava um pouco nervosa, o efeito do álcool já tinha passado em todo mundo praticamente e eu já não tava tão solta como antes.

Eu: Querem que eu pague? Falei com a voz mais gostosa que consegui.
Gurias: Sim, por favor.

Eles não sabiam como eu ia pagar eles, eu já tinha algo em mente. Vamos ver como as coisas vão rolar.

Estiquei minhas pernas e acariciei dos tornozelos pra cima, mas não parei, fui até meus peitos, apertei eles por cima da roupa mordendo o lábio inferior e olhando fixo pro Nico, que era quem mais gostava deles. Ele me olhava de boca entreaberta, a mão dele se moveu só alguns centímetros em direção ao pau, mas ele parou, não sabia se podia fazer aquilo.

Me inclinei um pouco e, cruzando os braços, tirei a camiseta. Elas puderam ver o sutiã vermelho e as tetas lutando pra escapar.

Eu: Cê gosta, né?

Ele apenas assentiu com a cabeça, a mão dele se moveu mais alguns centímetros de novo.

Eu: Qual é, gatinho? Quer se acariciar?
Ela assentiu de novo.
Eu: Faz isso, mas devagar e bem lentinho.

O pau dele tava durasso por baixo da roupa, dava pra sentir. Eu levantei e virei de costas pra eles, rebolando a bunda de um lado pro outro, puxando meu cabelo pra cima. Passei as mãos pelos meus peitos, mas continuei descendo, devagar, bem devagar e sensual. Passei pela minha bunda e cheguei até o fim das nádegas, acariciando e deixando elas aparecerem — sempre achei que saia é uma das coisas mais sexys que uma mulher pode vestir. Eles olhavam sem falar, ninguém conseguia dizer uma palavra. Subi de novo até a cintura, baixei minha saia devagar, sem dobrar os joelhos. Olhei pra Dani e pro Ale por cima do meu ombro.

Eu: Cês gostam da minha buceta?
Eles também não conseguiam responder com palavras e fizeram com a cabeça.

Agora sim o jogo tinha começado, eu queria ser tão safada quanto gostosa, precisava me sentir mais desejada, muito mais.

Eu: Quero que vocês também se acariciem.

Os paus deles também estavam tão duros quanto o do Nico, os 3 suspiravam de prazer enquanto me olhavam, acho que nunca fui olhada com tanta luxúria na minha vida. Caminhei dando uma volta lenta no sofá e ao passar por trás deles, ia acariciando o ombro de cada um com uma mão.

Eu: O que mais eu posso fazer pra vocês, caras? Deixa eu pensar. Falei em voz alta, sensual mas meio dando risada.

Ninguém falou.

Eu: Acho que tô bolando uma ideia. Falei enquanto passava andando bem perto deles na frente, sem nem olhar.

Ale: Que?

Ri sem olhar pra ele.

Eu: Finalmente alguém pra conversar! Já tava ficando entediado.

Dá mais uma volta, quando eu girava a poltrona e aparecia do lado direito deles, os 3 olhavam pra minhas tetas e, quando terminei de passar, virei pra ver eles, os olhos deles estavam cravados na minha bunda. Sentei de novo na frente deles.

Eu: Acho que já paguei os juros, cês não acham?
Gurias: Não, ainda falta.
Eu: Querem ver mais?
Gurias: Sim, por favor.
Eu: Então, eu também.
Nico: O que você quer ver?
Eu: Já sabe, não precisa nem falar.
N: Meu pau?
Eu: Ajam.
N: Tô com vergonha deles aí…

Me joguei pra frente e abaixei um pouco o corpete, os biquinhos dos peitos quase apareceram.

Eu: Então tu não quer ver isso?
N: Sim… quero.
Eu: Também quero ver vocês duas... falei olhando pra Ale e Dani
A: E o que você vai mostrar pra gente?

Me virei, parei a rabeta, meio sorrindo e mostrando a língua, abaixei a fio dental, só uns centímetros pra baixo de onde começava minha risca, e levantei de novo.

Eu: Querem, gostosas?

Ale nem se deu ao trabalho de olhar pros amigos, tava com o olhar fixo em mim, lambendo os lábios e sem responder, puxou a rola pra fora, a pele escura, parecia grossa, com uns ovo mais escuros e aparentemente pesados. Os outros dois viram de relance, mas não tiveram coragem de fazer o mesmo que ele.

Ale: Se não vão fazer o que ele pede, caiam fora. Eu quero continuar vendo mais.

Tem razão" — disse Dani e puxou o pau pra fora, era mais branco, parecia normal até certo ponto. Olhei pro Nico esperando que ele fizesse o mesmo, mas ele não avançava, parecia envergonhado com a situação. Quis pressionar mais ele, já tinha visto o pau dele de longe uns dias atrás quando ele bateu uma no quintal, tinha me parecido bem apetitoso e queria ver de perto pra confirmar o que tinha visto, além disso queria que todos me obedecessem. Levantei e caminhei com meu conjunto vermelho na direção dele, sentei no braço do sofá, cruzei as pernas e acariciei o cabelo dele com ternura.

Eu: Gata, se tu não tem certeza se quer ver isso, pode vazar se quiser, é agora ou nunca.
N: Quero ver sim, mas tenho vergonha.
Eu: A gente quer continuar jogando com seus amigos, e você não?
N: Sim, tô morrendo de vontade.
Eu: Então você já sabe o que fazer..

Me levantei e fui até a cadeira pra sentar, cruzando um pouco as pernas, acho que assim minha bunda ficava mais gostosa. Olhei pra ele sem falar nada, só com as pernas cruzadas e as mãos nos joelhos. Ele não se mexia.

Eu: Tic Tac. Cê tem 10 segundos, vou começar a contar.

Nada acontecia.

Eu: 5, sim, quando chegar a 0 e ele não me mostrar o que quero nem for embora, o jogo acaba pra todo mundo. TIC TAC.

Eu: 3. Nada ainda.

Ale: Fala sério, otário, cê acha que a gente vai ficar te encarando?
N: Fico com vergonha.
Eu: 2
Dani: Pela logo ou vai, te mato se a gente for embora por sua culpa.
Eu: 1
Ale: Vai, filho da puta
Eu: Ceeer…
N: Tá bom.

Tava terminando de falar "zero" e falei, não ia mandar todo mundo embora, talvez só ele por ter se feito de bonitão antes, mas os outros dois eu não pensava em deixar ir de jeito nenhum, ainda mais depois de ter visto a pica deles, minha boca encheu d'água e outra parte de mim também.

N: Aqui, ó. Ela disse, puxando o short pra baixo.

Olhei pra ele tentando esconder minha cara de espanto, embora de perto ele não fosse tão bonito, devo dizer que gostei, às vezes o diferente atrai. De longe, ele era mediano entre os dois amigos. Mas tinha a particularidade de que, mesmo ereto, a cabeça não ficava descoberta, a pele cobria um pouco mais da metade. Nunca tinha visto algo assim e me dava curiosidade. Olhei pra ele feliz pela decisão que tomou.

Eu: Viu que não era pra tanto?
N: Sim. Ele parecia meio na dele.
Eu: Seus amigos não querem ver sua pica, tão entretidos olhando pra mim.
N: É verdade, mas...
Eu: Mas nada, queria ver tua pica. Agora, me respondam uma coisa.
Ale: O quê?
Eu: Quem tá pronto pra continuar jogando?

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