19:50 vou buscar a dai no trabalho, estamos a 5 min de carro, ela sai às 20h. Cheguei no local e a persiana já tava baixada, geralmente espero ali mesmo em fila dupla, mas dessa vez tinha vaga pra estacionar a uns metros. Parei e fiquei mexendo no instagram. Pelo espelho lateral do carro dava pra ver a porta lateral do negócio. Eles baixam a persiana, terminam de atender se tiver algum cliente, fecham o caixa e vão embora. Não sei com quem ela tava, se com a colega, a chefa ou o chefe. Ouço a porta lateral, que precisa de uns litros de wd40, faz um rangido que dá pra ouvir até com os vidros fechados. Sai uma gostosa com umas sacolas, 19:58. 20:03 apagam as luzes, fica tudo escuro, eu ligo o carro. Passaram 3 min e não saíam, eu tava com o olho grudado no espelhinho, nenhum movimento. Me perdi uns minutos de olho naquela porta, nadaaa, olho pro painel do carro, 20:08, fiz uma conta meio confusa na cabeça, que passava de qualquer tempo razoável pra sair, o coração começou a pulsar na garganta, não batia rápido, batia forte, ou melhor, parecia assim porque meus sentidos tavam no talo. Voltei pro espelho, ainda sem movimento, 20:10, o som do motor misturado com meu coração e o trânsito da rua ficou insuportável, desliguei o motor sem tirar o olho do espelho. Já tava 7 min lá dentro com as luzes apagadas! Isso tudo me pegou de surpresa, tava bem confuso, por um lado fiquei preocupado se tinha acontecido algo, mas descartei na hora, sozinha ela nunca fica e duas pessoas não se acidentam ao mesmo tempo. Só restava que ela tava ali porque queria. 20:13, já dava pra ver pra onde a coisa tava indo, me deu um calor, tesão puro, precisava ver com quem ela saía, depois dava tempo de pensar no que rolou. 20:15, não aguentei mais, mandei zap, "tô indo", como se tivesse saindo de casa naquele momento. 20:17, "já vou", ela responde. A porta range, meus olhos devoravam o espelhinho, ela sai, atrás filho mais novo da chefe, tem uns 19/20 anos, aquele nerd chato, foi de férias pra Inglaterra fazer um estágio!. Se cumprimentam normal. E ela vem. Eu tava nervoso, tenso. Se não fizesse nada, ela ia perceber que eu fiquei lá o tempo todo. E já aprendi com os anos que essas coisas se analisam a frio, ainda mais quando você é tarado que nem eu. Talvez um cara ciumento vai lá, chuta a porta e faz um escândalo. Eu queria aproveitar isso ao máximo. Assim que ela sobe, eu falo "o carro tá falhando, quase apagou, vou dar uma olhada". Abro o capô, vou pro motor e finjo que tô revisando, fico uns minutos pra dar uma acalmada. Voltei, e aí a tensão já era por causa do carro. Nas primeiras quadras fiquei calado, verdade que me surpreendeu ser o moleque, ela me perguntou o que eu tinha, fiquei de mau humor por causa do carro, chegamos e ela me acalma, eu falei... Assim? E ela coloca a mão na minha piroca. Me dá uma boa chupada que eu me acalmo. Chegamos em casa, enquanto ela fumava um cigarro, eu mandei uma lata de cerveja, precisava relaxar, não queria me precipitar, queria poder descobrir o que tava rolando, verdade que me surpreendi com a situação, sempre que fizemos algo foi tudo combinado antes, e chifre?, achava que não, mas isso foi!. O que me intrigava demais era por que ele!. Era uma situação estranha que devia ter algo muito safado por trás. Vamos?, fala ela. Fomos pro quarto, me deitei na cama, ela se ajoelhou do meu lado, puxou a piroca da cueca e começou a chupar, eu conheço ela há 15 anos, ela chupava diferente. Eu só pensava em tocar na buceta dela, queria ver como tava, mas ela tava com um jeans apertado pra caralho. E o boquete dela tava muito intenso, eu mal conseguia coordenar, numa hora consegui soltar o botão e meti a mão... puta que pariu como tava!!. Tava ensopada, mas era um fluxo grosso, não era gozo, era fluxo de ter gozado. Enfiei dois dedos que deslizaram sem resistência.. sentir a buceta dela assim toda aberta fez eu gozar, a porra jorrou com força, ela engoliu até a última gota. Tá mais calminha? Ela me falou, enquanto pegava roupa pra tomar banho. Sim!, respondi. Vou começar a preparar a comida. Beleza, galera, tô ouvindo vocês. O que cês acham que aconteceu?
5 comentários - Até a última gota