Depois de 5 anos entre namoro (15 meses) e o resto de casados, finalmente criei coragem.
Naquela noite, chegamos em casa por volta das 2 da manhã. Vínhamos do aniversário de uma amiga dela, a Valéria, a mais sem-vergonha, infiel e puta do grupo, que era formado por ela, Julieta, Carla, Mica e minha mulher, Celeste. Valéria, como sempre fazendo tudo no extremo (sei pela Celes que sexualmente também), tinha exagerado no álcool, então foi uma merda enfiar a chave na fechadura por causa da bebedeira que eu e minha esposa estávamos.
Finalmente, já dentro de casa e ainda bêbados, a Celes entra rapidinho no banheiro, tira os tamancos hippies chutando eles pra fora com a porta aberta. Fica só um minuto lá dentro, então vejo ela saindo, tirando a bolsinha de couro do ombro e colocando em cima da estante... já está com os alças do vestido quase transparente desabotoadas, deixando ele cair no chão. Como todos os homens da festa e eu tínhamos notado, minha mina não tinha colocado sutiã, então ficou parada entre a cozinha e a sala, só de fio dental, meio cambaleando por causa do álcool.
Eu sigo ela. Sento no sofá pra desamarrar os sapatos, tiro as meias dos pés, a calça, o paletó, a camisa... fiz tudo sentado. Terminei pelado uns 5 minutos depois dela, de alguma forma imitei ela, segui ela, repetindo os movimentos dela quase hipnotizado.
Nós dois, só de cueca e calcinha segurando nossos sexos, ficamos em silêncio por mais um tempo. Eu não tinha visto ela fazer isso na casa da Valeria, mas por alguns gestos e atitudes, já imaginava. Celeste quebrou o silêncio primeiro. "Gabi", ela me chama, "Você já experimentou pó?" pergunta, indo direto ao motivo da minha suspeita. Tento lembrar. "Já", respondo, "uma ex-namorada minha, a gente tinha uns 18 anos, trouxe pra eu experimentar e o gosto me desagradou, muito gosto de ferro enferrujado", falei. Era verdade. Mas confessei: "Como eu não viciei, percebi que me excitava comer ela enquanto ela, de rabo empinado, cheirava. Sei lá, senti uma espécie de... poder. Ela cheirando e eu metendo". E a pergunta saiu sozinha. Talvez, se não estivesse tão bêbado, não teria coragem. "Por que você tá me perguntando isso, Celes?" Aí, finalmente, ela se vira pra mim. A luz do abajur batia de lado, destacando o corpo dela magro, mas torneado, as pernas longas e perfeitas, a cintura formando uma curva enorme, os dois peitos empinados e os biquinhos pequenos e morenos bem duros. Os olhos dela estavam dilatados e os lábios mais carnudos que o normal. Ela estava linda pra caralho e, mesmo conhecendo todos esses detalhes que acabei de descrever há 5 anos, senti meu pau ficar duro. Até que ela se animou: "Eu sim, amor. Hoje, na festa. A mãe da Valeria falou que no quarto dela tinha um livro meu que emprestei, e quando subi pra pegar, a Vale tava sozinha no quarto dela, cheirando..." Fiquei mudo. Bem puto porque entre eu e a Celeste nunca tinha rolado um "fiz tal coisa" sem que um de nós já soubesse antes. Quer dizer: nunca fizemos nada extremo, nem colocamos nosso relacionamento em risco. Mas fosse o que fosse, até vontade de voltar a fumar, por exemplo, a gente se falava: "Gabi, tô com vontade de fumar. Vou comprar um maço de 10, ok?" Claro que eu não negava, mas nunca aconteceu isso de "amor, voltei a cheirar ontem". E ainda por cima, tava falando que minha esposa, Celeste, sem eu saber, tinha cheirado umas carreiras de pó pelas minhas costas. Ela me olha como se soubesse o que acabei de pensar "sim, vida. A gente sempre se avisa antes de fazer qualquer coisa. É bizarro o que tô sentindo te confessando que, sem ter te avisado antes que a Vale me ofereceu pó, cheirei umas carreiras sem você saber. E digo que é estranho o que sinto porque - talvez por causa do efeito - não tô pedindo desculpa, não me sinto culpada. Sim. Admito que quebrei uma regra nossa, mas também reconheço que valeu a pena". Eu tava intrigado com um monte de perguntas na cabeça: como reagir à revelação dela, querendo saber tudo nos mínimos detalhes, quantas carreiras ela cheirou, será que gostou a ponto de repetir? O que a Celes vai fazer depois de ter experimentado como é cruzar esse limite e admitir que não se sente errada?
