Troca de mães e filhos em date duplo e pijama

Troca de mães e filhos num encontro duplo e numa noite de putaria (PARTE 4)


O (s)exorcismoContinuando a história, as crianças se soltaram na hora
Criança P/R pra Mamãe R/P: fazer coisas de adulto, o que quer dizer com isso?
Mamãe R/P pra Criança P/R: não tenho tempo pra te explicar em detalhes o que é, até porque você não ia entender. O que vou dizer é que, dependendo de como você encara, o remédio pode ser pior ou melhor que a doença. Meu método pode parecer amargo ou gostoso, mas é melhor que injeções, e o que te espera se você der de cara com aquela mulher fantasma vai ser muito pior. Isso que falei foi no sentido figurado, mas essa última parte não. Então a escolha é sua: prefere lidar comigo ou com aquela criatura (Hachishaku-sama) que parece não saber falar outra coisa?
Criança P/R pra Mamãe R/P: Prefiro lidar com a senhora.
Mamãe R/P pra Criança P/R: Boa escolha. Antes de começar, tenho que avisar que você pode não concordar com algumas coisas, e não te culpo. Você vai ter que me obedecer em tudo à risca, não vai questionar minhas palavras nem meus métodos, então vai ter que deixar fazer coisas que talvez não te agradem. Se não me obedecer, problema seu. Só te lembro e aconselho: quando estiver prestes a desistir, lembre que a única intenção disso tudo é te proteger. Bom, isso é o que no jargão se chama de limpeza, e deve ser feita em todos os sentidos, começando pela nossa higiene pessoal. Já que estamos aqui no banheiro, entra no chuveiro primeiro.

E as crianças começaram a se lavar. Já tinham se ensaboado e estavam prestes a se enxaguar pela primeira vez quando, ao tirar o sabão do rosto, perceberam que já sabe quem não respeitou a privacidade delas.
Mamãe R/P pra Criança P/R: calma, não vai não, temos que dividir o chuveiro pra ganhar tempo.

Depois de terem tomado banho juntos, e ainda com os roupões de banho vestidos, cada par foi pro quarto de onde vinham aquelas vozes. As crianças relutaram em entrar com medo, mas a mãe do amigo disse que talvez se Estavam metendo a boca no lobo, mas era preciso que eles vissem de perto. Enfim, foram levados e se meteram na cama, compartilharam calor corporal e fizeram algo mais do que dormir juntos, sendo essa a primeira vez que fizeram isso nada mais nada menos com a mãe do melhor amigo e, ao mesmo tempo, a melhor amiga da mãe dele. Obviamente usaram proteção. No dia seguinte, as mulheres foram as primeiras a acordar, com o café da manhã já preparado na bandeja: colocaram uns waffles cortados em formato de coração e uma laranja partida ao meio. Isso sim, agora as mães já estavam vestidas com lingerie estilo empregadinha.

Mãe R/P para Menino P/R: "Bom dia, já acordou, meu belo adormecido? Me permiti preparar e trazer o café na cama pra você. Se quiser conversar, a gente fala daqui a pouco. Tem que comer bem, ainda temos muito o que fazer, caso você esteja de acordo."

No fim do café, tiveram uma conversa supostamente séria. A primeira coisa que admitiram é que não existe fantasma nenhum — aquilo foi só uma ideia delas que, no fim, funcionou. Na verdade, era um dispositivo que reproduzia áudio e som a uma certa distância, tipo uma mini caixinha de som de bolso com ativação sem fio. Mas, se o tal fantasma realmente existisse, ele faria com elas fizessem a mesma coisa que ela fez com ele na noite anterior — e que nem com aquela aberração ela estaria disposta a dividi-lo. No total, só tinha contado duas mentiras: a primeira sobre a falsa presença fantasmagórica, que já tinha confessado; e a segunda sobre o propósito do encontro, principalmente quando antes afirmaram que não gostavam deles. E, numa virada inesperada, elas se jogaram em cima dos meninos e não só roubaram um beijo, mas se entregaram a uma chupada de língua. E ainda esfregaram os peitos na cara deles — que eram maiores que a cabeça com a qual se roçaram, e até um pouco maiores que os da própria mulher.

Os meninos, ao serem Beijados de surpresa e ainda atordoados, exclamam:
Menino P/R para Mama R/P: — Senhora! Por que a senhora fez isso?
Mama R/P para Menino P/R: (respondendo de forma direta, seca e cortante) — Porque você me atrai.

