Ruídos pela Parede - Capítulo 7

Pode apostar que depois daquilo, evitei o Christopher na escola. Tinha dezoito anos, mas não era ingênua. Se você trapaceia, leva um puta dum golpe. Acho que ele ficou com vergonha, ou talvez com medo de que eu fizesse um escândalo, porque não tentou falar comigo. Me mandava mensagem igual um louco, mas eu ignorava o telefone. Me afastei dos amigos. Contei que tinha pego ele me traindo, mas não falei quem era a tal da gostosa. De qualquer forma, não teriam acreditado em mim.

Fiz uma demonstração de coragem, falando pra todo mundo que já tinha superado ele. Mas isso era só verdade em parte. Quer dizer, a gente tava junto principalmente pelo sexo. Todo mundo sabia que o Christopher era um idiota. Mas o Senhor abençoou ele com uma pica do caralho e os instintos pra usar ela. Então, idiota como ele era, com certeza tinha terminado como namorado. Mas filho da puta como ele era, não conseguia parar de pensar nele. Meu coração não tava quebrado, mas minha buceta não tava nada bem. Fiquei obcecada com a lembrança da felicidade estampada na cara da Sra. Green quando deixou ele gozar nela.

Se a Sra. Green e o Christopher eram capazes daquilo, qualquer um podia fazer qualquer coisa, na real. Do que eu era capaz? Quando não tava na escola ou com meus amigos, tava reexaminando minhas crenças. Ajudada pelo meu estoque de maconha, abri minha mente. Mergulhei mais fundo nos labirintos da internet. Não sabia na hora, mas tava me preparando pra dar o próximo passo.

Uma noite, bem na hora do auge do meu orgasmo, me veio a ideia. Com as pernas ainda abertas, estiquei a mão pra pegar meu celular. Pela milionésima vez, o Christopher tinha me mandado mensagem naquele mesmo dia dizendo que queria me ver na casa dele. Falava que tava preocupado comigo. Foda-se ele. Com os dedos melados, respondi ele pela primeira vez. Ia vê-lo depois da escola no dia seguinte. Escrevi que ele não precisava se preocupar comigo. Que eu tava bem.

Claro, não tava bem. Minha mente ardia com pensamentos de Christopher e a mãe dele. Ia descobrir do que ela era capaz.Ruídos pela Parede - Capítulo 7Quero que sua mãe também esteja presente nesta conversa." Vi Christopher ficar com vários tons de rosa ao mencionar a mãe dele. Sentamos na sala de estar dele. Encolhi as pernas debaixo de mim no sofá, alisei meu vestido e pensei muito no que estava prestes a fazer. Eu estava sóbria pra isso. Não queria cometer nenhum erro. Também queria ficar alerta caso precisasse sair correndo dali e deixar um buraco com formato de Gwen na parede.

"Eu... hã... não tenho certeza se ela...", gaguejou Christopher. Dezoito anos e burro como uma porta, coitadinho.

"Anda... traz... a sua... mãe... aqui." Revirei os olhos. "Ou quer que eu vá embora?" Pensar que não faz muito tempo que sussurrávamos palavras doces no ouvido um do outro. Como as coisas mudam rápido.maeLevantou sem dizer mais uma palavra e saiu do quarto. Um minuto depois, voltou com a Sra. Green.

"Oi, Gwen. Que bom te ver. Desculpa pela última vez." Sorriu radiante, como se não estivesse se desculpando por ter sido pega na cama com o filho dela.

"Desculpa aceita." Quase ri ao ver o alívio no rosto deles. Acho que confundiram meu sorriso com um gesto de amizade.

"Beleza, ótimo. Então, sem mágoas?" Christopher ficou parado sem graça ao lado da mãe, tentando manter uma certa distância entre eles. Como se isso fosse me fazer esquecer como o pau dele parecia enquanto batia na barriga coberta de porra dela. Como não falei nada, ele trocou um olhar com a mãe.

"Olha, não sei como aconteceu, Gwen. Mas te prometo que não vai se repetir. Foi só... um acaso." A Sra. Green parecia muito séria. Tava mesmo vendendo a mentira dela. Eu sabia com certeza que não tinha sido um acaso. O jeito que eles transavam era como uma máquina bem lubrificada. Mesmo com o talento do Christopher, isso não se consegue sem prática. Muita prática.

"Dá pra esquecer?" Christopher parecia bem esperançoso.

"Não." Balancei a cabeça.

"Hum... o que você disse, Gwen?" As sobrancelhas da Sra. Green se franziram de confusão. Ela era tão gostosa que a expressão no rosto dela era quase sedutora.

"Vamos fazer o contrário de esquecer." Minhas mãos tremiam enquanto as mantinha firmes no colo. Minha buceta gotejava, antecipando o que eu estava prestes a dizer. "Quero ver vocês fazendo de novo."

A surpresa no rosto deles era francamente cômica.

"Olha, o que Christopher e eu fizemos foi um erro. Não vamos repetir." Os olhos da Sra. Green procuraram os meus. Ela achava que tinha a situação sob controle, mas tava percebendo que não. "Só acho que..."

