Vizinha gostosa 8

Antes da sua pergunta, a Ale tinha me servido um shot de tequila, tava na minha mão direita e no dorso da esquerda ela tinha colocado sal. Fiquei olhando pra ele surpresa por dentro, mas sorrindo por fora, até com um olhar desafiador, eu diria.

Eu: Por que a pergunta?
N: Não sei, só me veio na cabeça.
Eu: "Que que cê quer, quer ter alguma coisa comigo?" Perguntei olhando pra ele, ele tentou responder mas eu cortei. "Ou algum de vocês quer ter alguma coisa comigo?

Virei a cabeça pra olhar pra Dani e depois pro Ale, nenhum dos dois respondia, embora a resposta fosse clara e nem precisasse. Mas mesmo assim eu esperava paciente por alguma resposta, queria ouvir da boca deles, tava doida por isso.

A: Eu adoraria.
Eu: Que porra é essa?
A: Ter algo com você.
Eu: Como assim?

Ela se balançava com perguntas incisivas só pra ouvir a resposta que queria.

A: Tenho vergonha de falar, não quero passar do ponto e você ficar puta.
Eu: vai se foder, permissão pra falar o que quiser.
A: Meu sonho é te comer... você é muito gostosa.
Eu: Os sonhos existem pra serem realizados.

Ninguém mais falou, o silêncio reinou por alguns segundos, mas não por desconforto, e sim por surpresa, incredulidade e tesão.

N: Você vai responder minha pergunta?
Eu: Qual era? Perguntei, mesmo lembrando dela.
N: Você disse que não ficaria com nenhum amigo seu. Então a gente também não tem chance?
Eu: Às vezes, as regras foram feitas pra serem quebradas.

Sorri e, sem tirar os olhos dos dele, abri a boca, coloquei a língua pra fora e passei ela no sal. Queria que ele imaginasse que era assim que minha língua ia passar no pau dele. Tomei o shot e coloquei um pedaço de limão na boca, chupei ele por uns segundos e, quando tirei, dei na boca do Alejandro. Assim que ele percebeu o que eu queria fazer, não hesitou nem meio segundo: abriu a boca pra saborear ele junto com minha saliva. Essa foi uma das primeiras provas concretas que eles tiveram pra perceber que eu realmente tava brincando com eles.

Na real, tive que perguntar eu mesmo, nem era minha vez, mas ninguém percebeu.

Eu: Quero total sinceridade, a pergunta é pra todo mundo. Alguma vez vocês se tocaram pensando em mim?

Engoliram saliva e se olharam entre si, tava claro que todo mundo já tinha feito aquilo, mas ninguém queria admitir na frente dos amigos.

Eu: Vamos, galera, sem medo.
A: Me desculpa, mas é impossível não fazer isso.
Eu: Por quê?
A: Já te falei, tu tá mó gostosa.
Eu: Qual parte de mim vocês curtem mais?
A: Rabão
D: Rabão
N: Peitos
D: E você?
Eu: Eu o quê?
D: Você se tocou por nós?

CHAAAN, o que responder, hein? Se eu dissesse que sim, tudo explodiria pelos ares e se eu dissesse que não, talvez apagasse a chama.

Eu: Pode ser.
A: A gente tinha que ser sincero.
Eu: Cê tem razão, sim.
A: Pensou em todos ou em alguém?
Eu: Acho que já deu, agora eles sabem que tenho muito a perder.
N: Você não pode nos deixar assim.
D: Então chegou a hora, pedi a garantia que você queria, mas com a condição de que o jogo continue.
Eu: Tá bom, deixa eu pensar no que posso pedir pra fazer eles ficarem quietos.
A: Fala, pede qualquer coisa que vier na cabeça, aí a gente continua.
Eu: Já entendi. Quero que vocês tirem uma foto com meu celular, pelados. Vão um de cada vez no banheiro e façam isso.

Não sei se esperavam, mas Alejandro se levantou rápido e estendeu a mão pra ela dar o celular, e ela fez isso na hora. Daniel foi atrás e, por último, Nico.

