Confessou na festa e me animou a pedir fetiche

A Celeste escondeu da Gabi que, mesmo ignorando toda cantada e a química que o BanEla deu pra ele há mais de uma década, ela escondia quena verdadetava com tesão no cara que o namorado dela odeia?


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Confessou na festa e me animou a pedir feticheFinalmente fomos dormir enquanto amanhecia, assim, sujos de sexo, de substâncias líquidas e sólidas que ingerimos em quantidades que não conseguiríamos precisar... o cansaço físico e mental dessa tarde/noite/madrugada interminável venceu nossa resistência e deixamos para o dia ou dias seguintes tudo o que talvez tivéssemos que fechar no tempo e na forma certos. Ou seja: depois de descobrir, meio na sorte porque notei os arranhões nas costas dela e não era normal não perguntar, que ela quisesse dar o nome que fosse conveniente pra Celeste, eu tinha traído com a Valéria, a amiga putona dela, a que fez a festa de aniversário. Que no redemoinho em que nos metemos, ela, confessando todas as situações tão extremas quanto inéditas que experimentou sem me contar antes — como era nosso costume, nosso pacto não escrito — e eu, caindo nesse redemoinho pra onde minha namorada me empurrou, me animei a revelar, finalmente, que fantasiava ver ela trepando com outro cara, assunto que vinha crescendo na minha mente há alguns anos e que eu temia que, ao propor, a reação dela pudesse machucar nosso relacionamento. Mas, se vocês leram, a Celeste adorou, já que naquela noite em que a Valéria fez ela experimentar pó, uma mistura de desejo sexual e adrenalina pelos efeitos daquela poeirinha abriu a mente dela, esmagando qualquer vestígio de inibição, culpa ou vergonha. E foi tanta ousadia, tanta cara de pau, tanta imprudência que ocuparam o vazio criado ao banir os sentimentos de cautela que sempre são necessários, gerando na Celes uma vontade desgraçada de trepar, com quem fosse, amigo, namorado de amiga, primo. Foi tão enorme a necessidade lasciva dela de acabar na cama que ela se deu ao luxo (e, acho, deu uma mancada) de seguir os avanços safados que o pai da Valéria propôs. Pelo que entendi, o cara, sem nenhum decoro, disse que seria uma maravilha comer ela, apressando: "semana que vem, na outra, você vem me visitar. Só diz 'SIM' e pronto" e a sem-vergonha da minha namorada respondeu "Sim, Sim e Sim", então o senhor Carlos já se convenceu de que vai comer ela, porque nunca ficou sabendo do estado em que ela tava: umas 10 carreiras de pó, vários doses de uísque, uma esfregação com a tesoura e uns amassos com a Vale... Celeste tava numa viagem intergaláctica.infielPensando bem, me irritou saber das coisas depois que já tinham acontecido, já que nossas regras sempre foram que tanto eu quanto ela soubéssemos o que o outro lado estava fazendo. E reconheço que em muitas partes do relato dela me excitei ao saber que a cabeça dela a deixou corajosa, que apesar de tudo de novo nos pensamentos dela, ela não cagou nas pernas, foi pra frente. Mas se ela satisfaz minha fantasia, é lógico que tudo que envolve transar com outro tem que ser consensual entre ela e eu. Que é permitido, que não é aceito. Imagina se o desejo incontrolável de foder encontrava uma única chance clara e ela comia alguém... por mais que de um lado seja minha fantasia e do outro ela me contaria, o problema é que com a sinceridade dela, a lealdade de não esconder nada, eu passo o pinto por isso. Se combinamos que ela vai transar com outro pra realizar minha fantasia e eu nem fico sabendo, cadê a lógica? Além disso, na minha fantasia eu estou olhando, ouvindo, descobrindo de outro ângulo como ela age com um pinto dentro. Então, esse papo de "Sim, a gente se esfregou as bocetas com minha amiga, por acaso você não fica de cabeça quente porque eu transei com outra pessoa?" como ela se defendeu livremente, não tem fundamento. Se eu me junto com 4 caras que tão armados com a ideia maluca de roubar bancos (é um exemplo idiota), ela me reprovaria por ter descoberto pelos jornais que eu, o parceiro dela, virei ladrão. Não, mano. Se vamos escalar o Aconcágua, não vou contar depois que já caí de 4000 metros e tô esmagado contra uma rocha. A gente sempre respeitou que o outro lado soubesse com antecedência os movimentos do outro.

