Confessou na festa e me animou a pedir fetiche

O negócio era tão grande que era impossível pra Gabi sequer medir. Ele sabia que, assim que meteram ele algemado no elevador, deixando a porta do apartamento aberta e a Celeste alheia a tudo tomando banho, as chances daquele FDP realizar o desejo dele com a mina dele aumentavam pra caralho. Mas tudo que tava rolando no apartamento dele entre a gata dele e aquele manipulador não ia ser fácil de acreditar nem de digerir...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Confessou na festa e me animou a pedir feticheBan enchendo o cu quase virgem da Cele com a porra grossa dele, entre os gemidos dela, por tudo que o corpo dela gozava carnalmente e a mente voava de um jeito perversamente podre pela neve e pelas seringas, enquanto ouvia os ofegos do Ban, que nem se preocupava em disfarçar que tinham altas doses de arrogância por ressignificar o vínculo da Cel com Gabriel - o parceiro dela na prisão - mas sim o dela com ele. O cu da Celeste desafiava a lei da gravidade, tanta porra que ele tinha derramado. Uma grande porcentagem enchia ela por dentro, provocando 3 orgasmos simultâneos, com um grito abafado igual de alguém que tão afogando, mas a quantidade era tanta e a grossura inédita que pelas nádegas dela até os joelhos escorria o líquido cremoso com que Ban cumpria mais uma etapa na sua corrida obsessiva pra não deixar ela escapar, já que assim, com as coisas como estavam - Gabi preso, Esteban sozinho manipulando ela, aproveitando que avançou até deixar ela drogada, bêbada, entregue e o melhor: Celes não escondia. "Afff... afff... Ban... Afff... que putaria no cu. O primeiro macho que me come assim de verdade, na cama você tem recurso pra caralho... ahh... ah...". Ela continuava gozando. Sim, o cérebro dela cumpria 100% a função real: ser o órgão sexual por excelência. Ban, docemente, dando beijos em cada centímetro das nádegas dela, ainda de pé, aproveita pra continuar manipulando ela, controlando ela e docemente define: "A mente seria tipo o general que planeja a batalha e os órgãos sexuais os soldados que cumprem a ordem. Entendeu, Cel?". O troféu dele concorda com a testa no colchão. "Quando você se masturba, não precisa de uma rola real presente ou uns beijos e amassos pra ficar excitada. E como você fica tão tesuda? Graças ao que seu cérebro gera. Ele te potencializa sexualmente com fantasias, desejos, lembranças enquanto seus dedos, um dildo, o que você quiser usar agem de acordo com o que Sua mente criou. Preciso que finalmente você entenda de uma vez por todas e para sempre as vezes que pensei em você e por isso me masturbei forte, gostoso, quente, com amor, com lascívia. Não estávamos juntos, mas eu te tinha na minha mente e o que minha cabeça criava minhas mãos realizavam, sacudindo minha pica." Celeste, quente, melada, com restos de pó e o poder da heroína ainda arrastando ela, vira-se para Ban, sem mudar de posição, e olha nos olhos dele, começando a se excitar por se ouvir sendo o objeto de desejo único, total, infinito do cara que ela rejeitou e que, por uma louca exigência do namorado dela, quebrou a aversão primitiva pelo "rival" do namorado e se cravou na parte mais puta da cabeça dela: se ela era o troféu e já conhecia sexualmente o Gabriel, precisava, desejava, se desmanchava pra experimentar a pica que meia cidade comentava. Sim. Já quase nem precisa confessar. Quando ela e o namorado discutiram feio, ele deixou ela chorando no banheiro... Celes mandou duas carreiras que, como sempre acontecia, acenderam a sexualidade mais libertina dela, empurrando-a, sem consultar o parceiro, descaradamente, a mandar uma mensagem urgente pro Esteban: "Oi, Ban. Não sei se o que vou te revelar vai te dar nojo ou, como espero, te cativar. Gabriel, você sabe, o garoto com quem eu tô saindo (ela não falou o nomemeu namoradoEle tem a fantasia de outro homem me comer. Pra minha surpresa, ele te escolheu e alguma coisa aconteceu comigo, sabe? E eu aceitei. O que você acha?cuckArdia enquanto escrevia e puta com a postura do Gabriel, precisava de outra tábua