Minha irmã se deixa foder

Fala, galera! Vim contar esse relato gostoso pra vocês. Eu tenho 26 e minha irmã Ximena, de 19, vou apresentar ela pra vocês.Minha irmã se deixa foder
vadiaSempre fomos muito próximos, eu e ela, demais. Fazíamos tudo juntos, contávamos tudo um pro outro, tínhamos muita, muita confiança. Tanto que ela andava na minha frente só de sutiã ou sentava no meu colo. Também dormíamos juntos no mesmo quarto, mas em camas separadas, mas às vezes ela vinha dormir na minha cama. Era algo normal pra gente. Mas com o tempo, conheci o incesto e algo surgiu. Comecei a ter tesão nisso, ela começou a me atrair. Ela sempre anda de manhã com uma blusa que deixa os bicos aparecendo, e isso era normal pra mim, mas um dia me excitou. Deixou minha pica dura, não consegui evitar ir ao banheiro me masturbar. E encontrei uma calcinha linda dela, que me excitou ainda mais. Cheirava delicioso, o cheiro dela. Passei na minha pica e me masturbei. Depois disso, me senti meio culpado, mas foi tão gostoso. Saí do banheiro e fui pra sala onde ela estava. Fiquei olhando pra ela por uns segundos e senti aquela tensão.

