Início do amor mãe e filho (Parte 5)

A suspeita, versão mãeFala, galera! Sou a mãe desse menino porco, sujo e degenerado que tenho como filho. O que foi que eu fiz de errado pra ele se comportar assim comigo? Onde foi que eu falhei?

Vou contar a minha versão, já que esse porco do meu filho me pediu pra fazer isso. Nossa, como me dá raiva ter descoberto, seu menino sujo... hahahaha, mas agora eu sei que eu gosto...

Embora a relação que eu e meu filho temos seja mais avançada, muito mais avançada do que deixamos transparecer, vou contar como foi que descobri o que ele fazia na minha própria casa.

Sou uma mulher de 45 anos, baixinha e, infelizmente, gordinha. Pelo visto, é disso que meu filho gosta. Não sei por quê, mas é o que ele me diz. Tenho vergonha de falar, mas ele também me pediu pra descrever como é minha buceta. Sempre tive esse complexo desde a adolescência, que foi quando comecei a desenvolver esses quadris largos que me envergonham. Minhas nádegas cresceram muito e meus lábios ficaram mais carnudos. Então, eu tinha vergonha porque, quando vestia uma calça, meus quadris eram largos, minhas nádegas grandes e minha buceta gorda. Eu me sentia deformada, hahahaha, até que descobri pela primeira vez a vantagem que meu corpo me dava.

Os homens, todos os homens, sempre ficavam me olhando: adolescentes, rapazes, senhores e até velhos tarados, mesmo eu sendo ainda uma garotinha.

Casei com uns 20 ou 21 anos e tive meu único filho. Meu marido é petroleiro, trabalha em plataformas. O serviço dele é um mês dentro da plataforma e 15 dias em terra. Desde que o conheci, ele sempre trabalhou lá. Nos primeiros anos, eu não aguentava, mas com o tempo me acostumei e me dediquei completamente ao meu filho.

Meu filho passou a infância, a pré-adolescência e agora está na universidade. Posso dizer que ele já é um rapaz. Como toda mãe, sempre vejo meu filho como um menino, mesmo ele sendo um homem. É assim que eu o vejo. É difícil pra gente acreditar que ele é um homem e que tem, como todo mundo, suas necessidades de homem. Nunca desconfiei do tipo de homem em que ele estava se tornando, até que... Um dia depois de várias vezes que peguei ele olhando pra minha bunda, minhas pernas ou meus peitos, eu não achava ruim. É uma cegueira que a gente, mãe, tem de achar que nosso filho ainda é um menino. Mas tudo mudou quando descobri que minhas calcinhas, que eu deixava no cesto de roupa suja, não estavam do mesmo jeito ou parecidas com como eu as deixava. As calcinhas que eu tinha usado dias antes estavam mais pra cima ou, em vez de estarem enroladas — porque quando tiro a roupa sobre as pernas elas enrolam —, essas calcinhas estavam dobradas de outro jeito.

Eu não podia acreditar. Quem mais, senão meu filho, o único homem em casa, poderia pegá-las? Mas na minha cabeça eu pensava: o que um menino vai fazer com uma peça tão suja?

Deixem eu contar que sou daquelas mulheres que, quando ficam excitadas, soltam muito fluxo vaginal. Fico molhada bem rápido, chego a encharcar minhas calcinhas. Meu marido adora como eu me molho, esses homens, né. E quando estou fazendo minhas tarefas, acabo gerando fluxo que fica nas calcinhas, junto com meu suor e restos de xixi. Por isso eu me perguntava: como pode meu filho pegar essas coisas tão sujas?

Pois é, seus putinhos nojentos, ele pegava e Deus sabe o que fazia com elas. Até que um dia minha curiosidade foi tanta que decidi descobrir o que ele fazia. Tentei olhar pelo buraco da maçaneta, mas não dava pra ver nada. Foi quando percebi que, entre as frestas da porta, dava pra ver tudo lá dentro. Fiquei gelada ao saber disso.