Bom. Vou parar de quebrar a cabeça. Temos sábado e domingo pra montar o quebra-cabeça e ainda faltam peças pra mim.

Não sei quanto tempo a Celes dormiu nem quanto eu dormi. Pelo jeito que ela se virava na cama, com toda a droga ela custou a pegar no sono. Igual a mim. E olha que eu tinha cheirado 3 ou 4 carreiras e ela tava umas 4 ou 5 na minha frente. Horas de vantagem, mas quando abri os olhos já estava anoitecendo (umas 19h ou algo assim) e a Celes não estava deitada do meu lado. Depois de tanta subida e descida, tanta montanha-russa, pulei do colchão e, saindo do nosso quarto, chamei por ela. "Celes. Você tá bem?" E a voz dela veio do banheiro, baixinha e gasta, como se ainda estivesse cansada. "Aqui, love. Faz umas horas que tô vomitando. Com tudo que a gente ingeriu ontem à noite... meu corpo tá cobrando a conta" ela termina de falar e eu sinto que ela volta a vomitar. Entro no banheiro. Eu tava de calcinha e camiseta. Ela tava pelada, coberta por um roupão, de meia e chinelo. Coitada. Um bagaço: olheira, cabelo bagunçado, maquiagem toda borrada... "E três unhadas nas costas" meu cérebro me lembrou. "Tô aqui. Você tomou um chá ou algo?" perguntei mais pela situação, mas ainda tava naquele estado de rancor por sentir que a Celeste ontem se virou sozinha, fez a dela até nos pensamentos, desejos, experimentos, no que falou com o pai da Vale... não era só que "cheirou pó"... ou que exagerou no álcool. Mesmo que ela tente amenizar dizendo que a Vale e ela são amigas há mil anos, que se esfregou com uma mulher, blá blá blá. Esse assunto não tá resolvido pra mim. Mas por outro lado, tenho que admitir que até a deslealdade dela, se dá pra chamar assim, de fumar se fazendo de sonsa com um cara que há tempos quer comer ela... criar a ilusão fantasiosa pro Dom Carlos, velho tarado de merda, de que ela aceitou de boa o convite sexual dele... e a dúvida. Foram tantos e tão inéditos os caminhos que a Celeste resolveu trilhar e SOZINHA, que mesmo com tudo já conversado, na hora que descubro os arranhões que me levam a saber que minha mina transou com uma amiga. E se eu revirar o celular ou a bolsa dela e achar uma camisinha com porra? Ou duas, três? Aí tá o nó do meu mal-estar: a dúvida que gera desconfiança. E se a credibilidade que a gente tinha, aquela muralha intransponível, agora tava com rachaduras, será que É seguro botar minha fantasia em prática, logo eu propus e ela topou? O vento Zonda era tão forte que bagunçava minhas deduções, minha busca por respostas que dessem um jeito nessa espécie de angústia de duvidar que eu mentiria se dissesse que, como já falei, a libertinagem dela, se cortar sozinha e se mandar sem me envolver antes, me deixava de pau duro. No cock, sim. O pêndulo no lado esquerdo gritava pra mim: "Gabriel. Cuidado!!! Celeste quebrou sem querer, talvez, aquela parede que construíram graças à confiança. Já não é confiável. E drogada... é um rojão que você não sabe pra que lado vai explodir. Se der mais poder pra ela deixando ela foder com outro, vai começar drogada e vai cheirar pó enquanto tá na cama com outro cock dentro dela, que não é o seu. Você não vai conseguir lidar nem aguentar! Olho" e quando o pêndulo vai pro outro lado, um sussurro sedutor enche meu cock de sangue e me dá tesão "Vai. Para de se enganar. Se você tem a fantasia de outro macho meter nela e fazer ela gozar, gritar, se contorcer, cum 1, 2, 5, 10 vezes enquanto você, todo excitado, bate umas punhetas na mesma quantidade, é porque já se convenceu que dar liberdade pra ela ser uma puta, experimentar, se imaginar perfurada por um ou outro, que outro faça dela a PUTA dele, te faz explodir a cabeça. E a fantasia nasceu quando o pó não tava nos temperos. Imagina ela assim como você vinha fantasiando... mas cheirando cocaína. Vai perder um espetáculo triplo X desses?". Puta mãe. Celeste descarrilou só ontem à noite, que foi a noite em que experimentou a parada e isso foi inesperado pra ela. Não conseguiu ou não soube lidar. Quando estiver mais familiarizada, vai ter mais controle sobre os atos dela. Sim? Ou não? Quem tinha a bola de cristal pra afirmar que, se dando um presente desses, a possibilidade de que, com a desculpa de realizar sua fantasia, ela saia procurando cocks porque, cheirando, perde a culpa, o sentimento de que fez uma merda? Mas repito: a febre que dá estar com tesão, perdidamente apaixonado, é O mesmo calor que os ciúmes, a desconfiança produzem. E era isso que tava rolando comigo: já não confiava mais tão cegamente, mas ao mesmo tempo, o ineditismo das ações dela, com a pussy caliente, olhando os volumes, cabeceando o centro do velho que eu não mando tomar no cu quando convido ela pra foder também me esquentava. No fim das contas, deixar ela transar com outro meio que define a montanha-russa. A adrenalina de brincar com fogo. Mais que montanha-russa, podia virar uma Roleta Russa. Só que o revólver em que Celeste se transformou tava cheio de balas.

