Dá Duro na Mamãe VII

Não tava morto, só não fui descoberto ainda, como li em algum comentário no meu capítulo anterior.

Só não tive tempo de postar, parceiros. No meu México amado tem um ditado: primeiro o que importa, depois o que distrai, ou seja, primeiro as coisas sérias e depois os prazeres, se é que você quer chamar assim, haha. Me desculpo pela demora, eu também já fui leitor de histórias e sei como é frustrante esperar um tempão pelos novos capítulos. Então entendo vocês, por isso peço mil desculpas…

NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR!! E DE DAR PONTOS!! Se gostaram, e se não gostaram, comentem também, não vou ficar puto por causa disso. No fim das contas, é a minha história e é a minha vida!!! HahahaDá Duro na Mamãe VIICapítulo: "O aviso dela e meu pedido"
Darlene Amaro, Sophie Castello e minha mãe... o que elas têm em comum? Pesquise essas porn stars e vai ver, são a melhor opção pra você imaginar a dimensão dos meus problemas, são o mais parecido com minha mamãe...

A visão daqueles montes, chamados de bundas, era um tesão. Nunca me cansaria de olhar pra ela, nunca...
-Você tem ideia do que é viver numa casa com uma mulher que tem a melhor buceta a quilômetros de distância?

Falei pra minha mãe enquanto enfiava a pica da ponta até a base. Fazendo ela sentir cada pedaço... cada pedaço... cada pedaço.

-huummm....aaaaah.....meu amor, você tava obcecado? ayyyyy (ela gemia enquanto me olhava nos olhos por cima do ombro, mordendo o lábio inferior)
-mmmmm.....por.....por mais que você seja minha mãe...cê acha que eu não olhava pra sua bunda?.......
PLAFFF!!! Dei um tapa na bunda dela enquanto metia forte naquelas nádegas
-ahhhh siiiii..........

Ela adora levar tapa na bunda enquanto é comida com força.

-todo mundo no condomínio olha pra sua bunda, você tá acima de todas as novinhas daqui....e das mães delas nem se fala.....
-ahhh, siii, continua assim meu rei.......
Com a mão direita apertava uma bunda dela, a carne vazava entre meus dedos, mas não era uma bunda mole, era carne dura, bundão trabalhado na academia.....bundão milf e redondo. Uma bunda como tem que ser.
-mas você gosta disso, né?? ahhhh.....gosta de deixar eles com vontade de te comer como você merece....como sua bunda raivosa pede....
PLAFFF!!
-mmmmmm.....ahhh....siii....siiii.....eu gosto, minha vida.....mas agora.....mas agora você é quem me fode do jeito que eu adoro.......ufffffffff.....quem diria?.....encontro o sexo que quero na minha própria casa com meu filhinho.....meu delicioso filhinho e a pica dele......mmmmmm asiiiiiii.......sua pica.......sua pica me encanta, bebê!!!....você sempre quis me comer? Huuuummm???
PLAFF!!!!
-jamais pensei nisso.....nunca tive na mente te comer.....ahhhh.....mas olha essa bunda...sua cintura me encanta, mamãe....ufff e você continua apertadinha como certeza que era mais gostosa quando era mais nova… caralho!!
Tava ela de quatro na cama, minhas mãos de cada lado da cintura dela, me segurando firme. Uma curva se formava entre o fim da cintura e o começo daquelas bundonas que tremiam a cada enfiada…relato-aaah…assim…hummm….meu bebê!! E você acha que os exercícios não ajudam, é?...aaaahh….gostoso….eu também não tava na mente que você fosse me comer assim, não sei como tudo virou isso desse jeito…aiii sim….mas a culpa é daquela maldita Mari (a amiga dela, leiam os relatos anteriores se não lembram) mmm… mas como sou grata a ela….aah deus!!! Que gostoso você me come, dany bebê!!!

E aqui vinha o aviso……….

Mas antes de falar do aviso que ela me deu naquele momento, deixem eu explicar como chegamos até esse momento. Vou continuar meu relato de onde parei no anterior, enquanto minha tia dizia pra minha mãe… (leiam a última parte do capítulo anterior)madura- sim, mas isso não muda que eu olho pra mulher, falo isso porque tive uma colega de trabalho que me contava que tinha uns encontros com o filho dela, não que transavam, mas que rolavam umas situações bem safadas, tipo se roçando, se apalpando, essas coisas, e isso deixava ela com muito tesão, e olha que ela não era nem metade da gostosa que você é, por isso tô te falando.
- pois é, não sei, é incrível o que você me conta, mas conheço o dany, ele me respeita e sei que vai continuar sendo assim.

Minha mãe não dava muita corda pro assunto, meio que desviava.mae- Pois é, isso dá pra perceber, mas olha que o Dany já tá crescendo e começando a se mostrar um homenzinho, é hehehe. Disse minha tia.
- Hehehe é, meu brotinho já tá virando homenzinho kikiki, mas fazer o quê, né? Pô, com esses teus assuntos, cunhada kkk
- É que fiquei muito pensativa com aquela história da minha colega de trabalho que te contei, além disso, se você parar pra pensar, às vezes a gente, já milf, casada e com filhos, acaba se atraindo pelos mais novos. Mesmo que não consiga consumar uma traição, não me diga que você não olha pros caras de 20, 23, 25 na rua e pensa “nossa, que gostosão” kkkk
- Haha, bom, você tem um pouco de razão. Disse minha mãe, eu ria por dentro, mas continuava fingindo que tava ouvindo música, mexendo um pé ou uma mão como se tivesse acompanhando o ritmo…
- Claro! E como dizem por aí, só porque você tá de dieta não significa que não pode olhar o cardápio hahaha
- Hahaha, você é demais!!

Mas minha tia continuava firme no assunto…

- Haha, mas é que às vezes fico pensando… Ok, dizem que incesto é errado e eu aceito, mas, e quando na sua casa você tem alguém que é tipo um sonho? Tipo, se coloca no lugar como filho, convivendo com uma mulher gostosa pra caralho, com um corpão e tal… ou como mãe, tendo um filho que desperta paixão em mulheres de todas as idades, ou como pai, com uma filha tão linda quanto a mãe ou vice-versa… Entende o que tô dizendo? A gente é carne e osso, querendo ou não, a gente olha, como evitar desejar? Isso não quer dizer que todo mundo faça, mas nem todo mundo evita, cê concorda?

Minha mãe começava a entender, ou pelo menos isso fez ela relaxar, pelo que vi de relance…

- Pois é, você tem razão, é complicado não pensar, imaginar ou olhar. Cada um decide como agir. Com o Dany, acho que não teria coragem de dar essa “confiancinha”
- Haha, claro, mas olha, não te dá curiosidade?
- Do que você tá falando? Disse minha mãe.
- Sei lá, olha, se eu tivesse um filho da idade dele, eu teria curiosidade
- Mas de quê??
- Ora, de saber se consigo deixar ele nervoso ou se… Ainda posso atrair um cara mais novo, isso alimenta o ego das mulheres e na nossa idade ainda mais, né?
- Haha, pra inflar teu ego não precisa de um filho, sua tonta! Dá pra fazer com qualquer um!

Minha mãe tinha razão.

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Depois de mais um pedaço de estrada, encontramos meus avós andando na rua, parecia que tinham ido comprar alguma coisa. Quando vimos eles, paramos e falamos pra entrarem no carro, que a gente daria uma carona. Faltava uns 15 ou 20 minutos de caminho, mas como parte da estrada era de terra, era óbvio que não íamos rápido. Como a caminhonete já estava quase lotada — porque eu disse que eu, minha mãe e minha tia íamos no banco de trás, e na frente estavam meu tio, meu pai e minha irmã —, o que fizemos foi colocar meus avós no banco de trás com a gente...