Ximena: "Por que você tá me olhando assim? Tá muito quieto agora."
Eu: "Não, não é nada. Só tô percebendo como você cresceu."
A gente só riu e continuou conversando normal. No mesmo dia, de tarde, enquanto estávamos na cozinha e eu conversava com a mãe, ela passou na minha frente com uma legging de academia que marcava a bunda dela. Uffa.gostosaAo passar na minha frente, ela se afastou um pouco pra trás, esfregando a bunda e roçando em mim, mas eu não sabia se tinha feito aquilo de propósito ou não. Mas, Deus, os pensamentos invadiram minha mente naquela noite. Quando fomos dormir, ela tava de roupão, óbvio que eu pensei que era de short. Bom, a gente dormiu, e de noite, quando levantei pra ir ao banheiro, ela tava dormindo de bruços com o roupão levantado, mostrando uma bunda linda de calcinha. Fiquei tão excitado que não consegui evitar: devagar, coloquei minha mão na bunda dela e senti. Senti o cheiro da buceta dela me arrepiar. Não aguentei e me masturbei olhando pra bunda dela. Depois disso, nem fui no banheiro e dormi. Agora vou contar como foi um dia, uma noite pra ser mais exato. Ela saiu pra festa e eu fiquei em casa, porque trabalho e quase não saio. Umas três da manhã ela me ligou pra eu abrir a porta, porque minha mãe ia brigar com ela. Fui abrir e ela tava com umas amigas quase carregando ela de tão bêbada. Peguei ela e coloquei pra dentro, segurando pra não cair. Levei ela pro quarto e ela disse que queria trocar de roupa, porque tinha acabado de chegar da festa. Normalmente ela troca no banheiro, mas ela cagou pra isso. Só vi o vestido cair, mostrando o corpo dela numa calcinha tão gostosa e um sutiã. Ela deitou assim e falou: "Ximena: irmão, dorme comigo hoje, não quero dormir sozinha." Sem dizer nada, eu suspirei e, com o coração batendo a mil, aceitei. Deitei do lado dela com uma rigidez que doía. O colchão afundou com meu peso e eu senti o calor do corpo dela, um calor misturado com o cheiro de álcool e aquele perfume doce que ela sempre usava pra sair. Ela se mexeu um pouco, tentando se acomodar, e soltou um suspiro pesado, daqueles que só vêm quando o corpo finalmente se entrega ao cansaço. Meus olhos não conseguiam parar de percorrer a figura dela. Ali estava ela, a pessoa com quem eu tinha crescido, mas que agora parecia um território novo e proibido. Minhas mãos suavam, eu lembrava. a maciez das nádegas dela por baixo da calcinha de umas noites atrás e o pulso acelerava tanto que eu temia que ela pudesse ouvir através dos lençóis. Ximena: "Tá acordado?" —murmurou ela com a voz num sussurro, eu só falei que sim. Ela esticou um braço e deixou descansar no meu peito. Foi um gesto simples, algo que a gente devia ter feito centenas de vezes quando era criança, mas agora o contato da pele dela contra minha camiseta me queimava. Fiquei imóvel, prendendo a respiração, esperando pra ver se era um movimento inconsciente de sono ou algo mais. Aí, ela colou o corpo no meu, e senti a maciez das pernas dela roçando nas minhas. Naquele momento, a dúvida da cozinha voltou com tudo na minha cabeça. Será que era por causa da bebedeira ou porque, igual a mim, ela sentia essa tensão que vinha nos perseguindo? Minha mão, quase por instinto, começou a se mexer. Desci devagar até encontrar a cintura dela, sentindo a curva do quadril. Ela não se afastou. Pelo contrário, soltou um gemidinho que não parecia de sono, mas sim um convite que nunca tinha me feito antes. O coração deu um pulo; sabia que se não parasse naquele segundo, nossa vida nunca mais seria a mesma, mas o tesão e a vontade que eu tinha acumulado vendo os biquinhos do peito dela por baixo da blusa e cheirando a calcinha dela eram mais fortes que qualquer resquício de juízo que ainda tivesse. Cheguei perto do ouvido dela, sentindo a respiração ofegante no mesmo ritmo que a minha, e soube que naquela noite o "juntos" que sempre fomos estava prestes a se transformar em algo muito mais obscuro e excitante. Depois de colocar minha mão na cintura dela, desci devagar com meu coração batendo cada vez mais forte até que minha mão chegou na cintura dela, sentindo a costura da calcinha. Meus dedos pararam um segundo ali, bem na beirada do tecido, sentindo o relevo da costura contra as pontas dos dedos. Era o limite final. Dava pra sentir o calor que emanava da pele dela debaixo da minha mão, e o pulso vibrava nos meus ouvidos. Ouvidos como um tambor. Ela soltou um suspiro longo e lento, e por um momento pensei que fosse acordar e me afastar, mas, em vez disso, arqueou-se sutilmente para trás, pressionando o corpo contra o meu. Aquele pequeno movimento foi como um choque elétrico. Não havia mais dúvida. Minha mão ganhou vida própria e começou a deslizar por baixo do tecido, percorrendo a curva da bunda dela com uma lentidão torturante. A maciez era irreal, muito mais do que eu imaginava naquelas noites em que só podia admirá-la de longe. Minha respiração ficou pesada, se misturando com a dela na escuridão do quarto. Minha mão, já dentro da calcinha dela, não conseguiu evitar ir mais fundo, abrindo caminho até chegar naquele lugar quente. Senti como a buceta dela estava tão molhada, o corpo dela só soltava leves gemidos enquanto eu a masturbava devagar. Ela virou a cabeça e me olhou, aquela tensão no rosto dela... Eu só me joguei nela, beijando-a com uma paixão tão grande. Nossos corpos se juntaram, deixando claras as intenções. Entre os beijos, ela desceu a mão e enfiou por baixo do meu short, pegando meu pau e puxando para fora. Tirei a camisa, e ela começou a descer pelo meu peito, dando beijos suaves até chegar no meu pau, que já estava duro. Ela deu um beijo na ponta e meteu na boca. Senti aquele calor da saliva dela enchendo meu pau, aquela carinha tão doce fazendo aquilo.rabao
vadiaEla se levantou e tirou tudo que ainda tinha de roupa. O sutiã dela se soltou, deixando ver aqueles peitos que sempre quis ver, e aquela buceta finalmente eu vi. Fiquei de pé junto com ela e a beijei enquanto minhas mãos apertavam as nádegas dela. Minha rola dura roçava na buceta dela, e ela gemia.
Eu: — Tem certeza disso? — falei com a respiração ofegante.
Ela não disse nada, só riu e se colocou na beira da cama, levantando as nádegas, deixando ver a buceta e o cu tão gostoso que ela tem. Exalava um aroma delicioso. O corpo dela... Me aproximei devagar e encostei minha rola na buceta dela. Ela mesma abriu as nádegas, já pronta. Esfreguei minha rola no cu dela e meti devagar, devagar, fazendo ela arquear as costas e soltar um gemido tão gostoso.