E elas voltam a beijá-los, só que agora, além de abraçá-los, seguram pela nuca, e o som dos estalos fica mais evidente, junto com as lambidas e a saliva escorrendo. Provaram o gosto dos lábios deles até ficarem satisfeitas e os deixaram recuperar o fôlego.

Mama R/P para Menino P/R: — Talvez por enquanto você não saiba beijar, mas tenho que admitir que isso não tira o fato de seus lábios terem um gosto muito bom. Fico me perguntando se a sua piroca tem o mesmo gosto. Olha, que ideia boa: por que não descubro isso agora que posso?

Ela afasta o lençol ou cobertor que o cobria e, sem muito esforço, puxa para baixo a calça do pijama e a cueca dele. Ao deixar tudo à mostra, primeiro faz uma careta indicando que vai saborear. O que ela prova primeiro são os ovo, e depois, com a outra parte, faz o mesmo que fez antes, tanto com a banana quanto com o dedo do meio. E se esses três fossem ordenados do menor para o maior, o órgão genital dele ficaria bem no meio. Por fim, finalizaram com uma siririca russa e os deixaram descansar um pouco. Quando o descanso terminou, as mulheres, com um tom de voz mais quente, disseram:

Mama R/P para Menino P/R: — Bom, já que você se estabilizou, deixa eu te dizer que ainda não terminamos, tem mais. Aliás, toma essa pílula/comprimido. Você vai precisar de uma dose extra de energia para aguentar mais. Ontem tentei fazer no natural, mas você só colocou e dormiu, e sem perceber, não aguentou nem o começo. Mas não te culpo, não esperava muito de alguém que nasceu há poucos dias. Mas francamente, você quase não fez nada por mim.

E os garotos só consumiram o que elas deram, pensando que era um doce, mas sentiram uma fisgada na virilha, reclamaram e quase se contorceram. Mamãe (aparentemente preocupada) R/P para Menino P/R: não sei o que tá rolando com você, mas preciso chamar um médico, por favor, aguenta firme.

Uns 5 minutos depois, as duas coroas voltaram, dessa vez com um jaleco de médico e instrumentos, que eram de brinquedo, exceto por um termômetro. E quando viram o que encontraram pela frente, a reação delas foi de um susto genuíno, igualzinho ao que tiveram os que seriam seus “pacientes” quando as viram com o uniforme escolar. Esse espanto não foi fingido, mas o monólogo seguinte sim; aliás, o motivo da catarse das mulheres foi que, retomando um comentário anterior, foi mencionado que, ordenando do menor para o maior, as três coisas que colocaram na boca seriam:

1.      O dedo 2.      O pau
3.      A banana
E se a ordem fosse invertida, ou seja, do maior para o menor, agora ficaria assim:
1.      O pau      A banana
3.      O dedo
Esclarecendo que a peça de banana com a qual está fazendo a comparação é especificamente do tipo tabasco, e dito num duplo sentido, ao tomar aquela pílula os meninos passaram de ter uma banana-da-terra para um cacete.

Menino P/R para Mãe R/P: oi, cheguei, mas santo deus, isso é algo novo pra mim. Eu sou pediatra e a empregada que se parece comigo me disse que algo estranho acontecia com um infante, mas não esperava algo assim. É a primeira vez que vejo um caso desse e francamente não sei o que está rolando. O que posso fazer é pegar alguns parâmetros do seu estado atual. Assim que obtê-los, vou ligar pra um conhecido meu que é sexólogo e também urologista, e vou passar o relatório pra ele, que com o conhecimento dele nessas áreas pode me dar um diagnóstico mais certeiro.

Primeiro, ele colocou um par de luvas e entre as coisas que fez foi medir o pulso, a temperatura corporal e no pau dele colocou uma camisinha tamanho XXL, e supostamente liga pelo celular pro(a) outro(a) suposto(a) doutor(a).