"Gabi" vem do banheiro. A voz dela, sem força, gasta, dissipou tudo que eu tava "ruminando". Corri até ela. "Amor, cê tá se sentindo melhor?". A postura dela tinha melhorado. Bom, não sei se "melhorado", mas ela parecia menos franguinha. "Sim, meu bem, lembrei da bolsa. E mandei duas carreiras. O que não te mata te fortalece, né? E olha como a droga levantou meu astral. Uf. Se eu tomar mais uma, até sou capaz de te foder". Rimos juntos... mas ela repensa e corta a risada dela e a minha. "Ou de realizar sua fantasia" completa, piscando um olho. "Agora pouco o Esteban me mandou uma mensagem. Sabe de quem tô falando. O que me fez voltar a fumar ontem à noite..." Interrompi ela. "Cê troca mensagem com aquele? Sabendo que ele quer te comer há tempos. Não sei se cê ficou burra por confiar em caras como ele ou se, pelo contrário, quer continuar no modo puta e, como fez com o pai da Vale, manter eles de pau duro". Ela me olha, mas a intenção de mostrar raiva não chegou a tempo. Na real, a expressão dela era tipo "Que chato, quando você vai parar com isso?". "Ai, meu Gabi. Ele diz na mensagem que ontem à noite não me viu bem. E só pergunta como eu tô. Ah, e também mandou um abraço pro Gabriel, que sei que cuida de você. Viu, otário? Não só não era uma mensagem de tarado, como ainda é educado com você". Olho pra ela e não sei de onde veio a ideia. "Ok, pronto. Vamos cortar o ciúme com o Esteban. Quero que você transe com ele enquanto eu olho. Se vamos fazer isso: decido, categoricamente, que você transe com... como era? "Ban". Foi assim que você chamou ele pra esquentar, né?". A cara dela se transformou. Conhecendo ela, sei que molhou a pussy, que empurrar ela a se abrir justamente pro "Ban", o cara que eu menos confiava, excitou ela. Sim. Tenho certeza absoluta. Pensava tudo isso sem parar de encará-la, naquele esquema "sou seu pai e tô te enchendo o saco porque seu quarto tá uma zona". Minha mina, o foguete que mudava de rumo quando a pussy dela mandava, me olha e com outra voz, não a fraquinha de antes, mas aquele tom, aquele timbre que eu conhecia bem depois de 5 anos, o som da Celeste excitada. Excitada de sexo, não de raiva. "Gabi. Sua ideia, sua proposta louca não só me acende, me dá ansiedade, porque quero transar com outro. Ontem à noite, cheirada, bêbada, amassando com a Vale, a vontade de dar a buceta era algo... que não rolou porque devo ter feito merda naquele estado, tudo bem, mas não me joguei, mesmo com o poder da coca me envolvendo, me forçando a ser a puta de alguém, mantive a lucidez de saber que não ia fazer. Mas desde que você confessou sua fantasia, me contaminou com seu vírus. Desde que, além de chamar de 'fantasia', você tá tirando minhas correntes, digamos. Você não tá só pensando com a cock, sabe? Você tá abrindo a porta pra mim, num gesto que é o oposto do egoísmo. Querer me ver gozar com outro, com a novidade, gerar mais adrenalina porque meu boy vai me ver gemer porque outro cara tá me dando prazer, é tipo um gerador que se retroalimenta, Gabi. Você fica excitado me vendo, me ouvindo, sentindo meu cheiro enquanto eu curto, mesmo que seja outro que tá me segurando, é outra cock que me faz de puta. E é quase filantrópico seu objetivo: que sua mina, seu amor, se sinta livre. 'Te abro a porta', você diz. 