N: Beleza, vamos continuar?
Eu: Tenho mais uma condição, e essa é especificamente pra você. Falei apontando pro Nico.
N: Era só uma condição.
Eu: Então não rola o jogo.
D: Mas já gozamos.
Eu: Sim, mas tá faltando algo e ele é o responsável. É a última condição.

Ele ficou branco, acho que entendeu o que eu tinha dito e é por isso que ele não queria.

N: A gente combinou que era só uma.
Eu: Beleza, apaga as fotos de vocês e a noite acaba por aqui.

Peguei o controle e pausei a música, sabia que os outros dois iam forçar ele de qualquer jeito a cumprir minha última condição. Com o que a gente vinha conversando, eles tinham material pra lembrar de mim enquanto batiam uma por um bom tempo, mas queriam tirar pelo menos mais alguma coisa e não culpo eles, pelo contrário, eu curtia muito isso e até me servia.

Eu: Bom, enquanto você pensa, vou pegar alguma coisa na cozinha.

Não tinha nada que eu realmente precisasse, fui até a cozinha pra ver se conseguia ouvir algo do que os amigos dele iam falar, comigo presente não iam falar do mesmo jeito. Fiquei quieta, só conseguia ver eles sem ser notada, eles falavam coisas tipo: “Cara, escuta pelo menos o que ela tá pedindo, a gente tira uma foto pelado todo mundo” “Olha pra ela e vê se vale a pena ou não fazer o que ela mandar” “Ela é bem putinha, cara, é nossa chance de pelo menos ela mostrar um peito, sei lá”, Nico olhava pra eles em silêncio, sabendo que os amigos tinham razão “Beleza, vou ouvir o que ela quer então”, “Vou avisar ela” disse Alejandro e levantou rápido do sofá pra vir até onde eu tava. Me deu um desespero, não tinha ido buscar nada e tinha que inventar qualquer coisa pra ele não perceber. Não tive ideia melhor do que abrir uma porta do armário, daqueles pendurados na parede, tentando me esticar um pouco, lembrei que ali tinha copos, taças e uma jarra, não dava pra continuar bebendo muito mais tequila, mesmo que todo mundo ainda tivesse bem, seria perigoso e ainda mais se quem apagasse fosse eu.

Quando a Ale entrou na cozinha, eu tava na ponta dos pés, esticando o braço pra pegar alguma coisa. Geralmente uso uma mini escada que comprei pra pegar coisas altas, mas na pressa, nem lembrei dela.

A: Te ajudo?
Eu: Não não, acho que tô perto.
A: Beleza. Disse enquanto ficava atrás de mim.

Ele era um pouco mais alto que eu, com certeza chegaria sem problemas, o que não levei em conta é que eu estava usando uma saia e, pelo que já contei antes, era bem curta. Ouvi passos e, quando tentei me virar...

A: Fala, mina, te ajudo.

Um arrepio percorreu meu corpo, ouvi a voz dele quase dentro do meu ouvido, apenas um gemido tão breve quanto agudo e não consegui evitar fechar os olhos em alívio. Senti o pau dele duro atrás de mim, roçou na metade da bunda e o braço direito que eu tinha esticado pra cima, rapidamente ficou fraco pra me segurar na borda da pia, só consegui responder "Tá bom" antes que ele se afastasse de novo, depois da primeira tentativa falha, e me encostasse de volta. Dessa vez, tão descarada quanto o pau dele duro, o roçado veio de mais embaixo, tomando impulso pra cima, senti a cabeça percorrer boa parte da racha da buceta fazendo um sulco. Abaixei a cabeça e fechei os olhos de novo, mordendo os dois lábios, ele apoiou a jarra na pia me trazendo o som de volta à realidade, finalmente senti o primeiro contato mais íntimo com alguém, embora já desse por certo que o primeiro tivesse sido o Nico.

A: Tá tudo bem?
Eu: Pra caralho.

