Já no ateliê, aspirando e fumando, Celes seguia as ordens do seu mentor. Nua, toda encantada com tanta admiração quase beirando a paixão cega, orgulhosa pelo lugar que César estava lhe dando (sua musa inspiradora pra criar uma escultura onde ela mesma seria a protagonista), ela o ouvia com adoração, precisando saciar sua extrema hipersexualidade. Sim: igual na sexta na casa da Vale, só que naquela noite ela conseguiu se segurar. Dessa vez não queria, não podia, o desejo gritava "JÁ".
Se não fosse que a vontade doida de te comer tá me deixando louco, assim, sentada, você me inspira a pegar uns pincéis, aquarelas e botar num quadro toda sua beleza de puta, suja e desesperada" — ela ouviu enquanto ele começava a gozar nela... devagar e na medida.
Cel sentiu a gozada dentro da buceta dela. César gozou dentro dela, sem avisar. Foi avassalador. Ele tinha usado ela e, longe de se irritar, ela se apegou ainda mais a esses sentimentos que já fazia tempo a dominavam. Pela quantidade de porra, ela percebeu que ele também controlava quanto devia usar de cada vez. Ele saiu do corpo dela e disse: "Levanta e me segue. Isso foi só um gostinho." A musa dele pediu: "Quero limpar sua pica com minha língua, preciso do seu gosto, César. Tô me..." e não teve coragem de continuar.
Com a bela e gostosa pica do cara que ela admirava pra caralho, ela não terminou sua confissão "... apaixonando, mal, por você.". Chupou, passou a mão nas bolas, apalpou até bater uma punheta entre boca e mão, cutucou as dobras do prepúcio, saboreando novos gostos... e sentiu que César ia dar o próximo gozo. "Deita no tapete, no chão", ouviu Celeste, num estado de leveza — segundo a definição de Milan Kundera: nada pesava, atormentava ou culpava ela... se sentia flutuando. Deitada onde ele pediu, o pescoço, os peitos, a barriga e parte da virilha estavam banhados em porra. Essa gozada tinha mais quantidade que a primeira. E dava pra notar. Ela passou os dedos pelo corpo, chupando a porra. "César. O gosto do seu esperma... é inédito. Não sou mestre em degustar líquido masculino... diria que conheço uns 6 ou 7 (se a gente for pelo que ela mesma nos contou, na verdade seriam 5), mas não tem outro igual a esse.
O corpo dela pedia mais. Não só mais sexo do seu artista admirado, porque "Ele já me fez de puta dele, eu sei" pensou. Não só mais prazer, aquele que ele quisesse dar. Sem se conter, perguntou a César: "Tô precisando de heroína... cê tem?". Ele negou, mas foi até a sala de jantar. Lá estava a maleta do Esteban. "Com certeza ainda deve ter alguma dose guardada" iludiu ela. Celes abriu e viu 3 seringas cheias. Suspirou aliviada. "Então, me dá?". César fechou os olhos enquanto o rosto mostrava impossibilidade, balançando a cabeça. "Celes, nunca usei uma seringa e não vou experimentar com você". Ela, com mais desespero e impaciência, não teve vergonha. "Sempre tem uma primeira vez, meu lindo bandido. Além disso" adiantou "não quero depender do Esteban a vida toda". O artista, preocupado, pergunta "Tem certeza? É perigoso você se iniciar sozinha sem alguém experiente por perto". Celes - já dissemos - sempre foi destemida e decidia por si mesma. Usou a corda que rodeava sua buceta como creme, passando na veia, uma e outra vez até o vaso inchar e sobressair o suficiente. Pegou a garrafa de uísque e derramou, usando como álcool, tocou aquela parte do corpo com a ponta da agulha e levemente a inseriu, calculando o comprimento com o diâmetro da veia. Não doeu. Apertou o êmbolo e, conforme ele descia fazendo o líquido sair da seringa, a heroína já viajava por toda a corrente sanguínea dela. Em 3 segundos, o cérebro dela tava recebendo o impacto e os sabores imediatos daquele alucinógeno tão gostoso. "Ahh... ahh..." gemia Celeste, sem pudor por aquele estado de inconsciência. "Ahhh... sim... sim..." repetiu, se arqueou, enquanto César via outro squirt enorme. "Ahh.. é isso que eu quero... assim... assim... ahhh..." enquanto se sentava e deixava a cabeça cair pra frente. "É agora" pensou o anfitrião. Pegou uma vasilha com água e misturou com vários saquinhos de argila em pó....
César, com a velocidade de um expert, espalhou com as duas mãos cada milímetro do corpo daquela gostosa que, por obra do acaso graças ao amigo Esteban, agora tinha o tremendo prazer de dominar a ponto de realizar seu sonho, "o de todo artista", como um professor octogenário de artes plásticas lhe confessou na adolescência. "Qual criador não fantasia em transar com uma de suas obras?". Foi assim que ele disse a Celes: unir artista e sua obra, concretizando o milagre de sua criação ganhar vida e possuí-la, sentindo-a gozar, gemer, pelo fato mágico de que já não era mais um objeto inanimado, como um quadro, uma escultura.