de salvação e a única que a molhava era o Ban. A buceta dela se molhava durante a espera, ainda mais quando, assim que recebeu o WhatsApp do rival da porra do namorado dela mostrando sua decisão extrema e segurança, ele ligou. Celes ouviu a voz dele e, embora o conhecesse desde o colégio, o que chegava no ouvido dela naquele momento transbordava tesão. Durante a conversa rápida, secreta e quente, não importou que o Esteban fosse o convidado. Ele impôs a vontade dele. A ganância dele por ter ela não ia esperar: "É hoje, Celes", e ela topou. "Eu resisto à presença dele, mas só aceito se depois você e eu fizermos sem ele." Ela hesitou: "Não posso deixar ele de fora, Ban. A fantasia é dele e ele quer me olhar, não vai aceitar ficar de fora..." Esteban percebeu a voz insegura: "E você vai contar pra ele? Tem necessidade de falar?" Já tava quebrando as regras entre o casal. "Mhhh... sei lá... deveria, né?" respondeu, deixando uma brecha. "Deveria? Se ele nem te deixa fumar."... Celes tapou a boca, segurando um gemido/quase orgasmo. "Me aconselha." se entregou. "Não só não fala que não tô confortável com a presença dele. Muito menos do nosso acordo: eu cedo, deixando ele te olhar enquanto te como, forte e gostoso" (Celeste viajou na mente imaginando "essa pica"). E na segunda, quando você estiver sozinha, a gente combina de você vir aqui em casa e fechar o trato. Sozinhos. Você e eu." Celes, sem dizer SIM, deixou claro que topava: "Justo na segunda, às 10 da manhã, o Gabriel viaja a trabalho pro interior. Vou ficar sozinha daquela hora até o jantar." Esteban, esfregando as mãos, colocou a melhor voz de safado combinando uma trepada com a mulher dele e sussurrou: "Vou te contar minha fantasia. Eu embaixo, você sentada com minha carne dentro, cavalgando. E enquanto faz isso, acende um cigarro e fuma, devagar, tragando com gosto e soltando a fumaça, com sua melhor cara de puta. Você vai sentir como eu cresço, ok?" Celes caiu em si. Cheirou uma carreira. Gorda. Uff... já tava querendo o Esteban dentro dela. Isso ia deixar o Gabriel puto da vida. E foi aí que ela reescreveu o ato: "Gabi goza se me ver louca, puta, puta... meu prazer é o que excita ele. Fumar pra deixar o Ban bem tarado vai fritar minha cabeça, então meu garoto não pode negar. Ele me empurra pra ser livre e curtir o que me dá tesão, porque meu prazer é o dele." E com essa conclusão, também num sussurro de puta, implora: "Me traz um maço de Marlboro? Se o Gabriel tiver afim, entregue, cê me dá na boa, mas se ele estiver de mal humor, passa escondido, na distração." Antes de desligar, Esteban sussurra: "Você resistiu à decisão do seu boy de aceitar que eu seja quem ele veja metendo em você?" Celes já não fingia mais. "Não." E sem precisar continuar: "Ainda não sei por que ele tá se arriscando assim... não sei se ele sabe o que tá permitindo... uma jogada arriscada." Ban pensou em seguir a reflexão, perguntando, como quem não quer nada: "Arriscada? Qual cê acha que é o risco?" forçando Cel a se abrir: o risco é que o namorado dela — na decisão perigosa de impor o Esteban como macho da namorada — transformava a fantasia num confronto entre rivais... e ele podia não levar o prêmio... mas cauteloso, só comentou: "Vamos ver, Cel. O importante é que você se divirta, e eu vou dar tudo de mim pra garantir seu prazer." Cel ficou mexida porque Ban não bancou o marrento. Deram um beijo estalado e desligaram...-----------------------------------------------------------------------------------------------------
Ela ficou refletindo por alguns segundos sobre o que conversou com Ban, as intimidades que confessou, com que facilidade aceitou as regras dele, enquanto um flash repentino iluminou seu cérebro indomável: ela não só não tinha incluído Gabi, seu namorado. Exatamente ISSO, fortalecer os laços para resolver e coordenar um passo tão grande que ia dar, a excitava pra caralho. Fofocar com o rival de Gabriel pelas costas do parceiro... tinha um gostão de puta. E ela parou de resistir a aproveitar isso. Ban queria comer ela hoje. E, curiosamente, ela também queria ele.