Mãe R/P ao telefone: oi, doutor(a), sou a pediatra loira/ruiva, tô atendendo um paciente que apresentou anomalias, não sei o que ele tem. Já fiz uma consulta médica: a única coisa que saiu normal foi o pulso, mas ele apresenta um sintoma estranho. A temperatura corporal dele tá alta, mas não tem febre. Mas o mais incomum é o tamanho do pênis dele. Cobri com um preservativo tamanho extra grande e pelo menos não estourou ou rompeu. Se quiser uma descrição mais detalhada, digamos que se o menino de quem tô falando, se eu tirasse uma foto de corpo inteiro e comparasse ajustando a imagem dele com a do negão do WhatsApp na mesma altura, esse moleque não ficaria devendo nada.

E supostamente o doutor pediu pra ela ligar de novo em 5 ou 10 minutos enquanto ele determinava o diagnóstico. Na real, ele nunca falou com nenhum doutor ou especialista, isso obviamente não passava de conversa fiada. No entanto, o menino não tava nos seus cinco sentidos. Que, de repente, se engole a história. Quando peguei o telefone, o que ela fez foi fingir a voz, distorcendo um pouco a dela, pra fazer ele acreditar que quem tava falando era o doutor, e não ela.
Mãe R/P ao telefone (distorcendo a própria voz): Bom, já tenho seu diagnóstico. De acordo com as informações que você me deu, determinei o seguinte: o que seu paciente tem é uma ereção de crescimento e duração irregular. A causa foi que, muito provavelmente, sem querer, ele tomou Viagra, e esse já não tava mais tão fresco ou era muito genérico, e como ele é praticamente um pré-adolescente, o organismo dele ainda não tá preparado pra absorver esses efeitos, resultando num pseudo-micropênis. E isso, mais do que parecer ruim pra um menino, é nocivo. Se isso se prolongar, pode levar a uma infecção forte e irremediável, ou até câncer, e pra isso não teria outra opção senão a amputação fálica. Não dá pra estimar um prazo específico, pode acontecer cedo ou tarde.
Mãe R/P ao telefone (com a voz normal): E isso dá pra evitar de algum jeito?
Mãe R/P ao telefone (distorcendo a própria voz): Sim, tem um método que talvez funcione, mas não é qualquer coisa.
Mãe R/P ao telefone (com a voz normal): E você pode me contar?
Mãe R/P ao telefone (distorcendo a própria voz): Sim, mas com uma condição, na verdade duas.
Mãe R/P ao telefone (com a voz normal): Então vamos ver quais são.
Mãe R/P ao telefone (distorcendo a própria voz): A primeira é que só vou dizer uma vez. Tenho muita vergonha de mencionar e descrever, mas se não fizer, estaria cometendo quase uma negligência. E é por isso que não pretendo repetir. A segunda é que, assim que você souber, peço que nunca mais toque no assunto.
Mãe R/P ao telefone (com a voz normal): Tá bom, aceito as duas condições. Agora me diz o que tem que fazer.
Mãe R/P ao telefone (distorcendo a própria voz): Antes, te explico que isso não é coisa minha, e também não te garanto a eficácia, porque não funciona pra todo mundo. mesmo remédio, igualzinho. Agora presta atenção, vou falar na lata: o tratamento pra esse estiramento é que quem sofre com isso tem que levar uma surra de sentada de uma mulher, de preferência uma milf gostosa que não tenha medo de pau grande e que, ironicamente, não trema na mão com um pintinho.

E as mulheres desligam o telefone e se aproximam mais da cama.

Mamãe R/P pro Menino P/R: bom, então você já ouviu a ordem do doutor, mas esse trabalho não é pra mim, não. É pra enfermeira do amor.

Depois, ela começa a desabotoar e tirar o jaleco, também coloca uma tiara de enfermeira. Além disso, a única coisa que ficou foi com as sapatilhas, uma tanga com meia-calça fio dental e cada um dos mamilos cobertos com adesivos em forma de coração com uma cruz de outra cor no meio.

Mamãe R/P pro Menino P/R: e pelo visto, eu não pareço, eu sou (sacode os peitos fazendo os adesivos caírem com o movimento) a mamacita (vira de costas e dá uma reboladinha) que o doutor receitou.

Por fim, dá um pequeno salto de tigre, se joga e cai em cima do colchão da cama.

Continua...

1 comentários - Troca de mães e filhos em date duplo e pijama

Por si algún interesado quiere quemar alguien de Tabasco creé un grupo abajo dejaré el link
https://signal.group/#CjQKIBgQ0tHpLIr7tYsDUQy6h_vNxfWaaMT-2A96D3DP8TaqEhDpX6kpIz-uFQbuuyw1-uLh