Meus bebês, retomo a parte anterior em que ele me comeu e me desvirgou com o cu, o filho da minha vizinha, Brayan, de 16 anos... Depois dessa experiência linda, a Maria me pede se dessa vez eu podia deixar o menino dormir comigo, já que ele tinha pedido por favor pra vir porque os pais dele iam sair pra jantar... Aceitei na hora e o Brayan chegou... veio de remis... abro a porta e vejo, pra minha surpresa, que ele veio com um amigo... se chamava Dan e tinha a mesma idade que o Brayan...
Brayan: Oi tiaaaa, que saudade de te ver... desculpa não ter avisado, ele é meu amigo Dan... ele veio comigo porque brigou com os pais e eu falei que hoje ia fazer a segunda, só que não sabia que ia ter que vir na sua casa... te incomoda? Trouxe ele comigo.
Eu: Não, não me incomoda, mas teria sido bom você avisar sua mãe... não quero ter problema, não.
Brayan: Não, tia, ninguém pode saber... Os pais do Dan acham que ele tá comigo em casa e vai dormir lá, mas pra mãe eu não falei nada, senão ela não deixava... vamos fazer a onda, vai.
Eu: Beleza, então entra e fiquem à vontade...
Os caras entram, dou algo pra eles comerem e eles ficam ali comigo conversando... Dan era extremamente tímido, mal falava, dava pra ver que era aquele típico nerd da escola que todo mundo enche o saco... mas muito educado. Eu tava vestida bem caseira, por sorte.
Meu outfit não deixava nada à mostra... mas tanto os caras quanto eu íamos mudar a visão dessa seriedade na minha roupa.
Embora não desse pra ver nada... quando eu me abaixava, a calcinha fio dental aparecia bem... os caras ficavam cochichando e rindo... eu percebia que o punheteiro do Brayan tinha trazido o amigo pra ficar fantasiando com o meu corpo... mas eu não tava nem aí... já era minha natureza ser uma gostosa... adorava saber que, quem quer que fosse, ficava de olho na minha bunda. A conversa seguiu até a gente jantar... até aí tudo tranquilo... mal ouvi a voz dele... eu comentava com o Brayan que o amigo dele era muito tímido, mas que ficasse à vontade, só que o moleque custava a se soltar. Até que uma situação revelou o que ia rolar depois.
Eu: Ai, sobrinho, me ajuda aqui com isso que não tô alcançando?
Bra: Claro, tia, te ajudo.
Eu tinha que prender o sutiã que tinha soltado... o Bray se aproximou se fazendo de machão na frente do amigo.
Apareci sem camiseta e com a tanguinha aparecendo... ele olhava com desejo. Brayan se aproximou de mim, abotoou meu sutiã e me apoiou um pouco... mmmmm aquela rola parecia muito gostosa entre minhas nádegas.
Estirei a fio dental o máximo que pude e deixei ela ali. Dan me olhava e não podia acreditar... Brayan olhava pra ele como quem diz... "olha que puta que é minha tia"... e eu adorei esses olhares. A gente continuou conversando um pouco, eu fiquei de sutiã e com a fio dental enfiada até o talo... ela tinha entrado na minha buceta e tava me fazendo ver estrelas...
Começamos a jogar cartas, e depois combinamos que quem perdia tinha que contar segredos... Eu perdia de propósito e contava as coisas que fiz com tantos vizinhos do bairro... A verdade é que eu tava exagerando, mas os caras adoravam. Eles ficavam doidinhos...
Bray: Tia, você que é gente boa, deixa a gente pegar umas cervejas que tão na geladeira?
Eu: Ah, que garoto... tá bom, assim esse menino se solta um pouco.
A gente começa a beber. Chega a vez do Dan contar, e ele comenta que ouviu o avô dele falando com um amigo sobre como comeu uma mina no chuveiro porque ela foi consertar o aquecedor, e a puta fez ele tomar banho com ela enquanto chupava a rola dele, e depois fez ele meter nela... E ele, ao ouvir essa putaria toda, não conseguiu evitar de bater uma ali mesmo no corredor de casa enquanto espiava o avô...
Eu comecei a me acabar de rir e acabei confessando que aquela puta era eu. O Dan não conseguia acreditar, ficou nervoso e gaguejando...
Eu: hahahaha agora tudo faz sentido... parece que na sua família todo mundo é tímido... sabe o trabalho que tive pra esquentar seu avô? hahahaha
Dan: Puta merda, não acredito... e como foi com ele?
