Com o Gustavo, a gente trabalha num escritório onde fazemos home office uns dias e outros na empresa. O Gustavo é um cara grandalhão de corpo, mas não muito alto, daqueles que parece que tem um metro de costa. Braços e mãos enormes. No geral, é bem arrumado, dá pra ver que é peludo, mas se mantém tudo bem depilado na maioria das vezes. Ele me ensinou a colocar um fundo falso pra quando tô em home office, pra não aparecer nada da minha casa e só dar pra me ver. Chegamos ao ponto de morar no mesmo apartamento, cada um no seu quarto, e os espaços comuns eram compartilhados. O escritório de cada um ficava no próprio quarto.
Mas naquela semana eu notei ele estranho. Nas reuniões virtuais e nos dias que a gente se cruzava, sempre zoávamos um com o outro, com piadas de putaria, tipo passar a mão na bunda, dar tapinha no saco, uns amassos sem graça e desnecessários na frente do escritório inteiro. Mas ele tava apagado, com a barba por fazer. Ele me contou que tinha brigado com a namorada e a situação pegou pesado, além de uma bicicleta ter batido nele porque ele tava distraído, e a perna tava toda moída, então ele tava de home office permanente por enquanto.
Geralmente a gente faz o mesmo horário, mas nos fins de semana a gente faz plantão como hora extra. Eu tinha feito um curso de massagista esportivo faz um tempo, então me ofereci pra fazer massagem nele se precisasse. Embora eu sempre tivesse massageado uns carinhas gatos, com ele não teria problema. E, mesmo ele tendo recusado no começo, naquele sábado, no plantão dele, ele mudou de ideia.
Eu tava na sala de jantar e recebi uma mensagem pra ir massagear a perna dele, mas pra não fazer barulho ao entrar porque ele tava falando com uns clientes. Não ia dar pra ver nada porque ele tinha o fundo falso, mas dava pra ouvir. Entrei devagar no quarto, tava tudo bagunçado, roupa suja pra todo lado, ele de camisa, mas de cueca daquelas largas, com a perna apoiada numa cadeira. Mas na tela dava pra ver ele e um escritório impecável de fundo. Levantei a perna dele de leve e... Apoio ela na minha perna. Pelo cheiro, dava pra ver que não tomava banho há uns dias, mas a cada apertão pra massagear, ela fazia sinal com a mão pra eu massagear mais devagar enquanto continuava no trabalho dela. Só que chegou num ponto que eu praticamente tava acariciando a coxa interna (adutores) dela inteira, mais do que massageando. Levantei um pouco a vista e vi ela.
Não sei se por causa dos movimentos ou de propósito, dava pra ver a buceta toda pelo lado da calcinha. Uma buceta que não tava dura, mas também não tava dormindo. O que me chamou a atenção foi o quanto ela era grossa e peluda.
Fiquei pensando comigo mesmo, e imaginei que ela era do tipo que se depilava ou aparava. Talvez tivesse assim por causa do namorado, ou seria sempre assim. Nem percebi que, no meio de tanta divagação, já tava há uns minutos parado, com o olhar fixo na buceta. Depois de um tempo, ela tinha terminado a ligação com o cliente e me disse:
Gustavo: — Puta merda, que paixão, hein! hahahahaha. Com um tom de zoação, cumplicidade, e continuou: terminei com o cliente e você tava hipnotizado.
Eu tinha perdido a noção do tempo e tentei me justificar, só consegui falar:
EU: — Ehhh... que buceta mais grossa, sua puta! Com um tom de surpresa, como se tivesse visto de relance.
Gustavo: — É? E você levou dez minutos pra notar, hehehehe, de novo com um tom cúmplice.
Mas na verdade não tinham passado nem vinte. Eu respondi:
EU: — Ehhh, não, não é isso. É que achei que você fosse depilada... ou pelo menos aparada. Com um tom ainda mais nervoso. Me chamou a atenção o tamanho e o pelo, só isso... Respondi sem pensar e, por dentro, queria me matar.
