Fiquei com quem me enchia o saco

Holis, vou deixar esse relato real aqui. Eu tenho 1,67m, cabelo castanho claro, olhos verdes, pele branca. Não tenho pelo nenhum no corpo porque sempre me depilo. Minha obsessão por lingerie feminina começou desde muito novo. Adoro usar lingerie, ou seja, sempre que saio, por baixo da roupa, tô usando alguma tanga, booty lees ou culote. Curto muito o estilo high. Moro numa cidade pequena, então aqui todo mundo sabe de tudo sobre todos. Minha fascinação por lingerie não passava despercebida, e os comentários dos caras com quem eu transei sempre rolavam. Era só mais um promíscuo entre os que tem na cidade. Óbvio que não sou o único, tem outros também.

Uma vez fiquei com um cara de quarenta e poucos anos, só chupei ele no meu carro perto do rio. Ele comentou com um amigo como eu chupava bem, mas esse amigo começou a espalhar no grupo deles. Nesse grupo tinha um cara grandão, corpo bonito, mais ou menos 1,85m, que começou a me zuar quando me encontrava, falando coisas tipo: "lá vai o promíscuo", "olha o peterzinho", "o engolidor de porra" e por aí vai. Ele sempre me chamava assim quando tava com o grupo dele. Até que um dia eu trombei com ele quando tava com minha prima e encarei ele puto, falei: "Porra, tanto enche o saco, se quer que eu chupe seu pau, fala logo e pronto." Ele só respondia: "Nem fudendo que vou ficar com você, seu promíscuo", essas coisas. Aí eu falei: "Nunca diga nunca, porque como você mesmo diz, esse promíscuo pode te surpreender." Ficou por isso, e ele continuou na mesma. Minha prima sempre falava: "Gaby, ele quer muito te dar." O nome dele é Gaby também. Falei pra minha prima: "Nem a pau, ele nem me olha direito, não sei qual é a dele, nunca fiz nada pra ele."

Mas a vida dá voltas, e às vezes surpreende. Uma noite, eu vinha de outra cidade pela estrada, que é toda rodeada de campo, e vi um carro parado com o capô levantado. E quem era? O Gaby, sozinho no meio do nada, onde nem sinal de celular pega. Parei e desci. Ele se surpreendeu ao me ver e, pra não perder a pose de machão, falou: "Ah, olha o promíscuo leiteiro." Cortei ele na hora: "Para com isso." E perguntei se queria uma carona. No meio da zoeira, ele aceitou. Só disse: "Espero que ninguém me veja. Com você, por que eu tô falando? Se você tem tanta certeza do que é, não teria problema, mas parece que você é inseguro, que pode gostar do que um promíscuo faz. Nunca me diz, hm, você é tão inseguro de si mesmo que fica nervoso. De jeito nenhum, ele me diz, e ainda: se estivesse comigo, você fica na cama, promíscuo, ele me diz. Eu me aproximei do ouvido dele e falo: vamos testar? Enquanto minha mão pega o volume dele, que já tava meio duro. Ele só ficou em silêncio, e eu falo: vem, vamos subir no meu carro, no banco de trás. Então você me deixa na cama, eu falo, e desabotoo a calça dele. Ele só em silêncio, e eu peguei o pau dele. Sim, um pau de 18 cm, mas bem grosso. Falo: uau, tava escondendo bem. Ele me olhava em silêncio. Me aproximo e dou um selinho na boca dele, e falei: fica tranquilo, que daqui não sai nada, aproveita. E começo a fazer um boquete, e dos melhores. Mesmo ele sempre falando umas coisas, ele tava muito gostoso, em algum momento eu fantasiava com ele, mas agora tava saboreando, e a verdade é que era um pau uma delícia, tanto no tamanho quanto no sabor gostoso que tinha. Ele sentado e eu de quatro chupando. Tiro meu jeans pra baixar até os joelhos, eu tava de calcinha fio dental preta brilhante. Quando ele vê aquela cena, foi automático: as mãos dele agarraram minha bunda enquanto eu fazia o boquete. Aí foi como se ele relaxasse e soltasse um suspiro com gemido, e começou a aproveitar. Olho pra ele e falo: cê tá gostando? Sim, com cara de prazer, ele diz: sim, muito, e coloca a outra mão na minha cabeça pra acompanhar os movimentos do boquete. Mais relaxado, ele começou a falar: aii, que bem que você chupa, continua, não para. Quando chupei bem, saio de chupar e me viro de bunda pra cima entre os dois bancos da frente, procurando as camisinhas que tinha no porta-luvas. Quando sinto a voz dele dizendo: que bundão você tem, e sinto as duas mãos dele massageando e abrindo, até que senti ele puxar minha calcinha e a língua dele cravar no meu buraco. Que filho da puta, ele me deu uma das melhores chupadas de cu que alguém já me deu. Até que peguei as camisinhas. Me acomodei, chupei ele com a boca e montei em cima dele, falando: "Ai, que filho da puta, como você chupa buceta". Ele disse: "Gostou?". "Amei", respondi. "Eu também", ele falou. Ajeitei o pau dele na entrada da minha bunda e fui descendo devagar, gemendo, até que entrou tudo. E aí a gente transou sem parar por um bom tempo. Ele me fez gozar duas vezes dentro da minha calcinha fio dental. Aquele pau me fazia sentir demais, era um pedaço de carne dos bons. Nessa altura, a gente já se beijava de língua e tudo. Até que ele disse que ia gozar. Desci, ele tirou a camisinha e gozou tudo dentro da minha boca, e eu engoli toda aquela porra. Os dois curtiram. Perguntei: "Por que essa mudança de me encher de palavras pra só foder?" Ele respondeu: "É que na verdade, na frente dos outros eu fingia ser outra coisa, mas a real é que eu queria te comer, só não sabia como te falar, com medo de você espalhar ou algo assim." "Ai, bebê", falei, "nada disso, não precisava falar tanta coisa. Era só ter me parado em algum canto e falado 'quero que você me chupe', pronto. Eu também tava a fim de você." Aí a gente se beijou com muita paixão, e eu com a mão no pau dele, me apoiei no peito dele e, depois de um tempo, desci pra chupar de novo. O pau dele, mesmo mole, era uma delícia. Perguntei se ele queria ir pra minha casa. Ele disse que tava esperando o guincho. Falei: "Posso ficar com você até o guincho chegar?" Ele disse que sim. Olhei pra ele e falei: "Hmm, não era que você não queria que me vissem com você?" "É verdade, mas esquece isso agora, e deixa de lado o fato de eu ficar falando merda." Então esperamos o guincho, o carro foi levado até a entrada da minha casa, e ele ficou comigo. Mas isso continua outra hora.

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