Eu: Foi foda... seu avô é um monstro... você também é assim??? já num tom de puta.
Dan: hehehe não, eu não tenho coragem nem louco... não saberia o que fazer se tivesse uma mulher pelada igual você na minha frente.
Eu: hmm, teria que testar pra ver o que acontece hehe
Bray: Como assim, tia?
Eu: Nada, vou tomar um banho porque a cerveja me deu sono...
Vou pro quarto pra me despir e percebo os dois caras se aproximando devagar pra me espionar.
Saio de fio dental na frente deles e os dois otários ficam nervosos, fingindo que estavam fazendo outra coisa... Falo que vou tomar banho pra eles virarem e me olharem... O Brayan já tava acostumado a me ver toda putinha, mas o Dan não... Além disso, ele era mais inocente ainda, e tudo que via já dava umas sensações nele... Entro no banho e deixo a porta toda aberta, ainda por cima tinha arrumado um espelho que refletia bem no chuveiro enquanto ia tirando a roupinha.
Eu via pelo reflexo do espelho que os dois estavam me olhando com uma cara de punheteiros impressionante... Dan abraçava o Brayan e ficava falando umas coisas tipo... "Viu o que é aquilo? É uma gostosa... Olha a raba que ela tem... Olha os peitos." Essas putarias me deixavam louca, ainda mais vindo desses adolescentes novinhos que estavam com os hormônios à flor da pele. Mesmo sendo inexperientes, eles se fascinavam como ninguém ao ver meu corpo, e isso me esquentava demais. Abaixei a tanga e apelei pro recurso de sempre.
Eu: sobrinho amoooor, pega a calcinha e a toalha pra mim???
Brayan: viu, mano, te falei que essa parte ia chegar, agora vem, fica atrás de mim e entra comigo. Simmm, te levo, tia!!!!!
Dan: nãooo, idiota, nem fodendo que eu entro... sua tia vai ficar puta....
Brayan: não seja cagão... me obedece, vem comigo.
Entra o Brayan, e atrás dele vinha o Dan meio se escondendo e cheio de dúvidas... eu, de propósito, fingia que não tava vendo ele, hehehe.
Brayan: tô aqui, tiaaaa
Eu: obrigada, coração da tia... leva isso pra mim onde você já sabe.
Passo a tanga pro Brayan... eu, toda putinha, falo: "E a toalha?" "Sim, sim, tia, ali ele alcança, dá..." ele diz... fazendo cara pro Dan pra ele passar... Ele falava nervoso e cagado de medo, que não, que não, Brayan xingava ele fazendo cara de "passa, não seja otário". Brayan: "Tia, o Dan pode entrar pra te dar a toalha?" Ele me olha com uma cara de safado, tipo pedindo pra eu fazer o favor pro amigo dele... eu, mais safada que ele, aceitei o pedido. Eu: "Sim, sim, por favor, gato, entra e me traz a toalha." Dan: "Vou deixar aqui, senhora..." Brayan se afasta e empurra o Dan pra ele criar coragem e entrar... Eu: "Não, gato, traz aqui pra mim, por favor, tô com frio de ir até aí..." Dan aparece todo tímido... só o braço dele aparecia segurando a toalha e eu, de propósito, falo pra ele deixar aqui dentro onde eu tava... e quando o Dan se aproxima, olhando pro outro lado como se não quisesse se deslocar e olhar... eu derrubo o sabonete. Eu: "Ah, olha que burra, como deixo cair tudo.
Enquanto me agacho, abro toda a minha bunda pra que o Dan não consiga evitar de olhar pro meu rabo inteiro e use a palavra: buceta bem aberta. Pego o sabão, deixo ele ali e me viro pra pegar a toalha. O Dan tava na minha frente com o pau todo duro, dava pra ver demais no shortinho adolescente dele.
Eu: Valeu, amor
Me cubro com a toalha e o Dan sai do transe e sai correndo do banheiro. Visto uma fio dental. Falo pra eles... Até amanhã, bebês, vou dormir.
Sentia os olhos dos meninos cravados na minha bunda...
Mensagem do Dan Bray: dorme bem, tia
Eu: vão dormir vocês também, já que é tarde.
Bray: siiiim tia, claro... posso te fazer uma pergunta sem você se ofender??? Se não quiser, tudo bem, hein
Eu: fala, sobrinho
Bray: te incomoda se eu e o Dan dormirmos só de cueca? Sabe que eu durmo bem assim, e esse mongolão também
Dan: não enche o saco kkkk não senhora, eu não faço isso, não se preocupe... esse Brayan viaja demais.