Ela senta no chão. Assim, de fio dental. Agora a luz batia de frente e não consegui evitar olhar pra entreperna dela, que notei bem molhada. "Você tá molhada", enfrente. "Por que caralho você se excitou?". Ela baixa a cabeça como quem toma cuidado pra não falar algo que arrisque nossa confiança, que até aquela noite era inquebrável. "Queria te dizer que só o fato de experimentar já me encheu de adrenalina, pelo efeito que causa e pela sacanagem que fiz, ao fazer sem conversar contigo. E que o impacto que me deu me excitou tanto que me escorri um pouco. Mas tem mais" — essas últimas três palavras ela disse quase sussurrando.
Minha impaciência por tudo que eu precisava saber balançava entre ciúmes, dúvidas, raiva e excitação, a vontade de comer ela enquanto Celes cheirava, até que brotou pré-gozo quando percebi que me sexualizava o fato de minha parceira me contar o que tinha feito, transgredindo nossa normalidade: contar um pro outro o que íamos fazer. Me animei: "Quantas você cheirou, Celes?". Ela, sentada no chão, antes de responder se inclina na minha direção, apoiando as mãos nos azulejos num tom entre desafiador e empoderado. "Vale me sugeriu cheirar duas de cara. E foi o que fiz, amor. Eram linhas grossas e compridas como teu dedo indicador. Cheirei a primeira rápido e o cérebro... me disse que tava tudo bem. Valéria me recomendou que a segunda eu curtisse mais devagar. Obedeci de novo. E aí foi o estalo. Todas as portas que na minha mente mantinham presos o medo, a inibição, a vergonha, a autorepressão, o recato, a decência... até..." — ela fez uma pausa, como repensando se falava o que ia falar ou se tava arriscando demais — "sim, me permito confessar. Até abriu a porta pra questionar se nosso acordo, já quebrado, era tão relevante. Se antes de fazer algo assim eu tinha obrigação de te contar... naquele estado passou pela minha cabeça já sem preconceitos que podia ser mais gostoso, mais excitante, mais quente fazer e, como agora, confessar tudo depois..." ela me olhou com coragem e baixou os olhos, notando o quanto minha pica estava dura e que a cueca tinha manchas de umidade. "Love, você tá com vontade? Porque tem mais uma coisa... dá pra me foder enquanto o efeito dura?" Tirei a cueca suja, me joguei no chão enquanto a Celes se inclinava de costas, puxei a fio dental dela pra ver o quanto tava molhada e enfiei tudo. "Ahh, Gabi, love... ahh.. assim... assim... ufff,,, desde que eu cheirei aquela segunda linha que eu queria uma pica me fazendo de putinha... ahhh". Eu, sem parar os movimentos pélvicos, e ainda meio bêbado — mesmo que com tudo que tava descobrindo, eu tinha ficado mais esperto — fiz ela notar como se expressou. "Celes" e continuei bombando com força, a cabeça da minha rola devia estar tocando o esterno dela "Você disse 'desde que eu cheirei aquela segunda linha que eu queria UMA pica me fazendo de putinha'... acho que você quis dizer MINHA pica, né?". Celeste se contorce enquanto claramente soltava o primeiro orgasmo dela. "Não, meu Gabi. Ahh, sim, assim... Por isso que eu falei que me... me... fode. Entre o álcool, a mer... mer... merca, ahh, ahh Sim! Deus... uns cigarros que fumei que o Esteban, primo da Vale, me ofereceu... e que também não te contei... tava flutuando um pensamento louco na minha cabeça. Saí do quarto da Vale, cheirada e com a cabeça sem vergonha, fantasiando em foder cada cara que eu cruzasse na casa da Vale que me agradasse... ahhh... sim love, te contei tudo... minha cabeça tava tão desinibida que eu tava disposta... Ahhhhhhh" ela gritou num segundo orgasmo, mais sujo e perverso que o primeiro. Aproveitando o estado dela... me animei "Quantas linhas foram, Celes?". Ela me dá um beijo sujo, molhado, cheio de amor e luxúria. "Na sexta linha... já perdi a conta.... Gabi..." ela me empurra e agora eu tô de costas com minha pica dura igual um mastro. Celeste senta em cima e grita "Filho da puta, que gostoso é foder nesse estado...". Pergunto, como um aprendiz "Mas o barato ainda tá durando?" Ela, que tava cavalgando em mim Desencajada, ela fala: "A Valéria me deu pó dentro de um porta-joias de metal. Quando a gente chegou, eu queria mais, então fui direto pro banheiro e puxei na lata do monte. Umas duas carreiras, sei lá. Por isso que ainda tô doidona de pó.
