Domingo tava destruída, sem vontade de fazer nada, nem de sair da cama, tava de ressaca braba, então fiquei o dia todo deitada, vendo filme, série, dormindo e mexendo no celular. Vi uma parada engraçada e postei no stories do Instagram, pouco tempo depois veio resposta.
N: Kkkkk que engraçado, como você acordou hoje?
Eu: Oii, toda quebrada, já tô velha pra isso kkk
N: Fala assim não kkkk, lembra que você prometeu que ia chamar a gente, hein
Eu: É verdade, vamos marcar um desses fins de semana.
N: Se o seu boy deixar. Tô falando pelo meu amigo Fede.
Eu: Ele não é meu boy kkk, não fica com ciúme, amigão.
N: Ué, não tem como evitar kkk
Eu: Por quê?
N: Porque prefiro que você saia comigo ou com a gente.
Eu: Por quê?
N: Porque gosto que uma mina como você esteja com a gente.
Eu: Ah, também não é tudo isso kkk, vou tomar um banho, depois a gente fala.
Vi que o chat tava "digitando" e depois apagava, umas quantas vezes.
N: Olha lááá kkkk, brincadeira, brincadeira
Eu: É brincadeira?
N: Sim, óbvio.
Eu: Que pena que foi brincadeira então. Você perdeu a chance kkk. Respondi.
Vi que ele respondeu, mas não abri o chat. Com certeza tava se xingando por dentro por ter sido tão cagão, mas fazer o quê, ainda é um moleque e talvez tivesse medo de falar demais e eu sumir, os amigos iam matar ele. Saí do banho e dessa vez troquei o pijama por um tipo de camisola curta e sexy, fui pro quintal e lá estava ele. Pendurei a toalha e a calcinha fio dental.
Eu: O que cê tá fazendo aqui sozinho?
N: Aproveitando.
Eu: O quê?
N: A vista. Falou olhando pra minha calcinha fio dental e perdendo o olhar no meu corpo, entendi a indireta.
Eu: Ah, beleza, vou te deixar tranquilo, continua aproveitando a vista então. Boa noite.
N: Boa noite... se te pegar, falou baixinho achando que eu não ouvi.
Caminhei pra casa, sabendo que os olhos dele estavam grudados na minha bunda tanto quanto eu tava com a calcinha enfiada. Fiquei espiando, ele continuou parado, imóvel por Uns minutos olhando minha calcinha fio dental pendurada, aí virou a cabeça de um lado pro outro como se tivesse procurando alguém ou alguma coisa, até que fez algo impensado e imprudente. Jogou o corpo pra trás e puxou o pau pra fora, minha primeira reação foi tampar a boca de susto. Ele se acomodou tranquilo sentado na espreguiçadeira, baixou um pouco mais a roupa e, como se tivesse certeza de que ninguém ia ver, nem eu — que mesmo de longe, se eu saísse, ia ver de frente —, nem tentou ser cuidadoso ou disfarçar. Começou a se masturbar devagar, olhando direto pra minha calcinha pendurada e pra minha casa.
Em questão de segundos, meu corpo esquentou. Eu me acariciava os peitos e, quando chegava no mamilo, apertava e puxava. Nunca duvidei que os três iam se masturbar por mim, mas daí a ver aquilo ao vivo era totalmente diferente. E se só de imaginar antes eu já ficava molhada, imaginem agora que eu tava vendo tudo na minha frente. Por um momento, pensei em sair fazendo que não tava vendo nada, mas não sabia como ele nem eu reagiríamos. "Não", podia ser que eu disfarçasse bem ou que tudo fosse pro saco. Tanto que seria muito difícil pra mim tentar esquentar eles de novo depois de uma situação daquelas — isso pensando que o jogo era só esquentar e nada mais. Mas do jeito que eu tava naquele momento, também não podia jurar que não ia convidar ele pra vir pra minha casa na mesma hora. Decidi continuar só espiando, era o mais sensato.