Eu: não tenho problema, fiquem à vontade do jeito que for melhor pra vocês... aqui em casa a primeira regra é o conforto.
Brayan: valeu, tia... viu, idiota, o que eu te falei... aqui na casa da tia a gente fica confortável pra dormir.
Dan: nãooo, eu nem louco, não posso me desrespeitar assim... não quero ofender sua tia.
Eu: vai me ofender se dormir vestido e não conseguir descansar... como o Brayan disse, aqui em casa à noite a gente fica confortável.
Dan: mas não te incomoda que alguém que você nem conhece te veja de cueca? hehe o Brayan é seu sobrinho, mas eu não posso, senhora.
Eu: não me chama de senhora, e daí??? Eu tô de fio dental e vou dormir assim... além disso, você já é tipo meu sobrinho também... então fiquem confortáveis que não tem problema aqui.
Vou pra cama e, de novo, os caras vêm escondidos me olhar no quarto.
Aliás, eu empinava a bunda.. sabia que eles estavam me espionando
Bray: ó, amigo, olha isso... olha bem essa bunda.
Dan: ela é uma gostosa, meu deus.
Bray: viu que te falei que você ia gostar de vir?
Dan: sim, óbvio, mas me dá um negócio... me dá um cagaço... a gente não devia estar fazendo isso.
Bray: mas que virgem que você é, assim nunca vai comer ninguém.
Dan: tudo no seu tempo. Ainda não tô pronto... tenho medo... você já estreou porque quis.
Bray: mas, otário, você tem a chance de aprender pra quando chegar sua vez e não quer aproveitar... é um viadinho... vai morrer virgem.
Dan: você foi corajoso... eu não, e se sou um covarde, sou.
Eu fingia que tava dormindo, mas ouvia absolutamente tudo. Aquela frase do Dan me deu uma ternura e um desejo... eu precisava fazer alguma coisa pra ele perder o medo e mostrar pro Brayan e pros amigos dele que ele também podia ser homem... mas ele era tão tímido que não seria fácil dobrar ele... mas eu dou conta de tudo.
Levantei pra pegar água e eles estavam na sala de jantar rindo e bebendo.
Gostei porque eles estavam sem camisa e só de cueca, marcando os paus adolescentes deles, e isso me deixava loucaaaaaaaaAaaaaaaaa. Eu: "Cheee, o que vocês estão esperando pra deitar? Vamos, apaga tudo e pra cama." Dan me vê e se cobre na hora...essa timidez me excitava...Brayan estava ali com o pau duro. Como sempre...embora eu adorasse o guri...já tinha enjoado dele...já tinha provado. Meu objetivo agora era o submisso Dan. Eu: "Vai deitar logo, apaga tudo..." Bray: "Tia, posso bater uma com suas calcinhas? Que nem da outra vez? Hehehehehe" Ele quis se pagar de machão na frente do amigo, e eu cortei ele na hora. Eu: "Que isso, guri??? Da próxima vez que fizer um comentário desses, vai pra sua casa e eu conto tudo pra sua mãe...Guri mal-educado...respeito." Bray: "Mas tia...bom, desculpa." Dan: "Você é sem noção, Brayan, deixa sua tia em paz, não exagera." Bray: "Cala a boca, virjão." Eu: "Muito bem, Dan, obrigada, bebê...e você, Brayan, é melhor se acalmar ou da próxima vez não me responsabilizo." Bray: "Desculpa, tia, descansa..." Brayan fez uma cara de coitadinho, doeu ter feito isso com ele...mas me ajudou a fazer o Dan ganhar confiança e se soltar mais...logo eu faria ele criar coragem e virar homem, mas tinha que ir devagar. Bray: "Desculpa, tia, boa noite..." Eu: "Vocês também, até amanhã." Me virei e vi os dois lá, só de cueca, todos fofos e gostosos...aquela imagem me excitou pra caralho, mas queria fazer as coisas direito pra dar a experiência das vidas deles.
Vou pra cama e finjo que tô dormindo... depois de um tempo, espio eles em silêncio... O Brayan já tinha dormido... tava de pau duro como sempre, e o Dan não tava... parecia que tinha levantado pra beber água. Fui esperta, voltei pra cama... acendi a luz, tirei a calcinha fio dental e me deitei. Sabia que logo o Dan ia ficar tentado a me espiar.
