—Então deixa comigo que eu te alivio… só um pouquinho. Ele ficou firme por mais um segundo, o maxilar tenso, os olhos brilhando com uma mistura de fúria e desejo contido. E aí explodiu. Me agarrou pelo cabelo com força, puxando o suficiente pra me fazer sentir dominada, e com a voz grave, rouca e carregada de frustração acumulada por semanas, falou: —Tô há um mês sem fuder… e você vai pagar agora, Karla. Me tirou da bancada com um puxão firme mas controlado, me colocou de joelhos na frente dele e, sem dizer mais nada, puxou o pau pra fora. Era exatamente como eu tinha imaginado nas minhas noites sem dormir: grosso, comprido e curvo, com veias marcadas que percorriam todo o tronco inchado, a cabeça grande e rosada, pesada e pulsando de tesão. O cheiro de homem, de suor e de excitação me inundou por completo. Enfiou ele na minha boca de uma vez, fundo e sem piedade. Senti como ele me preenchia por inteiro: a grossura abrindo meus lábios, o comprimento chegando até o fundo da minha garganta. As lágrimas vieram na hora, não de dor, mas de uma surpresa intensa e deliciosa. Aquela dominância repentina, tão diferente do homem contido de antes, me excitou como nunca. Gemidos abafados saíram de mim enquanto eu chupava ele, o som vibrando contra o pau.
—Chupa —ele rosnou com aquela voz grave e puta que me fez tremer—. Era isso que você queria, né? Então agora aguenta feito uma boa menina. Ele fodeu minha boca sem piedade, mas num ritmo que me deixava louca: primeiro fundo e devagar, me forçando a sentir cada centímetro, cada veia pulsando contra minha língua. Depois mais rápido, mais exigente, fodendo minha garganta com estocadas firmes que me faziam chorar de prazer. A saliva escorria pelo meu queixo, caía nos meus peitos e descia pela minha barriga. As lágrimas borravam minha visão, mas eu não tirava os olhos dos dele. Me senti usada, dominada, completamente à mercê dele… e isso me excitava mais que tudo no mundo.
Ele continuava segurando minha cabeça com uma mão forte enquanto a outra ficava enroscada no meu cabelo. Mudava o ritmo com maestria: às vezes lento e torturante, empurrando até o fundo e me mantendo ali por alguns segundos, me deixando sentir como ele pulsava na minha garganta; outras vezes rápido e profundo, rosnando entre os dentes. —Porra… que boca mais quente você tem — sussurrou com voz rouca—. Chupa mais fundo… assim… como você chupa bem, é como eu sonhava. Agora quem manda sou eu, Karla. Não queria pau? Agora sou eu quem decide. O corpo dele, duro e suado, estava tenso, os músculos dos braços marcados enquanto me controlava por completo. Eu gemia abafada, a buceta encharcada e pulsando de desejo, sentindo cada estocada como uma batida de puro prazer. Me sentia cheia, submissa, desejada de um jeito selvagem e primitivo. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, a baba brilhava nos meus lábios e no peito, mas raramente tinha estado tão excitada. No final, depois de vários minutos que pareceram uma deliciosa eternidade, ele gozou com força. Empurrou até o fundo da minha garganta e soltou jorros longos, quentes e abundantes de porra grossa. Me obrigou a engolir quase tudo enquanto ele rugia de puro prazer, o pau dele pulsando contra minha língua e até o fundo da minha garganta, as bolas dele no meu queixo e o pênis completamente inteiro, cada centímetro dentro da minha boca.