- Senta no meu colo, vai.

Minha mãe falou pra minha tia pra abrir espaço.mae e filho- Não, melhor você amadurece no carro da Dany e eu levo as coisas (porque elas estavam carregando bolsas e um monte de tranqueira que nem investiguei, já sabe como são as mulheres). Mas depois que falei isso, notei um olhadinho e um sorrisinho da minha tia pra minha mãe, o que achei estranho. Minha tia tava me deixando confuso. Sério…

Aí minha mãe falou:

- Sim, filho? Sem problema?

Minha mãe ainda parecia pensativa…

- Claro que não, mãe. Ou eu vou no seu carro, tanto faz.

Eu tentando soar normal e indiferente…

- Ok, mas espera que eu não seja muito pesada, filho… disse minha mãe se aproximando de mim.
- Haha, claro que não, mulher. Só não vai matar ele com essas bundonas, hahahaha.

E caíram na risada.Relatos eroticosDá uma olhada, meu tio me encarou pelo retrovisor, eu olhei nos olhos dele e percebi uma atitude tipo "sortudo", ele desviou o olhar rapidão.

Eu via minha mãe chegando com aquelas cadeiras, aquela saia que ela tava usando, saia de verão, vocês já sabem como são, soltinhas e fininhas, bem gostosa pra caralho, se querem minha opinião.

Não sei se por instinto ou o que, mas assim que vi minha mãe vindo de ré na minha direção, peguei ela pela cintura como se tivesse guiando o caminho, encaixando ela bem onde eu queria, enquanto segurava a cintura dela, não tirava os olhos daquele rabão.

— Ok, já deu.

Disse minha mãe ao se acomodar bem no meio de mim, do jeito que eu tava sentado. Meus avós subiram e a gente arrancou, começaram a falar de besteiras...

Eu continuei na minha atuação de que tava ouvindo música, sem nem ter nada tocando no meu fone.

:- E COMO SEGURAR A ONDA -:

Com o movimento da caminhonete, aquela bunda enorme roçando, e o tecido tão fininho. Po, como segurar a onda!!!relatos de incestoRapidamente, e como eu disse que elas estavam carregando bolsas e coisas, não viam o que eu fazia com a mão esquerda porque ela estava colada na porta, comecei a levantar a saia dela, pedaço por pedaço, sentindo o roçar dos meus dedos na textura das coxas dela, aquelas coxas carnudas, túrgidas, duras e trabalhadas. Era óbvio que ela sentiu na hora e, como um reflexo, passou a mão esquerda também para o lado dela, sem mais cerimônia, procurando meu pau já ereto por baixo do short que eu usava. Eu, com a mão debaixo da saia dela, continuei percorrendo o comprimento das pernas dela, sentindo como estavam quentes, ainda não queria chegar na bunda dela, tinha que dar tempo, embora não muito.

Abaixei meu zíper, ela enfiou a mão na abertura que os boxers de homem têm na frente, com o punho inteiro, e segurando firme a barra de carne, puxou pra fora, com movimentos lentos mas precisos, sem levantar suspeita. Como se estivesse reivindicando o que era dela e lhe pertencia.

Senti a mão dela deliciosa.

Subi a minha e cheguei no começo da bunda esquerda dela, aquela iguaria...

Com minha mão, apertei aquele pedaço de presunto, acariciei com consciência.

O engraçado disso tudo era que, enquanto isso acontecia, eu olhava pela janelinha do lado, como se estivesse alheio a tudo, sem que ninguém imaginasse, mas se olhassem pra baixo, debaixo da saia da minha mãe, veriam o que estava rolando.

Eu com uma mão segurando uma bunda da minha mãe e ela se segurando como quando se vai de ônibus, mas em vez de ser um tubo de metal, ela se agarrou firme no meu ferro...

— Já viram aquele restaurante novo de churrasco?Dá Duro na Mamãe VIIMinha mãe disse pra todo mundo olhar pro lado contrário, pro lado direito do carro, e na hora que aconteceu, ela levantou um pouquinho de cima de mim e colocou rapidamente meu pau deitado, apontando pra minha barriga, e tão rápido quanto levantou, sentou de novo, colocando aquela bunda que ela tem bem em cima da vara. As nádegas abraçavam meu pau, tinha espaço de sobra ali pra praticamente engolir ele.

— Mmmhhh… eu soltei um gemidinho, quase imperceptível, óbvio que não saiu alto.

Eu sentia o calor que o cu e a buceta dela soltavam. Isso era possível porque notei que ela tava de fio dental, não sabia de que cor nem o formato, só senti os fios um pouco acima do quadril dela.

Seguindo o caminho, começou um ritmo cadenciado de movimento de quadril, quase imperceptível pros outros, uma massagem com a bunda devagar no comprimento todo do meu pau. Eu começava a vazar líquido, molhando mais o pau, e ela vazava o dela em cima também. Joguei a cabeça pra trás, encostando no banco, fechei os olhos como se tivesse dormindo, mas na real tava morrendo de prazer. Uma bunda daquelas me dando um prazer assim, com o tesão de estar na frente dos outros e ainda por cima ser uma coroa tão gostosa e, além disso, sua própria mãe!!!

Pra não prolongar, eu gozei, me acabei, jorrei ou como quiser chamar. A bunda dela tava molhada, foi um momento espasmódico. O calor entre as nádegas dela era abrasador.

Chegamos na casa do meu avô. Descemos do carro, primeiro minha mãe saiu de cima de mim cuidando pra não aparecer nada. Eu fiz o mesmo.

Não aconteceu nada relevante lá. Só entre os olhares furtivos do meu tio comendo a bunda da minha mãe com os olhos e as conversas normais de adulto, o dia passou, os dias passaram.

Voltamos pra nossa casa, viagem cansativa, já imaginam, tarde pra descansar. Até que de repente, na noite do dia seguinte…

Era quase 11 da noite. Eu já tava no meu quarto, tentando dormir, Todo mundo já estava nos seus quartos, meus pais no deles….

Escutei barulhos e gritos, não eram gritos de prazer, não se animem hahaha. Cheguei perto da minha porta e encostei o ouvido.

— Vou embora, te falei!!!
Era a voz do meu pai.

— Para de fazer drama, você não está em posição pra isso.
Essa era a voz da minha mãe.

— Nem você está, talvez a culpa seja dos dois.
Não escutei mais nada, ninguém disse mais nada. Ouvi os passos descendo a escada e uma batida de porta.

Não tive coragem de sair pra ver o que estava rolando. Não escutei mais nada, não sabia de porra nenhuma! O carro do meu pai foi ouvido se afastando e nenhum outro barulho na casa.

Não quis sair do meu quarto, minha irmã com certeza também tinha ouvido tudo, mas nenhum de nós dois saiu.

Fez silêncio na casa e resolvi esperar amanhecer pra falar com a mãe. Tinha passado uma hora e eu tentava dormir…

Toc, toc…
Uma batida leve na minha porta soou.
Filho… posso entrar?relatoMinha mãe falou sussurrando, dava pra sentir uma tristeza na voz dela.
— Sim, mãe, claro, pra…
Ela abriu a porta, só vi a sombra dela, meu quarto tava escuro, não vi como ela tava vestida. Pra ser sincero, naquele momento não tava pensando em nada do tipo com ela, tava realmente tenso com o que tava rolando, não sabia por que meu pai tinha ido embora.
Ela sentou na cama perto de mim.
— Acho que você ouviu o que aconteceu, né? — ela disse.
— Bom, sim… só um pouco… o que foi?
— Ah, filho, depois a gente fala disso… — falou com tristeza e um suspiro.
— Só queria saber se posso dormir aqui com você hoje?
— S… sim, mãe… claro. Se você quiser…
— Fica tranquilo, meu amor, só quero dormir aqui com você, quero que me abrace, tô triste…

E ela abriu o cobertor, deitou do meu lado, eu de barriga pra cima e ela encostada no meu braço, eu abraçando ela… tipo aquela posição clássica depois de transar, ela me abraçava e a cabeça dela ficava no meu ombro…

Ficou um silêncio, a gente só tentava dormir. Eu tava olhando pro teto, não conseguia pegar no sono, só pensando no que tinha acontecido pra causar isso entre eles. O que ia ser da gente agora? Digo, da nossa família, minha irmã, ela e eu…

Íam ser dias difíceis, pensar em comer ela naquele momento nem passou pela minha cabeça, tava realmente preocupado.