É, o Dan chegou perto do meu quarto... Ficou olhando um tempo... mas não faziam nada... não se ouvia absolutamente nada... eu queria que ele tirasse a pica e viesse me foder, mas não tinha jeito... não queria me virar pra ele não se assustar... até que devagarinho, devagarinho, comecei a me mexer... ele até tentou sair, mas voltou... eu fingi que tava sonhando e parei a bunda pra ver que reação ia causar no Dan.
Parei minha bunda e abri um pouco as pernas pra ele ver minha buceta. Aí ouvi um suspiro dele seguido de uns barulhos de punheta e gemidos. Aí sim, quando ouvi esse barulho, me virei contentona.
Tava Dan se pegando na pijinha dele dentro de umas cuecas bem sexys que me deixaram toda excitada... Mmmm bebê, falei pra ele... mas ele se assustou, guardou o pau dele e foi dormir com o Brayan. Ele ficou todo assustado, mas eu sabia que logo ele ia se atrever a mais, era só ir levando ele igual levei o Brayan... só que o Dan era bem mais tímido, além de serem adolescentes inexperientes. Tinha que fazer as coisas devagar. Acordei no outro dia... saí pra ver aqueles paus jovens e vi que os meninos já não estavam mais... me deixaram um WhatsApp falando que os pais do Dan chamaram ele e tiveram que ir embora. Que pena, fiquei com vontade de provar aqueles paus... Passei o dia, fiz umas coisas em casa... chegou a noite e tava super entediada... comecei a ver filmes e me deu vontade de tomar uísque... nem percebi e quase tomei uma garrafa inteira... fiquei podre de bêbada... tava tão bêbada que me deu um tesão danado... fiquei com muita vontade de foder... tanta vontade que me vesti pra sair... quem sabe num bar eu achava alguém pra foder. Saí toda mamada na rua pra pegar um táxi, mas não tinha ninguém, ninguém mesmo... Lá na frente, cruzei com um masturbador, sem falar nada, encarei ele e comecei a beijar ele todo... tava tão bêbada e com tanto tesão que não me importava com nada naquele momento. O cara me levou pra um lugar escuro e na hora puxou o pau dele pra fora... forçou minha cabeça pra baixo e eu desci pra Marselha.
Chupei a pica dele com tanta vontade que ele gozou na hora na minha boca... claro que tomei todo o leite.
Continua me apalpando enquanto limpo a pica dele... ele se abaixa até mim e começa a me beijar enquanto me tocava toda. A pica dele endurece de novo e ele fala que quer me foder. Ele abaixa minha calcinha rápido. Fico de quatro e falo: "É, vai, me come gostosa... pega, coloca a camisinha e enfia em mim." Pego uma camisinha da bolsa e entrego pra ele. Cara: "Camisinha nada, puta como você se come no pelo." Eu: "Não, não, para... não enche o saco... só coloca a camisinha e aí arrebenta meu cu todo." Mas o cara não ligou. Me segurou com força e meteu sem proteção. Eu: "Não, para, para, o que você tá fazendo? Ahhh, argh, ahhh." Cara: "Sente, vagabunda, sente minha pica bem dura dentro de você... sente como minha pica pulsa no seu cu." Eu: "Ah, ah, para... chega, sai... ahh, ahh." Cara: "Toma, vagabunda, sente minha pica dentro de você... não gosta? Fala a verdade." Eu: "Ah, ah, ah, continua, continua, adoro... mete forte.
O cara me deixou de quatro, me comendo na rua debaixo de um carro... situação tão bizarra quanto excitante... na hora não me importou nada. Tipo: vem aqui, putinha, vem pra essa casa abandonada pra ninguém ver a gente... ele me levou enfiada até aquela casa e continuou me comendo.
Tipo: toma, vagabunda... cê gosta?
Eu: adoro. Arrebenta meu cu.
Tipo: toma a porra, putinha.
Eu: joga dentro da minha bunda... ahhjhjj
Ele goza na minha bunda e eu gozo também. O cara desce pra chupar meu cu de quatro, limpando toda a minha porra e a dele... aí eu caí na real do que tinha feito... passei dos limites de puta.
De repente, o celular toca e atendo:
Brayan: tiaaaa, cê tá em casa?
Eu: não, não... mas o que foi?
Brayan: dá pra fazer a prévia na sua casa antes de ir pra balada?
Eu: sim, sim... cê tá com o Dan?
Bray: sim, tia, tô com ele... ele tá meio pra baixo... me ajuda a animar ele?