Quando ele terminou, subiu a calça devagar, me olhou com aqueles olhos, mas agora frios e distantes, e foi embora sem dizer mais uma palavra. Nem um tchau. Nem um carinho. Nem um olhar pra trás. Fechou a porta suavemente e sumiu, me deixando de joelhos na cozinha, ofegante, com o rosto cheio de lágrimas, porra e saliva escorrendo pelo meu queixo e meus peitos, o corpo tremendo de prazer e desejo insatisfeito. Ele me deixou com vontade de ser penetrada e com a boca com gosto de porra. Me deixou ali de joelhos, com a boca ainda cheia do gosto dele e a buceta pulsando de pura necessidade. Não disse se voltaria. Não disse nada. Só foi embora, me deixando com uma puta vontade de mais, com aquele vazio ardente que só um homem como ele podia preencher. Naquela noite, me masturbei sem parar, deitada na minha cama com vista pro mar. Fechava os olhos e via ele: o corpo duro e suado em cima de mim, o pau grosso e comprido finalmente entrando onde eu mais queria. Imaginava a voz grave dele sussurrando putaria enquanto me comia fundo, me enchendo por completo. Gozei várias vezes, uma atrás da outra, com os dedos enfiados na minha boceta encharcada, mas no fim continuava insatisfeita, com aquela dúvida latejando dentro de mim. Tinha sido a última vez? Ou ele ia voltar pra terminar o que tinha começado? A semana seguinte pareceu eterna. Não conseguia tirar ele da cabeça. Toda manhã acordava com a garganta ainda lembrando como ele tinha fodido minha boca, com o gosto da porra dele ainda fresco na memória. Me tocava debaixo dos lençóis, devagar no começo, imaginando as mãos fortes dele agarrando meu cabelo e a voz rouca dele grunhindo "agora você vai pagar". Gozava pensando nele, mas nunca era suficiente. Queria ter ele dentro e sentir o pau dele na minha buceta. Todas as noites repetia o ritual. Me masturbava imaginando que ele voltava, que dessa vez não resistia, que me agarrava pelo cabelo e dizia "dessa vez não resisto... dessa vez te como até você implorar". Me tocava com Desespero, eu enfiava os dedos com violência, me masturbava com meus vibradores e brinquedos, tinha que recorrer a pepinos grandes de tanta excitação que sentia pra simular a pica dele, e de vez em quando fazia tão violento de tanto tesão que acabava me machucando, uma e outra vez, mas a dúvida me queimava: tinha sido a última vez? Ele apareceria de novo com aqueles olhos frios e aquela dominância que me deixou tremendo? Tentei esquecer ele de todas as formas possíveis. Chamei meu amigo de confiança e recebi ele no terraço numa noite quente. Montei em cima dele e cavalguei forte, me movendo com fúria, mas na minha mente só tinha o Alberto. Gozei, sim, mas foi um orgasmo vazio, incompleto. Depois veio outro, um cara que conheci no bar e que me convidou pra umas bebidas. Levei ele pra casa, me ajoelhei no sofá e chupei a rola dele com dedicação até ele gozar na minha boca… e nada. Só aumentava a vontade do Alberto. Naquela semana fiquei procurando homens pra transar pra ver se um conseguia substituí-lo, acabei com 6 homens dentro de mim e nenhum o substituía. Outro dia foi um vizinho que me pegou tomando sol pelada na rede. Convidei ele pra entrar, deixei ele me comer a buceta ali mesmo… mas ele fez tão mal que nem devolvi o favor. Fiquei com mais frustração do que alívio. Cada vez que gozava com eles, imaginava que era o Alberto. Que era a voz grave dele que rugia “isso é o que você queria”, que era a pica dele que me preenchia, que era o corpo musculoso e suado dele que me dominava. Nenhum tinha aquela força, aquela resistência, aquela forma de me usar sem piedade que me deixou marcada. No fim da semana continuei exatamente igual: com a dúvida me queimando por dentro e com uma vontade terrível dele. Do cheiro de suor dele, dos braços veiudos, daquela dominância inesperada que me fez sentir tão viva. Continuava me masturbando pensando em como teria sido se ele tivesse ficado pra me foder de verdade… mas a incerteza continuava ali, latente. me consumindo. A semana seguinte pareceu uma eternidade, nessa semana chegava meu marido e meus filhos, mas finalmente o dia chegou. Eu tinha ele marcado no calendário com um círculo vermelho há semanas. Sabia que naquele dia o entregador de água tinha que vir… mas não sabia se seria ele. Acordei nervosa pra caralho. Tomei banho devagar, passei creme no corpo inteiro e me olhei no espelho: cabelo escovado, olhos cor de mel brilhando de antecipação, peitos firmes, cintura marcada e um rabo bonito. Me sentia pronta pra tudo. Passei a manhã inteira na varanda da minha casa na beira da praia, só com uma camisa branca aberta e uma fio dental mínima. Cada vez que ouvia um motor lá embaixo, meu coração dava um pulo. Me debruçava no parapeito, o vento bagunçava meu cabelo e a camisa, e eu olhava com o coração acelerado. Seria a van branca? Seria o Alberto que ia descer com o galão no ombro, com aqueles olhos azuis frios e aquela voz grossa que ainda me arrepiava toda?