namorada infielAinda incrédulo, admirando a bunda empinada e escorrendo de Celeste, pensava rápido em como continuar com os estímulos que, pelo visto, estavam dando resultado. Sabia que se deixasse aquela mulher fantástica se distrair por alguns minutos, dando espaço pra ela pensar, talvez tudo que vinha conseguindo dela, digamos... cada round vitorioso que o levaria a ganhar aquele duelo de rivais que ela, no seu estado louco, tinha revelado.namorada submissaPegou um Marlboro. Será que era suficiente? Não, respondeu pra si mesmo e, com o prato de pó ali perto, enfiou o cigarro umas 3 ou 4 vezes. "Um tasty nevado vai ter várias doses de voo pra manter ela na minha mão e continuar controlando a vontade dela." Acendeu o cigarro sentindo a mistura de tabaco com cocaína, nada suave pra Celes, que já tava acabada. Pegou ela pelas costas e mudou de posição — a cara e a boca dela já não babavam mais no cobertor — e, mantendo ela quase sentada, com o braço dele servindo de encosto, colocou o cigarro nos lábios dela. Celeste sentiu a mistura dos dois sabores e não ligou pro que tinha passado. Não tinha culpa, nem dúvida, nem questionamento. Nada que tivesse a ver com um comportamento minimamente alerta ou na defensiva parecia existir. Deu mais uma tragada, mais longa. Olhou pro Ban com cuidado, nos mínimos detalhes, enquanto ele, sem saber que Celes tava estudando ele a fundo, tava parado do lado da cama que ela dividia há 5 anos com a parceira dela, Gabi. Os dois mostravam os vestígios de horas e horas de sexo sujo, misturado com pedidos sujos e pesados, a ingestão de álcool e a parada que a magrinha conheceu duas noites atrás e que, graças ao Ban, agora incluía a estreia dela com heroína, a decepção de descobrir — mentira do manipulador — que o boy dela tava traindo ela, o que foi superado na hora pela habilidade que o visitante e pervertidor mostrava: sexualmente, ele jogava a partida como um expert. No inconsciente da Celeste, o domínio do Esteban sobre ela tava pairando, sem causar medo, resistência ou estado de alerta. Tudo dentro dela tinha sucumbido a uma submissão gostosa que ela não queria discutir. Porque, claro, ela tava curtindo. Terminou o nevado dele... e de joelhos foi até ele. Beijou a ponta da rola dele, que finalmente saboreou e que nem louca deixaria de fazer, e do chão levantou o olhar. Com a mão esquerda apoiada no chão, igual os joelhos, se segurou ao levantar o outro braço e com ele O gesto típico de indicador e anelar simulando segurar algo, ele levou até a boca, imitando quem fuma. "Mais um" afirma Esteban. Celes, como resposta afirmativa, pega no pauzão dele, punhetando com um sorriso lascivo, sujo. Mais uma mergulhada do Marlboro na montanha de pó branco e coloca a neve na boca. Ela continuava de joelhos quando ele acende o isqueiro. Sem largar o pedaço de carne, como se estivesse possuída, aproxima a neve do fogo e puxa pra acender a chama...inimigo fode a minha namoradaEmbora tudo parecesse sob controle, Esteban temia que Celeste voltasse a si de repente, por isso ficava o tempo todo tentando estimular ela, mantendo ela num estado de tesão e entrega.

