Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Festa com a calcinha da minha mãe
Amigos, depois da descoberta das calcinhas da minha mãe e sabendo que estavam à minha disposição e que se acumulavam durante a semana no cesto de roupa suja, aos sábados, quando minha mãe terminava os afazeres de casa, ela se arrumava pra ir visitar minha avó, que morava a uns dois bairros de distância, uns 20 minutos de transporte público.
Espero que passe uns 20 minutos, minha ansiedade no talo pra começar minha festa de calcinhas usadas da minha mãe, é assim que eu chamo as 3 ou 4 horas sozinho em casa com as roupas mais íntimas dela e minha sessão de punheta sem parar no meu quarto.
Depois que passa um tempo, vou pro banheiro e direto pro cesto de roupa suja. Lá encontro a roupa suja da semana. A primeira coisa que procuro são as calcinhas da minha mãe, que pra esse dia já são entre 4 e 6 peças, depende. Às vezes, em algumas semanas, só acho 4 ou 5 calcinhas. Sei que uma delas vou encontrar com o cheiro mais forte que as outras, porque essa foi usada por mais tempo.
Bom, já tirei as 6 calcinhas usadas e os sutiãs dela do cesto de roupa suja, vou pro meu quarto. Na minha cama, coloco as 6 calcinhas com a parte do reforço virada pra mim e ao meu alcance. Os sutiãs da minha mãe deixo de lado, junto com uma foto dela que tirei sem ela perceber, de corpo inteiro, tanto de frente quanto de costas, e uma foto do rosto dela. Essas eu imprimo na impressora que tenho no meu quarto, e imprimo quantas vezes precisar.
Já com tudo pronto na minha cama, começo minha festa. Fico de joelhos, tiro a pica pra fora e começo a encostar meu nariz em cada calcinha da minha mãe, bem na parte do reforço. Que aroma gostoso, porra. Só quem já teve a chance de cheirar uma peça íntima usada de uma mulher sabe a mistura de sensações que a gente sente, ainda mais se for da própria mãe, irmã, tia, prima, sobrinha, cunhada ou avó. Cada uma é uma experiência única.
No meu caso, já cheirei as calcinhas da minha tia, de duas primas e da minha avó. Também já cheirei e provei os respectivos fluidos vaginais que elas deixam no papel higiênico depois de mijar. Presto muita atenção quando alguém da minha família chega das compras ou dos afazeres fora de casa. Quando chegam, vão ao banheiro mijar. Espero um tempinho e entro no banheiro também. No cesto, elas deixam os papéis onde secam as bucetas mijadas, cheirosas de suor da caminhada e dos fluidos que escorrem da buceta como parte natural da limpeza das mulheres. Mano, esses papéis ficam molhados, cheirosos e com uma babinha transparente e pegajosa, que tem gosto ou de docinho, salgado, amargo, ou até sem gosto nenhum, só textura. Isso depende do ciclo que as mulheres estão passando.
seguindo, amigos, todas as calcinhas da minha mãe com a buceta dela suada, eu me masturbo com as calcinhas no meu nariz e olhando as fotos da minha mãe, imagino ela, empinada na minha cama, com a cabeça na minha cama e a bunda na beirada da cama, pelada, com as pernas abertas, toda molhada, eu de joelhos na frente da bunda dela, com minhas mãos abrindo as nádegas dela e vendo como os lábios da buceta dela, molhados e vermelhos de tesão, se abrem de par em par deixando ver o buraquinho da buceta dela de onde sai fios de gozo vaginal, e eu aproximando meu rosto da bunda enorme dela, cheirosa, porque na minha imaginação eu mandei ela não tomar banho, e ela implorando pra eu deixar ela tomar banho, pra não ficar com vergonha, e eu firme que não, que é assim que quero provar ela, mas ela insistindo que pelo menos deixasse ela limpar o CU dela, e prometendo que não ia mexer na buceta dela e que ia deixar ela sem limpar. Eu aceito que ela só faça isso, e depois empinando ela de novo na cama de quatro, finalmente a bunda e a buceta dela abertas pra mim, direcionando meu rosto pra bunda e buceta cheirosa dela.
Não aguento mais, meu leite tá prestes a sair, meu nariz enfiado na calcinha da minha mãe. Fecho os olhos e vejo claramente na minha imaginação como enfio minha cara na bunda e na buceta dela, lambendo desde o CU dela até os lábios da buceta, provocando o buraquinho dela com a ponta da língua, até chegar a chupar sem parar o clitóris dela, que fica durinho entre os lábios. Enquanto ela geme e empurra, dizendo: —"Filho, enfia tua cara no meu cu, chupa minha buceta, chupaaaaa que eu vou gozar…. vou gozar meu filhinhooo… chupa a buceta de onde você saiu, meu filhooooo… vou gozar..." E gozando juntos, eu jorro todo meu leite com a calcinha dela no meu nariz. Perco meu leite em jorros...
Continua...
