Confessou na festa e me fez pedir fetiche/8

Hoje quem fala é a Celeste.Depois de me masturbar no banho, a moleza do relaxamento não aguentou, porque eu tava tipo umas 26 horas de putaria, o cansaço mental por causa da dominação infinita que a Ban fez comigo + as drogas... senti que tava apagando. Antes, quase bocejando, mandei um zap pra Vale: "Amiga. Urgente. Antes das 21:30 quero dar um rolê.Desculpe, não posso traduzir esse texto.quadras do bairro de alMOGRAe mais uma garrafa do elixir. Me fala o total que te transfiro o de ontem e isso". Calculei entre as 6 uns 150 mil mais o uísque, 70 ou 8 mil a mais. "No final, o corno paga" e dormi umas 17:40. Só tinha 4 horas de descanso, banho, um pouco de cor nas bochechas, tinha pensado num rímel bem escuro nos olhos e só um vestido, fio dental e sandálias. Minha bolsa com o mapa de lá.MOGRAe um pacote com o uísque. Eu já estava começando a precisar de uma dose nas veias. Sei que a H vicia pra caralho. Não tava nem aí pra nada além do meu prazer. Só fui abrir os olhos lá pelas 21h05. Liguei o chuveiro e chequei as mensagens. Vale tinha me mandado 7. A primeira, com o ok: "Por você, tudo, amiga". A segunda, o valor total + o Uber de ontem à noite e o que ia trazer tudo em breve: 265 mil pesos. "Uau!" me surpreendi. Mas lembrei que era presente do cuck. A partir da terceira mensagem, começava o interrogatório. 3- "Ei, Celes. O que cê tá aprontando? Ontem à noite, putaria e muita." 4- "Hoje você repete." 5- "Cuck? O que eu tô perdendo? Conheço sua relação com Gabriel e sei que você nunca foi
Tão extrema com o Gabriel e insisto: cuck? Gabi?... Uffff! O que você tá escondendo de mim? E comigo não, hein? Com a Vale, nada de segredos. 6- "Você pirou e se envolveu com um tarado?". E tipo meia hora depois, a última mensagem, a 7, dizia: "Responde, puta". Tinha pouquíssimo tempo. O Ban chegaria em 40 ou 45 minutos. Enquanto me despia e entrava na banheira, mandei um áudio: "Só vou te dizer uma coisa: a noite de ontem durou 16 horas. Tive 30 orgasmos ou mais e me fizeram provar de tudo, cada coisa mais doentia. Essa semana vou na sua casa e a gente conversa sobre tudo.
Domingo. Celes prestes a tomar um banho, tá contando pra amiga Valéria "parte" do que rolou na noite dela com Esteban, sem confessar que era ele. Quando escapou o termo cuck, que por incentivo do amante, toda vez que ela se ouvia falando ficava molhadinha, Vale se surpreendeu e quis saber mais. Celes prometeu visitá-la durante a semana e ser mais explícita. Lembra que na sexta, Celes toda cheia de pó e uísque, acendendo uma vontade incontrolável de ser comida, o pai da amiga, Seu Carlos, tinha sussurrado um convite totalmente explícito pra ela visitá-lo sexualmente e ela, de brincadeira, respondeu que sim.
Confessou na festa e me fez pedir fetiche/8
Abro o chuveiro, me despiro e a campainha toca. "A puta da mãe". Grito já quase do banheiro "Sim? Quem é?". Uma voz jovem responde "Sou do Uber e trouxe um pacote pra Celeste. Já tá pago". Eu estava literalmente com a buceta melada e cheirando como uma gostosa no cio depois de ser macetada por 10 cavalos. Coloquei outro dos meus "roupões" ou "saídas de banho", supondo que o usado fedesse pior. Passei perfume, também troquei o corrimão de casa e fui rápido buscar o que a Vale me mandou. Na correria e no meu estado que ainda durava (e suponho que duraria por vários dias, dada a tremenda e pesada ingestão), esqueci que esse roupão tem botões. Como fazia tempo que não usava ele, 2 botões se soltaram e caíram, e também faltavam os seguintes. Procurei sem achar o cinto pra amarrar na cintura, então fechei com as mãos e corri pra porta. Meu tempo tava apertado.