Eu: óbvio, vou praí
Saí correndo, toda empolgada... queria ver esses caras de cueca já.
O cara pediu meu número, mas eu passei um qualquer.
Corri pra casa ainda chapada e cheguei junto dos manos.
Continua...
Brayan: Oi tiaaaa, que saudade de te ver... desculpa não ter avisado, ele é meu amigo Dan... ele veio comigo porque brigou com os pais e eu falei que hoje ia fazer a segunda, só que não sabia que ia ter que vir na sua casa... te incomoda? Trouxe ele comigo.
Eu: Não, não me incomoda, mas teria sido bom você avisar sua mãe... não quero ter problema, não.
Brayan: Não, tia, ninguém pode saber... Os pais do Dan acham que ele tá comigo em casa e vai dormir lá, mas pra mãe eu não falei nada, senão ela não deixava... vamos fazer a onda, vai.
Eu: Beleza, então entra e fiquem à vontade...
Os caras entram, dou algo pra eles comerem e eles ficam ali comigo conversando... Dan era extremamente tímido, mal falava, dava pra ver que era aquele típico nerd da escola que todo mundo enche o saco... mas muito educado. Eu tava vestida bem caseira, por sorte.
Meu outfit não deixava nada à mostra... mas tanto os caras quanto eu íamos mudar a visão dessa seriedade na minha roupa.
Embora não desse pra ver nada... quando eu me abaixava, a calcinha fio dental aparecia bem... os caras ficavam cochichando e rindo... eu percebia que o punheteiro do Brayan tinha trazido o amigo pra ficar fantasiando com o meu corpo... mas eu não tava nem aí... já era minha natureza ser uma gostosa... adorava saber que, quem quer que fosse, ficava de olho na minha bunda. A conversa seguiu até a gente jantar... até aí tudo tranquilo... mal ouvi a voz dele... eu comentava com o Brayan que o amigo dele era muito tímido, mas que ficasse à vontade, só que o moleque custava a se soltar. Até que uma situação revelou o que ia rolar depois. Eu: Ai, sobrinho, me ajuda aqui com isso que não tô alcançando?
Bra: Claro, tia, te ajudo.
Eu tinha que prender o sutiã que tinha soltado... o Bray se aproximou se fazendo de machão na frente do amigo.

Apareci sem camiseta e com a tanguinha aparecendo... ele olhava com desejo. Brayan se aproximou de mim, abotoou meu sutiã e me apoiou um pouco... mmmmm aquela rola parecia muito gostosa entre minhas nádegas.
Estirei a fio dental o máximo que pude e deixei ela ali. Dan me olhava e não podia acreditar... Brayan olhava pra ele como quem diz... "olha que puta que é minha tia"... e eu adorei esses olhares. A gente continuou conversando um pouco, eu fiquei de sutiã e com a fio dental enfiada até o talo... ela tinha entrado na minha buceta e tava me fazendo ver estrelas...
Começamos a jogar cartas, e depois combinamos que quem perdia tinha que contar segredos... Eu perdia de propósito e contava as coisas que fiz com tantos vizinhos do bairro... A verdade é que eu tava exagerando, mas os caras adoravam. Eles ficavam doidinhos... Bray: Tia, você que é gente boa, deixa a gente pegar umas cervejas que tão na geladeira?
Eu: Ah, que garoto... tá bom, assim esse menino se solta um pouco.
A gente começa a beber. Chega a vez do Dan contar, e ele comenta que ouviu o avô dele falando com um amigo sobre como comeu uma mina no chuveiro porque ela foi consertar o aquecedor, e a puta fez ele tomar banho com ela enquanto chupava a rola dele, e depois fez ele meter nela... E ele, ao ouvir essa putaria toda, não conseguiu evitar de bater uma ali mesmo no corredor de casa enquanto espiava o avô...
Eu comecei a me acabar de rir e acabei confessando que aquela puta era eu. O Dan não conseguia acreditar, ficou nervoso e gaguejando...
Eu: hahahaha agora tudo faz sentido... parece que na sua família todo mundo é tímido... sabe o trabalho que tive pra esquentar seu avô? hahahaha
Dan: Puta merda, não acredito... e como foi com ele?
Eu: Foi foda... seu avô é um monstro... você também é assim??? já num tom de puta.
Dan: hehehe não, eu não tenho coragem nem louco... não saberia o que fazer se tivesse uma mulher pelada igual você na minha frente.
Eu: hmm, teria que testar pra ver o que acontece hehe
Bray: Como assim, tia?