— A chegada da tia complica as coisas —

Já tinha amanhecido e ela não tava mais do meu lado. Não senti quando ela foi embora. Desci pra ver se encontrava alguém, nem minha irmã tava, a casa toda em silêncio.
Cheguei na cozinha e tinha um bilhetinho.

“Toma café, sua irmã também saiu, volto mais tarde”

Bom, fazer o quê… pensei.

Comecei meu dia, fiz minhas coisas e me joguei no sofá pra ver TV, na verdade pra jogar no Xbox haha

Já era meio-dia e nada dela chegar. Onde será que ela foi? Ficava pensando…
Tava no meio de uma partida de FIFA quando ouço a porta abrir…

E ela apareceu… meu deus!! Tava uma gostosa!!! Vinha radiante, notei que tava feliz, nem pensativa nem triste. Tava realmente alegre, e a roupa dela mostrava isso. Ela vinha vestida com a calça branca bem justinha, bem justinha, que colava desde a parte de cima do calcanhar, subia pelas canelas, as pernas bem grossas e definidas, firmes, e alargava no quadril marcando as curvas. Mulherão metido naquela calça, dava pra ver claramente aquela "V" entre as pernas dela. Tava de salto vermelho, vermelho sangue, bem alto, que alongava ainda mais, se é que dá, as pernas dela.

Eu tava babando, o tempo passava devagar quando eu ficava besta olhando pra ela. Em cima, ela usava uma blusa listrada branca e vermelha, combinava tudo, puta que pariu, ela sabia se vestir mesmo... e saiu assim na rua? Caralho, quanta coisa os homens devem ter falado pra ela... os peitos dela tavam uma delícia, apertados naquela blusa, ela não tem umas tetonas, vocês já sabem, mas são daquele tamanho perfeito, ideal pra chupar, e tavam um espetáculo naquela roupa...

Olhei pro rosto dela e ela tava sorrindo, o sorriso dela me encantava, acho que eu tava começando a me apaixonar... pela minha própria mãe? Que merda, pensei.

— Oi, querido, cheguei, sentiu minha falta?
— E como não, mãe!! — falei na hora, levantando do sofá, ia atacar ali mesmo. Mas ela me olhou de um jeito, como quem diz que vinha mais alguém atrás dela.
— Oi, sobrinho!!! Já vim encher o saco de vocês, haha.

Porra, era minha tia Mony, a mesma que conversou com minha mãe no carro outro dia em Valle de Bravo, esposa do meu tio Omar. E agora o que ela queria?

— Haha, não é encheção não, tia, pode entrar...

Mesmo não gostando da ideia, não ia ser mal-educado, né? Não curtia muito ela porque era a tia fofoqueira típica, que adora conversar e conversar e falar de fofoca da família e dos outros. Com certeza ficou sabendo do meu pai e veio se informar do que tinha acontecido...

Ela me cumprimentou, me deu um abraço esfregando os peitões no meu peito...
Aliás, vou descrever eles pra vocês...maduraMónica Zamudio, 38 anos, casada com meu tio Omar, irmão do meu pai. Eles vivem bem, ele tem grana, nunca tiveram filhos ou até agora não tiveram, acho que é assim que gostam. Ela é alegre, faladeira, bagunceira, e sempre que pode solta uns comentários "picantes". Sinceramente, é bem gostosa, tem mais ou menos 1,65m, é magra, coisa que agradece por não ter tido filhos, pele branca, cabelo castanho cacheado, olhos verdes e grandes.
Quanto ao corpo dela... as tetonas são o melhor atributo dela, empinadas, firmes, grandes que contrastam com a magreza, mas não são operadas, é genética. As pernas não são iguais às da minha mãe, mas são fortes, a bunda tem um tamanho adequado, não é o rabão da minha mãe, mas tem uma boa buceta, ela é daquelas poucas mulheres que têm um equilíbrio entre cara, peito e bunda. Claro que é gostosa, mas tendo minha mãe do lado, parece uma mulher comum. Mas claramente não é, tem seus atributos e sabe disso e sabe como usar.

Além disso, adorava se vestir esportiva, quase sempre a via com aqueles tops de alcinha justinhos que destacavam o melhor atributo dela, acho que até uma vez a vi usando um desses sem sutiã, os bicos marcavam, mas dessa vez estava usando. Com a lycra preta e os tênis rosa, era bem esportiva a mulher...

— E aonde você tinha ido, mãe?

Elas entraram na cozinha, traziam umas sacolas, vi algumas de marcas de roupa e entre elas achei que vi umas da "Victoria Secret" nas sacolas ou foi minha imaginação? Não sei.

— Ah, saí pra fazer umas compras e encontrei sua tia aqui na porta de entrada.
— Sim! Kkk, ia bater na porta agora...
— Podia ter me avisado que vinha, sua besta... — minha mãe disse pra ela.
— Sim, já sei, mas não importa, já tô aqui...
— Kkk, bom, vou deixar vocês, vou pro meu quarto...
— Sim, filho, daqui a pouco te chamo pra comer...
— Ok.

E saí do lugar, não tinha andado nem três metros em direção às escadas quando ouvi minha tia...

— Mas que gato que o Dany tá ficando, hein! Kkkkk — sim, meu bebê… já tem seu jeito de pegar as mina kkk… disse minha mãe.

E eu subia as escadas com um sorriso, um pouco pela autoestima que subiu ao ouvir aquilo kkkk e outro tanto pelo que minha mãe de bunda grande tinha falado.

………….

Eu tava no meu quarto ouvindo música e vendo vídeos no YouTube, já era umas 3 da tarde. A fome começava a aparecer. Tava pensando nisso quando…

— Dany!!!! Vem comer!!

Minha mãe na hora certa, ela sabe o que o filho dela precisa a todo momento kkk

— Já vou!!!

Desci pra cozinha e elas estavam sentadas na mesa, com uma xícara de café cada uma. Dava pra ver que a conversa tinha sido boa.

— Vamo comer, filho…
— E aí, Dany… como vai a escola? Disse minha tia.
— Ah… bem, tocando o barco kkk
— Não deixa as meninas te distraírem, hein kkkk
— Nada, tia… isso não rola.
— Ele tem que focar na carreira… respondeu minha mãe num tom sério.
— Ah, mulher, não precisa ficar ciumenta, é normal os filhos acharem sua parceira, os filhos não são pra gente! Eles precisam fazer a vida delas… falou minha tia.

Vi o olhar que minha mãe me deu, como quem diz, eu quero ele pra mim… ou pelo menos foi o que eu entendi kkk

— Bom, senta, filho, que já vou servir…

Sentei na mesa na frente da minha tia, minha mãe que tava do lado dela levantou e passou do meu lado, rebolando, mexendo a bunda. Não consegui evitar de olhar pra raba dela, rapidão desviei o olhar, virei pra minha tia e ela tinha me pego olhando pra bunda dela!! PORRA!!!

Ela deu um sorrisinho e tomou o café dela balançando a cabeça de leve, acho que fiquei vermelho porque sentia o rosto quente.