'Pode sair, não tem amarras. Existe a chance de você não voltar. Mas se agir como eu', você me diz, Gabi, 'se proceder sem egoísmo, vai voltar. Ninguém te prende e, menos ainda, eu'." É sua. mensagem, que eles intitulam levianamente como "uma fantasia". No love. É imenso, sem tirar a enorme dose de morbidez, de libido, de luxúria. Te amo, idiota" termina emocionada. Levanta do vaso sanitário e, chorando, me abraça. "Te amo tanto, cara" repete enquanto se pendura no meu pescoço. A verdade... que toda essa reflexão a tornava mais próxima da Celes em que eu confiava cegamente do que daquela puta drogada com a buceta palpitando de ontem à noite. Nessa Celeste confio menos. Mas depois daquele discurso cheio de reflexão inteligente, de reconhecimento à generosidade, de agradecimento por fazê-la se sentir livre, sem namorados tóxicos. Ela estava me definindo com tanta grandeza que não sei se a mereço, porque eu realmente quero vê-la puta! Como se tivesse ouvido meus pensamentos, ainda com os braços enrolados no meu pescoço, ela se afasta um pouco de mim, me olha de frente e traz à terra aquele momento mágico que ela havia criado, transformando o espiritual em carnal, e diz: "Mas tudo isso que eu te disse não muda minha vontade de dar pra outro, hein? Só que se você me deixar fazer isso com o Ban, não vai ser exatamente 'me deixar foder com ele'". Eu me afasto um pouco mais, com um gesto de não entender o que ela quer dizer. "Não entendi, love. Me explica melhor." Ela, já recuperada de seus males, talvez não só pela merda, pela mensagem do Esteban e pela surpresa da minha decisão de que ele seja o macho que vai meter o pau nela, apesar da minha rejeição por aquele cara, ganhou uma injeção de bem-estar. "O que quero te dizer é que, pelo que parece, você não está me deixando dar pro Ban. Claramente, ele vai me foder, Gabi. Sem dúvida, ele quer me comer há anos, antes mesmo de eu te conhecer. E você sabe como fofocam em grupos de amigos e ex-colegas de escola que se conhecem há tanto tempo. Ban tem um pauzão importante, cara. Não vou transar com ele. Ele vai me pegar, em 2 minutos, por mais que doa, vou ser dele. E estou ficando com tesão, mano." enquanto meu corpo percebia que a angústia tinha voltado pelo jeito Celeste elogiou as habilidades sexuais de quem já disse, acabou de se tornar meu rival, minha namorada ainda não tinha terminado. "Olha. Vamos resolver tudo hoje mesmo. Juro. Tô encharcada. Sabendo do que rola com você e o Ban, me deixar sentir isso colocando as regras dele pra me encher de leite, acelerou meu coração, Gabi. Não me interpreta mal. Me sinto como uma mina que vai encontrar o cara por quem tá apaixonada. Sério, sem enrolação: quero finalmente saber como ele é na cama. Preciso me sentir comida pelo Ban, tô me molhando toda. Foi você quem colocou ele nesse lugar, tô percebendo agora. Sempre soube que a ideia era transar com outro, com seu consentimento. Aproveitar a experiência e pronto. Mas você, com essa sua má vontade com ele, seus ciúmes, sei lá, ao exigir que seja ele, sim ou sim, quem me curta e me faça gozar, que seja ele quem conheça o gosto da minha buceta, da minha língua, dos meus peitos... que meu suor grude na pele dele, que finalmente vou saborear o pedaço dele tão elogiado, que eu sinta o cheiro, saiba qual é o gosto da porra dele... Gabi. Essa experiência não vai ficar só como se eu tivesse realizado sua fantasia. Você, escolhendo o cara que você quer mais longe de mim pra que, por várias horas, ele esteja, literalmente, DENTRO DE MIM... é uma jogada arriscada... saiba disso". Assim como vinha acontecendo comigo, essa Celeste me angustiava, não me passava confiança. Então precisei de esclarecimentos. E pedi: "Vamos ver, Celeste, se você me explica umas coisas que ou não entendo ou entendo errado. O que você tá dizendo quando te ouçoquero finalmente saber como ela é na camaófinalmente vou saborear o pedaço delaFinalmente, que porra? Tipo, escapou sem querer, sua gostosa. Que você sempre quis saber como é a foda? Que sempre sonhou em conhecer o pau dele? Que puta você virou, e o pior, eu fico excitado. Você me diz pra te entregar pra ele.