Ela riu de leve e, antes de responder, terminou de puxar a calcinha pro lado, tirou a buceta e os lábios de uma vez, segurando pela base e balançando um pouco. Fez a buceta ficar ainda mais dura.
Gustavo: — Acha grande?! Com um tom que fingia preocupação, mas era mais uma provocação.
EU: — Não... vai, sim. Parecia que eu tava gaguejando.
Gustavo: — Se faz tempo que não fodo ninguém, nem bato uma, mas o O tesão da situação me deu uma acordada... ele fica uns segundos calado esperando resposta e, como não falo nada, continua. Agora tô numa conferência super chata, não preciso falar, só tenho que estar presencial, então boto um vídeo de fundo no celular e me toco enquanto você massageia minha perna.
Eu: – Ehh, não, sei lá, cê acha?
Gustavo: – Siim, bora, mas silêncio que o áudio sai.
Enquanto entra na reunião online, ele põe a outra perna em cima de mim, abaixa a cueca e faz sinal pra eu tirar de vez. Mesmo eu balançando a cabeça, ele faz careta com as mãos e eu tiro. Mas como eu já vinha massageando, ele já tava bem perto. Isso não impediu ele de começar a bater punheta com a mão direita, enquanto abaixava a perna esquerda e deixava a lesionada em cima de mim. Ele tava de frente pro notebook, a câmera focava ele de camisa e o fundo falso. No meio da tela, o celular dele tocando um vídeo de uma chupada de pau, parecia uma loira de cabelo curto chupando um pauzão musculoso. Ele tava com meio corpo virado pra esquerda, a perna direita em cima de mim e a outra no chão, se masturbando como se fosse a coisa mais natural do mundo. E eu nem tivesse ali.
Depois de um tempo de reunião e punheta, ele aponta pra perna pra eu massagear, fazendo careta de impaciência, e pega a cueca dele da minha mão – porque eu fiquei olhando ele bater uma com gosto, mas com um sorriso disfarçado. Um pau já totalmente duro e cheio de veias, que mostrava e escondia a cabeça a cada vai e vem da mão.
Quando apoiei as mãos na perna dele, senti como pulsava, ele segurava a dor. Eu mal movia as mãos em círculos, quase do lado do pau, os ovos subindo e descendo. Num momento, ele troca de mão, continua se masturbando com a esquerda e põe a direita em cima da minha, acompanhando o movimento circular na perna dele. A mão dele tava morna. Ele moveu a perna lesionada pra trás de mim, de um jeito... que eu ficasse na borda da cadeira com a perna dela nas minhas costas e de frente pro pau dela
eu não sabia o que fazer enquanto a conferência tocava de fundo, nessa hora ela levanta minha mão e leva até o pau dela e se masturba com a minha mão, apertando minha mão com a dela e mesmo eu balançando a cabeça negando, ela só aumentava o ritmo sem olhar pra mim, minha mão mal segurava o tronco, descendo e subindo dava pra sentir as veias e como a cabeça do pau se cobria e descobria com o prepúcio. Depois de uns minutos descendo e subindo o ritmo, ela afrouxa o aperto, mas como via que eu queria tirar a mão, me segurava de novo. com instruções pra eu masturbar ele sozinho. e depois de umas tentativas eu cedo e começo a masturbar ele enquanto ele apoia a mão direita no meu ombro esquerdo e dá uns massaginhos no ritmo da punheta.
eu pensando que, mesmo nunca tendo tocado no pau de outro cara, isso era muito estranho, doentio e excitante
aí percebo que ele tinha trocado o vídeo, era um cara chupando dois caras quarentões.
não tinham passado nem trinta segundos e ele começou a acariciar meu pescoço e a nuca e começou a levar minha cabeça pro pau, quando me dei conta, eu masturbava ele enquanto tinha o pau a um sopro do rosto, o cheiro era forte, pelo menos desde ontem ele não tinha tomado banho, no mínimo, mas isso não impediu ele.