— Sua tia vai ficar uns dias aqui, filho

Aquilo que minha mãe falou me tirou dos pensamentos…

— Espero que não incomode, Ana… disse minha tia Mony
— Não é incômodo, Mony, você sabe que essa casa é sua.
— Ah, ok, então beleza, mãe… respondi o mais normal que consegui. Mas na minha cabeça eu pensava… já era, não vamos transar esses dias…
— Sua mãe e eu conversamos sobre o que aconteceu com seu pai, Dany, sinto muito.
— É, filho, preciso de apoio Esses dias, sabia que me dou super bem com sua tia, então ela vai ficar uns dias pra gente conversar e me distrair um pouco. Sabe que não é a mesma coisa que ficar sozinha com meus dois filhos... uma precisa falar de mulher pra mulher com alguém.

Eu entendia ela, não tava tão chateado assim, mas lamentava que não íamos ter oportunidades esses dias, ainda mais porque não tinha quarto de hóspede, então ela provavelmente ia dormir com a mamãe no quarto dela.

No fim, já de noite, elas foram pro quarto da minha mãe dormir, e eu já tinha ido pro meu. Minha mãe veio no meu quarto...

— Querido, descansa bem, vou ficar com sua tia Mony no meu quarto, ok?

Eu já tava deitado, só ouvindo música com meus fones.

— Sim, mãe, descansa... Ei, e o meu pai?
— Ah, filho, depois te conto, agora a última coisa que quero é falar disso...
Ela chegou perto de mim e me deu um beijo na boca, ao mesmo tempo que apertava minha pica.
— Mmmm, que gostoso...
E saiu rebolando a bunda de um lado pro outro. Antes dela sair do quarto, chamei ela.

— Ei, mãe... espera.
— O que foi, querido?

Levantei da cama, fui até ela, cuidando pra ninguém estar no corredor e nos ver. Puxei ela pra perto, passando meu braço direito todo em volta da cintura dela, dava pra abraçar ela com um braço só, era tão bom. Apertei ela com força e beijei ela na boca. Metendo a língua, mordendo o lábio dela, queria comer ela ali mesmo, já não aguentava mais. Com a mão livre, segurei a nuca dela, com força também, puxando o cabelo.

— Mmmm... meu amor... aaaahhh... espera, que a gente vai ter tempo. Não se apressa...
— Mãe, já não aguento, não faz tanto tempo, mas quando tenho você perto... uffff
— Segura a onda, piranha... que tenho uma surpresa grande pra você, hehehe

Não falei nada, mas imaginava que tinha a ver com a bolsa de lingerie que vi ela trazendo umas horas atrás.

— Descansa bem, minha vida...
— Ok, mãe, você também.

Ela saiu do quarto, não tinha andado muito e eu dei um tapa forte na bunda dela. Logo antes de soltá-la, bem como se fosse minha mulher, viro o pescoço por cima do ombro e me dá um sorriso, um sorriso sexy, adoro isso….

Com a minha tia em casa, ficava complicado tentar fazer algum movimento com ela.
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Na manhã seguinte, tudo estava tranquilo, desci pra tomar café. Passei pela cozinha quando só encontrei minha tia sentada, olhando uma revista feminina e tomando café. Vestida com uma camiseta branca, de manga curta quase no ombro, bem apertada nos peitos, não vi o que ela vestia embaixo porque estava sentada do outro lado da mesa. Mas bastava olhar pras peitudas dela.

-Bo… bom dia, tia…
-Ah, oi Dany… bom dia. Dormiu bem?
-Sim, muito bem, obrigado… e minha mãe?
-Ah, saiu um instante, não demora, já sabe… os exercícios dela, essa mulher, haha

Uff, mas olha, até que funciona, ela é uma gostosa, deixa as bundonas duras. Pensei comigo.

-Haha sim, ela é bem esportista… só respondi.
-Mas olha, funciona pra caramba pra essa danada, hahaha!
-Mas você também malha bastante, não, tia?
-Hihi sim, mas queria que minhas bundonas aparecessem igual as da sua mãe, haha
-Pois você também é bem gostosa

Falei isso enquanto fazia uma expressão com as mãos na frente do corpo, me referindo à bunda dela, escapou sem querer, o subconsciente, acho…

-Haha, você acha? Ela disse, meio surpresa, abrindo a boca e colocando a mão aberta no peito
-Hehe, é…

Ri junto com ela, fui até o balcão fazer um café e sentei na frente dela na mesa.

-Oi, Dany…
-O que foi, tia?
-Sua mãe me contou tudo o que aconteceu… acho que vai ser difícil pra vocês no começo, mas você precisa saber que foi o melhor…
-Bom, na verdade ainda não sei o que aconteceu, minha mãe não me contou… Não consegui evitar dar uma olhada nas peitudas dela. Ou o sutiã era muito fino, ou ela não tava usando. Dava quase pra desenhar o mamilo com os olhos, pelo que vi, era médio, uns 3 cm de diâmetro.
-O que você pretende fazer agora?

Ela disse com um sorriso. Tirando eu dos meus pensamentos perversos…

- Como?
- O que você pretende fazer agora que só tem sua mãe e sua irmã em casa? Você é o homem da casa… já tá crescidinho, sobrinho, haha

Com um olhar maroto e um sorriso safado, ela me disse isso, me olhando de cima a baixo. Não me surpreendia tanto, como já disse, ela sempre soltava uns comentários “picantes”. Mas me deixou meio nervoso.

- Haha, é… arrumar um trabalho de meio período, sei lá. Acho que minha irmã também vai fazer o mesmo.
- Então, agora que você é o homem da casa (ela reforçou isso de novo), tem que cuidar das duas, suas “mulheres”, haha

Minha tia e seus comentários…

- Haha, sim.

Os comentários dela me desconcertavam.

- Sua mãe precisa muito do seu apoio, como filho mais velho, você tem que dar uma força nessa decisão.
- Ela sabe que eu apoio, só queria saber o que rolou entre eles pra decidirem se separar…
- Ah, Dany, você vai saber… na hora certa.

Comecei a ficar obcecado em querer saber o que tinha acontecido pra tudo isso rolar, e ninguém me contava nada.

- Espero que sim…
- Por enquanto, sua mãe precisa de um homem, e você é o único que ela tem por perto…

Que porra é essa com os comentários dela? Sério, não sei se ela queria me zoar, ver minha reação ou o quê, talvez seja coisa da minha cabeça, mas o tom que ela usava…

- Hmm… sim. Minha irmã e eu damos apoio a ela.

Nessa hora, a rainha da casa estava entrando… ela me salvou da conversa.

- Cheguei!!
Gritou da porta.
- Tô na cozinha!
Respondi pra minha tia.

E ela chegou de fazer os exercícios, vestindo uma legging daquelas estampadas, das “modernas”, pô… preciso dizer como grudava nas curvas dela? As cadeiras pareciam enormes, as pernas grossas (quando falo grossas, não é de gordura, é de carnuda, firme, aquela carne de milf em todos os sentidos). Em cima, um top também de lycra apertando os peitos gostosos dela, e o cabelo preso num rabo de cavalo atrás, deixando o pescoço completamente à mostra. exposto.

Não consegui evitar quase engasgar quando vi ela entrar no comedor na cozinha.

- Ssshhhhh calma, moleque!!! Vai se engasgar Kkkkkkkk

Disse minha tia e as duas riram.

- Ai, meu bebê…

Ela se aproximou de mim e me cumprimentou com um beijo na bochecha. O cheiro dela invadiu minhas narinas, e eu reagi na hora como qualquer macho ao sentir o cheiro de uma mulher gostosa. Ela foi cumprimentar minha tia e, ao se inclinar pra dar um beijo na bochecha dela também, levantou a bunda… não pensei duas vezes e…

Plaf!!!!!!!!