O começo de um amor mãe-filho (Parte No. 3 "Espiando a minha mãe")
Amigos, depois da descoberta das calcinhas da minha mãe e sabendo que estavam à minha disposição e que se acumulavam durante a semana no cesto de roupa suja, aos sábados, quando minha mãe terminava os afazeres de casa, ela se arrumava pra ir visitar minha avó, que morava a uns dois bairros de distância, uns 20 minutos de transporte público.
Espero que passe uns 20 minutos, minha ansiedade no talo pra começar minha festa de calcinhas usadas da minha mãe, é assim que eu chamo as 3 ou 4 horas sozinho em casa com as roupas mais íntimas dela e minha sessão de punheta sem parar no meu quarto.
Depois que passa um tempo, vou pro banheiro e direto pro cesto de roupa suja. Lá encontro a roupa suja da semana. A primeira coisa que procuro são as calcinhas da minha mãe, que pra esse dia já são entre 4 e 6 peças, depende. Às vezes, em algumas semanas, só acho 4 ou 5 calcinhas. Sei que uma delas vou encontrar com o cheiro mais forte que as outras, porque essa foi usada por mais tempo.
Bom, já tirei as 6 calcinhas usadas e os sutiãs dela do cesto de roupa suja, vou pro meu quarto. Na minha cama, coloco as 6 calcinhas com a parte do reforço virada pra mim e ao meu alcance. Os sutiãs da minha mãe deixo de lado, junto com uma foto dela que tirei sem ela perceber, de corpo inteiro, tanto de frente quanto de costas, e uma foto do rosto dela. Essas eu imprimo na impressora que tenho no meu quarto, e imprimo quantas vezes precisar.
Já com tudo pronto na minha cama, começo minha festa. Fico de joelhos, tiro a pica pra fora e começo a encostar meu nariz em cada calcinha da minha mãe, bem na parte do reforço. Que aroma gostoso, porra. Só quem já teve a chance de cheirar uma peça íntima usada de uma mulher sabe a mistura de sensações que a gente sente, ainda mais se for da própria mãe, irmã, tia, prima, sobrinha, cunhada ou avó. Cada uma é uma experiência única.
No meu caso, já cheirei as calcinhas da minha tia, de duas primas e da minha avó. Também já cheirei e provei os respectivos fluidos vaginais que elas deixam no papel higiênico depois de mijar. Presto muita atenção quando alguém da minha família chega das compras ou dos afazeres fora de casa. Quando chegam, vão ao banheiro mijar. Espero um tempinho e entro no banheiro também. No cesto, elas deixam os papéis onde secam as bucetas mijadas, cheirosas de suor da caminhada e dos fluidos que escorrem da buceta como parte natural da limpeza das mulheres. Mano, esses papéis ficam molhados, cheirosos e com uma babinha transparente e pegajosa, que tem gosto ou de docinho, salgado, amargo, ou até sem gosto nenhum, só textura. Isso depende do ciclo que as mulheres estão passando.
seguindo, amigos, todas as calcinhas da minha mãe com a buceta dela suada, eu me masturbo com as calcinhas no meu nariz e olhando as fotos da minha mãe, imagino ela, empinada na minha cama, com a cabeça na minha cama e a bunda na beirada da cama, pelada, com as pernas abertas, toda molhada, eu de joelhos na frente da bunda dela, com minhas mãos abrindo as nádegas dela e vendo como os lábios da buceta dela, molhados e vermelhos de tesão, se abrem de par em par deixando ver o buraquinho da buceta dela de onde sai fios de gozo vaginal, e eu aproximando meu rosto da bunda enorme dela, cheirosa, porque na minha imaginação eu mandei ela não tomar banho, e ela implorando pra eu deixar ela tomar banho, pra não ficar com vergonha, e eu firme que não, que é assim que quero provar ela, mas ela insistindo que pelo menos deixasse ela limpar o CU dela, e prometendo que não ia mexer na buceta dela e que ia deixar ela sem limpar. Eu aceito que ela só faça isso, e depois empinando ela de novo na cama de quatro, finalmente a bunda e a buceta dela abertas pra mim, direcionando meu rosto pra bunda e buceta cheirosa dela.
Não aguento mais, meu leite tá prestes a sair, meu nariz enfiado na calcinha da minha mãe. Fecho os olhos e vejo claramente na minha imaginação como enfio minha cara na bunda e na buceta dela, lambendo desde o CU dela até os lábios da buceta, provocando o buraquinho dela com a ponta da língua, até chegar a chupar sem parar o clitóris dela, que fica durinho entre os lábios. Enquanto ela geme e empurra, dizendo: —"Filho, enfia tua cara no meu cu, chupa minha buceta, chupaaaaa que eu vou gozar…. vou gozar meu filhinhooo… chupa a buceta de onde você saiu, meu filhooooo… vou gozar..." E gozando juntos, eu jorro todo meu leite com a calcinha dela no meu nariz. Perco meu leite em jorros...
Continua...
O começo de um amor mãe-filho (Parte No. 3 "Espiando a minha mãe")
0 comentários - Início do amor mãe e filho (Parte 2)