quando me toquei, tava com a cabeça apoiada na coxa da perna boa dele com a boca quase colada nas bolas, enquanto ele acariciava minha cabeça com a mão esquerda, pega o celular dele e me mostra algo que escreveu
"chupa minhas bolas, com bastante língua"
volta o celular pro lugar e segurava o pau dele, enquanto com a esquerda me dava empurrões e colocava a boca bem na junção do pau com os ovos. sem opção, começo a lamber e ouço um gemido abafado que por algum motivo me excitou e senti meu pau endurecer também. o cheiro e gosto de ovo era forte, mas fui me acostumando enquanto chupava mais e mais.
Eu já de joelhos na frente dele, que se masturbava, esfregava a pica dura no meu rosto inteiro enquanto chupava cada bola dele.
De repente, ele puxa minha cabeça pra trás e com um dedo abre minha boca pra dar passagem pra pica.
Bate uma punheta umas duas vezes e enche minha boca de porra quente pra caralho, que entre ânsia e a tosse que me deu, cuspi tudo e, mesmo tirando a pica da boca por uns segundos, depois de um tempo ele enfiou de novo pra eu continuar chupando.
Fiquei assim uns minutos, até que se ouviu na reunião geral se despedindo e ele dizendo:
Gustavo: – Uff, a melhor massagem da minha vida kkkkkk, com um tom meio excitado e exausto.
Eu, a única coisa que consegui falar enquanto tirava a pica da boca foi:
Eu: – Filho da puta, que cheiro de ovo, quanto tempo sem tomar banho?!?!?
Gustavo: kkkkkkkk, uns dias kkkkkkkk, responde entre risadas safadas e continua, mas era o melhor jeito de você provar a pica de um macho, por isso começou pelas bolas, agora continua chupando e limpa um pouco que você cuspiu toda a porra.
E ele enfiou de novo na minha boca, segurando minha nuca e metendo com a mão direita, e continua comentando:
Gustavo: – Sempre tive essa fantasia... me olha uns segundos e completa, acho que vou te fazer mais complacente, né?
Com metade da pica ainda na boca, que era o que cabia, nego com a cabeça.
Gustavo: – Acho que sim!
Continua...
Mas naquela semana eu notei ele estranho. Nas reuniões virtuais e nos dias que a gente se cruzava, sempre zoávamos um com o outro, com piadas de putaria, tipo passar a mão na bunda, dar tapinha no saco, uns amassos sem graça e desnecessários na frente do escritório inteiro. Mas ele tava apagado, com a barba por fazer. Ele me contou que tinha brigado com a namorada e a situação pegou pesado, além de uma bicicleta ter batido nele porque ele tava distraído, e a perna tava toda moída, então ele tava de home office permanente por enquanto.
Geralmente a gente faz o mesmo horário, mas nos fins de semana a gente faz plantão como hora extra. Eu tinha feito um curso de massagista esportivo faz um tempo, então me ofereci pra fazer massagem nele se precisasse. Embora eu sempre tivesse massageado uns carinhas gatos, com ele não teria problema. E, mesmo ele tendo recusado no começo, naquele sábado, no plantão dele, ele mudou de ideia.
Eu tava na sala de jantar e recebi uma mensagem pra ir massagear a perna dele, mas pra não fazer barulho ao entrar porque ele tava falando com uns clientes. Não ia dar pra ver nada porque ele tinha o fundo falso, mas dava pra ouvir. Entrei devagar no quarto, tava tudo bagunçado, roupa suja pra todo lado, ele de camisa, mas de cueca daquelas largas, com a perna apoiada numa cadeira. Mas na tela dava pra ver ele e um escritório impecável de fundo. Levantei a perna dele de leve e... Apoio ela na minha perna. Pelo cheiro, dava pra ver que não tomava banho há uns dias, mas a cada apertão pra massagear, ela fazia sinal com a mão pra eu massagear mais devagar enquanto continuava no trabalho dela. Só que chegou num ponto que eu praticamente tava acariciando a coxa interna (adutores) dela inteira, mais do que massageando. Levantei um pouco a vista e vi ela.