O som do gemido dela encheu o quarto, um eco que confirmava que o ponto sem volta já tinha ficado pra trás. Ao sentir como minha rola deslizava na buceta dela, tão molhada, finalmente dentro dela, o calor me envolveu por completo; era uma sensação de plenitude que superava qualquer fantasia que eu tivesse tido no banheiro dias atrás. Ela se agarrava nos lençóis com força, enterrando os dedos no tecido enquanto eu mantinha aquele ritmo lento, aproveitando como os músculos dela se contraíam ao meu redor.
— Deus... — sussurrou ela entre os dentes, com a voz trêmula—. Não sabia que ia ser assim...

Minhas mãos não conseguiam ficar paradas. Enquanto eu continuava metendo num ritmo que começava a acelerar, desci uma das mãos até o peito dela, apertando um dos mamilos, enquanto com a outra segurava firme a cintura dela pra não deixar escapar. O aroma do corpo dela, aquele cheiro "delicioso" que tinha me obcecado, agora era uma mistura do perfume, do suor e do desejo puro que tomava o ar. Cada vez que eu me enterrava nela, o prazer me cegava. Vi ela arquear mais, buscando mais profundidade, e soube que ela estava tão perdida nisso quanto eu. O movimento do meu quadril contra as nádegas dela criava um som ritmado que marcava o pulso da noite. Noite. Me inclinei sobre as costas dela, beijando seu pescoço e ombros, sentindo sua pele ardente sob meus lábios. A tensão nas pernas dela me mostrou que ela estava perto. Seus gemidos subiram de tom, ficando mais curtos e urgentes. Senti como a buceta dela apertava meu pau, apertei as nádegas dela, tão gostosa, senti meu pau entrar até o fundo, soltando todo meu sêmen dentro dela, jato após jato na sua vagina. Deixei dentro um pouco e tirei devagar, deixando escorrer o sêmen. A buceta dela desabou no colchão, caindo rendida. O cheiro no quarto agora era inconfundível: uma mistura densa de sexo e daquela essência dela que me enlouquecia. Ximena se virou com peso, os olhos ainda nublados e brilhantes, e me olhou com uma expressão que não soube decifrar: não havia arrependimento, mas uma consciência absoluta de que tínhamos quebrado algo que não podia ser consertado. — Não tem mais volta, né? — sussurrou, enquanto se cobria meio com o lençol, embora não restasse mais nenhum vestígio de pudor entre nós. Eu disse que não tinha mais volta, e só respiramos, trocamos uns beijos com carinho. Ela foi ao banheiro se limpar, eu fiquei na cama pensando. Ela voltou com aquela mina que um dia só me deu tesão. Eu também me troquei e dormimos juntos. No dia seguinte, conversamos eu e ela sobre o que tinha acontecido. Não estávamos arrependidos, mas era estranho. Levei ela pra tomar uma pílula do dia seguinte e seguimos com nossas vidas, mas não do mesmo jeito. Toda noite era uma paixão tão grande, sexo, amor, carícias, até que eu me mudei de casa e tudo mudou. Minha irmã tinha virado meu depósito de sêmen. Agora, toda vez que pode, vem dormir na minha casa, e vocês já imaginam. Já fizemos de tudo. Deixo umas imagens pra vocês curtirem. Não esqueçam de dar +10 e deixar seus comentários.fotos caseiras
incesto
Irma

meiairma
Deposito de porra
Minha irmã se deixa foderEspero que tenham curtido tanto quanto eu curti fazendo isso.

6 comentários - Minha irmã se deixa foder

Uff buen relato yo nunca tube esos pensamientos con mi hermana pero si puede cogerme a mi sobrina