Link parte 1Aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
: https://www.poringa.net/posts/relatos/6325381/A-ex-de-um-colega--1.htmlLink parte 2: https://www.poringa.net/posts/relatos/6325690/La-ex-de-un-colega--2.html
Embora no começo eu tenha focado na minha aventura com uma brasa fervendo, tô falando da Paula, minha história com ela precisa ser dividida em 3 fases. A primeira tem todos esses detalhes: conhecê-la, me iludir, dar como perdida, o encontro casual na calçada do ex dela, meu contato desesperado pelo chat por causa da ameaça dela dar o fora do Aldo, nossa conversa depois + o convite dela pro bar. A segunda pode ser resumida na realização do meu desejo (e do dela também, pode crer).
Mas a riqueza do meu relato se multiplica a partir do que vem depois. E confesso pra vocês que o que vem supera os 2 capítulos iniciais porque, o que eles têm de tão foda? Um cara (eu) conhece a ex de outro músico, todo pirado ele, já que a tal dama preferia acompanhá-lo a lugares onde a tentação tinha a maçã pronta. Por quê? Se já estavam separados e a causa era justamente o vício dele? Bom, os dois tinham dois filhos, seriam família pra sempre e a Paula sentia que ir com ele pra cuidar não era perda de tempo. A gente se curtiu com os olhares, levamos o destino a realizar nosso desejo e transamos. E como a gente transava. A Paula era uma puta insaciável. Não sei como ela se comportava com o Aldo, o ex, quando era parceira dele, mas na minha análise era uma mulher "perigosa" e quando uso esse adjetivo quero que entendam que a Paula formalizou na hora comigo. Ela se comprometeu sem eu pedir com uma parada familiar delicada, contatando por conta própria alguém da família com quem eu tava afastado, e ao contar, ela agiu pra me ajudar, feito uma namorada. Além disso, se dependesse dela: a gente se via todo dia. Pra foder, claro, além de alguma atividade cultural (cinema, exposições, manifestações porque... sim, a mina é envolvida em movimentos sociopolíticos e embora a gente pensasse igual, ela era uma ativista 100%). Vocês vão dizer: e do que você tá reclamando, otário? Se agarra numa mulher dessas, resexual, gostosa, safada que ainda tem uma vida Uma mina parecida com você, e você torce o nariz? Sim. Porque, repito, não era alguém em quem eu pudesse confiar se eu entrasse na dela.
Porque, repito, três dias depois da primeira trepada, pra ela a gente já era namorado. Mas... por exemplo, na "dependência de sexo" dela, ela fazia umas perguntas que, em vez de me excitar, me irritavam. Paula: "Qual foi seu recorde de horas com uma gostosa?" Eu respondia a verdade: não lembrava, mas achava que... três horas? Quatro? Ela, sem parar de foder, soltava a marca dela com orgulho: "Eu com o PASCUALITO uma vez fiquei 17 horas sem parar." "Ahã", eu dizia enquanto sentia que meu pau queria ir embora. "Quantos orgasmos você já fez uma mina gozar?" era outra curiosidade dela. Eu falava qualquer coisa, não lembrava: "Mmhhh. Não lembro. Mas acho que se uma vez eu transei 3 ou 4 horas... a mina deve ter gozado... umas 5 vezes?" E vinha a comparação dela: "Nãooo!" ela exclamava, sem o menor tato: "Eu com o PEPITO uma noite gozei 13 vezes." Não sei o que a excitava em ficar comparando as performances antigas dela, se ela sempre batia todos os recordes. Mais do que palavras pra te deixar duro, pareciam uma provocação.