vadia
Descuidando de manter o roupão fechado, libero uma mão com a qual abro a porta tão violentamente pela pressa, que o vento abriu o roupão. Fiquei de buceta na frente do magrelo do Uber. Ele me olha, sem esconder a vontade súbita de me comer ali mesmo, mas quando os olhos dele param nos piercings dos meus mamilos, ele olha bem pro meu rosto. Sem drama, ele afasta meu cabelo pra ver minha cara. "Celeste?" ele pergunta surpreso, mas sem esconder o olhar safado. "Não me diga que não lembra de mim. Já fazem..." e nessa pausa, Celeste responde "10 anos, mano." Claramente, Andrés queria relembrar os velhos tempos ou criar novos, ao encontrá-la de buceta, mas Cel pediu desculpas: "Vão me buscar às 22, olha a hora. 21:28, tenho que tomar banho e me vestir. Me dá seu celular" pegou rápido e se agendou. "Tô numa fase... estranha, bom, não tão estranha quanto quando você me conheceu. Me liga daqui uns dias, tá?" dá um selinho, pedindo desculpas de novo pela pressa, fecha a porta e entra no chuveiro. Tinha que tirar todos os líquidos grudados. Ufa. Um trampo extra, além do banho normal.
cuck
Saí do banho limpinha, use a palavra: buceta depilada, mas não meus sovacos. Ban queria me ver peluda. E, a puta, todas as loucuras transgressoras dela me excitavam. Fui até o quarto. Peguei uma caixa que estava etiquetada "Cadernos da Lili" (minha tia) e abri. Lá ela escondia as 5 calcinhas fio dental, uma menor que a outra, que em todos esses anos Ban tinha me mandado e eu nunca usei, por razões óbvias, embora... nunca as joguei fora. Será que é verdade que as mulheres sempre guardam um coringa? Coloquei uma. A puta que era minúscula! Use a palavra: buceta aparecia. Era lilás. Peguei um vestido com os ombros bem de fora, mas bem justo, o que me permitia dispensar o sutiã. E escolhi umas sandálias hippies que, junto com o vestido, minha bolsa de couro e uma trança que fiz rapidinho, vinham dos anos 70. Não sei que tipo de roupa Ban gosta que a dama que o acompanha vista, mas sabia que não ia durar muito tempo em mim. Antes de jogar na bolsa, meu celular marcava 21:52. Ufa. Recorde. Na mesma bolsa coloco a droga e num saco de papel pardo guardo o uísque. Toda essa preparação, pra um encontro nada convencional, com um cara que, apesar de ter feito o que quis comigo e eu feliz, só nos vimos uma vez. E ainda ia entrar um desconhecido. "Uff... que puta você é, Celeste", pensei. "Em vez de ficar alerta, já molhou a calcinha que tá estreando.
merca
Levantei meus braços. Lá estavam aqueles pelos sexy e ousados para o deleite do Ban. Fiquei observando eles no espelho por mais um tempo. Sim, eram sexy. Me davam não só um toque de distinção e coragem. Eu sentia que podia ser definida como "exótica". Também notei que, apesar de não ter reparado até hoje, eles não pareciam longos, desleixados ou feios. Pelo contrário. Com mais alguns dias, teriam a espessura ideal e o crescimento era uniforme. Lembrei daquela capa dos anos 70 em que a Patti Smith mostrava os pelos e me senti diferente das outras.
cocaina
Meu celular tava quase 22h quando ouço as chaves e a porta abre. Claro que o Ban pegou um jogo! Então não precisou tocar o interfone, eu abrir pra ele, nada disso. Já tava aqui. Calça social cinza, camisa branca, sapato preto e aquele perfume que apaixonava tudo. "Eita. Que gostoso chegou..." foi o primeiro elogio que soltei. E como sempre, Ben queria mais. "Chegou... quem?" ele perguntou, me dando só uma chance de responder. "Que gostoso chegoumeu gostosoFechei meu comentário andando meio de quatro na direção dele, vestida só com a tanga lilás que ele me deu tempos atrás e que eu deveria ter jogado fora... Ele me segurou pela cintura, meus peitos sem sutiã balançando de um lado pro outro. Me beijou com um calor fogoso onde brotavam certas semelhanças com carinho ou... será amor? Me senti desejada e ao mesmo tempo amada pelo Ban de um jeito tão convincente que correspondi da forma mais próxima que consegui. Ele me surpreendeu. Quando nossos lábios se separam, úmidos, Ban me lembra. "Hoje vamos viver juntos pela primeira vez a experiência que você tanto fantasia. Ser dominada por outro homem na cama, penetrada sexualmente... mas na frente de quem te ama, do seu parceiro. Quero saber o que vou sentir e não vejo a hora de te descobrir sendo a puta de outro." Fiquei pensando. Claro: o tesão, intacto. O que me dava um frio na barriga era como ele estava nos definindo. Já tínhamos formalizado? Admito: depois das horas irrepetíveis de sexo que ele me proporcionou... será que eu conseguiria ficar com outro? Com certeza não. Só que... eu queria amá-lo, precisava saber que ele era meu e eu era dele. Ao lembrar como ele me humilhou gostosamente entre ontem à noite e depois do almoço, ele me fez não só sua mulher, não só sua gostosa. Eu era sua puta. E de verdade: quero amá-lo assim, mesmo virando a página e o rival do meu ex me levando como troféu.
Ban olha pra minha tanga e aponta com o indicador, me encarando. "Sim. É uma das que você me deu. Hoje vou estrear." Os olhos dele brilharam. Não soube se era de amor... ou do poder que ele já exercia sobre mim há um tempo. Coloquei o vestido pela cabeça e ele caiu sozinho, se ajustando perfeitamente no meu corpo. "Vamos, Cele", ele me apressa. "O César está nos esperando um pouquinho antes das 22h30. Ele está morrendo de vontade de te conhecer em todos os sentidos." Calcei as sandálias, peguei a bolsa com...
O uísque, a bolsa, um casaco de lã comprido caso esfriasse, e a gente se deu ao luxo de sair de mãos dadas, num prédio onde todo mundo sabia que eu... tava noiva. No elevador, cheirei duas carreiras que me encheram de coragem.namorada vadiaJá na rua, o Ban tinha estacionado o lindo Renault Kardian dele três prédios pra frente. Fomos de mãos dadas, sem me importar com nada, e ele de vez em quando me dava uns beijos gostosos e uns chupões. Cheguei a ver que o cara da fiambraria, dois prédios do meu apartamento, ficou nos encarando. A velha Mimi, que toda noite levava a cachorra salsicha dela, a Sisi, pra fazer as necessidades, parou ao ver uma cena inesperada. O flanelinha — que toda noite tentava a sorte querendo puxar papo comigo — arregalou os olhos, mudo, completamente. E quando eu tava subindo no carro do Ban, juro por Deus, o tio do Gabriel buzinou duas vezes, passando pela porta do prédio dirigindo. Todos esses encontros, em vez de me dar medo ou receio, só realçaram o quão puta eu sou. Enquanto o Ban dirigia, eu abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele.Esta noite eu ia cumprir com meu macho, meu amante, o que meu namorado corno frustrou.
Outro homem vai meter em mim enquanto meu amado assiste excitado.

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Querem que eu continue?

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