Ela geme, suspira, bufa pelo nariz, mexe a mandíbula. E fala: "Primeiro, com toda aquela merda agindo em mim e três doses de uísque, cruzei com o Esteban... aceitar um Marlboro dele foi meu jeito de dizer que tava a fim. Mas ele não percebeu. Descendo as escadas, vejo juntos o Ignácio, o namorado da Julieta, que batia papo com o Lean, o futuro marido da Mica. E fantasiei que, quem sabe, antes de tudo acabar, eu me enfiava num surubão com eles dois." Eu, deitado no chão, tava preso tendo que ouvir ela porque ela me mantinha refém do corpo gostoso dela, todo suado e cheio dos fluidos dela, que cavalgava no meu pau... "Quando saí pro jardim, o pai da Vale falou uma sacanagem pra mim. Juro. Acho que o Carlos também tinha cheirado. Ele falou na lata: 'Vem sozinha uns dias. Vestida assim. Hippie, sem sutiã, Cel. Se nunca provou um homem experiente... é só falar 'Sim' que a gente marca de trepar'... eu tava doida de pó, confusa... olhei pra ele sorrindo, cheguei perto do rosto dele, ele tava com um perfume delicioso, e falei no ouvido, com voz de puta: 'Sim. Sim e Sim, Seu Carlos' e ri. Acho, porque tava realmente louca, amor, que ele passou a mão na minha bunda. Já no jardim, te vi, sentado conversando com o Fede, o primo da Vale. E enquanto me aproximava, imaginei ele comendo meu cu, nós dois pelados enquanto você filmava a gente. Nesse caminho, fui sentindo como eu me molhava... o pó abriu minha cabeça, pra caralho." E ali mesmo, enquanto enchia ela de porra, criei coragem, fui com tudo e confessei: "Celes... ahh ahhh (minha porra jorrava sem parar) nunca soube como te falar. Minha fantasia sempre foi..." fiz uma pausa. Ela me olha. A bolsinha de couro dela tava em cima da mesa. Ela estica a mão, abre, tira a nécessaire, abre, tira também uma nota enrolada, cheira uma carreira... "aghhhhhh..." grita, gozando junto comigo. E me dá. "Toma e me conta." Obedeço. Fazia horas, mesmo sem eu saber, durante a festa, que a Celeste tinha assumido o controle. Cheiro uma. linha. Dessa vez eu gostei mais. "Vai, cagão" me obriga "Tua fantasia". Olho pra ela. A merda já me deixou doidão. "Quero te ver dando pra outro, Celes." baixo o olhar, nós dois sentados no chão e completo "desculpa, amor".
Ela solta um pouco mais de fluido e me encara: "Perdão? Idiota. Quero cheirar pó, me soltar, dar pra alguém e você ficar me olhando, doidão", e encerra a confissão. "Te falei que fumei UM PAR de Marlboro. Depois de um tempo, voltei pra procurar o Esteban. Você tinha ido com o pai da Vale e o primo dela lá pro fundo buscar mais cadeiras, e eu encarei ele, mas caguei de medo... só falei 'Me dá outro cigarro, Ban?'. Falei assim porque no grupo uma das minas comeu ele e parece que ele esquenta se uma gostosa chama ele de 'Ban'. Sim, amor. Essa parada me excita. Vamos arranjar alguém novo, desconhecido. Agora tô durona e putona, mas quando passar, a gente cria umas regras pra não fazer merda. Hoje eu me senti uma puta, com vontade de dar pra qualquer um. Mas te amo, não vamos estragar isso. E ainda mais agora que sei que te excita me ver puta com outro". Celes me dá um beijo gostoso, mas carregado de sexo. Coloco minha mão nas costas molhadas dela, e ao acariciar sinto uma área áspera. Disfarço. Abraço ela, encosto minha cabeça no ombro dela e, me esticando, consigo ver...3 arranhões... Celeste... ela não tinha me contado uma coisa....... CONTINUA....
