Deixei tudo na cama e daí a pouco minha velha apareceu na sala enrolada na toalha e me disse:
MA: A ÚNICA COISA QUE EU QUERO DEIXAR CLARO É QUE DA PORTA PRA FORA NADA E DA PORTA PRA CÁ, BOM. ENTENDEU?
Eu concordei com a cabeça e ela repetiu: ENTENDEU?
EU: SIM, ENTENDI, QUERIDA.
MA: OK.
Eu, com toda confiança e sem medo, falei:
VEM CÁ, ME DÁ UM BEIJO.
Ela hesitou, e eu falei de novo:
VAI, NENA, VEM ME DAR UM BEIJO.
Ela se aproximou e me beijou. Primeiro a boca, depois o pescoço e chegou até minha orelha e quase sussurrando, de um jeito super sexy, disse:
AQUI VOCÊ PODE ME FALTAR COM RESPEITO UM POUQUINHO.
Eu fiquei desconcertado, encantado, sei lá. Embora na noite anterior eu tivesse me soltado um pouco, não me sentia tão seguro ainda, mas ali ela me deu o poder.
PAREI, FALEI: TEM CERTEZA?
SIM, ELA DISSE. SEM TITUBEAR: EU TAMBÉM TENHO COISAS QUE ME EXCITAM, NENÉM.
Ela foi embora e voltou vestida, mas além disso estava com umas meias de rede pretas.
Faltou isso, disse rindo. Minha mãe, com a idade dela, sendo gordinha e tudo, me encantava.
Acendi meu baseado, como agora, e curti o show por um tempo. Ela girava e me mostrava a raba, levantava a saia. Se agachava e se tocava, eu ficava louco vendo ela naquele papel. Totalmente duro, tirei minha cueca e me tocava um pouco, ela me olhava e mordia o lábio.
VAI ME FODER QUE NEM ONTEM? perguntava. Eu, doido, dizia que sim e num tom atrevido soltei:
Como você me excita, adoro quando você fica assim, putinha.
Além de realmente pensar aquilo, era pra ver como ela reagia com esse comentário, que pra mim foi pesado, mas não. Pelo contrário, ela gostou, me babava, me acariciava e dizia:
O QUE VOCÊ QUER QUE A PUTA FAÇA? QUER QUE EU CHUPE SUA PIROCA?
A CONVERSA TAVA MUITO QUENTE, ISSO ME AMA NO SEXO E NELA DAVA PRA VER QUE TAMBÉM.
Quando ela chegou do meu lado, me levantei e agarrei ela por trás com firmeza, coloquei a mão no pescoço dela e sentia a respiração, tocava os peitos dela e falei:
COMO VOCÊ É GOSTOSA, E AGORA SE AJOELHA. CHUPA MINHA BUCETA, vadia. Ela também tava muito excitada com a situação, não conseguia evitar. Naquela noite o sexo foi mais intenso e eu me joguei de primeira, não me segurei em nada. Adorava levar ela ao limite enquanto ela me chupava, eu soltava xingamentos e dava uns tapas na cara dela, perguntava: VOCÊ GOSTA DE CHUPAR MINHA PIROCA? VOCÊ GOSTA DO MEU PAU, puta? Ela dizia que sim, adoro. E dava pra perceber mesmo. Dessa vez eu não gozei, só tirei ela de lá e fomos pro quarto e sem falar nada ela ficou de quatro com as pernas abertas. Tirei a saia e a calcinha fio-dental dela, queria ela pelada, ela tava toda molhada e super quente. Comi ela por uns minutos e puxei ela pelo cabelo, o que me excita pra caralho. VOU TE COMER NO CU AGORA, ela não falou que não como da outra vez, mas pedia pra eu ir devagar. Sim, eu disse 😈. Eu tava super excitado e de pau duro e, sinceramente, ver minha mãe me pedindo pra ir mais devagar ou parar, vocês não imaginam como isso me deixava. Não hesitei e comecei, obviamente era apertado, mas custou menos! Minha mãe reclamava do mesmo jeito. Eu entrava suave, mas num ritmo nem rápido nem devagar, cada vez mais fundo e aí soltou o primeiro: AI. DEVAGAR QUE DÓI. VOCÊ NÃO GOSTA? Enquanto eu metia, ela reclamando dizia que sim, MAS DÓI. Não vou mentir. Não tava fazendo com muita força, mas sentia a pressão, via como custava pra entrar, minha mãe agarrava os lençóis e enterrava o rosto no travesseiro. Ai, filho da puta, ela falava. E EU? CÊ GOSTA DO MEU PAU, MÃE, QUE VADIA VOCÊ É. Me excitava muito falar assim. Aumentei a intensidade e percebi que tava doendo de verdade e aí paramos.