—Chupa —ele rosnou com aquela voz grave e puta que me fez tremer—. Era isso que você queria, né? Então agora aguenta feito uma boa menina. Ele fodeu minha boca sem piedade, mas num ritmo que me deixava louca: primeiro fundo e devagar, me forçando a sentir cada centímetro, cada veia pulsando contra minha língua. Depois mais rápido, mais exigente, fodendo minha garganta com estocadas firmes que me faziam chorar de prazer. A saliva escorria pelo meu queixo, caía nos meus peitos e descia pela minha barriga. As lágrimas borravam minha visão, mas eu não tirava os olhos dos dele. Me senti usada, dominada, completamente à mercê dele… e isso me excitava mais que tudo no mundo.
Ele continuava segurando minha cabeça com uma mão forte enquanto a outra ficava enroscada no meu cabelo. Mudava o ritmo com maestria: às vezes lento e torturante, empurrando até o fundo e me mantendo ali por alguns segundos, me deixando sentir como ele pulsava na minha garganta; outras vezes rápido e profundo, rosnando entre os dentes. —Porra… que boca mais quente você tem — sussurrou com voz rouca—. Chupa mais fundo… assim… como você chupa bem, é como eu sonhava. Agora quem manda sou eu, Karla. Não queria pau? Agora sou eu quem decide. O corpo dele, duro e suado, estava tenso, os músculos dos braços marcados enquanto me controlava por completo. Eu gemia abafada, a buceta encharcada e pulsando de desejo, sentindo cada estocada como uma batida de puro prazer. Me sentia cheia, submissa, desejada de um jeito selvagem e primitivo. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, a baba brilhava nos meus lábios e no peito, mas raramente tinha estado tão excitada. No final, depois de vários minutos que pareceram uma deliciosa eternidade, ele gozou com força. Empurrou até o fundo da minha garganta e soltou jorros longos, quentes e abundantes de porra grossa. Me obrigou a engolir quase tudo enquanto ele rugia de puro prazer, o pau dele pulsando contra minha língua e até o fundo da minha garganta, as bolas dele no meu queixo e o pênis completamente inteiro, cada centímetro dentro da minha boca.
Quando ele terminou, subiu a calça devagar, me olhou com aqueles olhos, mas agora frios e distantes, e foi embora sem dizer mais uma palavra. Nem um tchau. Nem um carinho. Nem um olhar pra trás. Fechou a porta suavemente e sumiu, me deixando de joelhos na cozinha, ofegante, com o rosto cheio de lágrimas, porra e saliva escorrendo pelo meu queixo e meus peitos, o corpo tremendo de prazer e desejo insatisfeito. Ele me deixou com vontade de ser penetrada e com a boca com gosto de porra. Me deixou ali de joelhos, com a boca ainda cheia do gosto dele e a buceta pulsando de pura necessidade. Não disse se voltaria. Não disse nada. Só foi embora, me deixando com uma puta vontade de mais, com aquele vazio ardente que só um homem como ele podia preencher. Naquela noite, me masturbei sem parar, deitada na minha cama com vista pro mar. Fechava os olhos e via ele: o corpo duro e suado em cima de mim, o pau grosso e comprido finalmente entrando onde eu mais queria. Imaginava a voz grave dele sussurrando putaria enquanto me comia fundo, me enchendo por completo. Gozei várias vezes, uma atrás da outra, com os dedos enfiados na minha boceta encharcada, mas no fim continuava insatisfeita, com aquela dúvida latejando dentro de mim. Tinha sido a última vez? Ou ele ia voltar pra terminar o que tinha começado? A semana seguinte pareceu eterna. Não conseguia tirar ele da cabeça. Toda manhã acordava com a garganta ainda lembrando como ele tinha fodido