Oiiii! Quero contar pra vocês essa história que rolou comigo esses dias. Não quero deixar pra depois. Queria contar desde o começo, mas isso é tão incrível que não quero perder nenhum detalhe do que aconteceu. Faz um tempo que voltei pra cidade onde nasci, porque eu estudo fora. Mas, onde eu estudo, à noite me visto bem putinha e procuro umas rolas boas pra aliviar o estresse. Então, nesse dia que saí de férias, fui pra casa e levei umas roupinhas escondidas de puta gostosa pra passar o tempo à noite e me vestir, algo que nunca tinha feito lá na casa dos meus pais. Quando cheguei, minha família me recebeu e perguntou como eu tava e o de sempre: uma comidinha e tal. Pra não prolongar, a noite caiu, todo mundo foi dormir, tomei banho, fui pro meu quarto e decidi abrir o app do Grindr pra ver que bucetas boas tinham na área, com medo de aparecer alguém perto, mas pra minha surpresa, não. Chegavam mensagens e tudo bem, eu olhava e via os packs de alguns que curti sinceramente, mas não continuavam a conversa. Entre todos os chats, apareceu um que se chamava "dominadordeputs". Que nome, hein, falei rindo. Era um cara corpulento, haha, tinha uma foto borrada do pau que parecia grosso e meio curto, mas venoso, do jeito que eu gosto; ele de roupa de academia e outra de uniforme de policial. — Ele disse: "Oi, gostosa, boa noite, o que você procura? Aliás, que fotos boas." (Esclarecendo que nas minhas fotos de perfil eu tô bem arrumada e toda maquiada, parecendo uma santinha; praticamente sou outra). — Eu respondi: "Aqui só olhando, haha, e você, o que procura?" A conversa rolou. Ele disse que procurava uma putinha pra dar cum e meter a rola. Eu entrei na brincadeira. Ele mandou fotos do pau dele e, nossa, que gostoso que era. Mandei foto da minha bunda e mais, e ele ficava todo excitado. Assim foi até ele propor a gente se ver e eu aceitei. Ele disse que era policial, que podia se liberar de madrugada porque saía nesse horário, e perguntou se eu topava ir na casa dele. Falei que tava na casa dos meus pais e disse: “Bom, um hotel, topa?”. Eu aceitei e naquela noite fui me lavar por dentro e saí de casa sem fazer barulho. Peguei uma lingerie preta; no caminho me maquiei, coloquei uma peruca castanha e saí. Levei uma blusa verde e por baixo um sutiã preto de renda, umas meias também pretas com liga, e uma tanga tipo renda preta e uma saia creme que combinava. Ele disse que já estava no hotel e que ia entrar, tomar banho e trocar o uniforme. Falei: “Eu queria que você me comesse com ele vestido”. Ele disse que não podia por causa do regulamento e eu falei: “Ninguém vai ver a gente”, e ele respondeu: “Tá bom, te espero, putinha”. Já no local, ele mandou mensagem que estava em tal quarto e eu subi. Meus saltos ecoavam nas escadas e quando cheguei, ele estava com o uniforme ainda vestido e a máscara. Falei: “Oi, papai, pronto pra me fazer sua?” Me aproximei e vi que ele não estava com a calça, e ele diz: “Chega mais, mamãe, e vem chupar”. (Quando ouvi aquilo, acreditem, senti que aquela voz era conhecida, mas pela excitação não conseguia distinguir ou pensar direito). Me ajoelhei e comecei a fazer um boquete gostoso. Subia e descia devagar com minha língua. Masturbava ele enquanto tinha as bolas dele na boca. Gosto de ir atrás das bolas dele e lamber o períneo, e isso deixava ele louco. Subi e comecei a enfiar o pau dele na minha boca. Queria fazer garganta profunda, mas por causa da grossura do pau dele, não consegui. Ele adorava, e naquele momento ele tirou o capacete. Qual não foi minha surpresa: quando ele tirou e eu vi, era meu tio, senhoras e senhores. Eu estava com o pau do meu tio na boca. Aquele que me cuidou e me carregou quando pequena, eu estava fazendo um boquete nele. Parei e ele disse: “O que foi, putinha, por que parou?”, e me puxou pra cima. “Aconteceu alguma coisa?” Quando me aproximei dele, meu instinto foi beijá-lo porque tava com medo de que ele me reconhecesse. Pensei: “Tenho que me controlar e dar um jeito de ir embora”. Nisso, enquanto me beijava, ele começou a massagear meu pau e minhas bolas por cima da tanga, e era tão gostoso, e com a outra mão massageava a entrada do meu cu. Me perdi por alguns segundos e reagi. Me afastei e ele disse: "Aonde você vai, puta?", e me colocou de quatro. Abaixou minha saia e me deu um tão forte que me tirou do sério. Ele afastou minha calcinha fio dental e enfiou a cara entre minhas nádegas, e eu me perdi de novo ao sentir como é bom ter meu cu comido.