MA: A ÚNICA COISA QUE EU QUERO DEIXAR CLARO É QUE DA PORTA PRA FORA NADA E DA PORTA PRA CÁ, BOM. ENTENDEU?
Eu concordei com a cabeça e ela repetiu: ENTENDEU?
EU: SIM, ENTENDI, QUERIDA.
MA: OK.
Eu, com toda confiança e sem medo, falei:
VEM CÁ, ME DÁ UM BEIJO.
Ela hesitou, e eu falei de novo:
VAI, NENA, VEM ME DAR UM BEIJO.
Ela se aproximou e me beijou. Primeiro a boca, depois o pescoço e chegou até minha orelha e quase sussurrando, de um jeito super sexy, disse:
AQUI VOCÊ PODE ME FALTAR COM RESPEITO UM POUQUINHO.
Eu fiquei desconcertado, encantado, sei lá. Embora na noite anterior eu tivesse me soltado um pouco, não me sentia tão seguro ainda, mas ali ela me deu o poder.
PAREI, FALEI: TEM CERTEZA?
SIM, ELA DISSE. SEM TITUBEAR: EU TAMBÉM TENHO COISAS QUE ME EXCITAM, NENÉM.
Ela foi embora e voltou vestida, mas além disso estava com umas meias de rede pretas.
Faltou isso, disse rindo. Minha mãe, com a idade dela, sendo gordinha e tudo, me encantava.
Acendi meu baseado, como agora, e curti o show por um tempo. Ela girava e me mostrava a raba, levantava a saia. Se agachava e se tocava, eu ficava louco vendo ela naquele papel. Totalmente duro, tirei minha cueca e me tocava um pouco, ela me olhava e mordia o lábio.
VAI ME FODER QUE NEM ONTEM? perguntava. Eu, doido, dizia que sim e num tom atrevido soltei:
Como você me excita, adoro quando você fica assim, putinha.
Além de realmente pensar aquilo, era pra ver como ela reagia com esse comentário, que pra mim foi pesado, mas não. Pelo contrário, ela gostou, me babava, me acariciava e dizia:
O QUE VOCÊ QUER QUE A PUTA FAÇA? QUER QUE EU CHUPE SUA PIROCA?
A CONVERSA TAVA MUITO QUENTE, ISSO ME AMA NO SEXO E NELA DAVA PRA VER QUE TAMBÉM.
Quando ela chegou do meu lado, me levantei e agarrei ela por trás com firmeza, coloquei a mão no pescoço dela e sentia a respiração, tocava os peitos dela e falei:
COMO VOCÊ É GOSTOSA, E AGORA SE AJOELHA. CHUPA MINHA BUCETA, vadia. Ela também tava muito excitada com a situação, não conseguia evitar. Naquela noite o sexo foi mais intenso e eu me joguei de primeira, não me segurei em nada. Adorava levar ela ao limite enquanto ela me chupava, eu soltava xingamentos e dava uns tapas na cara dela, perguntava: VOCÊ GOSTA DE CHUPAR MINHA PIROCA? VOCÊ GOSTA DO MEU PAU, puta? Ela dizia que sim, adoro. E dava pra perceber mesmo. Dessa vez eu não gozei, só tirei ela de lá e fomos pro quarto e sem falar nada ela ficou de quatro com as pernas abertas. Tirei a saia e a calcinha fio-dental dela, queria ela pelada, ela tava toda molhada e super quente. Comi ela por uns minutos e puxei ela pelo cabelo, o que me excita pra caralho. VOU TE COMER NO CU AGORA, ela não falou que não como da outra vez, mas pedia pra eu ir devagar. Sim, eu disse 😈. Eu tava super excitado e de pau duro e, sinceramente, ver minha mãe me pedindo pra ir mais devagar ou parar, vocês não imaginam como isso me deixava. Não hesitei e comecei, obviamente era apertado, mas custou menos! Minha mãe reclamava do mesmo jeito. Eu entrava suave, mas num ritmo nem rápido nem devagar, cada vez mais fundo e aí soltou o primeiro: AI. DEVAGAR QUE DÓI. VOCÊ NÃO GOSTA? Enquanto eu metia, ela reclamando dizia que sim, MAS DÓI. Não vou mentir. Não tava fazendo com muita força, mas sentia a pressão, via como custava pra entrar, minha mãe agarrava os lençóis e enterrava o rosto no travesseiro. Ai, filho da puta, ela falava. E EU? CÊ GOSTA DO MEU PAU, MÃE, QUE VADIA VOCÊ É. Me excitava muito falar assim. Aumentei a intensidade e percebi que tava doendo de verdade e aí paramos.
2 comentários - O dia seguinte