Curiosidade matou a gata

Se perguntaram (?) por que meu nick aqui écuriosocas, saiu de "quase curioso", tive minha época de exploração, até tenho dúvidas de publicar essa fase minha...

Isso deve ter sido por volta de 2013 ou 14, pelo site de contatos que eu usava pra procurar cuties, recebia muitas mensagens de homens, e tenho que admitir que me dava um tesão danado nos caras héteros ou casados "curiosos", caras com um corpinho gostoso que curtiam a ideia de trocar punheta ou mais... sempre fui meio depravado, às vezes vejo pornô bissexual e percebi que esses diálogos me excitavam.

Não tinha WhatsApp ainda, era pelo Skype. Fazia masturbação na cam, às vezes ficava bom, mas inevitavelmente na hora de ver a cara do outro cara, broxava na hora. É algo que, salvo exceções, sempre aconteceu comigo, vençam os preconceitos ou o que for, por isso segui no caminho hétero hehe....

Uma dessas exceções foi uma mensagem de alguém que tinha como foto de perfil umas pernas e uma bunda de modelo magra de cinta-liga, mas com nome de Pablo, de 20 e poucos anos, eu marido de quase 40. Comecei a conversar com ele e depois de um tempo fomos pro Skype.

Ele me conta que era de Salta, fazia um ano que morava e estudava na capital, morava sozinho no Congresso. Eu sempre achando que a foto do perfil era falsa, um dia peço pra ele ligar a cam e me mostrar como ficava aquela roupinha. Sem mostrar o rosto, já no chat eu sempre percebia ele muito tímido e até com culpa por ser obviamente gay.

Pra minha surpresa, depois de um tempo ele liga a cam e aparece andando de fio dental e meia-calça... era exatamente igual, bunda magrinha e pernas bonitas, até de salto ele andava. Eu mostrava como me masturbava olhando pra ele, ele dizia que dava muito tesão nele eu ser casado e queria estrear assim. Porque ele me disse que nunca tinha transado com ninguém, algo lógico se ele vinha da ultra católica Salta, além disso imaginava que era de família bem se morava sozinho aqui. Não tinha transado, mas me mostrou que tinha uns dildos tamanho extintor de incêndio, mas queria sentir um pau de verdade e nada melhor que um papai hétero.

Eu também, hiper excitado, Nervoso, culpado com a situação, a gente combinou de não enrolar mais e se ver. Claro, uma puta bagunça isso tudo, nem fodendo o cara queria ir pra um hotel, expliquei que conhecia um onde entra de carro sem ninguém ver, mas não teve jeito, ele tinha medo de cruzar com algum conhecido na saída do hotel, como se Buenos Aires fosse uma cidade de 50 habitantes.
Ele me disse pra gente se ver na casa dele, coisa que me dá um cagaço também de entrar em lugar que não conheço. Depois de muita ida e volta, eu também tava enrolando porque tava nervoso com a situação, a gente combinou de se encontrar num bar, tomar um café e se rolasse clima, ir pro apê dele.

Com as batidas do coração a 500, quase tendo um infarto, fui no bar, tomei o café... e obviamente ele nunca apareceu. Mandava SMS, ligava e ele não atendia. De noite no Skype, antes que eu mandasse ele tomar no cu, ele disse que não teve coragem, que me desculpasse, de novo com o medo de alguém ver ele, ou pior, depois de transar, cruzar comigo no bairro... inacreditável, expliquei que em Buenos Aires você pode morar na porta do lado de alguém e nunca cruzar na vida.
Finalmente a gente combinou de ir direto na casa dele, uma tarde depois do horário que o porteiro ia embora.

Acho que a curiosidade e a adrenalina me deram coragem pra ir. Nessa altura a gente já tinha mostrado o rosto, ele gostou do meu visual masculino, e ele era um cara bonito, moreninho, magro, com um jeito charmoso.
De novo quase tendo um infarto, falo que tô chegando, e ele me espera na porta, era pequenininho, mais ou menos uma cabeça mais baixo que eu... um cumprimento nervoso sem conversa, subimos dois andares de escada correndo. Falei alguma frase de circunstância tipo "que fresquinho que tá..." porque percebi ele muito nervoso, eu sentia o peito explodindo. Entramos no apê dele correndo como se fosse bandido!!!

Era um daqueles prédios muito velhos e elegantes, então era um apartamento bem grande, de três cômodos, com poucos móveis mas com estilo, livros no chão, sofá grande. Mesmo assim, eu todo cagado de medo que atrás de uma Se tivesse alguém escondido na porta, iam me roubar ou pior. Por sorte não aconteceu nada, me fiz de besta e revirei o apê e, de fato, estávamos sozinhos. Percebi que o Pablo já tava mais relaxado dentro do apê dele, conseguimos ter uma conversa, digamos, longa, contando o que a gente fazia da vida, nada sexual, foi bom pra descontrair, perder o medo, ficar à vontade os dois. Falo pra ele que gostei de ver ele na cam e que queria que ele fizesse um desfile enquanto eu tomava meu cafezinho... ele ri com vergonha, me sento naquele sofá grande, fechamos as persianas e com o apê iluminado por uns abajures no chão, um rádio tocando música eletrônica baixinho pra quebrar o silêncio, o clima tinha ficado bom enquanto o Pablito ia pro quarto se trocar.