Eu: Nada, vou tomar um banho porque a cerveja me deu sono...
Vou pro quarto pra me despir e percebo os dois caras se aproximando devagar pra me espionar.

Saio de fio dental na frente deles e os dois otários ficam nervosos, fingindo que estavam fazendo outra coisa... Falo que vou tomar banho pra eles virarem e me olharem... O Brayan já tava acostumado a me ver toda putinha, mas o Dan não... Além disso, ele era mais inocente ainda, e tudo que via já dava umas sensações nele... Entro no banho e deixo a porta toda aberta, ainda por cima tinha arrumado um espelho que refletia bem no chuveiro enquanto ia tirando a roupinha.
Eu via pelo reflexo do espelho que os dois estavam me olhando com uma cara de punheteiros impressionante... Dan abraçava o Brayan e ficava falando umas coisas tipo... "Viu o que é aquilo? É uma gostosa... Olha a raba que ela tem... Olha os peitos." Essas putarias me deixavam louca, ainda mais vindo desses adolescentes novinhos que estavam com os hormônios à flor da pele. Mesmo sendo inexperientes, eles se fascinavam como ninguém ao ver meu corpo, e isso me esquentava demais. Abaixei a tanga e apelei pro recurso de sempre.
Eu: sobrinho amoooor, pega a calcinha e a toalha pra mim???Brayan: viu, mano, te falei que essa parte ia chegar, agora vem, fica atrás de mim e entra comigo. Simmm, te levo, tia!!!!!
Dan: nãooo, idiota, nem fodendo que eu entro... sua tia vai ficar puta....
Brayan: não seja cagão... me obedece, vem comigo.
Entra o Brayan, e atrás dele vinha o Dan meio se escondendo e cheio de dúvidas... eu, de propósito, fingia que não tava vendo ele, hehehe.
Brayan: tô aqui, tiaaaa
Eu: obrigada, coração da tia... leva isso pra mim onde você já sabe.
Passo a tanga pro Brayan... eu, toda putinha, falo: "E a toalha?" "Sim, sim, tia, ali ele alcança, dá..." ele diz... fazendo cara pro Dan pra ele passar... Ele falava nervoso e cagado de medo, que não, que não, Brayan xingava ele fazendo cara de "passa, não seja otário". Brayan: "Tia, o Dan pode entrar pra te dar a toalha?" Ele me olha com uma cara de safado, tipo pedindo pra eu fazer o favor pro amigo dele... eu, mais safada que ele, aceitei o pedido. Eu: "Sim, sim, por favor, gato, entra e me traz a toalha." Dan: "Vou deixar aqui, senhora..." Brayan se afasta e empurra o Dan pra ele criar coragem e entrar... Eu: "Não, gato, traz aqui pra mim, por favor, tô com frio de ir até aí..." Dan aparece todo tímido... só o braço dele aparecia segurando a toalha e eu, de propósito, falo pra ele deixar aqui dentro onde eu tava... e quando o Dan se aproxima, olhando pro outro lado como se não quisesse se deslocar e olhar... eu derrubo o sabonete. Eu: "Ah, olha que burra, como deixo cair tudo.
Enquanto me agacho, abro toda a minha bunda pra que o Dan não consiga evitar de olhar pro meu rabo inteiro e use a palavra: buceta bem aberta. Pego o sabão, deixo ele ali e me viro pra pegar a toalha. O Dan tava na minha frente com o pau todo duro, dava pra ver demais no shortinho adolescente dele. Eu: Valeu, amor
Me cubro com a toalha e o Dan sai do transe e sai correndo do banheiro. Visto uma fio dental. Falo pra eles... Até amanhã, bebês, vou dormir.
Sentia os olhos dos meninos cravados na minha bunda... Mensagem do Dan Bray: dorme bem, tia
Eu: vão dormir vocês também, já que é tarde.
Bray: siiiim tia, claro... posso te fazer uma pergunta sem você se ofender??? Se não quiser, tudo bem, hein
Eu: fala, sobrinho
Bray: te incomoda se eu e o Dan dormirmos só de cueca? Sabe que eu durmo bem assim, e esse mongolão também
Dan: não enche o saco kkkk não senhora, eu não faço isso, não se preocupe... esse Brayan viaja demais.
Eu: não tenho problema, fiquem à vontade do jeito que for melhor pra vocês... aqui em casa a primeira regra é o conforto.
Brayan: valeu, tia... viu, idiota, o que eu te falei... aqui na casa da tia a gente fica confortável pra dormir.