Não sei se por causa dos movimentos ou de propósito, dava pra ver a buceta toda pelo lado da calcinha. Uma buceta que não tava dura, mas também não tava dormindo. O que me chamou a atenção foi o quanto ela era grossa e peluda.
Fiquei pensando comigo mesmo, e imaginei que ela era do tipo que se depilava ou aparava. Talvez tivesse assim por causa do namorado, ou seria sempre assim. Nem percebi que, no meio de tanta divagação, já tava há uns minutos parado, com o olhar fixo na buceta. Depois de um tempo, ela tinha terminado a ligação com o cliente e me disse:
Gustavo: — Puta merda, que paixão, hein! hahahahaha. Com um tom de zoação, cumplicidade, e continuou: terminei com o cliente e você tava hipnotizado.
Eu tinha perdido a noção do tempo e tentei me justificar, só consegui falar:
EU: — Ehhh... que buceta mais grossa, sua puta! Com um tom de surpresa, como se tivesse visto de relance.
Gustavo: — É? E você levou dez minutos pra notar, hehehehe, de novo com um tom cúmplice.
Mas na verdade não tinham passado nem vinte. Eu respondi:
EU: — Ehhh, não, não é isso. É que achei que você fosse depilada... ou pelo menos aparada. Com um tom ainda mais nervoso. Me chamou a atenção o tamanho e o pelo, só isso... Respondi sem pensar e, por dentro, queria me matar.
Ela riu de leve e, antes de responder, terminou de puxar a calcinha pro lado, tirou a buceta e os lábios de uma vez, segurando pela base e balançando um pouco. Fez a buceta ficar ainda mais dura.
Gustavo: — Acha grande?! Com um tom que fingia preocupação, mas era mais uma provocação.
EU: — Não... vai, sim. Parecia que eu tava gaguejando.
Gustavo: — Se faz tempo que não fodo ninguém, nem bato uma, mas o O tesão da situação me deu uma acordada... ele fica uns segundos calado esperando resposta e, como não falo nada, continua. Agora tô numa conferência super chata, não preciso falar, só tenho que estar presencial, então boto um vídeo de fundo no celular e me toco enquanto você massageia minha perna.
Eu: – Ehh, não, sei lá, cê acha?
Gustavo: – Siim, bora, mas silêncio que o áudio sai.
Enquanto entra na reunião online, ele põe a outra perna em cima de mim, abaixa a cueca e faz sinal pra eu tirar de vez. Mesmo eu balançando a cabeça, ele faz careta com as mãos e eu tiro. Mas como eu já vinha massageando, ele já tava bem perto. Isso não impediu ele de começar a bater punheta com a mão direita, enquanto abaixava a perna esquerda e deixava a lesionada em cima de mim. Ele tava de frente pro notebook, a câmera focava ele de camisa e o fundo falso. No meio da tela, o celular dele tocando um vídeo de uma chupada de pau, parecia uma loira de cabelo curto chupando um pauzão musculoso. Ele tava com meio corpo virado pra esquerda, a perna direita em cima de mim e a outra no chão, se masturbando como se fosse a coisa mais natural do mundo. E eu nem tivesse ali.
Depois de um tempo de reunião e punheta, ele aponta pra perna pra eu massagear, fazendo careta de impaciência, e pega a cueca dele da minha mão – porque eu fiquei olhando ele bater uma com gosto, mas com um sorriso disfarçado. Um pau já totalmente duro e cheio de veias, que mostrava e escondia a cabeça a cada vai e vem da mão.
