Sou bem organizada, sempre sei onde cada coisa tá na minha casa, por isso não foi difícil achar o que eu procurava. Na porta do guarda-roupa, lá embaixo, tinha uma caixinha pequena e dentro dela um nécessaire. Tinha umas paradas que a última vez que usei foi quando ainda tava com meu ex, depois disso ficaram esquecidas, até aquela noite. Tirei o pó de um consolo/vibrador que eu tinha, é do tamanho de um pau normal, nada exagerado, e dava conta do recado muito bem. Além disso, tinha outras coisas que quem sabe um dia eu conto.
Peguei ele animada e, num pulo, já tava deitada de barriga pra cima na cama, abri as pernas, puxei a tanga de lado e passei um pouco de saliva na minha buceta. Mas a decepção foi enorme, claro. No calor do momento, não me toquei que ele tava guardado há muito tempo e já não funcionava mais. Abri pra trocar as pilhas, mas também não ia adiantar — tava todo sulfatado por dentro. "Não serve mais." E mesmo que eu pudesse usar ele normal, como um pau, eu tava morrendo de vontade de usar o vibrador. Guardei ele de novo e tive que voltar pro jeito mais primitivo de me satisfazer: me masturbar com os dedos e saliva, até meus próprios fluidos fazerem o papel de lubrificante.
A realidade me fez pensar nos caras de novo, aquela fantasia me esquentava, mas o fato de não poder me tocar do jeito que eu queria fez o orgasmo ser bom pra acalmar meu tesão, mas não o suficiente pra me deixar totalmente satisfeita. No dia seguinte, queria resolver isso de qualquer jeito, e de primeira hora se possível — e foi o que fiz. Fui num shopping que fica a meia hora da minha casa e entrei num sexshop que eu conhecia. É meio escondido, então é um lugar excelente pra ir se você, como eu, tem um pouco de vergonha de comprar nessas lojas. Tinha muito mais coisas do que há 3 ou 4 anos, quando fui pela última vez com meu ex, e essas novas fantasias que eu tava tendo me fizeram levar várias coisas do lugar, embora tenha ficado com vontade de pegar mais.
Fiz um monte de coisas o dia inteiro, pensando que naquela mesma noite eu ia estrear alguma coisa, algo que tinha me faltado na noite anterior. Quando a tardinha/noite chegou de novo, ouvi meus novos amigos rindo e conversando, eu tinha que ir pegar minha toalha e a tanga que deixei pendurada, já estava mordendo os lábios pensando no que podia fazer pra esquentar eles um pouco mais, o que também me esquentava pra cumprir minha missão naquela noite. Mas dei azar de receber uma ligação inesperada que ia acabar com meus planos sem dúvida nenhuma: meu melhor amigo Federico e minha melhor amiga Luana estavam a caminho da minha casa sem avisar. Nunca me incomoda quando eles fazem isso, mas logo nessa noite também? Parecia que eu estava destinada a nunca ficar sexualmente satisfeita.
Fui pegar a toalha e a fio dental, troquei um oi com os caras. Perguntaram se eu tinha planos e se eu não tava convidada de novo pra ir com eles. Por que isso acontece comigo? Eu pensava. Claro que era muito melhor ficar sozinha em casa ou ir com eles. "Não posso hoje, galera, tenho uma visita inesperada", respondi. "Você não parece muito animada, mas se eles forem cedo, você tá convidada a aparecer." Agradeci e entrei. Tava preparando a roupa pra tomar banho e olhando a bolsa com as coisas que tinha comprado naquele dia, cada vez mais desiludida.
A campainha tocou, eram meus amigos. Nem consegui tomar um banho, e minha noite parecia ir de mal a pior, mesmo que eu os tenha recebido com boa cara. Pelo menos chegaram com comida e umas bebidas, a única coisa que me faltava era ter que cozinhar pra eles. Apesar de ainda estar com aquela pulga atrás da orelha sobre o que eu planejava fazer, estava tendo uma noite boa, bem divertida. O Fede quis sair pra fumar no quintal. Como ainda dava pra ouvir os caras, falei: "Vamos pro quintal dos fundos". Eles olhavam, tentando disfarçar, mas atentos ao mesmo tempo. Batemos um papo com o Fede e começamos a rir. Eu exagerava um pouco mais nas risadas, me virava de lado e dava pra ver eles com o canto do olho.
Entramos, continuamos bebendo mais um pouco e eles foram embora. Voltei a sair pro quintal esperando vê-los, eles ainda estavam lá, na expectativa talvez de ver algo mais ou se eu quisesse ir. Fui andando direto até eles.
Eu: O que tão fazendo? Já vão embora?
N: Depende, haha
Eu: Do quê?
N: Se tu vier, a gente fica.
Não vi eles tomando nada há um tempinho.
Eu: Não tem mais nada pra beber?
D: Não, mas se você vier, a gente compra.
Eu: Não precisa, me abre a porta que eu tenho um negócio pra levar.
