A mãe gostosa do meu amigo

Depois daquela vez, pra ser sincero, eu me sentia meio culpado, e ela também. Aquela semana foi normal, mas a gente se evitava, te juro que nem os olhares a gente trocava! Aí, um dia, nós dois em casa, mandei uma mensagem pra ela:
- Tudo bem? Você nem me olha.
- Oi, desculpa. Tô me sentindo meio culpada, horrível.
- Percebi, eu tô igual. Mas já foi!
- É, já foi. Me desculpa. Vai passar logo.
- Relaxa, entendo, não vou te encher o saco.
- Você é um amor.
- E você tá divina, Normita. Me chama quando se sentir à vontade!

A conversa parou por aí. A Norma mudou um pouco a cara naquele momento, e eu também me senti melhor. Passaram uns dias, mas não enlouqueci. Entendi a situação, até que chegou a mensagem:
- Oi, bombom!
- Oi, como cê tá? Como esperei por essa mensagem.
- Bem, bem, haha cala a boca, sei lá, com o tanto que cê tava ocupado, não acredito. Eu tava com uma mina e ela sabia.
- Apaixonada, hein? Hummm...
- Ciumenta? Não, neném, ela não compete comigo.
- Ah, então me enganei. Fico feliz que cê tá melhor.
- Siiim. O que vou fazer? O amigo do meu filho me dá tesão. Pronto. SEGREDO.
- E cê fica com muito tesão? Sempre safado, adoro. ÓBVIO, NOSSO SEGREDO, quem come calado come duas vezes.
- Duas, três, quatro. Hahaha.
- A gente pode se ver?
- Siiim. Quarta-feira tenho que ir na casa da Sílvia limpar, ela viajou, a gente podia se ver lá.
- Nossa, melhor ainda. Mais sozinhos e mais seguro.
- Sim, tô morrendo de vontade, neném! Te escrevo quarta ao meio-dia.

Chegou quarta-feira e, lá pelas 11 e pouco, pum, mensagem da Normita:
- Já tô aqui, vem quando quiser.
- Vou tomar um banho e vou.
- Deixo aberto.

Coloquei uma cueca box branca de propósito, me vesti e fui. A casa não era longe, uns 10 minutos. Entrei direto, e lá estava a Norma limpando. De leggings e uma regata que deixava ver bastante!
- Oooolá, oooolá.
- Oi, como cê veio rápido.

Ela chegou perto e me deu um beijão na boca. Quando tentou se afastar, segurei ela pela cintura e continuei o beijo. Peguei no corpo dela e falei: "Que beijo gostoso, que vontade você me dá, Normita."
"Que cara lindo você é, quem diria!"
Ficamos umas 4 horas ali, fiz mate pra ela, conversamos, eu sempre me divertia com ela e vice-versa. Num momento falei: "Tá um calorão aqui! Já volto, vou no banheiro."
Tirei a calça e me ajeitei um pouco, tava de meia e a cueca branca ajudava a destacar meu pau. "Agora sim. Tava morrendo de calor."
Enquanto me ajeitava na cueca, sentei num sofá com as pernas abertas de propósito.
"Ah bueeeeeeeno, agora deu calor em mim também! O que você tem aí?"
"Onde?"
Ela se aproximou e pegou no meu pau. "AQUI. Que pau lindo você tem!" E ficava me tocando por cima da cueca, já tava durasso.
"Você gosta?"
"Amo."
Ela subiu em cima de mim e tirou a regata e a camiseta! "TÁ CALOR MESMO."
Eu sorri e beijei ela, Norma me empurrou contra o sofá e começou a me beijar e me tocar pelo corpo todo. Inacreditável como ela tinha ficado, me deu um beijo que me deixou com muito tesão, comeu minha boca. Eu amo isso, sentia a língua dela e aos poucos ela foi descendo até minha virilha.
Ela tirou minha cueca e meu pau saltou pra fora, ela não parava de falar o quanto gostava enquanto me chupava, eu me deixei levar, deixei ela fazer.
"Como eu gosto do seu pau. Que gostoso você é!" E eu via ela chupar tudo. "Você gosta? Gosta do jeito que eu te chupo?" E ela se engasgava.
"Ufffff, filha da puta!" Eu dizia entre gemidos e suspiros.
Norma se levantou, virou de costas e tirou a legging me dando as costas. Uma bunda divina, de mulher madura, um pouco de celulite que sumia quando ela mexia a rabeta. Eu adorava e não aguentei, dei uns tapas enquanto ela me mostrava a bunda, tirou a calcinha e se ajeitou em cima de mim sem virar, entrou na hora, ela tava muito molhada, começou a se mexer devagar, bem devagar. Eu tinha uma vista linda, apertava a bunda dela e acariciava as costas. Ela começou a se mexer mais rápido e já chegava no fundo, ela gemia forte e dava pra ouvir aquele som típico de tapa. Eu tava durasso, ajudava ela a entrar e sair e via como entrava, era foda! Parei ela e coloquei de quatro, ela deu uma risadinha e me olhou com aquele olhar que as mulheres põem quando tão curtindo. Agarrei ela pelo cabelo e bati de novo, e de novo, mais forte! — Ai, me bate de novo. Bati mais forte que antes e a bunda dela começava a ficar vermelha — Cê gosta? E bati de novo. — Siiim, adoro, meu amor. Me ajoelhei e comecei a chupar ela, adoro essa posição pra isso, fiquei um tempão curtindo os sucos dela e tava morrendo de vontade de comer ela. Levantei, agarrei ela pelo cabelo, puxei pra trás e meti, ela soltou um AI e sorriu. Eu ficava louco com a cara de prazer dela. Ela punha a mão na minha cintura pra eu parar, mas no fundo não queria, eu parava um pouco e voltava mais forte. Agarrei os braços dela e juntei nas costas. — Vamos terminar juntos. Eu já não aguentava mais e ela começou a se tocar, eu dei tudo e ela começou a gemer mais forte — VAI, VAI, JÁ VOU GOZAR, QUE GOSTOSA, CONTINUA. — AAAAAH VAI, GOZA! Ela soltou o grito e eu gozei, ela também, óbvio, foi foda. Saí e me joguei no outro sofá, apoiando a cabeça pra trás e de olhos fechados, sentia meu pau pulsar e nisso — Que gostoso como você me come, guy. Abri os olhos e a norma já tava de joelhos, começou de novo mas eu parei e levantei. Que mulher, puta merda, eu pensei que ia demorar pra gozar mas a norma chupava o pau também — Ohhhh que filha da puta que você é, Normita!, como chupa bem o pau. E na hora ela pedia pra eu gozar na boca dela. — Me dá a porra, vai. Goza na minha boca. Eu tava enlouquecido e comecei a bater uma. — Ah, abre a boca. Vou gozar! Ela abriu a boca e eu meti, explodi de novo e a norma nunca saiu. Engoliu tudo e ainda chupava — Que gostoso você é, guy! Ficamos mais um tempão na casa rindo até ir embora, juntos, conversando como se nada tivesse acontecido. Se alguém visse a gente, não estranhava, a gente tinha um bom relacionamento A gente se via de vez em quando, a Norma era um fogo! APAIXONADO

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