Dan: nãooo, eu nem louco, não posso me desrespeitar assim... não quero ofender sua tia.
Eu: vai me ofender se dormir vestido e não conseguir descansar... como o Brayan disse, aqui em casa à noite a gente fica confortável.
Dan: mas não te incomoda que alguém que você nem conhece te veja de cueca? hehe o Brayan é seu sobrinho, mas eu não posso, senhora.
Eu: não me chama de senhora, e daí??? Eu tô de fio dental e vou dormir assim... além disso, você já é tipo meu sobrinho também... então fiquem confortáveis que não tem problema aqui.
Vou pra cama e, de novo, os caras vêm escondidos me olhar no quarto.

Aliás, eu empinava a bunda.. sabia que eles estavam me espionando
Bray: ó, amigo, olha isso... olha bem essa bunda. Dan: ela é uma gostosa, meu deus.
Bray: viu que te falei que você ia gostar de vir?
Dan: sim, óbvio, mas me dá um negócio... me dá um cagaço... a gente não devia estar fazendo isso.
Bray: mas que virgem que você é, assim nunca vai comer ninguém.
Dan: tudo no seu tempo. Ainda não tô pronto... tenho medo... você já estreou porque quis.
Bray: mas, otário, você tem a chance de aprender pra quando chegar sua vez e não quer aproveitar... é um viadinho... vai morrer virgem.
Dan: você foi corajoso... eu não, e se sou um covarde, sou.
Eu fingia que tava dormindo, mas ouvia absolutamente tudo. Aquela frase do Dan me deu uma ternura e um desejo... eu precisava fazer alguma coisa pra ele perder o medo e mostrar pro Brayan e pros amigos dele que ele também podia ser homem... mas ele era tão tímido que não seria fácil dobrar ele... mas eu dou conta de tudo.
Levantei pra pegar água e eles estavam na sala de jantar rindo e bebendo.
Gostei porque eles estavam sem camisa e só de cueca, marcando os paus adolescentes deles, e isso me deixava loucaaaaaaaaAaaaaaaaa. Eu: "Cheee, o que vocês estão esperando pra deitar? Vamos, apaga tudo e pra cama." Dan me vê e se cobre na hora...essa timidez me excitava...Brayan estava ali com o pau duro. Como sempre...embora eu adorasse o guri...já tinha enjoado dele...já tinha provado. Meu objetivo agora era o submisso Dan. Eu: "Vai deitar logo, apaga tudo..." Bray: "Tia, posso bater uma com suas calcinhas? Que nem da outra vez? Hehehehehe" Ele quis se pagar de machão na frente do amigo, e eu cortei ele na hora. Eu: "Que isso, guri??? Da próxima vez que fizer um comentário desses, vai pra sua casa e eu conto tudo pra sua mãe...Guri mal-educado...respeito." Bray: "Mas tia...bom, desculpa." Dan: "Você é sem noção, Brayan, deixa sua tia em paz, não exagera." Bray: "Cala a boca, virjão." Eu: "Muito bem, Dan, obrigada, bebê...e você, Brayan, é melhor se acalmar ou da próxima vez não me responsabilizo." Bray: "Desculpa, tia, descansa..." Brayan fez uma cara de coitadinho, doeu ter feito isso com ele...mas me ajudou a fazer o Dan ganhar confiança e se soltar mais...logo eu faria ele criar coragem e virar homem, mas tinha que ir devagar. Bray: "Desculpa, tia, boa noite..." Eu: "Vocês também, até amanhã." Me virei e vi os dois lá, só de cueca, todos fofos e gostosos...aquela imagem me excitou pra caralho, mas queria fazer as coisas direito pra dar a experiência das vidas deles.
Vou pra cama e finjo que tô dormindo... depois de um tempo, espio eles em silêncio... O Brayan já tinha dormido... tava de pau duro como sempre, e o Dan não tava... parecia que tinha levantado pra beber água. Fui esperta, voltei pra cama... acendi a luz, tirei a calcinha fio dental e me deitei. Sabia que logo o Dan ia ficar tentado a me espiar.
É, o Dan chegou perto do meu quarto... Ficou olhando um tempo... mas não faziam nada... não se ouvia absolutamente nada... eu queria que ele tirasse a pica e viesse me foder, mas não tinha jeito... não queria me virar pra ele não se assustar... até que devagarinho, devagarinho, comecei a me mexer... ele até tentou sair, mas voltou... eu fingi que tava sonhando e parei a bunda pra ver que reação ia causar no Dan.
