DALE, CHUPA MINHA PIROCA. Ela não hesitou, de primeira abriu a boca e começou. Como toda gordinha, era nota dez, tava desesperada, super tarada. Enquanto chupava, se tocava e gemia, tentava enfiar tudo e não conseguia, engasgava e saía, os olhos iam ficando vermelhos e enquanto me olhava, dava uma risadinha daquelas de quem tava adorando. Eu olhava pra ela e mordia os lábios, agarrava e beijava, me excitava muito fazer aquilo com ela naquela situação e ela também, não acreditava no que tava rolando. Alguns vão me entender se já passaram por algo igual ou parecido. Não sei por que, mas ver ela de joelhos se divertindo tanto me acendia e me deixava mais ousado. Agarrei ela pelo cabelo e quando via que ela tava no limite, segurava ela ali e empurrava, e ela com os barulhinhos dela, tirava a boca e pegava ar, respirava ofegante e eu curtia, falava pra ela e ela ficava louca. Até parecia que a gente já tinha ficado antes, porque tudo fluía incrível. Ela ficou um tempão assim e num momento, se fazendo de neném, quase com cara de choro, me perguntou: "E a gozada?" UFFFF, QUE TREMENDO, IMAGINA ESSA SITUAÇÃO. Eu tava segurando ela pelo cabelo, então puxei a cabeça dela pra trás, me aproximei e devagar, bem perto do rosto dela, perguntei: "VAI TOMAR TUDO?" Ela fez uma careta e tentou se soltar só pra chupar de novo, deixei e ela começou a fazer rápido e de vez em quando até o fundo, assim. Sabia que ia estourar e avisei que tava terminando. Ela nem se mexeu, continuou e não se desgrudou até eu acabar. Agarrei a cabeça dela e senti quando explodi, ela engoliu o que deu e o resto só escorria da boca dela, eu gritei de prazer e gemia, ela curtia e passava a língua ou os lábios, minha piroca era literalmente um mastro, tava duríssima e sentia que não ia amolecer com nada. Minha mãe levantou e ria, sempre safada, eu queria continuar, então levantei na hora, a gente tomou um gole de cerveja cada um e ela se ajoelhou na cadeira e me pedia pra comer ela. Naquela pose, as nádegas dela se separavam um pouco e aquele fio da calcinha fio-dental me deixava louco. Dava tapas na bunda e adorava, mal encostava a mão nela, ela já se mexia e gemia. Ajoelhei e comecei a passar a língua, um cheiro incrível, ela tava super quente e gozou rapidinho, uns gritos de prazer do caralho. Adorei, passava a língua na buceta dela e tocava com os dedos, levantei e sem mais nem menos meti, entrou sozinha. Minha velha tava encharcada, reclamava de prazer, pedia pra eu ir mais devagar e isso me deixava louco. "Assim devagarinho você gosta?" E ela dizia que sim, e cada vez que eu aumentava a intensidade, ela pedia de novo e reclamava, cada vez mais sensível. Lembro que puxava a cabeça dela pra trás e falava "vou te foder todo dia agora", ela só gemia e gritava. Saí pra trás e parei uns segundos, pra ela foi um alívio. Cheguei bem pertinho, beijei as costas dela um pouco, toquei na buceta e pum, ela reagiu: "QUE QUE CÊ TÁ FAZENDO? NÃO SÉ MALVADO", ela disse. "Que foi, mãe?" E enfiei um dedo, ela deu um gritinho e falava que não, eu beijava ela um pouco e ela relaxava, e assim até enfiar dois dedos. Uff, ela tava apertada pra caralho. Fiquei bem atrás dela e comecei a brincar. "PELO AMOR DE DEUS, DEVAGAR!" E ELA REPETIA. Fui devagar, entrando aos poucos, sentia a pressão e ouvia minha mãe reclamando, não conseguia parar. Foi questão de segundos até eu entrar. Ela pedia pra eu terminar, que tava doendo e colocava a mão, adorava ver e ouvir ela. Devem ter sido uns dois minutos que eu tive ela completamente entregue. AJOELHADA NUMA CADEIRA, EU ATRÁS METENDO NA BUNDA DELA, COM UMA MÃO NO CABELO DELA E A OUTRA SEGURANDO UM BRAÇO, E ELA COM O OUTRO TENTANDO ME PARAR. O melhor momento, gozei dentro dela e os dois exaustos, sentei do lado e ela me deu um beijo. "Amanhã minha bunda vai doer", ela disse.
0 comentários - As noites com minha mãe. FINAL