Um tapão que dei na bunda dela. Sem pensar e na frente da minha tia…!!!!!!

- Auuuuchhh!!!

- Kkkkkk não te culpo, Dany, eu faria o mesmo…

E lá vinham os comentários da minha tia, porra, o que que tava rolando com ela!?.......

- Desculpa, mãe…

- Kkkk relaxa, querido, pra isso que elas servem…

Agora minha mãe me surpreendia, com comentários que normalmente guardava pra quando estávamos sozinhos, ela e eu, agora soltava assim, sem mais.

- Kkkkkkkkk riram as duas.

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Os dias passaram e minha tia continuava em casa, não tínhamos tempo pra nenhuma ação entre nós.

Naquela manhã, no café da manhã.

Estávamos tomando café, eu de frente pra tia e minha irmã. Minha irmã enfiada no celular, como todo mundo já fez em algum momento, respondendo mensagem no “zap” ou vendo “face”. Minha mãe tava na frente do fogão cozinhando, eu tava comendo meu prato quando, não sei por que, olhei pra ela. Ela tava me encarando, com um sorriso. Aí ela se virou e foi até a geladeira. Como o fogão tava atrás da minha irmã e da tia, sentadas ali, elas não viam nada. Se aproximando da geladeira, deixou cair “sem querer” uma colher. Que foi parar debaixo da geladeira, no espaço entre ela e o chão. Eu sabia que era de propósito.

Mas só fiquei olhando. Então ela se abaixou, ficou de mãos e joelhos, procurando debaixo da geladeira, apontando a bunda pra mim. Tava usando um vestido naquela manhã, que cobria as nádegas deliciosamente. Engoli seco, a pica começava a Ficou dura, ajeitei ela por baixo da mesa, ela rebolava a bunda, balançando de um lado pro outro como se não soubesse o que tava fazendo, aí ela levanta a cabeça e olha pra trás.

Me vê e morde o lábio.

Não aguento mais, tenho que comer ela!!!maeEla começa a puxar o vestido pra cima devagar, arregaçando ele, pra me mostrar a bunda. Tava chegando no começo das nádegas dela...

— E você não vai tomar café, cunhada?

Minha tia fala, tirando ela da brincadeira, e ela até dá um pulo de susto.

— Hum... já vou.

Então...
Ela levantou, ainda me olhando com aquele sorriso.

Minha mãe fez um círculo com os dedos e um "O" com os lábios, aí ficou mexendo os dedos na frente da boca, simulando um boquete. Tudo isso pelas costas da minha tia, que, alheia a tudo, continuava comendo, focada no prato dela. Ela nem percebia o que a minha putinha de mãe tava fazendo com o filho dela pra me provocar. Eu mexia as pernas debaixo da mesa, tava com a pica dura pra caralho e precisava gozar, já fazia um tempão desde a última vez que meti nela. Tava há dias sem comer ela, tava ficando louco, começando a ficar obcecado pela bunda da minha mãe (de novo kkk), vendo ela vestida com as leggings de academia, as saias soltas que fazem aquela bunda balançar livre, as calças jeans justas. Tão perto e tão longe. Ela tava adorando aquilo, gostava de me deixar de pau duro só com o jeito dela andar, com aquele movimento exagerado de quadril.

Numa das fodas passadas, ela me fez prometer que não ia mais bater punheta, que ia guardar a porra toda pra ela, queria toda minha energia pra gastar nela... até que não era tão ruim, né? Mas não dava nem pra bater uma rapidinha pra aliviar a ansiedade... mas imaginem só, ter uma super milf de bunda grande e gostosa, pronta e disposta a dar a buceta, não era uma recompensa ruim por não se masturbar... mas é que não tava tendo oportunidade de foder. E ela com essas brincadeiras pra me deixar de pau duro não ajudava muito.

Quando ela fez aquele "O" com os dedos e a boca, eu morria de vontade de enfiar a pica na boca dela. Aí ela saiu da cozinha, rebolando, sorrindo...

Pouco depois...

— Dany!!!! Vem cá!!!!

Ouvi o grito dela lá de cima. segundo andar.
- já volto, vou ver o que a mamãe quer

Falei pra minha irmã e minha tia. O estranho foi que vi um sorrisinho nos lábios da minha tia.
- sim. Claro... vai...
Disse minha tia.

Cheguei no quarto da minha mãe, mal entrei...
- que foi, que qui...

Não terminei de falar quando entrei e umas mãos me puxaram, fechou a porta, habilmente abaixou minha calça, tirou meu pau da cueca e começou a chupar ali mesmo, sem dizer nada e tão rápido que mal consegui falar...

- aaaaahhhhhhh
- sssshhhhhhhh cala, bebê...
- oh Deus!!!

Chupava com vontade, feito bezerro faminto.
...
- já sei que você precisava dessa buceta...
- aaaahhhhhhh

Só segurava a cabeça dela. A boca dela era tão quente, tão molhada, já precisava daquilo...

- mmmmmmmh que gostoso...
- aaaahhh come ele... come ele...

Ajoelhada, me olhava nos olhos com o pau nos lábios. Passou a língua e lambeu da base até a ponta, igual uma pornstar. E aí engoliu até o fundo, sem deixar nada pra fora...

- aaaaaaah... mamãe!!
- buaaaghhhhhh

Tirou ele, deixando a baba escorrer...

E me disse...
- olha isso, meu rei...

Feito uma profissional, começou a chupar mais rápido. O movimento do pescoço dela era brutal, na velocidade máxima. Me segurava firme pelas bolas, dava engolidas fundas e rápidas. Era impossível aguentar mais tempo aquilo, ainda mais com os hormônios a mil como eu tava ultimamente.

- mggghh ggghh ggghhh gghghhh
- aaah por Deus!!
- mgggh ggghhhh kkkkkhhggggg

As engolidas dela eram fundas, os olhos começavam a lacrimejar, pequenas gotas de lágrimas brilhavam nos olhos dela. A maestria era brutal, a mandíbula parecia desencaixar. De repente, tirou ele da boca e cuspiu um gole grande de saliva no chão.

- ufff filhinho, que gostoso...
- não para, mamãe, por favor...

E peguei ela de novo pelos cabelos, puxando pro meu pau de novo.
- mggghg gghgh gghhhg ghghh

Com o pau todo até a garganta, ouvi ela tossir, tossir e tossir, tirando babando pelo canto dos lábios, mas sem tirar a pica, nem ela mesma queria isso. Ela mesma empurrava o pescoço pra frente, em direção à base da pica, como se quisesse comer mais, se pudesse.

Tirei ela e um fio de baba pendia do meu pau até os lábios dela... falei: fala "quero comer pica"

Ela sorriu, lambendo os lábios. E disse: "quero comer pica" e abriu a boca toda, colocando a língua pra fora. Igual quando o médico olha sua garganta, haha

Uhhmmmmmm... ggghhhh ela só conseguiu falar na hora que enfiei de novo quando ela disse aquilo.

- Uffa, pelo amor de Deus!!!

Já não aguentei mais e enfiei até o fundo, só faltava meter as bolas na boca dela, o nariz dela batia no meu púbis, a língua dela saía por baixo da minha pica amassando minhas bolas, ela manteve os olhos fechados e me segurava firme pelas pernas, minha porra começou a sair batendo no fundo da garganta dela, isso sim era uma puta "deep throat", pensei na hora, com certeza ela sentiu cada jato de porra, com certeza se sentiu muito puta fazendo isso, deixando a porra do filho escorrer garganta abaixo direto pro estômago, com a pica bem enfiada na boca. Uma mãe não deveria deixar isso acontecer, um filho não deveria fazer isso. A vida colocou as circunstâncias e a gente só não deixou passar, talvez. A mulher que me levou pro jardim de infância, que me deu banho quando criança, que me ensinou a andar, que me criou e me ensinou os valores dela. Agora engolindo até a última gota da minha semente. Porra, mas isso tornava tudo mais excitante. Alguém poderia me julgar por isso? Talvez sim, talvez não. Só pensa: você vive com uma mulher tão gostosa assim, vê ela todo dia, se for parente e tal, mas não consegue evitar olhar as curvas dela, perceber que ela é mais gostosa que qualquer mulher que você já conheceu, e você fica admirando ela todo dia. Sabe que pode comer ela e o que faz? Foge? Faz? Sinceramente, responde isso...