"Pare de mentir, Sra. Green. Não sou burra."

"Não, claro que não, querida." Ela ainda tava no modo de Encobertamento. Não tinha percebido que já era tarde demais. "Mas você tem que entender que a gente parou. Se isso é sobre nos punir..." A Sra. Green claramente não gostava que eu estivesse com a vantagem. Comecei a suspeitar que ela tinha algum tipo de competição comigo. Bem, xeque-mate, sua vaca.

"Por que, Gwen?" A expressão no rosto de Christopher estava entre a alegria e o pavor. Eu conseguia ler ele como um livro aberto. O idiota queria transar com a mãe na frente de uma plateia, mas não sabia quais poderiam ser as consequências.

"Vou ser sincera. Não consigo tirar da cabeça o que vocês dois fizeram." Apertei minhas mãos com mais força. Eles não iam ceder. "Não estaria aqui se não precisasse disso. Sei que ainda estão fazendo... essas coisas. Dá pra sentir." Respirei fundo. "Só precisam fazer uma vez comigo olhando. Depois, não vou mais encher o saco."

"Não." A Sra. Green balançou a cabeça enfaticamente.

"Mãe, talvez a gente devesse..." Christopher já estava começando a ter uma boa ereção na calça. Fingi que não percebi.

"Absolutamente não." A Sra. Green bateu o pé. Literalmente fincou o pé no chão. Beleza, era hora de trazer a artilharia pesada.

"O Sr. Green sabe de tudo isso?" Meu sorriso era gelado. Esperava que meus nervos não transparecessem.

"Você não teria coragem." Christopher parecia que tinha levado uma facada no coração.

"Eu teria." Na verdade, não teria. Deus, imagina se meter nesse nível de drama? Nem fodendo. Mas eles nunca saberiam. "Claro que sim." Apertei a mandíbula com firmeza. Essa era a última palavra sobre o assunto.

"Tá bom", chiou a Sra. Green. Os ombros dela caíram. Qualquer que fosse o jogo que estava rolando entre nós, eu estava acumulando pontos. "Vamos pro quarto do Christopher."

Percebi que Christopher estava se esforçando pra não pular de alegria. Que otário.

"Não." Lembrei do quão excitante tinha sido quando Christopher e eu transamos no quarto dos pais dele. "Quero ir pra Seu quarto, Sra. Green. Lá em cima."

E então eu a segui escada acima.

Assim que entramos no quarto e fechamos a porta atrás de nós, Christopher se virou para mim. "Então, a gente tira a roupa?"

"Sim." Franzi a testa para ele como se fosse um idiota. E ele era.incestoFoi pura magia ver eles tirarem a roupa devagar. A exuberância mal disfarçada do Christopher contrastava lindamente com a hesitação da Sra. Green. Em pouco tempo, os dois estavam pelados. Sentei de pernas cruzadas no chão e fiquei olhando eles de cima a baixo. Casualmente, a Sra. Green estendeu a mão e passou os dedos em volta da piroca dura do Christopher. Não sei se ela percebeu o que tava fazendo. Acho que alguns hábitos são difíceis de largar.

"Podem continuar. Faz de conta que eu não tô aqui." Meu coração quase saiu pela boca. Ia poder ver eles de novo.

Em silêncio, a Sra. Green se ajoelhou, de costas pra mim. Logo, a cabeça dela começou a se mexer enquanto segurava as próprias ancas com as mãos. Dava pra ouvir ela resmungar em volta da rola dele. Sons suaves de chupada encheram o quarto. O Christopher olhou pra mim, buscando contato visual.Mamae e filhoOlha pro outro lado, idiota. Tá estragando o clima." Fiz uma careta pra ele.
Ele suspirou e desviou o olhar.

O boquete durou um bom tempo. Fiquei observando a bunda bem desenhada dela enquanto chupava ele. Tinha que admitir que ela tinha umas curvas incríveis. Me perguntei se meu corpo um dia ia ficar assim.

"Vamos, mamãe." Christopher levantou ela. Me deu um tesão ouvir ele chamar ela de "mamãe". Uma cachoeira escorria entre minhas pernas. Enquanto eles se moviam pra cama, levantei meu vestido e tirei a calcinha. Isso era muito melhor que internet. Christopher se deixou cair de costas e a mãe dele montou em cima, de costas pra mim. Tava me dando uma vista maravilhosa da bunda dela e da buceta. Dava pra ver a umidade nos lábios dela enquanto se acomodava em cima dele.