Passaram uns 5 ou 10 minutos e eu continuava olhando pra ele, besta, me acariciando no mesmo ritmo que ele se tocava. Ele pegou o celular, num piscar de olhos tirou uma foto com flash na minha direção. Não tive tempo de nada. Ele olhou a foto e levantou o braço de novo rápido pra tirar outra do mesmo jeito — talvez na primeira, por querer fazer rápido, a foto saiu tremida. Ele sentou um pouco mais reclinado, a luz fraca da noite e algum abajur aceso me ajudavam a ver com mais clareza o pau dele, que, diga-se de passagem, tava muito bom pra idade dele, ou pelo menos parecia de longe. Pegou o celular com a mão. esquerda e segurava sobre o joelho enquanto, com a mão direita, se masturbava cada vez mais forte e rápido. Cuspia na mão e voltava a bater punheta, no ritmo que ia, pensei que aguentaria 1 ou 2 minutos e isso acabaria, mas me enganei.
Não sei se ele tinha planejado ou não, mas olhou para o lado, levantou rápido, pegou um pedaço de pau e passou pela cerca até enganchar a calcinha fio-dental pendurada. Jogou o pau de volta e sentou de novo, olhando e cheirando o prêmio dele. Levantava a calcinha, provavelmente imaginando como ficaria em mim, e parecia que ele gostava pra caralho. Enrolou ela no pau e começou a bater punheta com a calcinha. Eu olhava atônita com a ousadia e a cara de pau dele, mas aquele cara me deixava com um tesão do caralho.
Passaram mais 5 minutos e ele continuava, passaram 10 e ele ainda tava lá. "Que aguento do caralho", pensei, embora se fosse sexo de verdade talvez a coisa mudasse, sei lá. Ele continuava se masturbando de um jeito bestial, mas pelos movimentos parecia que ia gozar. "Se ele tirou foto das minhas calcinhas e tá batendo punheta por minha causa, eu também posso fazer o mesmo." Peguei meu celular e comecei a filmar ele na hora certa. 1 minuto depois, ele se levantou, segurando na cerca, e segundos depois terminou o que tinha começado, derramando a porra no chão e com certeza na cerca também. Respirou umas vezes, subiu a roupa e escondeu a calcinha entre as peças dele, antes de entrar em casa. Fiquei com um tesão do caralho, ainda mais sabendo ou intuindo que a noite dele não ia terminar ali, e que ele continuaria curtindo o troféu dele. Agora sim tinha chegado a hora de usar o vibrador que tinha comprado, e nada nem ninguém ia me interromper.
N: Kkkkk que engraçado, como você acordou hoje?
Eu: Oii, toda quebrada, já tô velha pra isso kkk
N: Fala assim não kkkk, lembra que você prometeu que ia chamar a gente, hein
Eu: É verdade, vamos marcar um desses fins de semana.
N: Se o seu boy deixar. Tô falando pelo meu amigo Fede.
Eu: Ele não é meu boy kkk, não fica com ciúme, amigão.
N: Ué, não tem como evitar kkk
Eu: Por quê?
N: Porque prefiro que você saia comigo ou com a gente.
Eu: Por quê?
N: Porque gosto que uma mina como você esteja com a gente.
Eu: Ah, também não é tudo isso kkk, vou tomar um banho, depois a gente fala.
Vi que o chat tava "digitando" e depois apagava, umas quantas vezes.
N: Olha lááá kkkk, brincadeira, brincadeira
Eu: É brincadeira?
N: Sim, óbvio.
Eu: Que pena que foi brincadeira então. Você perdeu a chance kkk. Respondi.
Vi que ele respondeu, mas não abri o chat. Com certeza tava se xingando por dentro por ter sido tão cagão, mas fazer o quê, ainda é um moleque e talvez tivesse medo de falar demais e eu sumir, os amigos iam matar ele. Saí do banho e dessa vez troquei o pijama por um tipo de camisola curta e sexy, fui pro quintal e lá estava ele. Pendurei a toalha e a calcinha fio dental.
Eu: O que cê tá fazendo aqui sozinho?
N: Aproveitando.
Eu: O quê?
N: A vista. Falou olhando pra minha calcinha fio dental e perdendo o olhar no meu corpo, entendi a indireta.
Eu: Ah, beleza, vou te deixar tranquilo, continua aproveitando a vista então. Boa noite.
N: Boa noite... se te pegar, falou baixinho achando que eu não ouvi.