Naquela noite, chegamos em casa por volta das 2 da manhã. Vínhamos do aniversário de uma amiga dela, a Valéria, a mais sem-vergonha, infiel e puta do grupo, que era formado por ela, Julieta, Carla, Mica e minha mulher, Celeste. Valéria, como sempre fazendo tudo no extremo (sei pela Celes que sexualmente também), tinha exagerado no álcool, então foi uma merda enfiar a chave na fechadura por causa da bebedeira que eu e minha esposa estávamos.Finalmente, já dentro de casa e ainda bêbados, a Celes entra rapidinho no banheiro, tira os tamancos hippies chutando eles pra fora com a porta aberta. Fica só um minuto lá dentro, então vejo ela saindo, tirando a bolsinha de couro do ombro e colocando em cima da estante... já está com os alças do vestido quase transparente desabotoadas, deixando ele cair no chão. Como todos os homens da festa e eu tínhamos notado, minha mina não tinha colocado sutiã, então ficou parada entre a cozinha e a sala, só de fio dental, meio cambaleando por causa do álcool.
Eu sigo ela. Sento no sofá pra desamarrar os sapatos, tiro as meias dos pés, a calça, o paletó, a camisa... fiz tudo sentado. Terminei pelado uns 5 minutos depois dela, de alguma forma imitei ela, segui ela, repetindo os movimentos dela quase hipnotizado.
Nós dois, só de cueca e calcinha segurando nossos sexos, ficamos em silêncio por mais um tempo. Eu não tinha visto ela fazer isso na casa da Valeria, mas por alguns gestos e atitudes, já imaginava. Celeste quebrou o silêncio primeiro. "Gabi", ela me chama, "Você já experimentou pó?" pergunta, indo direto ao motivo da minha suspeita. Tento lembrar. "Já", respondo, "uma ex-namorada minha, a gente tinha uns 18 anos, trouxe pra eu experimentar e o gosto me desagradou, muito gosto de ferro enferrujado", falei. Era verdade. Mas confessei: "Como eu não viciei, percebi que me excitava comer ela enquanto ela, de rabo empinado, cheirava. Sei lá, senti uma espécie de... poder. Ela cheirando e eu metendo". E a pergunta saiu sozinha. Talvez, se não estivesse tão bêbado, não teria coragem. "Por que você tá me perguntando isso, Celes?" Aí, finalmente, ela se vira pra mim. A luz do abajur batia de lado, destacando o corpo dela magro, mas torneado, as pernas longas e perfeitas, a cintura formando uma curva enorme, os dois peitos empinados e os biquinhos pequenos e morenos bem duros. Os olhos dela estavam dilatados e os lábios mais carnudos que o normal. Ela estava linda pra caralho e, mesmo conhecendo todos esses detalhes que acabei de descrever há 5 anos, senti meu pau ficar duro. Até que ela se animou: "Eu sim, amor. Hoje, na festa. A mãe da Valeria falou que no quarto dela tinha um livro meu que emprestei, e quando subi pra pegar, a Vale tava sozinha no quarto dela, cheirando..." Fiquei mudo. Bem puto porque entre eu e a Celeste nunca tinha rolado um "fiz tal coisa" sem que um de nós já soubesse antes. Quer dizer: nunca fizemos nada extremo, nem colocamos nosso relacionamento em risco. Mas fosse o que fosse, até vontade de voltar a fumar, por exemplo, a gente se falava: "Gabi, tô com vontade de fumar. Vou comprar um maço de 10, ok?" Claro que eu não negava, mas nunca aconteceu isso de "amor, voltei a cheirar ontem". E ainda por cima, tava falando que minha esposa, Celeste, sem eu saber, tinha cheirado umas carreiras de pó pelas minhas costas. Ela me olha como se soubesse o que acabei de pensar "sim, vida. A gente sempre se avisa antes de fazer qualquer coisa. É bizarro o que tô sentindo te confessando que, sem ter te avisado antes que a Vale me ofereceu pó, cheirei umas carreiras sem você saber. E digo que é estranho o que sinto porque - talvez por causa do efeito - não tô pedindo desculpa, não me sinto culpada. Sim. Admito que quebrei uma regra nossa, mas também reconheço que valeu a pena". Eu tava intrigado com um monte de perguntas na cabeça: como reagir à revelação dela, querendo saber tudo nos mínimos detalhes, quantas carreiras ela cheirou, será que gostou a ponto de repetir? O que a Celes vai fazer depois de ter experimentado como é cruzar esse limite e admitir que não se sente errada?