E algo -sem prova de traição- que ela fez 2 vezes comigo e que na segunda eu decidi dar um ponto final. Uma noite, a gente voltava do cinema e depois tomamos umas cervejas com pizza. Umas 1h da manhã. Cheguei na porta da casa dela achando que a gente ia se despedir, quando, pra minha surpresa, ela me propôs: "Você espera eu trocar de roupa e a gente vai no bar tomar uns fernets?" Ou seja, a noite tinha acabado pra mim, mas não pra ela. Eu me desculpei, com todo respeito, explicando que a gente já tinha transado antes de ir ao cinema, depois o filme, pizza com cerveja... 1h da manhã... dia de semana... já deu.
Ela insistiu, mas diante da minha recusa, me deu um chupão e desceu do carro rumo à casa dela. Mas vocês acham que a noite terminava aí? Não, não, não. Umas 6h da manhã eu acordei com uma ligação no celular. Ela. "Oi, amor" com uma voz claramente bêbada. "Quando você me deixou em casa, troquei mensagem com as minas e vim pro bar... enchi a cara... e tô com vontade de te comer. Tô ligando pra dizer que em 30 minutos tô na sua casa". Olha: não tô dizendo que ela devia me pedir permissão. Mas, se eu deixo ela na casa dela recusando continuar a noite e volto pra minha cama dormir, na minha cabeça, mesmo que inconscientemente, ela estaria onde eu deixei. Se ela resolveu sair, acho que uma ligação ou mensagem tipo: "Cara, a verdade é que tô afim de ir pro bar. Combinei com as minas. Você não vai ficar bolado, né?" eu responderia que não, claro, que valeu por avisar e que qualquer coisa, me avise. Claro que eu desligaria com uma cara de bunda enorme, mas pelo menos eu saberia onde ela tava. Ela teve a delicadeza, a maturidade de me informar que ela sairia do mesmo jeito. Mas não. "Faço o que eu quero, 5 horas enchendo a cara de álcool, fiquei bêbada e com tesão, quero ir te comer" era outro costume dela que me broxava. Essa primeira vez eu falei pra ela vir. Ela tava podre de bêbada, cheirava a qualquer coisa: álcool de todos os tipos e cores, cigarro, cc, tava com as sandálias na mão, ou mar: descalça, com os pés sujos até em cima dos tornozelos (deve ter dançado descalça) "Me deixa o chuveiro que vou lavar os pés?". Só os pés? Eu pensava. O cabelo, a cara, a bunda e a pussy, só por precaução. Veio quente, empolgada pela "noite dela". Eu não tava no mesmo pique. Continuamos nos vendo... até que uns 10 ou 12 dias depois ela fez a mesma coisa. Quando me liga, bêbada e puta da vida, respondi que não, que fosse pra casa dela. Insistiu — porque ela era (ou é) assim:quero agora— e diante da minha 10ª recusa, ela deve ter ido pra casa dela.
Não sei, porque no dia seguinte, tipo meio-dia, mandei um "Oi. Tem um minuto pra eu te ligar?". E quando liguei, falei claramente que até ali a gente tinha chegado. "Você não precisa me pedir permissão, mas se eu te deixo na sua casa, pra mim você tá na sua casa. E se der na telha de sair, é questão de educação me avisar. Uma vez eu aturei. Duas já me acendem um alerta de que qualquer dia vou achar que você tá trabalhando e foi pro Brasil, sei lá. Não, Paula. FIM". Ela pirou, como sempre nesses casos: aquela mistura eterna de "desculpa" com "seu filho da puta" ou "não faço mais" com "vai tomar no cu", turbinado com "é, você tem razão, sou meio desleixada" e "mas quem você pensa que é, otário?". A última coisa que ela falou nessa conversa de fim de relacionamento foi "Você vai ver. Vai ficar sozinho. Nenhuma mulher vai te dar bola" e desligou.