é uma jogada arriscadaEntão você tá a fim dele e da pica dele desde sempre? E deixar ele realizar o desejo que tá sufocando há 15 anos, o prazer de meter a pica em você... é arriscado? Por quê, me explica? Sim. Eu coloquei isso como um confronto, porque é nisso que virou conviver com o "Ban" no mesmo bairro, com o mesmo grupo de amigos... saber, porque quando a gente confiava um no outro, você me contava tudo, mas agora você fica esfregando a buceta na cara da Valéria e pra você isso não é me trair. Que puta que você sempre foi! Você move uma vírgula pra esconder o que te deixa exposta. É arriscado que "finalmente" você vá pra cama com o "Ban"? Você quer me dizer, claramente, que pica monstra você "finalmente" vai conhecer, como você disse "vai encontrar ele como uma garota apaixonada", então eu corro riscos porque pra você meu rival vai me vencer, vai te foder de um jeito que não vai te restar outra opção senão nos comparar e perceber que ele te "apaixona", que ele "vai te fazer dele" em 2 minutos. LIGA PRA ELE AGORA; Maria Celeste (era assim que eu chamava quando tava puto pra caralho), fala minha proposta, se quiser endeusar ele mais, mente, fala que VOCÊ escolheu ele pra não só provar a pica enorme dele, mas pra que Gabrielito, eu, o corno do teu namorado, veja como ele te apaixona te fodendo sem igual e pronto, antes mesmo dele saber de tudo isso, você já decidiu que eu me arrisquei e perdi. Que ele TE venceu. "FINALMENTE", como você diz." Saí do banheiro batendo a porta. Ouvi a Celeste começar a chorar. Não liguei. Que ele coma ela, "finalmente", e que ela me encha o saco dizendo que meu rival é melhor que eu, então já que ele me venceu, ela fica com ele.cuckLiguei a TV, mudando de canal sem ver nada... não tinham passado 15 minutos quando ouço a maçaneta e depois a porta do banheiro. Sem demonstrar muito interesse, Celeste sai com marcas visíveis de ter chorado, então eu, ilusoriamente, imaginei um pedido de desculpas. Imaginei, mas não. Exatamente como na noite anterior, porque duvido que na minha ausência ela não tenha estado cheirando, minha noiva agiu de novo por conta própria, sem me consultar, sem me avisar. Como? Vou contar. Celeste, com o roupão todo aberto que exibia não só sua nudez, mas os vestígios de gozo, secreção, suor... tudo que uma puta junta como um recipiente, parou a 1 metro de mim, segurando com as duas mãos no encosto de uma cadeira. Percebi na hora que estava certo: dava pra ver que ela estava turbinada com umas carreiras de pó. A cara dela denunciava. E a linguagem corporal também. "Bom, Gabi. Já vai fazer 24 horas que te confessei minha fantasia, que me deixou ainda mais tesuda, que nós dois nos empolgamos, mas desde então não paramos de discutir sem chegar a um acordo e como parece que cada vez isso está pior, nos afastando de viver essa experiência, por isso, para que esses planos tão gostosos não acabem se desfazendo..." ela fez uma pausa. Olhou para o chão. Uns segundos... eternos, que fizeram minha angústia me tirar a coragem. Ela levanta a cabeça, me olha quase sem me olhar com um toque de insegurança, apesar da droga, e me destrói de novo só me contando que: "Acabei de trocar mensagem com o Ban. Fui o mais sincera e clara possível sobre o que você queria fazer e sua decisão de escolher ele, e como ambos imaginávamos, o Ban aceitou na hora." Eu a ouvia perplexo. Até onde iria essa nova maneira dela agir? Antes ela nunca deixaria de me avisar uma ideia "amor, me ocorreu... o que acha se a gente tentar ver se o Esteban topa?". Não. Ela e ele sabem coisas que vou descobrir. Mas agora vinha a paulada final. Celeste me diz "Quando termino de contar pro Ban o planejado, ele me liga. Minhas defesas caíram, não era A mesma coisa, trocar mensagens ou ouvir a voz dela, quente e decidida. Então me adiantei a qualquer investigação dela, perguntando quando ele achava que estaria pronto. Supus que, logicamente, ele