Ela senta no chão. Assim, de fio dental. Agora a luz batia de frente e não consegui evitar olhar pra entreperna dela, que notei bem molhada. "Você tá molhada", enfrente. "Por que caralho você se excitou?". Ela baixa a cabeça como quem toma cuidado pra não falar algo que arrisque nossa confiança, que até aquela noite era inquebrável. "Queria te dizer que só o fato de experimentar já me encheu de adrenalina, pelo efeito que causa e pela sacanagem que fiz, ao fazer sem conversar contigo. E que o impacto que me deu me excitou tanto que me escorri um pouco. Mas tem mais" — essas últimas três palavras ela disse quase sussurrando.Minha impaciência por tudo que eu precisava saber balançava entre ciúmes, dúvidas, raiva e excitação, a vontade de comer ela enquanto Celes cheirava, até que brotou pré-gozo quando percebi que me sexualizava o fato de minha parceira me contar o que tinha feito, transgredindo nossa normalidade: contar um pro outro o que íamos fazer. Me animei: "Quantas você cheirou, Celes?". Ela, sentada no chão, antes de responder se inclina na minha direção, apoiando as mãos nos azulejos num tom entre desafiador e empoderado. "Vale me sugeriu cheirar duas de cara. E foi o que fiz, amor. Eram linhas grossas e compridas como teu dedo indicador. Cheirei a primeira rápido e o cérebro... me disse que tava tudo bem. Valéria me recomendou que a segunda eu curtisse mais devagar. Obedeci de novo. E aí foi o estalo. Todas as portas que na minha mente mantinham presos o medo, a inibição, a vergonha, a autorepressão, o recato, a decência... até..." — ela fez uma pausa, como repensando se falava o que ia falar ou se tava arriscando demais — "sim, me permito confessar. Até abriu a porta pra questionar se nosso acordo, já quebrado, era tão relevante. Se antes de fazer algo assim eu tinha obrigação de te contar... naquele estado passou pela minha cabeça já sem preconceitos que podia ser mais gostoso, mais excitante, mais quente fazer e, como agora, confessar tudo depois..." ela me olhou com coragem e baixou os olhos, notando o quanto minha pica estava dura e que a cueca tinha manchas de umidade. "Love, você tá com vontade? Porque tem mais uma coisa... dá pra me foder enquanto o efeito dura?" Tirei a cueca suja, me joguei no chão enquanto a Celes se inclinava de costas, puxei a fio dental dela pra ver o quanto tava molhada e enfiei tudo. "Ahh, Gabi, love... ahh.. assim... assim... ufff,,, desde que eu cheirei aquela segunda linha que eu queria uma pica me fazendo de putinha... ahhh". Eu, sem parar os movimentos pélvicos, e ainda meio bêbado — mesmo que com tudo que tava descobrindo, eu tinha ficado mais esperto — fiz ela notar como se expressou. "Celes" e continuei bombando com força, a cabeça da minha rola devia estar tocando o esterno dela "Você disse 'desde que eu cheirei aquela segunda linha que eu queria UMA pica me fazendo de putinha'... acho que você quis dizer MINHA pica, né?". Celeste se contorce enquanto claramente soltava o primeiro orgasmo dela. "Não, meu Gabi. Ahh, sim, assim... Por isso que eu falei que me... me... fode. Entre o álcool, a mer... mer... merca, ahh, ahh Sim! Deus... uns cigarros que fumei que o Esteban, primo da Vale, me ofereceu... e que também não te contei... tava flutuando um pensamento louco na minha cabeça. Saí do quarto da Vale, cheirada e com a cabeça sem vergonha, fantasiando em foder cada cara que eu cruzasse na casa da Vale que me agradasse... ahhh... sim love, te contei tudo... minha cabeça tava tão desinibida que eu tava disposta... Ahhhhhhh" ela gritou num segundo orgasmo, mais sujo e perverso que o primeiro. Aproveitando o estado dela... me animei "Quantas linhas foram, Celes?". Ela me dá um beijo sujo, molhado, cheio de amor e luxúria. "Na sexta linha... já perdi a conta.... Gabi..." ela me empurra e agora eu tô de costas com minha pica dura igual um mastro. Celeste senta em cima e grita "Filho da puta, que gostoso é foder nesse estado...". Pergunto, como um aprendiz "Mas o barato ainda tá durando?" Ela, que tava cavalgando em mim Desencajada, ela fala: "A Valéria me deu pó dentro de um porta-joias de metal. Quando a gente chegou, eu queria mais, então fui direto pro banheiro e puxei na lata do monte. Umas duas carreiras, sei lá. Por isso que ainda tô doidona de pó.