Paula: um inferno. Olha só o que ela tem debaixo da teta esquerda...E aí eu encaixo no que vem depois... vou contar rápido, pra me aprofundar numa quarta parte. Eu já tava há meses trocando ideia, mas SUJO pra caralho, com uma mina casada do Uruguai, que me mandava vídeos explícitos, fotos, imagens cheirando, realizava qualquer pedido meu, por mais louco que fosse. Dois dias depois da Paula profetizar minha solidão eterna e a rejeição feminina, eu tava tocando em Montevidéu. Então, dois dias depois de terminar com a Paula, bem contra a vontade dela, eu tava no hotel que alugaram pra banda, metendo a pica, finalmente, na Natacha, uma uruguaia não só TÃO puta quanto a Paula: resumindo, super complacente, super apaixonada por mim e ainda... fiz ela experimentar o que a Paula odiava por causa do ex, e a Natacha babava de tão tesuda que a cocaína deixava ela.
Paro por aqui. Mas ó: a Paula e a Natacha se conheceram, sim.
Uma tarde que a Paula veio buscar um livro que ela tinha me emprestado. E esse encontro rendeu: um menage com minha ex, Paula, e a que era minha atual, Natacha, e a tentação que a Paula tanto recusou, mas comigo se deixou seduzir: ela ficou viciada pra caralho enquanto nós três nos divertíamos pra cacete na minha casa. Um detalhe: toda vez que a Natacha saía do sexo pra buscar mais pó ou fazer xixi, a Paula falava pra mim: "Eu venho pra você me comer, não tanto pela experiência. Uso o menage pra voltar a transar com você".
Olha só.
... continua na parte 4...
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Embora no começo eu tenha focado na minha aventura com uma brasa fervendo, tô falando da Paula, minha história com ela precisa ser dividida em 3 fases. A primeira tem todos esses detalhes: conhecê-la, me iludir, dar como perdida, o encontro casual na calçada do ex dela, meu contato desesperado pelo chat por causa da ameaça dela dar o fora do Aldo, nossa conversa depois + o convite dela pro bar. A segunda pode ser resumida na realização do meu desejo (e do dela também, pode crer).
Mas a riqueza do meu relato se multiplica a partir do que vem depois. E confesso pra vocês que o que vem supera os 2 capítulos iniciais porque, o que eles têm de tão foda? Um cara (eu) conhece a ex de outro músico, todo pirado ele, já que a tal dama preferia acompanhá-lo a lugares onde a tentação tinha a maçã pronta. Por quê? Se já estavam separados e a causa era justamente o vício dele? Bom, os dois tinham dois filhos, seriam família pra sempre e a Paula sentia que ir com ele pra cuidar não era perda de tempo. A gente se curtiu com os olhares, levamos o destino a realizar nosso desejo e transamos. E como a gente transava. A Paula era uma puta insaciável. Não sei como ela se comportava com o Aldo, o ex, quando era parceira dele, mas na minha análise era uma mulher "perigosa" e quando uso esse adjetivo quero que entendam que a Paula formalizou na hora comigo. Ela se comprometeu sem eu pedir com uma parada familiar delicada, contatando por conta própria alguém da família com quem eu tava afastado, e ao contar, ela agiu pra me ajudar, feito uma namorada. Além disso, se dependesse dela: a gente se via todo dia. Pra foder, claro, além de alguma atividade cultural (cinema, exposições, manifestações porque... sim, a mina é envolvida em movimentos sociopolíticos e embora a gente pensasse igual, ela era uma ativista 100%). Vocês vão dizer: e do que você tá reclamando, otário? Se agarra numa mulher dessas, resexual, gostosa, safada que ainda tem uma vida Uma mina parecida com você, e você torce o nariz? Sim. Porque, repito, não era alguém em quem eu pudesse confiar se eu entrasse na dela.