Celeste, minha criação", tremia César, emocionado. Ela, com a argila endurecida, não conseguia se mexer. Ele soltou um pouco o pescoço dela, então Celes aproximava alguns centímetros o nariz e aspirava... e sentia como, por dentro daquela carcaça, corriam os fluidos que sua buceta fervendo, produto direto da cocaína na cabeça dele multiplicado pelo que já reconhecia sentir pelo artista plástico. "Não era só admiração. Queria ser toda dele, queria gritar que o amava, que iria pra onde ele quisesse, que deixaria ele me usar como uma obra de arte, um pedaço de carne pra ser garchada, prisioneira da argila dele. Uma escultura cheia do gozo dele. E eu dava mais uma tragada."
César, sem dúvida, tinha cruzado a barreira da loucura que muitos artistas evitam. Tinha criado a figura dele pra expor onde quisesse e garchá-la como sempre sonhou. "Finalmente vou me unir sexualmente ao meu trabalho artístico mais importante. Tem um buraco na bunda dela", disse em voz alta, enquanto a criação dele continuava aspirando e precisava do pau dele dentro... "espero que a argila esteja mais seca e... enfio meu pau.Me respondam: A Celeste é tão puta assim?--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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Com a bela e gostosa pica do cara que ela admirava pra caralho, ela não terminou sua confissão "... apaixonando, mal, por você.". Chupou, passou a mão nas bolas, apalpou até bater uma punheta entre boca e mão, cutucou as dobras do prepúcio, saboreando novos gostos... e sentiu que César ia dar o próximo gozo. "Deita no tapete, no chão", ouviu Celeste, num estado de leveza — segundo a definição de Milan Kundera: nada pesava, atormentava ou culpava ela... se sentia flutuando. Deitada onde ele pediu, o pescoço, os peitos, a barriga e parte da virilha estavam banhados em porra. Essa gozada tinha mais quantidade que a primeira. E dava pra notar. Ela passou os dedos pelo corpo, chupando a porra. "César. O gosto do seu esperma... é inédito. Não sou mestre em degustar líquido masculino... diria que conheço uns 6 ou 7 (se a gente for pelo que ela mesma nos contou, na verdade seriam 5), mas não tem outro igual a esse.
O corpo dela pedia mais. Não só mais sexo do seu artista admirado, porque "Ele já me fez de puta dele, eu sei" pensou. Não só mais prazer, aquele que ele quisesse dar. Sem se conter, perguntou a César: "Tô precisando de heroína... cê tem?". Ele negou, mas foi até a sala de jantar. Lá estava a maleta do Esteban. "Com certeza ainda deve ter alguma dose guardada" iludiu ela. Celes abriu e viu 3 seringas cheias. Suspirou aliviada. "Então, me dá?". César fechou os olhos enquanto o rosto mostrava impossibilidade, balançando a cabeça. "Celes, nunca usei uma seringa e não vou experimentar com você". Ela, com mais desespero e impaciência, não teve vergonha. "Sempre tem uma primeira vez, meu lindo bandido. Além disso" adiantou "não quero depender do Esteban a vida toda". O artista, preocupado, pergunta "Tem certeza? É perigoso você se iniciar sozinha sem alguém experiente por perto". Celes - já dissemos - sempre foi destemida e decidia por si mesma. Usou a corda que rodeava sua buceta como creme, passando na veia, uma e outra vez até o vaso inchar e sobressair o suficiente. Pegou a garrafa de uísque e derramou, usando como álcool, tocou aquela parte do corpo com a ponta da agulha e levemente a inseriu, calculando o comprimento com o diâmetro da veia. Não doeu. Apertou o êmbolo e, conforme ele descia fazendo o líquido sair da seringa, a heroína já viajava por toda a corrente sanguínea dela. Em 3 segundos, o cérebro dela tava recebendo o impacto e os sabores imediatos daquele alucinógeno tão gostoso. "Ahh... ahh..." gemia Celeste, sem pudor por aquele estado de inconsciência. "Ahhh... sim... sim..." repetiu, se arqueou, enquanto César via outro squirt enorme. "Ahh.. é isso que eu quero... assim... assim... ahhh..." enquanto se sentava e deixava a cabeça cair pra frente. "É agora" pensou o anfitrião. Pegou uma vasilha com água e misturou com vários saquinhos de argila em pó....
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Celeste, minha criação", tremia César, emocionado. Ela, com a argila endurecida, não conseguia se mexer. Ele soltou um pouco o pescoço dela, então Celes aproximava alguns centímetros o nariz e aspirava... e sentia como, por dentro daquela carcaça, corriam os fluidos que sua buceta fervendo, produto direto da cocaína na cabeça dele multiplicado pelo que já reconhecia sentir pelo artista plástico. "Não era só admiração. Queria ser toda dele, queria gritar que o amava, que iria pra onde ele quisesse, que deixaria ele me usar como uma obra de arte, um pedaço de carne pra ser garchada, prisioneira da argila dele. Uma escultura cheia do gozo dele. E eu dava mais uma tragada."César, sem dúvida, tinha cruzado a barreira da loucura que muitos artistas evitam. Tinha criado a figura dele pra expor onde quisesse e garchá-la como sempre sonhou. "Finalmente vou me unir sexualmente ao meu trabalho artístico mais importante. Tem um buraco na bunda dela", disse em voz alta, enquanto a criação dele continuava aspirando e precisava do pau dele dentro... "espero que a argila esteja mais seca e... enfio meu pau.Me respondam: A Celeste é tão puta assim?--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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1 comentários - Confessou na festa e me animou a pedir fetiche