Eu não consegui e agora estava entupindo ela de creme leitoso
1.......
2....... 3……..
4……..
E 5 tiros bateram na garganta dela, a cada tiro eu puxava a cabeça dela como se quisesse que entrasse mais fundo. Ela acompanhava cada tiro com um “ummmm” “ummmm” “ummm”

Terminei e soltei ela. Ela tirou a pica da boca e, segurando com a mão, chupou a cabeça, como se estivesse engolindo a última gotinha.

- Aii, meu filho, essa coisa de ordenhar sua pica é tão gostoso....
- Ufff!!! Você comeu todo o leite, não derramou nada!!
- Ah, claro, buceta, é tão gostoso... lembra que eu sou sua puta, meu rei....
Muack!!
Ela me mandou um beijo da posição dela, de joelhos. Levantou e foi embora, assim, na cara....
- Vai, sobe as calças e vem....
- P... mas....
Ela não me deixou falar nada, saiu rebolando o quadril, sorrindo, e desceu pra cozinha.
:::::::::::::::::::::::::::::::::

Já estávamos na cozinha......
- Bem... queria que todos estivéssemos presentes
Minha mãe começou a falar quando os quatro (minha tia, minha irmã, ela e eu) estávamos na cozinha.
- O que foi? Falei eu.....
- Bemm....
- Já, mãe!!! O quê?? Disse minha irmã

Minha mãe e minha tia se olharam e riram.
- Vamos mudar de casa!!! Sentenciou mamãe......

Minha irmã e eu ficamos calados, nos viramos um pro outro sem saber o que tava rolando....
- hahaha ops!

Disse minha tia....
- Sério?
- Sim, filho, sério... como você diz hahaha
- E pra onde? Desde quando?
- Hoje vamos começar a levar as coisas pra casa nova, já tenho ela, é perto daqui, bom, quase.

Então era assim que as coisas estavam agora, íamos mudar de casa. Parecia que íamos deixar essa vida pra trás, sem meu pai. Agora tudo parecia sério. Íamos morar do outro lado da cidade, uns 30 minutos mais ou menos. O que ia acontecer agora com nós três? Não sabia......
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-New house, new life & new desires-

Já estávamos no carro, eu e minha mãe, esperando minha irmã sair de casa pra gente ir embora. Todas as outras coisas já tínhamos levado pra nova, só faltavam umas pequenas que cabiam no carro. Enquanto minha irmã saía…
-: Quando a gente chegar na casa nova, quero que você vá pro meu quarto — minha mãe me disse.
-: Quero essa porra desse pau GORDO E JOVEM de hoje em diante NA MINHA CAMA TODAS AS NOITES! Continuou falando enquanto passava a mão na minha virilha, apertando e me dando um sorriso sensual, passando a língua nos lábios.

Eu não parava de ficar nervoso, ela era tão gostosa… Dei uma olhada rápida pra ver se minha irmã não vinha, não queria que a gente fosse pego.

— Mãe, mas o que a gente vai falar pra minha irmã?
— Deixa comigo, meu bem, você vai ver — disse sorrindo, como se tramasse algo.
— É que eu amo quando você dá um tapão gostoso na minha bunda, bebê, principalmente quando essa coisa grande enterra até as bolas dentro de mim… HMMMHAAAH…

Mordendo o lábio inferior enquanto continuava apertando meu pau por cima da calça, já começava a endurecer. Via no olhar dela aquela safadeza única, não tinha dúvida de que tava morrendo de vontade de eu montar nela o mais rápido possível.

Eu só ri de excitação e nervosismo, respondi:

— Não imaginava que ia ouvir a senhora falar tão sujo assim, mãe…
— Quando esse pau entra em mim, meu amor, eu posso ser a puta mais suja que você já viu na vida.
— Deus… — falei num gemido quase inaudível. As palavras dela me matavam, essa era a mulher que eu sempre sonhei, linda, gostosa pra caralho, com aquela bundona e disposta a ser minha puta, minha puta. Mas primeiro minha mãe… eu sei, é perverso, mas é a realidade. Quem não ia querer?
— Então, esse pau é todo seu, mamãe…
— E todos os buracos da mamãe são seus, meu amor — respondeu convicta. Na hora, pensei nas palavras dela, algo se maquinava na minha mente, mas não quis falar naquele momento.

Além disso, minha irmã tava abrindo a porta de trás do carro. Minha mãe tirou a mão do meu ferro rapidinho, deixando ele “duro” como se diz…

Começamos o caminho pra casa nova, eu tava dirigindo. Olhei de canto pra minha mãe e um… Olhada rápida no retrovisor pra ver minha irmã também. O tipo de mulher que eu sempre desejei, e agora eu tava levando dois exemplares desses pra uma vida nova. Agora eu ia morar numa casa com essas duas mulheres imponentes, gostosas pra caralho, e com uma delas eu ia realizar meus sonhos mais selvagens, meus desejos, e ela tava disposta a realizar tudo. Queria me tornar aquele homem que realmente satisfizesse ela, que me visse como o homem dela. Ela sempre seria minha mãe, mas não ia mais enxergar ela totalmente assim daqui pra frente.

Já bem instalados na casa nova, a gente pensava em como ia se virar agora que meu pai não tava mais.

Naquele dia, ligaram pra minha mãe convidando ela pra uma festa na casa da minha avó, mãe dela. Com certeza toda a família dela ia estar lá, então era bom pra ela dar uma desencanada dos problemas um pouco.

………….

- Anda logo!!! - Gritei do carro pra minha mãe. Minha irmã e eu já estávamos dentro, esperando ela.
- Não tô parecendo muito puta nessa saia?mae e filhoTiro minha irmã dos meus pensamentos quando ela pergunta lá do banco de trás do carro. Olhei pra ela pelo retrovisor só dando um sorriso. (Aliás, minha tia já tinha ido pra casa dela, felizmente)
— hahaha não… bom, se você acha que é assim, por que você usa?

Era uma saia casual, mas bem justinha, vocês já sabem como minha irmã é também, então ficava muito nela, realçando as curvas dela… a herança dos genes da minha mãe, ela puxou a bunda carnuda, suculenta. Não consegui evitar de olhar antes de entrar no carro. Sofi, já com 19 anos, era a jovem adulta, quadriluda por natureza, com uns peitões muito bons, melhores que os da minha mãe, posso dizer. Muitos dos meus amigos queriam pegar ela, nunca deixei eles chegarem perto a menos que eu não estivesse presente, como um bom irmão ciumento, suponho. Mas agora, toda vez que via ela, algo acontecia comigo e isso era estranho (como se tudo que eu vivo já não fosse estranho por si só).

