Aproximar-me dela foi difícil, ela uma mulher madura casada, que mantinha distância, embora de vez em quando o olhar dela entregasse. Faz um ano que a Silvia entrou na empresa, e mesmo não falando muito, dava pra ver que era dedicada. Fiquei observando ela nos primeiros meses, ela ensinando os novatos com o grupo dela, enquanto eu ficava com as turmas maiores. Pelos colegas, fiquei sabendo que ela é casada, que tem dificuldade de se abrir, que é muito séria. Pra mim, na minha idade, isso só aumentava a tesão, possuir aquele corpo, aquela bunda gorda. Então, me dei a missão de tentar me aproximar dela. No começo não foi fácil, ela ficava nervosa, entre as aulas ligando pro marido, voltando pra sala. Decidi começar a cortejá-la. As outras colegas, já próximas da Silvia, riam e cochichavam com ela, o que me confirmou que ela também estava meio interessada.Uma tarde que a gente teve que ficar de plantão os dois, me aproximei dela por trás e cheguei perto do pescoço dela. Achei que ia conseguir, mas ela virou e me deu um tapa. Pedi desculpas e me afastei. Passou uma hora e não voltei a me aproximar. Saí pro estacionamento e, ao cruzar o corredor, ela me chamou: "Esteban!!! Vem cá, tenho que falar em particular com você..." Entrei na sala vazia de onde ela me chamou. Entrei e ela disse: "Senta." Obedeci, e então ela fechou a porta e apagou as luzes. Me pegou pelo pescoço, virou meu rosto na direção dela e começou a me beijar, primeiro timidamente, depois enfiando a língua. Começou a ofegar de leve, enquanto dizia: "Não sei o que tá acontecendo comigo, tô muito tarada... Quero você, quero você aqui", enquanto esfregava a virilha por cima da saia. "Quero seu pau!!!" Ela abaixou minha calça sem nem tirar meu cinto, só tirou uma calcinha rosa sem costura, bem molhada no meio. Vi os lábios dela inchados, saindo como cristas, entre os pelos pubianos. Ela puxou meu pau, deixando a glande livre. Se abaixou, pensei que ia me dar um boquete gostoso, mas não. Tirou uma camisinha da bolsa dela e colocou em mim. enquanto eu, por causa da excitação, nem pensava em penetrá-la sem antes provar os peitos dela. Então ela abriu as pernas e sentou em cima de mim, me dizia "aperta meus mamilos", ela gemia e eu gemia também... Enquanto dizia "sou uma puta...!! E adoro!!" Eu estava quase gozando, ela parou de leve, vi a camisinha com o fluxo acumulado da buceta dela, grosso, ela tirou com a mão, se ajeitou, pegou meu pau e começou a encaixar no cu dela. Juro que senti o cu dela se dilatando e ao mesmo tempo me apertando muito forte... Não aguentei a pressão e comecei a gozar. Ela começou a gemer, suar e gozou primeiro com uma leve umidade, depois molhando minhas pernas. Morno, úmido, com aquele cheiro agridoce, o doce aroma do sexo de uma mulher casada. Ela enxugou a testa, se levantou e me disse "se veste", falou "meu marido não demora pra me buscar". De fato, ela ainda estava sem calcinha quando o marido ligou no celular, já tinha chegado, estava no estacionamento. Ela disse "já vou, amor", enquanto sorria pra mim. Saímos da sala, ela agora bem separada de mim, antes de atravessar o portão me disse "sabe, Esteban, com meu marido não praticamos mais que duas posições e nunca anal. Eu adoro ser possuída, não quero que você pare se a gente fizer de novo, quero bruto... Entendeu?" Desde aquele dia, a cada quinzena, nos encontramos depois do trabalho pra fazer o que mais gostamos: transar de todas as maneiras inimagináveis, enquanto o marido dela espera em casa.
1 comentários - O cheiro de uma casada