Bom, numa ocasião em que meu filho entrou no banheiro pra tomar banho, fui ver se conseguia descobrir o que ele fazia. Pra minha surpresa, meu filho, meu menino lindo e agora um pervertido sujo, eu vi como ele pegava minha calcinha, esticava ela, olhava de um lado pro outro, já pelado e com o pau bem duro, colado na barriga dele. Ele virava minha calcinha e, na parte do meio, onde tem o reforço de tecido, colocava bem na mão dele. Não, não, não, que vergonha. É ali que minha calcinha fica mais suja, é ali que ficam as secreções da minha buceta, o suor... natural dos meus lábios, e as gotinhas de xixi que ficam depois de mijar, tudo isso fica ali naquela pequena calcinha de algodão branco. Vi meu filho, o amor da minha vida, se aproximando com aquela parte no nariz, enquanto pegava no pau dele e batia uma, o porco. Ele cheirava aquela parte da minha calcinha sem parar, e sacudia a mão freneticamente até não aguentar mais, e saía uma quantidade impressionante de porra do pau do meu filho. Eu via ele se contorcendo num orgasmo selvagem. Não podia acreditar, como aquele cheiro podia excitar ele, se é um cheiro nojento pra gente? Já que nenhuma mulher gosta do cheiro da própria buceta, mas parece que os homens adoram o gosto e o cheiro de uma buceta. Mas como meu menino podia gostar, se ele ainda é uma criança? Mas como eu estava enganada.

Depois que meu filho gozou pra caralho, ele meio que recobrou a consciência e deixou minha roupa no lugar, foi tomar banho, e eu parei de espiar. Fui pra sala naquela vez, ver TV, mas minha mente estava naquela imagem do meu filho com minha calcinha se masturbando. Tinha muitos sentimentos confusos, sentia pena, sentia nojo, sentia raiva, mas bem lá no fundo, excitação também. Dias sem sexo, a gente não aguenta uma imagem tão potente.

Naquela noite, na janta, quando meu filho ficou vendo TV, eu olhava pra ele, achava ele tão lindo. Como um menino assim pode, em segredo, ser tão pervertido? E me dava raiva que ele tivesse pego uma peça tão íntima, me sentia ofendida. Aquela noite não falei com ele, estava muito puta. Acho que ele percebeu, porque meu filho me perguntou o que eu tinha, mas não tive coragem de dizer que era por causa daquelas coisas que ele fazia.

O tempo passou, não consegui falar nada, mas por raiva, parei de deixar minha roupa no banheiro. E por ele ser um filho da puta me espiando, coloquei uma toalha na porta, bem no lugar onde ele podia me espiar. Quem sabe há quanto tempo ele fazia essas putarias e eu nunca percebi.

Passaram-se os meses, e pra meu marido não perceber o porquê Mudei meu hábito de deixar roupa suja no banheiro, as coisas como se nada tivesse acontecido, o que eu tinha que fazer pra meu marido não me perguntar nada, mas ficava tensa, sabendo que muito provavelmente o porco do meu filho pegava minhas calcinhas pra bater uma, o safado, kkkkkk…

Quando meu marido não estava, eu parei de deixar minha roupa no banheiro, e os dias foram passando e eu via meu filho, como ele ficava alterado, inquieto e meio envergonhado comigo, e o que pensei é que ele queria se aliviar, afinal é homem e vocês têm necessidades diferentes das nossas. Nessa altura, a raiva já tinha passado, mas eu não podia deixar ele continuar fazendo essas coisas com minha roupa. Mas o coitadinho, eu via ele sofrendo, e algo mudou no jeito dele comigo: ele ficou mais atencioso e prestativo, tudo que eu mandava fazer, ele fazia rápido e bem, me ajudava nas tarefas de casa, coisa que ele nunca fez, porque é um preguiçoso do pior tipo. Os dias foram passando e eu me sentia bem com meu novo filho, mas o estresse dele era visível, isso me deixava triste porque uma mãe não pode ajudar nas necessidades sexuais de um filho, tem que ser assim. Mas o amor de uma mãe pelo filho não tem limites. Depois de pensar muito, decidi que poderia recompensá-lo uma vez, só uma vez por mês. Vale dizer que isso me excitava muito e molhava minha buceta como nunca, e que bom que essas calcinhas molhadas do meu tesão não estavam ao alcance do meu filho, senão que vergonha.