Mas enfim, eu tinha a melhor coroa na minha opinião. Então de sexo não reclamava.
Aí ela saiu…….Relatos eroticosEla vinha tão fresca, jovial, leve e sorridente como há muito tempo não acontecia. Tava vestindo uma blusinha de alcinhas nos ombros, fininha e justa, preta, os peitos dela estavam uma delícia, no pescoço usava um colarzinho brilhante dourado que realçava muito bem, o cabelo preso num coque atrás da cabeça, isso não fazia ela parecer desleixada, mas sim elegante e jovem. O rosto tava levemente maquiado do jeito que eu gosto, só os olhos bem marcados e não feito uma puta. Baixei o olhar pra parte de baixo dela. Enquanto ela se virava pra trancar a porta de casa. Ela tava usando uma das calças que eu mais gostava, a calça branca daquele tecido que é semi-lycra, não é lycra mas também não é jeans, um híbrido, espero que vocês entendam.relatos de incestoMas era bem justo, tanto que fazia aquela bunda parecer descomunal, pelo amor de Deus! Se é que dava pra fazer ela parecer ainda maior. A calça era na altura do quadril, então a cintura dela era um poema, benditos exercícios, porra! Com certeza tá de fio dental! Pensei na minha cabeça...

Desci o olhar pelas pernas dela, olhando a parte de trás, firmes como concreto, desci pras panturrilhas, perfeitamente definidas, fortes, grandes, malhadas e ficavam ainda mais evidentes por causa dos saltos que ela tava usando, não sei qual era o tamanho, mas eram grandes. Bem grandes. Vermelhos. Meu Deus! Não é à toa que a bunda era tão empinada!!!

::::::

Chegamos na festa da minha avó, tavam comemorando a formatura de uma prima...

Já sabe, o clássico: todo mundo comeu, conversou e essas coisas. Só aconteceram duas coisas: primeiro, meus tios e primos não tiravam os olhos da minha mãe, e como se não bastasse, minha irmã também tava lá, ou seja, eles não sabiam pra onde olhar, uma com uma saia deliciosa e a outra com uma calça enterrada no rabo, como diriam os argentinos. E claro, o fio dental sendo devorado pelo rabão dela (como diriam os argentinos de novo, haha).Dá Duro na Mamãe VIIEu me despreocupava um pouco, depois de ter as duas 24 horas por dia, precisava dar um pequeno espaço mental e parar de pensar em bundas, peitos, boquetes, etc, etc, etc. Então jogava videogame e partidas de futebol com meus primos. Ganhava fácil, não sei se pela minha habilidade ou porque de vez em quando minha irmã passava na frente da TV se requebrando e balançando aquelas pernas gostosas, herança da mãe dela. Cada vez eu reparava mais nela...

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De volta pra casa nós quatro, porque dessa vez vinham meu tio Paco, minha tia Mari (casados), minha mãe e eu (minha irmã ia ficar na casa da minha avó, já que minhas primas também ficaram; iam passar uma noite de garotas ou sei lá, com certeza iam encher a cara ou algo assim, minha avó tolerava muito elas, desde que fosse lá e não saíssem pra lugares à noite).

Isso me agradava porque finalmente, depois de muitos dias de seca, exceto pelo boquete, não tinha tido nada com ela, minha deusa...

Estávamos nós quatro na mesa tomando um café, já de noite e com o leve álcool que tínhamos bebido, um cafezinho caía super bem. Mas eu não via a hora de meus tios irem embora. Minha mãe percebia minha ansiedade e se divertia com isso.

— ...bom, mas se quiserem podem ficar aqui pra dormir hoje, Paco, pra que arriscar com um táxi, você vê que hoje em dia nem neles dá pra confiar.

Disse minha mãe pro meu tio, enquanto me olhava pra ver minha reação. Eu por dentro gritava NÃOOOO!!! VÃO LOGO!!

— Não, imagina... obrigado.

Respondeu o tio Paco.

— Não, sério, deviam ficar, assim a gente conversa mais...

Puta merda, não!!! Eles não querem ficar, não insiste!! Pensava eu, vendo minha chance escapando.

— Não, de verdade, irmã, a gente tem que chegar em casa... né, meu amor?

Disse meu tio pra minha mãe, enquanto virava pra olhar a esposa.

— Ah, desculpa kkkk, só tão casados há 2 anos, claro que querem ficar sozinhos na casinha deles hahaha. Disse minha mãe pra eles. Todos rimos, mas eu pensava: e eu quero ficar só com você agora que você vai ser tipo minha mulher só pra mim...
- hahaha, pois é, tem um pouco disso, irmã.

Disse meu tio, minha mãe suspirou...
- uuuhhhh... que bom pra vocês.
- haha, mas não fica triste, cunhada, já vai ter um monte de homem atrás de você. Olha só você, não é feia não...
- hahaha não... é muito cedo, não tô com cabeça pra isso agora.
- ha! É... além do mais, você me tem hahaha

Me ocorreu dizer, me metendo na conversa.
- hahahaha é, sobrinho, mas minha cunhada precisa de um homem...
- haha já sei... só não consigo imaginar minha mãe com outro que não seja meu pai... (e eu, claro, pensei)
- é, acho que agora vou me dedicar mais aos meus filhos, meu Dany precisa muito do meu apoio nesse momento, vou fazer tudo por ele, pra ele ficar feliz... ele vai sentir mais falta do pai e tenho que manter ele ocupado física e mentalmente pra não se desviar...

Disse minha mãe me olhando fixamente nos olhos, eu sabia o significado das palavras dela, então quando ela disse isso até engoli seco, algo grande vinha pela frente pra mim.

Meus tios, claro, não entenderam a mensagem ou entenderam de forma "normal".
- claro, sem uma figura paterna agora ele tem que ficar esperto e não se meter em encrenca, ele tem que vestir as calças de algum jeito em casa.

Disse meu tio bem sério.

E aí continuaram falando de coisas, eu depois fui pro meu quarto ouvir música enquanto jogava no PC. (tenho um lado meio freak haha)

Duas horas depois, já era 1 da manhã, ouvi um grito lá de baixo...
- filho!!!!!!! Vem!!!

Desci pra sala e lá estavam os três.
- acompanha seus tios até a rua, o táxi deles já chegou, vai, querido. Aqui te espero...

Na hora que falou isso, me deu um sorriso malicioso, eu sabia o que ia rolar assim que eles fossem embora.
- claro!!relatoFalei efusivamente como querendo que eles já fossem embora, não… na verdade, queria mesmo que eles se mandassem.
Finalmente entraram no táxi, fecharam a porta do carro e eu voltei correndo pra dentro de casa. Minha mãe estava recostada na mesa de sinuca, aquela que compraram e agora na casa nova colocamos na sala, como era ampla cabia bem e sem atrapalhar. Ela estava lá, meio sentada em cima da mesa, me olhando na expectativa com aquele sorriso safado… tipo dizendo, e agora?
— Finalmente foram embora.
— Sim, meu rei. Já tava na fissura, né?maduraNão respondi nada, só me aproximei dela e peguei ela pela cintura, puxando pra mim e beijando, passando a mão em tudo: nas costas, nos braços, na nuca, na cintura, na bunda, naquelas bundonas carnudas, nas coxas grossas dela…

— Uff, meu rei… tá ansioso pra entrar na mamãe?
— Já não aguento mais…

E baixei a calça na maior cara de pau, deixando minha ereção livre.

— Mmmmm, que delícia… — ela falou quando viu.

Ela me empurrou pro sofá que tava na frente, eu caí sentado com a pica apontando pro teto, e ela ficou ali parada.

Ela virou 180 graus, mostrando a parte de trás, vestida naquela calça. Arriou a calça junto com a tanga que tava usando, deixando no meio das coxas grossas dela. Quando fez isso, se inclinou um pouco, apoiando uma mão na borda da mesa de sinuca. Minha pica deu pulinhos vendo aquela cena. Sem pensar, levantei rápido e enfiei de uma vez, ali mesmo, sem enrolação.

— Aaaaaaah… aaaaaaahhhhhhh…
— Desculpa, já não aguento…
— Aaaaah… vai fundo, pussy…

Abracei ela por trás, passando os dois braços pela cintura dela, igual um cachorro no cio, com força. Metia forte e rápido.