Quando apoiei as mãos na perna dele, senti como pulsava, ele segurava a dor. Eu mal movia as mãos em círculos, quase do lado do pau, os ovos subindo e descendo. Num momento, ele troca de mão, continua se masturbando com a esquerda e põe a direita em cima da minha, acompanhando o movimento circular na perna dele. A mão dele tava morna. Ele moveu a perna lesionada pra trás de mim, de um jeito... que eu ficasse na borda da cadeira com a perna dela nas minhas costas e de frente pro pau dela
eu não sabia o que fazer enquanto a conferência tocava de fundo, nessa hora ela levanta minha mão e leva até o pau dela e se masturba com a minha mão, apertando minha mão com a dela e mesmo eu balançando a cabeça negando, ela só aumentava o ritmo sem olhar pra mim, minha mão mal segurava o tronco, descendo e subindo dava pra sentir as veias e como a cabeça do pau se cobria e descobria com o prepúcio. Depois de uns minutos descendo e subindo o ritmo, ela afrouxa o aperto, mas como via que eu queria tirar a mão, me segurava de novo. com instruções pra eu masturbar ele sozinho. e depois de umas tentativas eu cedo e começo a masturbar ele enquanto ele apoia a mão direita no meu ombro esquerdo e dá uns massaginhos no ritmo da punheta.
eu pensando que, mesmo nunca tendo tocado no pau de outro cara, isso era muito estranho, doentio e excitante
aí percebo que ele tinha trocado o vídeo, era um cara chupando dois caras quarentões.
não tinham passado nem trinta segundos e ele começou a acariciar meu pescoço e a nuca e começou a levar minha cabeça pro pau, quando me dei conta, eu masturbava ele enquanto tinha o pau a um sopro do rosto, o cheiro era forte, pelo menos desde ontem ele não tinha tomado banho, no mínimo, mas isso não impediu ele.
quando me toquei, tava com a cabeça apoiada na coxa da perna boa dele com a boca quase colada nas bolas, enquanto ele acariciava minha cabeça com a mão esquerda, pega o celular dele e me mostra algo que escreveu
"chupa minhas bolas, com bastante língua"
volta o celular pro lugar e segurava o pau dele, enquanto com a esquerda me dava empurrões e colocava a boca bem na junção do pau com os ovos. sem opção, começo a lamber e ouço um gemido abafado que por algum motivo me excitou e senti meu pau endurecer também. o cheiro e gosto de ovo era forte, mas fui me acostumando enquanto chupava mais e mais.
Eu já de joelhos na frente dele, que se masturbava, esfregava a pica dura no meu rosto inteiro enquanto chupava cada bola dele.
De repente, ele puxa minha cabeça pra trás e com um dedo abre minha boca pra dar passagem pra pica.
Bate uma punheta umas duas vezes e enche minha boca de porra quente pra caralho, que entre ânsia e a tosse que me deu, cuspi tudo e, mesmo tirando a pica da boca por uns segundos, depois de um tempo ele enfiou de novo pra eu continuar chupando.
Fiquei assim uns minutos, até que se ouviu na reunião geral se despedindo e ele dizendo:
Gustavo: – Uff, a melhor massagem da minha vida kkkkkk, com um tom meio excitado e exausto.
Eu, a única coisa que consegui falar enquanto tirava a pica da boca foi:
Eu: – Filho da puta, que cheiro de ovo, quanto tempo sem tomar banho?!?!?
Gustavo: kkkkkkkk, uns dias kkkkkkkk, responde entre risadas safadas e continua, mas era o melhor jeito de você provar a pica de um macho, por isso começou pelas bolas, agora continua chupando e limpa um pouco que você cuspiu toda a porra.
E ele enfiou de novo na minha boca, segurando minha nuca e metendo com a mão direita, e continua comentando:
Gustavo: – Sempre tive essa fantasia... me olha uns segundos e completa, acho que vou te fazer mais complacente, né?
Com metade da pica ainda na boca, que era o que cabia, nego com a cabeça.
Gustavo: – Acho que sim!
Continua...
2 comentários - Home office dividido (relato gay) parte 1