Então decidi deixar minhas calcinhas um dia por mês, mas não deixei ele continuar me espionando. Naquele dia, pensei que se deixasse elas bem fedidas, talvez meu filho não gostasse por causa do cheiro forte.

Erro… O safado degenerado do meu filho gostou ainda mais do jeito que eu deixei, depois que desde de manhã eu limpei a casa inteira, fui pro jardim no sol arrumar umas plantas, lavei o banheiro, saí pra comprar comida, voltei e preparei a comida por um bom tempo. Comemos e depois fiquei fazendo umas coisas no meu quarto. Já de noite, umas 10 horas, pensei que já era tempo suficiente pra ir tomar banho. Vale dizer que, naquele dia, pra deixar eles mais cheirosos, andei pra caralho, suei, e quando mijava, não limpava os restos de mijo que ficavam na minha buceta. Na minha cabeça, eu pensava: quanto mais forte o cheiro, menos interesse meu filho ia ter. Quando entrei no banheiro pra tomar banho, tava pensando que logo saberia se meu filho ia gostar ou não da minha calcinha. Sentia minha buceta escorrendo fios de lubrificante vaginal. Quando tirei a calcinha, aproveitei e peguei ela, me limpei a buceta com ela, pra que todos os restos da minha buceta fedida e suja ficassem ainda mais impregnados do meu cheiro. Aquela calcinha já não aguentava mais, kkkkk. Enfiei ela dentro do meu short e deixei no cesto de roupa suja. Tomei banho e me senti muito tesuda. Como queria que aquela noite meu marido estivesse aqui, pra ele acalmar meu tesão. Precisava de uma rola dentro de mim, sentir ele me abrindo e enterrando a rola dele na minha buceta suculenta, e sentir o calor do esperma dele dentro de mim. Juro que me molho tanto que meu marido me chama de "suculenta".

Quando saí do banho, gritei pro meu filho: — Vai tomar banho, vagabundo porco, que é tarde! Sem olhar pra sala, entrei no meu quarto e tranquei a porta. Lá dentro, meu coração tava pulando pra fora do peito. Cheguei perto da porta pra ouvir quando meu filho entrasse no banheiro e trancasse, pra eu poder sair e espiar pelas frestas da porta do banheiro o que ele ia fazer. Vou descrever o que aconteceu.

