A mãe do meu amigo 2

- NÃO VEM COM OUSADIA, HEIN. - DESCULPA, DESCULPA, FALEI. Fiquei nervoso e chega outra mensagem dizendo: - olha que eu não tenho 17 anos, pequenininho, você tem muito que aprender. Kkk me faz rir, filho. Quando li "filho", me encolhi porque senti que ela tava me botando no lugar. - Às vezes esqueço que sou seu filho, puta merda kkk - mas não sou sua mãe de verdade. - cachorro, você é algo assim e ainda é a mãe do Maxi. Se ele descobre, me mata e você também. - kkk eu me divirto com você, me faz rir. - ah, tá rindo de mim? Tudo porque sou um neném pra você, amanhã te pego. - vem às 15, que não tem ninguém kkkkk - me espera no quarto igual ontem. - kkk tá bom, sim sim, vou dormir já, um beijo, se cuida! Um beijo, mãe, falei e terminei a conversa. No dia seguinte, como ela disse, fui às 15. Entrei, cumprimentei e não tinha ninguém, como esperava. NORMA? GRITEI. - ENTRA, NÃO TEM NINGUÉM. Tava muito nervoso pelo que tinha dito à noite no Facebook, mas entrei e cumprimentei no ar. - Vem cá, me dá um beijo. Eu não sabia o que fazer e dei um beijo sem jeito entre a bochecha e a boca, pedi desculpas na hora e ela riu. - Tá nervoso? Vem deitar comigo, se cobre. Não falei nada e deitei de barriga pra cima e me cobri, só tirei o tênis e não conseguia olhar pra ela. - Tá bem? Aconteceu algo? - Não, não, é que não sei. Pensei que... E antes de terminar de falar, ela pegou na minha rola com suavidade! Eu tive um reflexo, mas mal me mexi e soltei um suspiro. - Já vi com o que as meninas se entretêm. E ela movia a mão pra cima e pra baixo, me dizia pra me acalmar e dava beijinhos no meu pescoço... Eu sentia como ela respirava e como ficava mais excitada a cada segundo. Fui relaxando e fechei os olhos. Sentia a rola pulsando e a pressão da mão dela, quase não teve conversa. Ela se enfiou debaixo do lençol e começou a chupar devagar, passava a língua pelas minhas bolas e chegava até a cabeça, fazia devagar e suave, às vezes enfiava na boca sem pressa nem esforço, sentia... Seus gemidos suaves e eu aproveitando. Ela se virou de lado, de quatro, e tirou o lençol. Comecei a tocar ela e ela estava encharcada. Em minutos, senti ela apertar e, sem chupar, com o rosto dela ao lado do meu pau, ela gozou só de eu tocar ela. Foi incrível. Ela se deitou do meu lado, meio tímida, e eu subi por cima dela. Beijei a boca dela, o pescoço, os peitos dela eram divinos, chupei um pouco e desci. Ela me puxava pelo cabelo e não me deixava sair. Ela já gritava sem vergonha e gozou de novo. Sem hesitar, saí e comecei a meter forte, mas com suavidade ao mesmo tempo, entrava e saía com vontade. Ver ela gozar me enlouquecia. Não demorei muito pra gozar por causa do tesão, e os gritos dela me obrigaram. Gozei dentro dela e fiquei lá uns minutos. Nos abraçamos e nos beijamos um tempo até ela falar: "Melhor você ir, só por precaução." Ela tinha razão. Me vesti e fui embora. Não podia acreditar, mas tinha acontecido! CONTINUA

3 comentários - A mãe do meu amigo 2