Não tava bêbada, mas o álcool já tinha dado uma leve brisa e eu tava meio alegrinha. A gente bateu um papo até que veio a pergunta que eu tava esperando.
A: Esse cara é teu namorado?
Eu: Não haha, nada a ver.
D: Mas tão mexendo em alguma coisa então?
Eu: Não, também não. Falei de um jeito suspeito pra deixar elas com a pulga atrás da orelha.
D: E aí?
Eu: Um amigo, só isso.
N: Como nós ou outro tipo de amigos?
Eu: E aí, vocês tão com ciúmes, é? Haha
N: Um pouco capaz.
Eu: Por quê?
N: Por que ele é convidado pra sua casa, mas a gente não.
Eu: Querem que eu convide vocês pra minha casa? Pra quê?
A: Por que não? Se somos amigos, ele e ele podem ir.
Eu: Tão certos, logo vou convidar vocês então. Mas peçam licença, pra não levar bronca dos seus pais. Falei debochando, piscando um olho.
Eles queriam mais de mim e não sabiam como conseguir, além disso, eu sempre enfatizava que eles eram garotos e que os pais deles poderiam ficar bravos comigo, afinal, eu tinha 10 anos a mais que eles. O que tenho que admitir é que eles eram bem engenhosos pra fazer eu dar um jeito de deixar eles verem um pouco do meu corpo. Por exemplo, a gente tava sentado em roda no quintal e depois de beber, eles começaram a deixar a jarra no chão, isso me fazia me inclinar pra frente e eles terem uma visão melhor, pelo decote da minha camiseta. Além de ter uma mesa atrás de mim e me pedirem pra pegar as garrafas do que a gente preparava pra beber, eu fazia tudo devagar pra dar o luxo deles encherem os olhos olhando meu corpo, e de vez em quando, de costas pra eles, eu levantava meu short legging que, por sinal, deixava minha bunda incrível.
Decidi encerrar o show da noite e ir embora, todo mundo disse que ia fazer o mesmo até eu falar que ia tomar um banho antes de dormir. Dei uma espiada pela janela, os três estavam de novo sentados feito estátua. A calcinha que eu tava usando naquela noite não era sexy nem tão pequena, então resolvi molhar outra que era bem menor, pra dar uma ajudinha pra eles naquela noite também.
Eu: Não iam dormir, não?
N: Sim, mas decidimos esperar um pouco, até você terminar de tomar banho.
Eu: Por quê? Disse pendurando a tanga.
Não sabiam o que responder.
D: Porque você tava meio doidão, só por via das dúvidas.
Eu: Kkkkk sim, imagino que é por isso. Tchau, gurizada..
Me cumprimentaram, sei que incomoda chamá-los assim, eles querem ser homens. Deitei e comecei a me acariciar, mas o álcool foi mais forte que eu e acabei dormindo.
Peguei ele animada e, num pulo, já tava deitada de barriga pra cima na cama, abri as pernas, puxei a tanga de lado e passei um pouco de saliva na minha buceta. Mas a decepção foi enorme, claro. No calor do momento, não me toquei que ele tava guardado há muito tempo e já não funcionava mais. Abri pra trocar as pilhas, mas também não ia adiantar — tava todo sulfatado por dentro. "Não serve mais." E mesmo que eu pudesse usar ele normal, como um pau, eu tava morrendo de vontade de usar o vibrador. Guardei ele de novo e tive que voltar pro jeito mais primitivo de me satisfazer: me masturbar com os dedos e saliva, até meus próprios fluidos fazerem o papel de lubrificante.
A realidade me fez pensar nos caras de novo, aquela fantasia me esquentava, mas o fato de não poder me tocar do jeito que eu queria fez o orgasmo ser bom pra acalmar meu tesão, mas não o suficiente pra me deixar totalmente satisfeita. No dia seguinte, queria resolver isso de qualquer jeito, e de primeira hora se possível — e foi o que fiz. Fui num shopping que fica a meia hora da minha casa e entrei num sexshop que eu conhecia. É meio escondido, então é um lugar excelente pra ir se você, como eu, tem um pouco de vergonha de comprar nessas lojas. Tinha muito mais coisas do que há 3 ou 4 anos, quando fui pela última vez com meu ex, e essas novas fantasias que eu tava tendo me fizeram levar várias coisas do lugar, embora tenha ficado com vontade de pegar mais.
Fiz um monte de coisas o dia inteiro, pensando que naquela mesma noite eu ia estrear alguma coisa, algo que tinha me faltado na noite anterior. Quando a tardinha/noite chegou de novo, ouvi meus novos amigos rindo e conversando, eu tinha que ir pegar minha toalha e a tanga que deixei pendurada, já estava mordendo os lábios pensando no que podia fazer pra esquentar eles um pouco mais, o que também me esquentava pra cumprir minha missão naquela noite. Mas dei azar de receber uma ligação inesperada que ia acabar com meus planos sem dúvida nenhuma: meu melhor amigo Federico e minha melhor amiga Luana estavam a caminho da minha casa sem avisar. Nunca me incomoda quando eles fazem isso, mas logo nessa noite também? Parecia que eu estava destinada a nunca ficar sexualmente satisfeita.
