El aroma de una casada

El aroma de una casada
ArgentinaAproximar-me dela foi difícil. Ela, uma mulher madura e casada, que mantinha distância, embora de vez em quando o olhar a denunciasse. Faz um ano que a Silvia entrou na empresa, e, apesar de não falar muito, dava pra ver que era dedicada. Passei os primeiros meses observando ela, ensinando os novatos com o grupo dela, enquanto eu ficava com as turmas maiores. Pelos colegas, soube que ela é casada, que tem dificuldade de se abrir, que é muito séria. Pra mim, na minha idade, isso só aumentava a tesão: possuir aquele corpo, aquela bunda grande. Então, me pus a tentar me aproximar dela. No começo, não foi fácil; ela ficava nervosa, entre as aulas ligava pro marido, voltava pra sala. Decidi começar a cortejá-la. As outras colegas, já próximas da Silvia, riam e cochichavam com ela, o que me confirmou que ela também tava meio interessada. Uma tarde em que nós dois tivemos que ficar de plantão, me aproximei dela por trás e cheguei perto do pescoço dela. Achei que ia conseguir, mas ela virou e me deu um tapa. Pedi desculpas e me afastei. Passou uma hora, e eu não me aproximei de novo. Saí pro estacionamento e, quando atravessava o corredor, ela me chamou: "Esteban!!! Vem cá, tenho que falar contigo em particular..." Entrei na sala vazia de onde ela me chamou. Entrei e ela disse: "Senta." Obedeci, e então ela fechou a porta e apagou as luzes. Me pegou pelo pescoço, virou meu rosto pro dela e começou a me beijar, primeiro timidamente, depois enfiando a língua. Começou a ofegar leve, enquanto dizia: "Não sei o que tá acontecendo comigo, tô muito molhada... Te quero, te quero aqui." Enquanto se esfregava na saia. "Quero teu pau!!!" Ela baixou minha calça sem tirar meu cinto, só tirou uma calcinha rosa sem costura, bem molhada na virilha. Vi os lábios inchados dela, saindo como cristas, entre os pelos pubianos. Ela puxou meu pau, deixando a glande livre. Se agachou, pensei que ia me dar um boquete gostoso, mas não. Tirou uma camisinha da bolsa e colocou em mim. enquanto eu, por causa da excitação, nem pensava em penetrá-la sem antes provar os peitos dela. Então ela abriu as pernas e sentou em cima de mim, me dizia "aperta meus mamilos", ela gemia e eu gemia também... Enquanto dizia "sou uma puta...!! E adoro!!" Eu estava prestes a gozar, ela parou de leve, vi a camisinha com o fluxo acumulado da buceta dela, grosso, ela tirou com a mão, se ajeitou, pegou meu pau e começou a encaixar no cu dela. Juro que senti o cu dela se dilatando e ao mesmo tempo me apertando muito forte... Não aguentei a pressão e comecei a gozar. Ela começou a gemer, suar e gozou primeiro com uma leve umidade, depois molhando minhas pernas. Morno, úmido, com aquele cheiro agridoce, o doce aroma do sexo de uma mulher casada. Ela enxugou a testa, se levantou e me disse "se veste", falou "meu marido não demora pra me buscar". De fato, ela ainda estava sem calcinha quando o marido ligou no celular, já chegou, está no estacionamento. Ela disse "já vou, amor", enquanto sorria pra mim. Saímos da sala, ela agora bem separada de mim, antes de passar pelo portão me disse "sabe, Esteban, com meu marido não praticamos mais que duas posições e nunca anal. Eu adoro ser possuída, não quero que você pare se a gente fizer de novo, quero bruto... Entendeu?" Desde aquele dia, a cada quinze dias, nos encontramos depois do trabalho pra fazer o que mais gostamos: transar de todas as maneiras imagináveis, enquanto o marido dela espera em casa.

1 comentários - El aroma de una casada

Bro si quieres ver a una amiga que ya es mamá con 20 años hablame
Si amigo manda msj