"Ah... Chris... querido, é tão grande." O quadril dela encontrou um movimento ritmado. Ela rebolou em cima dele, com as mãos pressionando o peito dele.incesto entre mae e filhoMais rápido... mamãe." Christopher apertou as mãos nos quadris dela. Eu desmaiei ao ver as marcas que os dedos dele deixavam na carne farta dela. Deslizei dois dedos na minha buceta e me masturbei no mesmo ritmo que a Sra. Green montava no filho dela. Observei como os testículos grossos dele tremiam com o impacto dos movimentos. Sabia quanto esperma ele armazenava ali. Porra!, e se ele gozasse dentro dela? Talvez eu estivesse me deixando levar um pouco.Ruídos pela Parede - Capítulo 7

maeOs gemidos da Sra. Green ficaram mais insistentes. Ela tava parecendo uma puta de verdade. Tava de costas pra mim. O rosto dela ficava escondido pelo ângulo da cama. Agora era o momento perfeito. Com a mão livre, enfiei a mão no meu sutiã e tirei meu celular. Tirei foto atrás de foto da bunda trêmula dela. Olhei pro meu celular. Essas eram boas. Guardei o celular de novo no sutiã e comecei a trabalhar na minha buceta a sério.

"Ah, que delícia... que delícia... eeeeeiiiiiiiiiiii." A Sra. Green empurrou a pélvis dela pra baixo na dele e segurou ali, se contorcendo em cima dele. Os gritos de prazer dela me levaram ao limite, e eu também gozei.

Eles mudaram de posição. Logo, Christopher tava atrás dela. Ainda estavam de costas pra mim.

"Por mais que eu ame essa sua bunda carnuda, Chris, quero ver a cara da sua mãe enquanto você come ela." Limpei os dedos na coxa, satisfeita por enquanto só de olhar. "Vira ela.incestoTá bom." Sem largar a buceta da mãe dele, o Christopher virou ela.
Aí ele meteu com aqueles quadris mágicos dele, fazendo a bunda dela ondular. A cabeça dela tava apoiada no cobertor, mas eu queria ver ela se arqueando pra ele.

"Puxa ela pelo cabelo, Chris. Dá tudo nela." Quase fiquei louca vendo como ela revirava os olhos enquanto ele apalpava ela. Isso era ainda melhor do que eu esperava. "Fala que ela é sua puta."

Ele me olhou com os olhos alterados enquanto metia forte nela. Ela gritava a cada estocada, agarrando o cobertor com força.

"Fala." Tentei deixar minha voz severa, mas acho que tava excitada demais pra isso.

"Você é... ah... ah... minha puta... Mãe." Os músculos dele se tensionaram lindamente enquanto ele se movia.

"Sim... oh... sim." A Sra. Green claramente tinha esquecido de mim.

"Fala, Sra. Green." Eu sorri de orelha a orelha.

"Eu sou... ugh... sua puta... Christopher." Ela realmente era.Mamae e filhoOs gemidos do Christopher viraram um rugido. Ele tava perto.

Por mais que eu quisesse ver ele gozar na mãe dele de novo, eu queria mais o esperma dele dentro dela. "Fala pra ela que você vai gozar dentro dela, Chris."

Ele nem hesitou. Só precisava de um empurrãozinho. "Vou gozar... dentro de você... Mãe."

"Uf... uf... tá bom", disse a Sra. Green. Ela ia deixar o filho engravidar ela. Pelo que eu tinha visto da última vez, imaginei que fosse a primeira vez pra eles. Fiquei me perguntando se ela tomava pílula.

"Mãe... ah... Mãe... gggggggrrrrrrrrhhhhhh." O gemido dele, o desejo no jeito que ele falou "Mãe" e as últimas estocadas descontroladas do quadril, eu soube que nunca ia esquecer nada daquilo. Ele tava gozando dentro dela, e tava claro que isso tinha provocado o orgasmo dela também.

Eles desabaram juntos no colchão, ainda ligados por aquela pica comprida. Depois de uns minutos, o quadril do Christopher começou a se mover de novo. Não dá pra descrever o delícia que foi aquele squish quando a pica dele deslocou o esperma dentro da buceta dela.incesto entre mae e filhoPeguei meu celular e olhei as horas. Não queria estar ali quando o Sr. Green chegasse em casa. Já bastava por um dia. Levantei, mas eles estavam tão ocupados um com o outro que nem me notaram. Tirei mais algumas fotos antes de ir embora. Dessa vez, os rostos deles estavam claros como o dia.

Senti calor e rubor no meu caminho de bicicleta pra casa. Foi estranho pedalar com a calcinha tão encharcada. Esperava não me esfregar. Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto, peguei o celular e olhei as fotos que tinha tirado. Deus, aquele idiota era dono da buceta da própria mãe. Passei o resto da tarde me masturbando e olhando as fotos. Finalmente, me arrumei pro jantar. Me perguntei se o Christopher e a Sra. Green estavam se arrumando pra própria ceia deles, ou se continuariam transando. O pensamento me fez tremer.Ruídos pela Parede - Capítulo 7Enquanto me sentava pra jantar e tentava bater um papo com minha mãe, não conseguia parar de pensar no que tinha visto. Sabia que o que fiz não tinha aliviado minha obsessão. Só tinha aumentado a pressão. Não ia deixar aquilo ser só uma vez. Ia na casa do Christopher amanhã depois da escola. Quem sabe da próxima vez eu gravo um vídeo.

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