Aí eu decidi só me deixar levar. Tirei a blusa e fiquei só de sutiã, meia-calça e fio dental. Ele se levantou, pegou um vidrinho de lubrificante, colocou a camisinha e começou a meter devagarzinho. Eu sentia prazer, medo e dor, mas mesmo assim tava curtindo. Cada vez ele entrava mais e mais, e ele era gentil. Entrava e saía, e me empurrava um pouco mais até que finalmente entrou tudo, e ele parou lá dentro pra eu me acostumar. Depois começou a meter cada vez mais rápido. Umas dez minutos depois de eu estar de quatro, ele tirou e falou: “Olha só que arrombada que eu te deixei, putinha.”
Ele pegou o lubrificante e começou a colocar dentro do meu cu e disse: “Fecha, putinha, ou já não aguenta mais?”. Eu apertei minha bunda. “Vem, sobe aqui, quero sentir como você cavalga”. Eu montei nele e encaixei a rola, e quando ia meter, senti um pouco de lubrificante escorrendo nas minhas mãos. Enfiei e comecei a pular no meu tio, haha, e tava adorando. Ele com uma mão acariciava meu clitóris de sissy, e eu gostava. Só falava: “Como você se mexe bem”, enquanto segurava minha cintura e subia e descia pra me ajudar a ir mais rápido. Nunca tinha passado pela minha cabeça que eu ia tar transando com meu tio daquele jeito e que nós dois tava curtindo. Ele me tirou dos pensamentos quando disse: “Vamos ver, putinha, vira, quero ver como entra na sua raba enquanto você monta”. Eu virei e tentei me mexer do jeito mais puta que conseguia. Apertava meu cu com a rola do meu tio dentro e sentia satisfação quando ele falava: “Que gostoso, putinha, aperta assim”. De repente, ele se levantou e jogou meu corpo pra frente pra me colocar de quatro e começou a bombar mais rápido. Me puxou, me colocou na frente da rola dele e, com uma habilidade sem igual, tirou a camisinha com uma mão enquanto com a outra segurou minha nuca pra me empurrar na direção da rola e tentou enfiar o máximo possível na minha boca. Senti a pontinha roçando de leve na minha garganta e os jatos de porra entrando na minha goela. Quando ele tirou, saboreei a porra que ainda saía e limpei a rola dele. Ele disse: “Mandou bem, putinha. Deixa eu retribuir o favor”. Me colocou de barriga pra cima e começou a chupar minha bunda minúscula e massagear meu clitóris de sissy. De repente, enfiou na boca e eu não acreditei como ele fazia bem. Enfiou os dois dedos no meu cu e com a boca chupava meu clitóris e minhas bolas. E eu gozei. Senti ele tirar e esguichar minha porra na boca dele. Ele segurou tudo na boca, me puxou pra perto, segurou minha mandíbula e cuspiu toda minha porra na minha boca. Caralho, o sujo e excitante que foi, eu não acreditava. Beijou e continuou, e me disse: "Espero que se repita". Olhei o relógio e já tinha passado uma hora e meia, pelo menos. Me arrumei pra ir pra casa e ele falou: "Espero te ver logo". Quando saí e cheguei em casa, não conseguia acreditar em tudo que tinha rolado, ainda mais com quem rolou. Tomei banho e dormi. Lá pelas 11 acordei e não conseguia nem mexer as pernas de tanta dor. Minha bunda ardia das palmadas que ele tinha dado. Me estiquei como pude, fui no banheiro ver se tinha tirado a maquiagem e fui pra cozinha. Daqui a pouco vi meu tio chegar no carro dele com minha tia, a esposa dele, e o filho deles. Ele me viu e, como se nada tivesse acontecido, só me cumprimentou. Pediu o quarto pra minha mãe pra dormir, porque disse que tinha plantão a noite toda, e foi deitar. Não sei se ele sacou que era eu; eu sei que era ele, mas ele me tratou como sempre. Ou ele disfarça muito bem ou realmente nem desconfiou. Sinceramente, quando vejo ele, sinto minha buceta pulsar e meu clitóris escorrendo... vamos ver o que rola nos próximos dias.