minha boca, com o gosto da porra dele ainda fresco na memória. Me tocava debaixo dos lençóis, devagar no começo, imaginando as mãos fortes dele agarrando meu cabelo e a voz rouca dele grunhindo "agora você vai pagar". Gozava pensando nele, mas nunca era suficiente. Queria ter ele dentro e sentir o pau dele na minha buceta. Todas as noites repetia o ritual. Me masturbava imaginando que ele voltava, que dessa vez não resistia, que me agarrava pelo cabelo e dizia "dessa vez não resisto... dessa vez te como até você implorar". Me tocava com Desespero, eu enfiava os dedos com violência, me masturbava com meus vibradores e brinquedos, tinha que recorrer a pepinos grandes de tanta excitação que sentia pra simular a pica dele, e de vez em quando fazia tão violento de tanto tesão que acabava me machucando, uma e outra vez, mas a dúvida me queimava: tinha sido a última vez? Ele apareceria de novo com aqueles olhos frios e aquela dominância que me deixou tremendo? Tentei esquecer ele de todas as formas possíveis. Chamei meu amigo de confiança e recebi ele no terraço numa noite quente. Montei em cima dele e cavalguei forte, me movendo com fúria, mas na minha mente só tinha o Alberto. Gozei, sim, mas foi um orgasmo vazio, incompleto. Depois veio outro, um cara que conheci no bar e que me convidou pra umas bebidas. Levei ele pra casa, me ajoelhei no sofá e chupei a rola dele com dedicação até ele gozar na minha boca… e nada. Só aumentava a vontade do Alberto. Naquela semana fiquei procurando homens pra transar pra ver se um conseguia substituí-lo, acabei com 6 homens dentro de mim e nenhum o substituía. Outro dia foi um vizinho que me pegou tomando sol pelada na rede. Convidei ele pra entrar, deixei ele me comer a buceta ali mesmo… mas ele fez tão mal que nem devolvi o favor. Fiquei com mais frustração do que alívio. Cada vez que gozava com eles, imaginava que era o Alberto. Que era a voz grave dele que rugia “isso é o que você queria”, que era a pica dele que me preenchia, que era o corpo musculoso e suado dele que me dominava. Nenhum tinha aquela força, aquela resistência, aquela forma de me usar sem piedade que me deixou marcada. No fim da semana continuei exatamente igual: com a dúvida me queimando por dentro e com uma vontade terrível dele. Do cheiro de suor dele, dos braços veiudos, daquela dominância inesperada que me fez sentir tão viva. Continuava me masturbando pensando em como teria sido se ele tivesse ficado pra me foder de verdade… mas a incerteza continuava ali, latente. me consumindo. A semana seguinte pareceu uma eternidade, nessa semana chegava meu marido e meus filhos, mas finalmente o dia chegou. Eu tinha ele marcado no calendário com um círculo vermelho há semanas. Sabia que naquele dia o entregador de água tinha que vir… mas não sabia se seria ele. Acordei nervosa pra caralho. Tomei banho devagar, passei creme no corpo inteiro e me olhei no espelho: cabelo escovado, olhos cor de mel brilhando de antecipação, peitos firmes, cintura marcada e um rabo bonito. Me sentia pronta pra tudo. Passei a manhã inteira na varanda da minha casa na beira da praia, só com uma camisa branca aberta e uma fio dental mínima. Cada vez que ouvia um motor lá embaixo, meu coração dava um pulo. Me debruçava no parapeito, o vento bagunçava meu cabelo e a camisa, e eu olhava com o coração acelerado. Seria a van branca? Seria o Alberto que ia descer com o galão no ombro, com aqueles olhos azuis frios e aquela voz grossa que ainda me arrepiava toda?
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