Tenho tanta coisa pra contar, pra confessar, que nem sei por onde começar. Dessa vez vou contar meu lado bissexual consumado. "A curiosidade matou a puta", diz o ditado, e numa tarde de inverno, por algum motivo, ficamos para trás no campinho de futebol, e aconteceu que o Agus também estava com a gente. Pra contextualizar, Agus era na época o garoto gay do grupo, muito afeminado, até erotizava, eu diria. Pergunta vai, pergunta vem, óbvio que eram pro Agus sobre a curiosidade dele por pessoas do mesmo sexo. Tanta pergunta, tanto falar sobre o assunto, que a gente teve uma ereção, e o Agus se ofereceu pra masturbar a gente toda. Éramos 4 caras mais o Agus, 5 no total, com pouca experiência sexual. Bom, continuo... Na penumbra do fim de tarde que já virava noite, o Agus começou o serviço com os outros, e eu fiquei por último. Enquanto o Agus batia uma pros outros caras, eu comecei a me tocar sozinho, e o Agus me viu de lado e falou: "Deixa comigo, já terminei." Respondi: "Não aguento mais, eu bato uma e você engole meu gozo." O Agus sorriu e disse: "Pego sua palavra." Eu tava prestes a gozar, já tinha fechado os olhos, e senti os lábios do Agus, muito úmidos, a boca dele toda engolindo meu pau, não muito grande, uns 12 ou 13 centímetros na época. Assim que senti a boca dele, explodi e enchi ele de porra, ele se engasgou com meu líquido grosso e branco, que escorria da boca dele e caía no chão. Meus amigos, naquele momento, também gozaram na mão do Agus, que tava visivelmente excitado, com um volume enorme entre as pernas. O Agus olhou pra gente e disse: "Quem de vocês vai me ajudar agora?" Todos apontaram pra mim e falaram: "Você gozou na boca dele, você deve a punheta pra ele." Continua... Relatos reais, nada fictícios, vividos por mim no despertar sexual gay que tive quando adolescente. Hoje tenho mais de 50, tô de casal com a Paula. Relações com pessoas do mesmo sexo até perto dos 20 anos, sempre situações puramente de sexo animal gay.
2 comentários - Agus engoliu minha porra