Parei minha bunda e abri um pouco as pernas pra ele ver minha buceta. Aí ouvi um suspiro dele seguido de uns barulhos de punheta e gemidos. Aí sim, quando ouvi esse barulho, me virei contentona.
Tava Dan se pegando na pijinha dele dentro de umas cuecas bem sexys que me deixaram toda excitada... Mmmm bebê, falei pra ele... mas ele se assustou, guardou o pau dele e foi dormir com o Brayan. Ele ficou todo assustado, mas eu sabia que logo ele ia se atrever a mais, era só ir levando ele igual levei o Brayan... só que o Dan era bem mais tímido, além de serem adolescentes inexperientes. Tinha que fazer as coisas devagar. Acordei no outro dia... saí pra ver aqueles paus jovens e vi que os meninos já não estavam mais... me deixaram um WhatsApp falando que os pais do Dan chamaram ele e tiveram que ir embora. Que pena, fiquei com vontade de provar aqueles paus... Passei o dia, fiz umas coisas em casa... chegou a noite e tava super entediada... comecei a ver filmes e me deu vontade de tomar uísque... nem percebi e quase tomei uma garrafa inteira... fiquei podre de bêbada... tava tão bêbada que me deu um tesão danado... fiquei com muita vontade de foder... tanta vontade que me vesti pra sair... quem sabe num bar eu achava alguém pra foder. Saí toda mamada na rua pra pegar um táxi, mas não tinha ninguém, ninguém mesmo... Lá na frente, cruzei com um masturbador, sem falar nada, encarei ele e comecei a beijar ele todo... tava tão bêbada e com tanto tesão que não me importava com nada naquele momento. O cara me levou pra um lugar escuro e na hora puxou o pau dele pra fora... forçou minha cabeça pra baixo e eu desci pra Marselha.
Chupei a pica dele com tanta vontade que ele gozou na hora na minha boca... claro que tomei todo o leite.
Continua me apalpando enquanto limpo a pica dele... ele se abaixa até mim e começa a me beijar enquanto me tocava toda. A pica dele endurece de novo e ele fala que quer me foder. Ele abaixa minha calcinha rápido. Fico de quatro e falo: "É, vai, me come gostosa... pega, coloca a camisinha e enfia em mim." Pego uma camisinha da bolsa e entrego pra ele. Cara: "Camisinha nada, puta como você se come no pelo." Eu: "Não, não, para... não enche o saco... só coloca a camisinha e aí arrebenta meu cu todo." Mas o cara não ligou. Me segurou com força e meteu sem proteção. Eu: "Não, para, para, o que você tá fazendo? Ahhh, argh, ahhh." Cara: "Sente, vagabunda, sente minha pica bem dura dentro de você... sente como minha pica pulsa no seu cu." Eu: "Ah, ah, para... chega, sai... ahh, ahh." Cara: "Toma, vagabunda, sente minha pica dentro de você... não gosta? Fala a verdade." Eu: "Ah, ah, ah, continua, continua, adoro... mete forte.
O cara me deixou de quatro, me comendo na rua debaixo de um carro... situação tão bizarra quanto excitante... na hora não me importou nada. Tipo: vem aqui, putinha, vem pra essa casa abandonada pra ninguém ver a gente... ele me levou enfiada até aquela casa e continuou me comendo.
Tipo: toma, vagabunda... cê gosta? Eu: adoro. Arrebenta meu cu.
Tipo: toma a porra, putinha.
Eu: joga dentro da minha bunda... ahhjhjj
Ele goza na minha bunda e eu gozo também. O cara desce pra chupar meu cu de quatro, limpando toda a minha porra e a dele... aí eu caí na real do que tinha feito... passei dos limites de puta.
De repente, o celular toca e atendo:
Brayan: tiaaaa, cê tá em casa?
Eu: não, não... mas o que foi?
Brayan: dá pra fazer a prévia na sua casa antes de ir pra balada?
Eu: sim, sim... cê tá com o Dan?
Bray: sim, tia, tô com ele... ele tá meio pra baixo... me ajuda a animar ele?
Eu: óbvio, vou praí
Saí correndo, toda empolgada... queria ver esses caras de cueca já.
O cara pediu meu número, mas eu passei um qualquer.
Corri pra casa ainda chapada e cheguei junto dos manos.
Continua...
3 comentários - Me joguei no filho da minha vizinha (e no amigo dele)