Ela geme, suspira, bufa pelo nariz, mexe a mandíbula. E fala: "Primeiro, com toda aquela merda agindo em mim e três doses de uísque, cruzei com o Esteban... aceitar um Marlboro dele foi meu jeito de dizer que tava a fim. Mas ele não percebeu. Descendo as escadas, vejo juntos o Ignácio, o namorado da Julieta, que batia papo com o Lean, o futuro marido da Mica. E fantasiei que, quem sabe, antes de tudo acabar, eu me enfiava num surubão com eles dois." Eu, deitado no chão, tava preso tendo que ouvir ela porque ela me mantinha refém do corpo gostoso dela, todo suado e cheio dos fluidos dela, que cavalgava no meu pau... "Quando saí pro jardim, o pai da Vale falou uma sacanagem pra mim. Juro. Acho que o Carlos também tinha cheirado. Ele falou na lata: 'Vem sozinha uns dias. Vestida assim. Hippie, sem sutiã, Cel. Se nunca provou um homem experiente... é só falar 'Sim' que a gente marca de trepar'... eu tava doida de pó, confusa... olhei pra ele sorrindo, cheguei perto do rosto dele, ele tava com um perfume delicioso, e falei no ouvido, com voz de puta: 'Sim. Sim e Sim, Seu Carlos' e ri. Acho, porque tava realmente louca, amor, que ele passou a mão na minha bunda. Já no jardim, te vi, sentado conversando com o Fede, o primo da Vale. E enquanto me aproximava, imaginei ele comendo meu cu, nós dois pelados enquanto você filmava a gente. Nesse caminho, fui sentindo como eu me molhava... o pó abriu minha cabeça, pra caralho." E ali mesmo, enquanto enchia ela de porra, criei coragem, fui com tudo e confessei: "Celes... ahh ahhh (minha porra jorrava sem parar) nunca soube como te falar. Minha fantasia sempre foi..." fiz uma pausa. Ela me olha. A bolsinha de couro dela tava em cima da mesa. Ela estica a mão, abre, tira a nécessaire, abre, tira também uma nota enrolada, cheira uma carreira... "aghhhhhh..." grita, gozando junto comigo. E me dá. "Toma e me conta." Obedeço. Fazia horas, mesmo sem eu saber, durante a festa, que a Celeste tinha assumido o controle. Cheiro uma. linha. Dessa vez eu gostei mais. "Vai, cagão" me obriga "Tua fantasia". Olho pra ela. A merda já me deixou doidão. "Quero te ver dando pra outro, Celes." baixo o olhar, nós dois sentados no chão e completo "desculpa, amor".
Ela solta um pouco mais de fluido e me encara: "Perdão? Idiota. Quero cheirar pó, me soltar, dar pra alguém e você ficar me olhando, doidão", e encerra a confissão. "Te falei que fumei UM PAR de Marlboro. Depois de um tempo, voltei pra procurar o Esteban. Você tinha ido com o pai da Vale e o primo dela lá pro fundo buscar mais cadeiras, e eu encarei ele, mas caguei de medo... só falei 'Me dá outro cigarro, Ban?'. Falei assim porque no grupo uma das minas comeu ele e parece que ele esquenta se uma gostosa chama ele de 'Ban'. Sim, amor. Essa parada me excita. Vamos arranjar alguém novo, desconhecido. Agora tô durona e putona, mas quando passar, a gente cria umas regras pra não fazer merda. Hoje eu me senti uma puta, com vontade de dar pra qualquer um. Mas te amo, não vamos estragar isso. E ainda mais agora que sei que te excita me ver puta com outro". Celes me dá um beijo gostoso, mas carregado de sexo. Coloco minha mão nas costas molhadas dela, e ao acariciar sinto uma área áspera. Disfarço. Abraço ela, encosto minha cabeça no ombro dela e, me esticando, consigo ver...3 arranhões... Celeste... ela não tinha me contado uma coisa....... CONTINUA....
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