Respondi encarando a porta da cozinha, só consegui dar uns 2 ou 3 passos com a jarra na mão. Se ele quisesse me beijar, eu não teria recusado, só pra continuar sentindo a pica dele na buceta. Até podia apostar que, se ele terminasse de levantar minha saia e puxasse minha calcinha fio dental, eu ia ficar inclinada e ansiosa esperando a pica do adolescente.

A: Espera.
Eu: O quê?. Olhei pra ele só virando um pouco o tronco e dentro da minha cabeça ecoava a resposta que eu queria “Que me beije, que me beije” eu pensava.

A: Abaixa essa saia.

Tinha esquecido que por ser tão curta e justa, no menor movimento ela subia. Imagina agora que fiquei me esticando na ponta dos pés, baixei o olhar pra me ver e, com certeza, tava no meio da bunda.

Eu: Por quê? Não quer ver? Juro por Deus que nem pensei nisso, só respondi do jeito mais puta que consegui.

Ele ficou em silêncio me observando, enquanto eu dava os últimos 5 ou 6 passos para sair da cozinha do mesmo jeito que tinha respondido pra ele, feito uma puta. Antes de sair, dei uma risada debochada olhando pra cara dele enquanto arrumava minha saia. Sentei de novo no meu lugar, os outros dois caras estavam esperando, passei a jarra pra eles e fizeram mais um gole.

Eu: Vai, Alee.

Gritei pra ele se apressar, enquanto ele ficava na cozinha, com certeza incrédulo com o que tinha acontecido e ajeitando a rola pra que os amigos não percebessem a ereção que ele tava, minha boca enchia d'água só de pensar. Quando percebi que ele tava perto, olhei nos olhos dele e na hora pro volume na calça, ele sentou do meu lado e com um sorriso fofo passei a mão na perna dele 2 ou 3 vezes rápido pra voltar a atenção pros outros dois.

N: Já pensei, o que você quer?
Eu: Quero que você me devolva o que roubou de mim...

Os dois caras olharam pra ele, era claro que o troféu que ele conseguiu guardou só pra ele.

N: Eu não roubei nada de você.
Eu: Certeza?
N: Sim.
Eu: Beleza então, não tem mais nada pra conversar. Acabou a festa. Desliguei a música de novo.
N: Não, espera, tá de boa. Cê tem razão, vou pegar ele agora.
Eu: Então a gente te espera aqui.

Nico foi embora e dois minutos depois voltou com uma sacolinha, jogando ela em cima da mesinha de centro.

N: Aqui está o que eu roubei de você, a gente tinha que ser sincero, né?
Eu: Claro.
N: Então responde, você se tocou por um de nós ou por todos?
Eu: Por todos. Eles se olharam e eu notei de relance que a Ale tava se acariciando a rola por cima da calça.
N: Por que você não falou nada quando viu que eu te roubei?
Eu: Acho que uma parte de mim quis te ajudar.
N: A que?
Eu: Ficar te tocando, não te ajudo?
N: Sim, pra caralho.
D: O que você roubou dele?
Eu: Achei que você fosse compartilhar com eles. Do jeito que vocês dividiram entre si a foto que tiraram da minha calcinha fio-dental uns dias atrás... não vão me dizer que acharam que eu não percebi, né?

Houve silêncio.

Eu: Mostra pra eles o que tu roubou de mim.

Comentarios Destacados

7 comentários - Vizinha gostosa 8

Que lindo sigue estoooo!!!
Van 10 y a la espera de la continuación
Esto se pone cada vez más caliente, esos pendex están matándose pajas. Ahí van otros 10+
Excelente metrica de relato con una perversion creciente, te felicito
Gracias loco, siempre da aliento leer este tipo de comentarios. no te pierdas lo que sigue
eltoy2 -1
No me había animado a comentar pues no lo veía necesario, pero esta parte cambió las cosas, tienes mi agradecimiento y respeto por tan excelente relato, no se si es real pero la verdad aparenta serlo, las cosas se van dando de una manera tan natural
Amigó, muchas gracias. espero que los demas no se asuste. por ser tantos capitulos. gracias por comentar positivamente y espero sigas disfrutando y comentando lo que viene, que ayuda a seguir !