precisava processar e imaginar certos parâmetros. Eu tava pensando na sexta ou sábado da semana que vem, amanhã é domingo, teria tempo, mas... love: Ban decidiu que seja...esta mesma noiteQuase vomitei com a queda de pressão que tomou conta do meu corpo inteiro. Ainda bem que eu tava sentado. Celeste continuava falando, jogando toda aquela informação inesperada que deixava bem claro que, como ontem à noite, minha namorada tava tomando decisões arriscadas, perigosas, daquelas que ultrapassam limites, decisões que eu teria o respeito de discutir junto. E pra piorar, não só ela não contou com minha aprovação ou recusa, como ainda me disse sem rodeios que o Esteban SIM teve participação, decidindo junto com ela uma variedade de sequências que eu jamais aceitaria. Como ela mesma disse, a fantasia fui eu que propus, e o cara fui eu que impus. Mas ela e o novo comparsa passaram por cima de mim e fecharam tudo sem eu saber. E se eu ainda somar que o Esteban convenceu a Celeste a definir o dia do encontro (nem esperou: sem dúvida tava morrendo de vontade de comer ela o quanto antes, pra gente não se arrepender ou... será que era mútuo esse tesão de trepar?). Ela já tinha falado comigo há um tempo: nessa parada toda, quem saía vitorioso tava em jogo. Combinamos eu e Celeste que eu e o Esteban já éramos rivais, e tudo tava me mostrando que minha namorada, de forma totalmente óbvia, tava do lado do meu adversário. Ela continuou me dizendo, com a aceleração e a total falta de culpa por causa do efeito da coca: "Quando o Ban falou firme que queria que fosse hoje, eu expliquei pra ele que como você não aceitou como eu me comportei desde que a Vale me deu cocaína, que pra equilibrar eu segui ela tomando várias doses de uísque, que tudo isso mexeu com minha cabeça, confessei pra ele.não sei se você vai gostar de saber disso, um monte de detalhes, aqueles que a gente conversou ontem à noite. Tipo que, além desses efeitos alucinógenos, a merda me potencializa de um jeito quase incontrolável a libido, com uma vontade de transar quase animal. Me escapou, desculpa Gabi, ao aprofundar que usando merdame sinto como uma gostosa no cioe com certeza a desinibição me empurrou a aceitar sua proposta. Deixei de lado o que rolou entre a Vale e eu, é algo muito íntimo, mas agora que penso, sei lá... talvez eu tenha contado pra ele ontem à noite — juro que não lembro — já que quando saí do quarto da Valéria, o primeiro que vi foi ele. Lembra que ele me ofereceu um Marlboro? Também contei que quando cheguei aqui ontem à noiteEstivemos discutindo porque você ficou puto com meu procedimento inédito, mas lógico.Que a gente foi dormir de madrugada e acordou tipo umas 19h e já são 21h30. Tamo com as sequelas de ontem, mal dormidos, cansados, mas ele insistiu: "Quero queVamos fazer isso hoje.Cel". Então resolvemos dar umas boas 3 ou 4 horas pra organizar tudo com mais calma. Combinamos que ela vem aqui tipo 1:30. A gente precisa tomar banho, montar o cenário porque nunca pensamos como seria o ambiente onde, enquanto duas pessoas transam, tem uma terceira que, mesmo sem agir fisicamente, interage com estímulos mentais... Ah, falando nisso, no começo ela se recusava a você estar presente, mas tentei fazer ela entender que ESSE é o objetivo da fantasia: que você me veja gozando, gemendo, curtindo ser comida por outro homem. Não sei se ela entendeu, nem se ainda está desconfortável com você ficar excitado em participar do meu ato sexual, mas não como quem me faz gozar. Aí eu já tava com o saco cheio e bati na mesa pra ela calar a boca. "Olha, Maria Celeste e a buceta do macaco..." gritei como um general pra ser ouvido por um batalhão de 4000 soldados...

.........E como será que continua?........

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