Minha cunhada me quer - Parte 3

Capítulo 6: Cena em Família
A roda de cadeiras ocupava quase todo o quintal. A churrasqueira fumegava ao fundo, as luzes eram fracas. A música vinha de dentro, suave, e as vozes se misturavam entre risadas e cerveja.
Eu tava sentado no meio. Na minha direita, Cinthia batia papo animada com a prima. Na minha esquerda, Patricia. E do lado dela, o marido. Um quadro familiar perfeito… por fora.Patrícia tava com uma camiseta folgada como de costume, cinza claro, que caía sobre a calça dela sem cuidado. Daquelas que deixam a cintura à mostra quando ela se mexe. Naquela noite, ela se mexia mais do que o normal: ria, gesticulava, se inclinava pra frente. De vez em quando, nossos braçoseles se roçavam.Não sei em que momento decidi. Talvez tenha sido depois do terceiro copo de cerveja. Ou quando senti o perfume dela flutuando entre nós. O fato é que eu fiz. Primeiro, de leve. As costas da minha mão tocaram a cintura dela, como quem se ajusta numa cadeira apertada. Ela não se mexeu. Nem ficou tensa.

Fiz de novo alguns minutos depois. Dessa vez, com os dedos. Apoiei a ponta na pele exposta dela, bem entre a camiseta e a calça. Senti o calor. A maciez. De novo, nenhuma reação. Mas também não se afastou.

A conversa continuava. Os outros riam. Eu não ouvia nada.

Minha mão ficou ali uns segundos. Firme. Tranquila. Fingindo estar onde não devia.

E então, me arrisquei um pouco mais.

Deslizei os dedos devagar para baixo, por dentro do tecido solto da camiseta dela. Não muito. Só o suficiente. Senti como o corpo dela respirava diferente. Quase nada. Mas eu percebi.

Minha mão acariciou as costas dela. E desceu até a curva inicial da bunda dela, aquela linha que divide a brincadeira da intenção. Acariciei a borda da calcinha fio dental dela, de leve, como quem explora terreno proibido sem invadir de vez. Dava pra sentir a nádega dela, saliente. Ela continuava conversando com o marido. Sorrindo. Fingindo.

E eu, com a Cinthia do lado, ouvia ela rir sem saber que minha mão estava pousada bem onde não devia.

Parei ali. Só um momento. E subi devagar, sem pressa, até a cintura dela de novo.

Ela não disse nada. Não me olhou. Mas não precisávamos de palavras. A linguagem tinha mudado.

Foi só isso. 
 Nada explícito. Nada evidente. Mas o corpo fala. E o da Patrícia falou.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
         Não se afastou. Não botou limite. Não precisou me dizer que sentiu: eu soube pelo jeito que respirou. Pelo jeito que não se mexeu. Pelo jeito que a risada dela mudou de ritmo, só por um segundo, bem na hora que eu toquei.
Sei o que fiz. E sei o que provoquei. Deixei a Cinthia na casa dos pais dela e fui pra casa. Aí vejo uma mensagem da Patricia.Patrícia[01:06]:O álcool te deixa carinhoso, então era isso
(visto... uns minutos)Carlos[01:11]:Carinhoso?Patrícia[01:12]:Não se faz de otárioCarlos[01:13]:Não me façoCarlos[01:14]:Achei que não tinha te incomodadoPatrícia[01:17]:Não ia fazer um escândalo na mesa.Carlos[01:18]:Não te pedi um escândaloPatrícia[01:20]:Você foi um pouco longe demais também, hein.Carlos[01:21]:Não paravaPatrícia[01:22]:Não se confundaCarlos[01:23]:Não me confundoCarlos[01:24]:Igual… cheguei mais longe do que pensavaPatrícia[01:28]:Patrícia[01:29]:Você é um idiota.Carlos[01:30]:Pode serCarlos[01:31]:Achei que você ia gozar antesPatricia[01:35]:Tinha genteCarlos[01:36]:Sim.Carlos[01:36]:TinhaPatrícia[01:39]:Se liga aí, se localiza um pouco.Carlos[01:40]:Tem certeza que quer isso?Patrícia[01:43]:Não se confunda.

3 comentários - Minha cunhada me quer - Parte 3

Si vas muy lento. No pierdas detalle pero acelera