Num momento de distração, dando umas tragadas longas, saboreando a coca e o tabaco juntos, a sua mulher fechou os olhos de puro prazer. Esteban não hesitou. A pasta dele estava ali, semiaberta. Ele olhou e viu pelo menos umas três seringas a mais. Quis confirmar, pra acalmar a ansiedade dele, qual era o nível de submissão da aluna dele naquele curso que a Celes não recusava fazer naquela hora, e com a seringa cheia de heroína na mão direita, percebeu pelo canto do olho que a puta tava fumando segurando o cigarro nos dedos do mesmo lado. Suavemente, mas deixando claro quem mandava, Ban segurou o pulso esquerdo da Cele, esticou o braço inteiro dela sobre a cama. Ela não resistiu, nem olhou curiosa, nem na defensiva. Sim: como outras vezes durante todas as horas que a mente perversa e manipuladora trabalhou habilmente na vontade dela, a Celes fumava com a mão direita enquanto o braço esquerdo dela ficava deitado, palma pra cima, no colchão. Como não teve resistência, Ban soltou o pulso dela, apertou a veia do lado da dobra do cotovelo, que inchou em segundos, e com cuidado colocou a agulha sem furar ainda. Ele se vira pra saber como a Celeste tava se comportando e, com prazer, recebe o olhar dela enquanto ela faz uma careta de extrema safadeza com a boca. Sim. Ela, com aquele gesto cúmplice, tava aprovando que o Esteban enfiasse todo o líquido na corrente sanguínea dela. "Como você curte o seu caminho pra ser puta", ele fala enquanto aperta o êmbolo e a heroína toma conta dela. "Eu sou obediente ao meu profe... AAAH... AHHHH... DEUS... AHHH... AHHH". Ela não conseguiu terminar a frase e o cérebro dela, já chocado pelo grito irresistível de confirmação de que era uma puta SEM VOLTA, mandava as ordens pra provocar um dos orgasmos múltiplos dela. Primeiro ele sentou no colchão, deu uma última tragada no nevado... colocou ele em cima da mesa de cabeceira e Ela se jogou na cama, de costas, se contorcendo e simulando transar, mexendo o quadril e o púbis, pra frente, pra trás... "Ahh... Ban... mais uma... mais outra... ai, ai, sim... meu Deus... acabei de ter três seguidas! O que você faz comigo, meu macho: ter 5 ou 6 gozadas ao mesmo tempo ahhh.. ahh... isso é sensacional, OBRIGADA, OBRIGADA por me transformar na SUA putinha, sou toda sua, Ban. Ahhh... é único, é incomparável... no aniversário... ahhh ahh da Vale eu me sentia uma puta... ahhhh, Ban, Ahhh... AGORA EU SEI QUE SOU UMA VAGABUNDA". O colchão do Gabriel e dela, já molhado de outros momentos da noite, estava transbordando dos fluidos que a buceta dela não parava de expelir junto com vários squirts que a Celes acompanhava como se estivesse dando. A imagem era quente pra qualquer mente perversa, a do Esteban era, mas também surpreendia que de uma garota tão fina, educada, culta, saísse aquele líquido amarelado, parecido com urina, que é expelido exatamente pela uretra.Celeste a puta do EstebanCeleste ouve a voz de Esteban lembrando: "Ainda falta um caminho até você se formar como uma putinha. Hoje, domingo à noite, vou realizar sua fantasia. Enquanto a heroína te deixa louca, imagina o que a gente vai viver. Eu, que agora sou seu macho, vou te olhar enquanto outro te enlouquece, enquanto você deixa ele fazer o que ele quiser com você." Essa foto apareceu na cabeça psicodélica de Celeste, e ela gritou por outra dose... "Ahhh... quero isso... Porra... que meu macho me deixe ser a putinha de outro." Esteban abriu as pernas dela, em mais uma dose de masturbação com pó no clitóris, e confirmou: "Nem duvida", enquanto só saíam dela gemidos, gritos, pedidos, auto-insultos ("Que puta que eu sou, Deus, devia ter vergonha, mas que merda! Não quero que acabe"). Esteban repetiu, como quem vai lavando a cabeça: "Amanhã à noite, na casa do César, eu vou deixar você realizar seu desejo de transar com outro homem enquanto seu macho te observa."

Ela só dizia "Sim... quero... sim... quero..." se masturbando com pó nos dedos, a heroína deixando ela dócil e submissa, sem resistir nem um pouco. Tudo estava claro. Ban era o macho dela. Ela, satisfazendo ele enquanto as surpresas de Ban... não paravam.

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