Fui pegar a toalha e a fio dental, troquei um oi com os caras. Perguntaram se eu tinha planos e se eu não tava convidada de novo pra ir com eles. Por que isso acontece comigo? Eu pensava. Claro que era muito melhor ficar sozinha em casa ou ir com eles. "Não posso hoje, galera, tenho uma visita inesperada", respondi. "Você não parece muito animada, mas se eles forem cedo, você tá convidada a aparecer." Agradeci e entrei. Tava preparando a roupa pra tomar banho e olhando a bolsa com as coisas que tinha comprado naquele dia, cada vez mais desiludida.
A campainha tocou, eram meus amigos. Nem consegui tomar um banho, e minha noite parecia ir de mal a pior, mesmo que eu os tenha recebido com boa cara. Pelo menos chegaram com comida e umas bebidas, a única coisa que me faltava era ter que cozinhar pra eles. Apesar de ainda estar com aquela pulga atrás da orelha sobre o que eu planejava fazer, estava tendo uma noite boa, bem divertida. O Fede quis sair pra fumar no quintal. Como ainda dava pra ouvir os caras, falei: "Vamos pro quintal dos fundos". Eles olhavam, tentando disfarçar, mas atentos ao mesmo tempo. Batemos um papo com o Fede e começamos a rir. Eu exagerava um pouco mais nas risadas, me virava de lado e dava pra ver eles com o canto do olho.
Entramos, continuamos bebendo mais um pouco e eles foram embora. Voltei a sair pro quintal esperando vê-los, eles ainda estavam lá, na expectativa talvez de ver algo mais ou se eu quisesse ir. Fui andando direto até eles.
Eu: O que tão fazendo? Já vão embora?
N: Depende, haha
Eu: Do quê?
N: Se tu vier, a gente fica.
Não vi eles tomando nada há um tempinho.
Eu: Não tem mais nada pra beber?
D: Não, mas se você vier, a gente compra.
Eu: Não precisa, me abre a porta que eu tenho um negócio pra levar.
Não tava bêbada, mas o álcool já tinha dado uma leve brisa e eu tava meio alegrinha. A gente bateu um papo até que veio a pergunta que eu tava esperando.
A: Esse cara é teu namorado?
Eu: Não haha, nada a ver.
D: Mas tão mexendo em alguma coisa então?
Eu: Não, também não. Falei de um jeito suspeito pra deixar elas com a pulga atrás da orelha.
D: E aí?
Eu: Um amigo, só isso.
N: Como nós ou outro tipo de amigos?
Eu: E aí, vocês tão com ciúmes, é? Haha
N: Um pouco capaz.
Eu: Por quê?
N: Por que ele é convidado pra sua casa, mas a gente não.
Eu: Querem que eu convide vocês pra minha casa? Pra quê?
A: Por que não? Se somos amigos, ele e ele podem ir.
Eu: Tão certos, logo vou convidar vocês então. Mas peçam licença, pra não levar bronca dos seus pais. Falei debochando, piscando um olho.
Eles queriam mais de mim e não sabiam como conseguir, além disso, eu sempre enfatizava que eles eram garotos e que os pais deles poderiam ficar bravos comigo, afinal, eu tinha 10 anos a mais que eles. O que tenho que admitir é que eles eram bem engenhosos pra fazer eu dar um jeito de deixar eles verem um pouco do meu corpo. Por exemplo, a gente tava sentado em roda no quintal e depois de beber, eles começaram a deixar a jarra no chão, isso me fazia me inclinar pra frente e eles terem uma visão melhor, pelo decote da minha camiseta. Além de ter uma mesa atrás de mim e me pedirem pra pegar as garrafas do que a gente preparava pra beber, eu fazia tudo devagar pra dar o luxo deles encherem os olhos olhando meu corpo, e de vez em quando, de costas pra eles, eu levantava meu short legging que, por sinal, deixava minha bunda incrível.
Decidi encerrar o show da noite e ir embora, todo mundo disse que ia fazer o mesmo até eu falar que ia tomar um banho antes de dormir. Dei uma espiada pela janela, os três estavam de novo sentados feito estátua. A calcinha que eu tava usando naquela noite não era sexy nem tão pequena, então resolvi molhar outra que era bem menor, pra dar uma ajudinha pra eles naquela noite também.
Eu: Não iam dormir, não?
N: Sim, mas decidimos esperar um pouco, até você terminar de tomar banho.
Eu: Por quê? Disse pendurando a tanga.
Não sabiam o que responder.
D: Porque você tava meio doidão, só por via das dúvidas.
Eu: Kkkkk sim, imagino que é por isso. Tchau, gurizada..
Me cumprimentaram, sei que incomoda chamá-los assim, eles querem ser homens. Deitei e comecei a me acariciar, mas o álcool foi mais forte que eu e acabei dormindo.
6 comentários - Vizinha Gostosa 3