— Aaah… aaah… pussy… desse jeito você não vai aguentar muito…

Eu não falei nada. Tirei a pussy dela e arranquei a calça junto com tudo, deixando ela só de salto e blusa. Levantei a tanga dela e cheirei… cheiro de mulher. Deixei ela ali em cima da mesa de sinuca.

— Sobe na mesa.
— Quê? Pra quê?
— Sobe, vai…
— Haha, você é doido… mas tá bom.maeAjeitei ela. Tava deitada de lado, com a buceta voando na beirada da mesa de sinuca, as pernas juntas, os lábios da buceta bem fechados, trancando a entrada. Cheguei perto e me agachei, passei uma linguada na racha dela, tava tão incrível ali naquela pose, essa posição faz as pernas e a bunda dela parecerem ainda maiores e mais carnudas.

Enfiei meu pau e meti.
-aaaaaaah só gemi, tava apertada assim ainda mais.
-uhmmmmmmm……siimm……toda………
Cheguei nos lábios dela e beijei com gosto enquanto começava a penetrar ela num ritmo constante e certeiro.
-aaah, que apertada, gostosa…
-toda sua, meu amor, sou toda sua…..aaaaah que delícia…
Continuamos um tempo assim e ela falou.
-para, bebê….para….aaaaah……vamos pro nosso quarto. Tá na hora de estrear a casa…
A gente ia estrear a casa nova com uma trepada no NOSSO QUARTO NOVO. Claro, desde que minha irmã não tivesse por perto.

Ela me pegou pela mão e me levou, eu ia atrás hipnotizado pelo jeito dela andar, babando pela bunda dela, agora a bunda da minha mulher…
Ela mandou eu deitar na cama.
-espera aí, volto rapidinho

E foi pro banheiro…quando abriu a porta, me surpreendeu. Ela tinha comprado uma daquelas coisas que são tipo meia-calça mas cobrem o corpo inteiro, do pescoço aos pés e braços, acho que chama "body". Era preto, não tinha nada por baixo, e além disso tava com uma máscara no rosto que só cobria a parte dos olhos. O corpo enorme dela tava magnífico e pronto pra uma grande foda.
-ah….meu….Deus….
Saiu da minha boca, ela riu…
-kkkkk que foi, bebê…é demais pra você?mae e filhoSentei rápido na borda da cama, com a pica dura de novo, e como não ia ser?
Ela veio até mim de gatinhas, rebolando o quadril a cada passo que dava de joelhos, o cabelo todo solto e bagunçado, tava linda pra caralho, uma delícia. Passava a língua nos lábios.
Abri as pernas quando ela chegou a uns passos de mim. Dei acesso ao meu pau, queria que ela me chupasse e ela também queria. Chegou até mim assim de quatro e, sem pegar na pica com a mão, só encostou o rosto nela, esfregando a cara, e eu ouvi ela inspirar fundo, sentindo meu cheiro, reconhecendo o que é dela. Deu lambidas desde as bolas e de uma vez meteu na boca, com maestria e sem usar as mãos. Começou o boquete. Eu olhava pra rabeta dela, assim de joelhos na minha frente, de quatro, levantando a bunda. Me inclinei um pouco, ainda sentado, e dei um tapa sonoro na bunda dela.
PLAFFF!!!!!!!!!

Depois de um tempo, ela se levantou, me fez levantar e a gente se beijou, se apalpando, se pegando, se esfregando, roçando os corpos. Senti a mão dela pegando na minha pica babada, amassando ela, com as duas mãos amassando, de vez em quando massageando minhas bolas. Ela se afastou e foi pra cama, ficou de quatro, e aí percebi uma coisa…
O "body" dela tinha um buraco entre as nádegas!!! Grande o suficiente pra ver o cu e a buceta dela. Ela queria me deixar louco com aquela imagem!!
Cheguei perto dela, com a pica balançando de um lado pro outro a cada passo, dura igual pedra. Passei um pouco de saliva e mirei no meu alvo, enfiando tudo. Ela ajudou, empurrando a bunda pra trás.
— "Deus, Mãe," — falei num gemido. Minhas mãos agora estavam nos quadris largos dela, apertando a bunda, maravilhado com a divindade do melhor atributo dela, e eu segurava a cintura dela enquanto olhava pra minha própria mãe empurrando pra trás, pra se encontrar com a minha pica enterrando nela.Relatos eroticos- "Você gosta da buceta da Mamãe? Você gosta da vista da sua mãe na sua frente assim? De quatro, levantando a bunda pro seu bebê, empurrando minha bunda em você pra eu me empalar sozinha?"
- "Ah, meu Deus, sim!"

Eu estava extasiado, me sentia tão bem, joguei a cabeça pra trás fechando os olhos e aproveitando aquilo, filho da puta sortudo, pensei comigo, aposto que muitos me chamariam assim se soubessem disso, mas queria ver mais, então voltei o olhar pra ela. A visão daqueles montes, vulgo bundas, era um tesão. Nunca me cansaria de vê-la, nunca…
- "Você tem ideia do que é viver numa casa com uma mulher que tem a melhor buceta a quilômetros de distância?"

Falei pra minha mãe enquanto a pica afundava nela da ponta até a base. Fazendo ela sentir cada pedaço… cada pedaço… cada pedaço.
- "Huummm… aaaaah… meu amor, você era obcecado?… ayyyyy (ela gemia enquanto me olhava nos olhos por cima do ombro, mordendo o lábio inferior)"
- "Mmmm… por… por mais que você seja minha mãe… cê acha que eu não olhava pra sua bunda?…"

PLAFFF!!! Dei um tapa na bunda dela enquanto enfiava forte naquelas nádegas.
- "Ahhhh siiiim…"

Ela adora levar tapa na bunda enquanto é comida gostoso.
- "Todo mundo no condomínio olha pra sua bunda, você é melhor que todas as novinhas daqui… e das mães delas nem se fala…"
- "Ahhh, sim, continua assim, meu rei…relatos de incestoCom a mão direita, eu apertava uma das nádegas dela, a carne vazava entre meus dedos, mas não era uma bunda mole, era carne dura, um rabo grande e malhado na academia... uma bunda milf e redonda. Uma buceta como tem que ser.

- Mas você gosta disso, não é? Ahhhh... você adora deixar eles loucos pra te comer como você merece... como esse seu rabo raivoso pede...
PLAFFF!!
- Mmmmm... ahhh... sim... siiiim... eu gosto, meu amor... mas agora... mas agora é você quem me fode do jeito que eu adoro... ufffffff... quem diria?... encontro o sexo que eu quero na minha própria casa com meu filhinho... meu delicioso filhinho e seu pau... mmmmmm assimiiii... seu pau... seu pau me encanta, bebê!!!... você sempre quis me comer? Huuuummm???
PLAFF!!!!Dá Duro na Mamãe VII- nunca foi minha intenção… não tava pensando em te comer… ahhh… mas olha que rabão… tua cintura me encanta, gostosa… ufff e você continua apertadinha como devia ser quando era mais nova… deus!!
as nalgudas dela tremiam a cada metida…

fim da primeira parte desse capítulo… divide em duas.relato

2 comentários - Dá Duro na Mamãe VII

Max26a
Nmms bro que pinche relato mas chingon ya lo esperaba con ansoas el siguiente capítulo, te vengo leyendo desde el primero, put4 madre estoy super exitadicimo, yo tambien quisiera coger asi como t, +10.
Max26a
Otra pregunta sin ofender o molestar el relato es 100% real?
El relato es real. Pero el usuario que lo escribió borró su cuenta de poringa hace años. Había subido fotos de Ana y la verdad estaba muy buena.