Não contei pra vocês, pra não ser traído pelo nervosismo ou pelo remorso, tinha mandado um viagra antes do encontro... então, enquanto esperava no sofá, umas punhetinhas e já tava com o pau duro, pronto pra comer qualquer coisa que saísse do quarto!!

Sinto o barulho da porta do quarto, o coração quase saía pela boca, de nervoso... e o viagra me deixando mais agitado, haha.

Sai o Pablo de calcinha preta, meia arrastão e cinta-liga, descalço, com uma blusa amarrada no peito mostrando uma barriga sarada, magrinha, e um bonézão enorme quase tampando o rosto dele, mal dava pra ver a boca... naquela época eu nem conhecia a palavra, mas era um crossdresser, e acho que o mais lindo que eu podia encontrar na vida, e ainda mais pra ser minha estreia entre homens. Ele caminhou, deu umas voltas e era exatamente igual à foto, um corpo bem magrinho e estiloso. Aí começou com o "gostou, papai?"... fiz sinal pra ele vir pro sofá e ele disse que não, que queria que eu dominasse, então me levantei, abracei ele por trás pra encostar a minha rola e levei ele pro sofá, onde sentei ele, ele ficou mais feminino nos movimentos e pedi pra ele me chupar... ele abaixou minha calça jeans e meu pau pulou pra fora. Pau duríssima e vermelha, ele falou algo tipo "minha primeira pau", tinha mudado totalmente o humor, parecia outra pessoa, muito mais ousada. Começou a chupar ela, mas me mordia, claramente não tinha muita experiência. Mandei ele parar, fiquei pelado, sentei naquele sofá grande e mandei ele ficar de quatro pra me chupar, e minha ideia era passar a mão na bunda dele e ver qual era da pau que eu via que tava começando a endurecer... tudo novo pra mim também. Quando tentei meter a mão lá, ele tirava a minha, e começou a pedir pra eu tratar ele como menina e não queria que eu tocasse "a buceta"... se não fosse o viagra, isso teria broxado, porque me dava mais risada do que tesão, me distraía. Mas beleza, ele chupava gostoso, como se fosse um sorvete, com muita língua e baba, do jeito que eu gosto. Pra não gozar, falei que queria comer ele, ele continuava com os "papai", "menina", umas merdas que eu ignorava porque me distraía, coloquei ele de quatro no sofá, ele tinha um perfume gostoso, devagar puxei a tanga dele pra baixo e, sinceramente, era uma bunda divina pra ser de homem, macia, até que redonda, totalmente depilada... mesmo com gel, me animei a cuspir e passar a língua, ele pirou, começou a tremer o corpo cada vez que eu tocava, uma bunda divina. Minha mão ia passando pra esfregar a pau dele, que tava bem dura, e de novo ele tirava minha mão e continuava com o papo de "menina". Enfim, falei que ia meter, coloquei a camisinha, passei gel no furinho e devagar encostei a cabeça. Nessa hora, o corpo dele deu tipo um espasmo, quase um pulo, achei que ele tinha gozado seco, mas ele disse que não, que era a sensação de sentir uma pau pela primeira vez, resolvi acreditar... tentei de novo e não teve jeito, ele se mexia, não abria tanto a bunda. Falei que sabia como fazer, coloquei ele meio de lado no sofá com uma perna por cima da outra, e assim de lado a pau foi entrando melhor enquanto ele gemia de dor e prazer, se tocava no peito, no rosto, eu insistia em esfregar a pau dele, mas continuava tirando a mão. Quando já estava metade do pau dentro, comecei a bombar e ela começou a gemer baixinho porque tava gostando, nada de beijos, ele ficava acariciando meu peito, continuava se tocando... perguntei se ela não preferia que eu fizesse uma punheta pra gente gozar junto, mas ela dizia que não, que a menina, etc, etc.
A foda foi curta, gozei bem rápido... ele não gozou.
O problema é que naquela hora bateu um remorso e uma culpa do caralho, queria sair correndo dali. Falei que tinha que ir, ele levantou, me abraçou e acho que quis me dar um beijo na boca, mas por puro reflexo virei o rosto e ele me beijou no pescoço, mesmo assim abracei ele de volta, também não sou tão cuzona.
Lavei o pau rápido pra sair pra outra "operação"... ele desceu primeiro pra abrir a porta e eu saí andando como se não nos conhecêssemos, só um tchau tchau, não tinha ninguém no prédio mas tava com medo de algum vizinho ver ele comigo.
Saí com a cabeça explodindo de pensamentos... cheguei em casa e meti uma foda violenta na minha mina, tinha que exorcizar as culpas e aproveitar que o viagra não baixava kkk
Depois ele me mandou mensagem falando que tinha batido uma no chuveiro, tava com a bunda dolorida mas feliz por eu ter comido ele. Acho que a gente continuou conversando um tempo mas depois perdeu o contato.
Nos anos seguintes só tive uns dois encontros de "curioso", não sei se publico, vou pensar. Mas tudo antes da pandemia, depois meio que me acalmei, até que aparecem propostas de vez em quando nos apps de namoro, mas não voltei pra essas putarias, missão cumprida e dúvidas esclarecidas... pode me riscar da lista! 🙂

3 comentários - Curiosidade matou a gata