Aí eu decidi só me deixar levar. Tirei a blusa e fiquei só de sutiã, meia-calça e fio dental. Ele se levantou, pegou um vidrinho de lubrificante, colocou a camisinha e começou a meter devagarzinho. Eu sentia prazer, medo e dor, mas mesmo assim tava curtindo. Cada vez ele entrava mais e mais, e ele era gentil. Entrava e saía, e me empurrava um pouco mais até que finalmente entrou tudo, e ele parou lá dentro pra eu me acostumar. Depois começou a meter cada vez mais rápido. Umas dez minutos depois de eu estar de quatro, ele tirou e falou: “Olha só que arrombada que eu te deixei, putinha.”
Ele pegou o lubrificante e começou a colocar dentro do meu cu e disse: “Fecha, putinha, ou já não aguenta mais?”. Eu apertei minha bunda. “Vem, sobe aqui, quero sentir como você cavalga”. Eu montei nele e encaixei a rola, e quando ia meter, senti um pouco de lubrificante escorrendo nas minhas mãos. Enfiei e comecei a pular no meu tio, haha, e tava adorando. Ele com uma mão acariciava meu clitóris de sissy, e eu gostava. Só falava: “Como você se mexe bem”, enquanto segurava minha cintura e subia e descia pra me ajudar a ir mais rápido. Nunca tinha passado pela minha cabeça que eu ia tar transando com meu tio daquele jeito e que nós dois tava curtindo. Ele me tirou dos pensamentos quando disse: “Vamos ver, putinha, vira, quero ver como entra na sua raba enquanto você monta”. Eu virei e tentei me mexer do jeito mais puta que conseguia. Apertava meu cu com a rola do meu tio dentro e sentia satisfação quando ele falava: “Que gostoso, putinha, aperta assim”. De repente, ele se levantou e jogou meu corpo pra frente pra me colocar de quatro e começou a bombar mais rápido. Me puxou, me colocou na frente da rola dele e, com uma habilidade sem igual, tirou a camisinha com uma mão enquanto com a outra segurou minha nuca pra me empurrar na direção da rola e tentou enfiar o máximo possível na minha boca. Senti a pontinha roçando de leve na minha garganta e os jatos de porra entrando na minha goela. Quando ele tirou, saboreei a porra que ainda saía e limpei a rola dele. Ele disse: “Mandou bem, putinha. Deixa eu retribuir o favor”. Me colocou de barriga pra cima e começou a chupar minha bunda minúscula e massagear meu clitóris de sissy. De repente, enfiou na boca e eu não acreditei como ele fazia bem. Enfiou os dois dedos no meu cu e com a boca chupava meu clitóris e minhas bolas. E eu gozei. Senti ele tirar e esguichar minha porra na boca dele. Ele segurou tudo na boca, me puxou pra perto, segurou minha mandíbula e cuspiu toda minha porra na minha boca. Caralho, o sujo e excitante que foi, eu não acreditava. Beijou e continuou, e me disse: "Espero que se repita". Olhei o relógio e já tinha passado uma hora e meia, pelo menos. Me arrumei pra ir pra casa e ele falou: "Espero te ver logo". Quando saí e cheguei em casa, não conseguia acreditar em tudo que tinha rolado, ainda mais com quem rolou. Tomei banho e dormi. Lá pelas 11 acordei e não conseguia nem mexer as pernas de tanta dor. Minha bunda ardia das palmadas que ele tinha dado. Me estiquei como pude, fui no banheiro ver se tinha tirado a maquiagem e fui pra cozinha. Daqui a pouco vi meu tio chegar no carro dele com minha tia, a esposa dele, e o filho deles. Ele me viu e, como se nada tivesse acontecido, só me cumprimentou. Pediu o quarto pra minha mãe pra dormir, porque disse que tinha plantão a noite toda, e foi deitar. Não sei se ele sacou que era eu; eu sei que era ele, mas ele me tratou como sempre. Ou ele disfarça muito bem ou realmente nem desconfiou. Sinceramente, quando vejo ele, sinto minha buceta pulsar e meu clitóris escorrendo... vamos ver o que rola nos próximos dias.
5 comentários - O dia que comi meu tio (sissy gif)