Meu filho, dentro do banheiro, tirou a roupa. A rola dele não tava dura. Ele se olhou no espelho e foi pro vaso. Depois de um tempo, do nada, ele virou pro cesto onde minha roupa tava dobrada. Ficou pensativo por um instante, depois enfiou a mão no cesto e pegou meu short. Olhou pra ele, desdobrou, procurou dentro do short e tirou minha calcinha. Muito porco! Um sorriso se formou no rosto dele. cara, deixei meu short no cesto de roupa suja e ele ficou olhando minha calcinha por um bom tempo, olhando de um lado e do outro, foi quando vi que aos poucos o pau dele foi ficando duro, meu filho tem um pau enorme, na base é um pouco grosso, mas é gordo no meio e depois vai afinando um pouco, e a cabeça é grande e rosada como um pão de queijo. Virei minha calcinha de um jeito que a parte do algodão do meio ficasse bem na palma da mão do meu filho, com as duas mãos ele foi levando até o nariz, ele abriu os olhos quando, a uns 15 centímetros do nariz, o tecido da minha calcinha deu o primeiro cheiro forte, ele abriu a boca e os olhos viraram, caiu num transe, nessa hora minha buceta era um rio de fluido, tive que abrir as pernas pra que o atrito entre minhas coxas não me fizesse gemer de tesão, como pode gostar disso, eu me perguntava, mas meu filho parecia não se importar com meu cheiro, deu uma, duas, três inspiradas, antes de colocar o nariz bem no tecido onde estavam meus lábios vaginais há poucos instantes, foi quando ele pegou o pau dele e começou a se masturbar, sem tirar o nariz da minha calcinha, e eu via como ele inspirava fundo, eu já não aguentava mais e meti a mão dentro da minha calcinha, não podia acreditar, entre minhas coxas fios de fluido vaginal do meu tesão escorriam pelas minhas pernas e minha calcinha, nem preciso dizer, estava completamente molhada, com meu dedo toquei meu clitóris, que nessa hora parecia um grão de bico, durinho, durinho, ao tocar, senti uma corrente percorrer meu corpo todo, e minhas pernas ficaram sem força, não sei de onde tirei força pra continuar em pé espiando meu filho enquanto ele batia punheta, meti dois dedos no meu buraquinho vaginal e sincronizei no ritmo dos movimentos que meu filho fazia no pau dele.

Imaginei que o que entrava na minha buceta era aquele pau grosso e cabeçudo do meu filho, fiz de tudo pra não gemer, meu filho deve estar pensando como a mãe puta dele pode ser tão suja, ou ele deve Ficava imaginando que ela tava chupando minha buceta ou enfiando o pau em mim, tudo isso me fazia ficar mais e mais molhada, vi que meu filho não aguentava mais e acelerou os movimentos dele, e eu fiz o mesmo — vamos, filho meu, solta seu leite com meus cheiros, deixei eles assim pra você, vamos, quero que você extravase suas frustrações de homem, porque eu também tô frustrada e desejo tanto ter seu pau dentro de mim, vamos gozar juntos, meu amor, meu menino lindoooo….

Foi quando vi jatos de porra saindo daquele pau lindo, um, dois, três jatos de porra saindo do pau do meu filho, ao mesmo tempo eu tava gozando já com três dedos na minha buceta, jatos de fluidos que pareciam que eu tava mijando na porta do banheiro, minhas pernas perderam toda a força, e eu caí de joelhos no chão, não parava de ter orgasmos e contrações vaginais, era uma loucura....

Vi meu filho se recompondo, ele tirou o nariz da minha calcinha e ficou olhando pra ela, deu uma lambida na parte da costura, e minha buceta se contraiu como se aquela lambida tivesse sido nos meus lábios vaginais, eles soltavam gostosos os sucos de dentro, meu filho deixou minha roupa de novo o mais idêntico possível no cesto e entrou no banho, eu por minha parte ainda não me recuperava dos meus orgasmos, depois de uns momentos, peguei a toalha que tinha na cabeça e sequei todo o fluido que soltei nos meus orgasmos e que foi parar no chão.

Entrei no meu quarto e esperei meu filho sair do banho e eu entrar no quarto dele, depois de um tempo saí devagar do meu quarto e fui no banheiro pegar a cueca do meu filho, queria sentir também como cheirava a parte onde descansa o pau e os ovos do meu filho, entrei no meu quarto com a cueca, e cheirando ela me masturbei freneticamente, depois de gozar me sequei com a cueca e fui deixar no cesto de roupa suja do banheiro.

Gente, acho que sei de onde meu filho puxou essa perversão, agora entendo que eu gosto que meu filho se masturbe com meus cheiros...

Tenho que falar com ele sobre isso, isso não pode continuar acontecendo.
Continua...O início de um amor mãe-filho (Parte No. 6 "A confrontação mãe-filho")

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