Caminhei pra casa, sabendo que os olhos dele estavam grudados na minha bunda tanto quanto eu tava com a calcinha enfiada. Fiquei espiando, ele continuou parado, imóvel por Uns minutos olhando minha calcinha fio dental pendurada, aí virou a cabeça de um lado pro outro como se tivesse procurando alguém ou alguma coisa, até que fez algo impensado e imprudente. Jogou o corpo pra trás e puxou o pau pra fora, minha primeira reação foi tampar a boca de susto. Ele se acomodou tranquilo sentado na espreguiçadeira, baixou um pouco mais a roupa e, como se tivesse certeza de que ninguém ia ver, nem eu — que mesmo de longe, se eu saísse, ia ver de frente —, nem tentou ser cuidadoso ou disfarçar. Começou a se masturbar devagar, olhando direto pra minha calcinha pendurada e pra minha casa.
Em questão de segundos, meu corpo esquentou. Eu me acariciava os peitos e, quando chegava no mamilo, apertava e puxava. Nunca duvidei que os três iam se masturbar por mim, mas daí a ver aquilo ao vivo era totalmente diferente. E se só de imaginar antes eu já ficava molhada, imaginem agora que eu tava vendo tudo na minha frente. Por um momento, pensei em sair fazendo que não tava vendo nada, mas não sabia como ele nem eu reagiríamos. "Não", podia ser que eu disfarçasse bem ou que tudo fosse pro saco. Tanto que seria muito difícil pra mim tentar esquentar eles de novo depois de uma situação daquelas — isso pensando que o jogo era só esquentar e nada mais. Mas do jeito que eu tava naquele momento, também não podia jurar que não ia convidar ele pra vir pra minha casa na mesma hora. Decidi continuar só espiando, era o mais sensato.
Passaram uns 5 ou 10 minutos e eu continuava olhando pra ele, besta, me acariciando no mesmo ritmo que ele se tocava. Ele pegou o celular, num piscar de olhos tirou uma foto com flash na minha direção. Não tive tempo de nada. Ele olhou a foto e levantou o braço de novo rápido pra tirar outra do mesmo jeito — talvez na primeira, por querer fazer rápido, a foto saiu tremida. Ele sentou um pouco mais reclinado, a luz fraca da noite e algum abajur aceso me ajudavam a ver com mais clareza o pau dele, que, diga-se de passagem, tava muito bom pra idade dele, ou pelo menos parecia de longe. Pegou o celular com a mão. esquerda e segurava sobre o joelho enquanto, com a mão direita, se masturbava cada vez mais forte e rápido. Cuspia na mão e voltava a bater punheta, no ritmo que ia, pensei que aguentaria 1 ou 2 minutos e isso acabaria, mas me enganei.
Não sei se ele tinha planejado ou não, mas olhou para o lado, levantou rápido, pegou um pedaço de pau e passou pela cerca até enganchar a calcinha fio-dental pendurada. Jogou o pau de volta e sentou de novo, olhando e cheirando o prêmio dele. Levantava a calcinha, provavelmente imaginando como ficaria em mim, e parecia que ele gostava pra caralho. Enrolou ela no pau e começou a bater punheta com a calcinha. Eu olhava atônita com a ousadia e a cara de pau dele, mas aquele cara me deixava com um tesão do caralho.
Passaram mais 5 minutos e ele continuava, passaram 10 e ele ainda tava lá. "Que aguento do caralho", pensei, embora se fosse sexo de verdade talvez a coisa mudasse, sei lá. Ele continuava se masturbando de um jeito bestial, mas pelos movimentos parecia que ia gozar. "Se ele tirou foto das minhas calcinhas e tá batendo punheta por minha causa, eu também posso fazer o mesmo." Peguei meu celular e comecei a filmar ele na hora certa. 1 minuto depois, ele se levantou, segurando na cerca, e segundos depois terminou o que tinha começado, derramando a porra no chão e com certeza na cerca também. Respirou umas vezes, subiu a roupa e escondeu a calcinha entre as peças dele, antes de entrar em casa. Fiquei com um tesão do caralho, ainda mais sabendo ou intuindo que a noite dele não ia terminar ali, e que ele continuaria curtindo o troféu dele. Agora sim tinha chegado a hora de usar o vibrador que tinha comprado, e nada nem ninguém ia me interromper.
4 comentários - Vizinha Gostosa 4
Muy buen relato y aún más las fotos. Ojalá hubiese tenido una vecina como vos