Porque, repito, três dias depois da primeira trepada, pra ela a gente já era namorado. Mas... por exemplo, na "dependência de sexo" dela, ela fazia umas perguntas que, em vez de me excitar, me irritavam. Paula: "Qual foi seu recorde de horas com uma gostosa?" Eu respondia a verdade: não lembrava, mas achava que... três horas? Quatro? Ela, sem parar de foder, soltava a marca dela com orgulho: "Eu com o PASCUALITO uma vez fiquei 17 horas sem parar." "Ahã", eu dizia enquanto sentia que meu pau queria ir embora. "Quantos orgasmos você já fez uma mina gozar?" era outra curiosidade dela. Eu falava qualquer coisa, não lembrava: "Mmhhh. Não lembro. Mas acho que se uma vez eu transei 3 ou 4 horas... a mina deve ter gozado... umas 5 vezes?" E vinha a comparação dela: "Nãooo!" ela exclamava, sem o menor tato: "Eu com o PEPITO uma noite gozei 13 vezes." Não sei o que a excitava em ficar comparando as performances antigas dela, se ela sempre batia todos os recordes. Mais do que palavras pra te deixar duro, pareciam uma provocação.
E algo -sem prova de traição- que ela fez 2 vezes comigo e que na segunda eu decidi dar um ponto final. Uma noite, a gente voltava do cinema e depois tomamos umas cervejas com pizza. Umas 1h da manhã. Cheguei na porta da casa dela achando que a gente ia se despedir, quando, pra minha surpresa, ela me propôs: "Você espera eu trocar de roupa e a gente vai no bar tomar uns fernets?" Ou seja, a noite tinha acabado pra mim, mas não pra ela. Eu me desculpei, com todo respeito, explicando que a gente já tinha transado antes de ir ao cinema, depois o filme, pizza com cerveja... 1h da manhã... dia de semana... já deu.Ela insistiu, mas diante da minha recusa, me deu um chupão e desceu do carro rumo à casa dela. Mas vocês acham que a noite terminava aí? Não, não, não. Umas 6h da manhã eu acordei com uma ligação no celular. Ela. "Oi, amor" com uma voz claramente bêbada. "Quando você me deixou em casa, troquei mensagem com as minas e vim pro bar... enchi a cara... e tô com vontade de te comer. Tô ligando pra dizer que em 30 minutos tô na sua casa". Olha: não tô dizendo que ela devia me pedir permissão. Mas, se eu deixo ela na casa dela recusando continuar a noite e volto pra minha cama dormir, na minha cabeça, mesmo que inconscientemente, ela estaria onde eu deixei. Se ela resolveu sair, acho que uma ligação ou mensagem tipo: "Cara, a verdade é que tô afim de ir pro bar. Combinei com as minas. Você não vai ficar bolado, né?" eu responderia que não, claro, que valeu por avisar e que qualquer coisa, me avise. Claro que eu desligaria com uma cara de bunda enorme, mas pelo menos eu saberia onde ela tava. Ela teve a delicadeza, a maturidade de me informar que ela sairia do mesmo jeito. Mas não. "Faço o que eu quero, 5 horas enchendo a cara de álcool, fiquei bêbada e com tesão, quero ir te comer" era outro costume dela que me broxava. Essa primeira vez eu falei pra ela vir. Ela tava podre de bêbada, cheirava a qualquer coisa: álcool de todos os tipos e cores, cigarro, cc, tava com as sandálias na mão, ou mar: descalça, com os pés sujos até em cima dos tornozelos (deve ter dançado descalça) "Me deixa o chuveiro que vou lavar os pés?". Só os pés? Eu pensava. O cabelo, a cara, a bunda e a pussy, só por precaução. Veio quente, empolgada pela "noite dela". Eu não tava no mesmo pique. Continuamos nos vendo... até que uns 10 ou 12 dias depois ela fez a mesma coisa. Quando me liga, bêbada e puta da vida, respondi que não, que fosse pra casa dela. Insistiu — porque ela era (ou é) assim:quero agora— e diante da minha 10ª recusa, ela deve ter ido pra casa dela.
Não sei, porque no dia seguinte, tipo meio-dia, mandei um "Oi. Tem um minuto pra eu te ligar?". E quando liguei, falei claramente que até ali a gente tinha chegado. "Você não precisa me pedir permissão, mas se eu te deixo na sua casa, pra mim você tá na sua casa. E se der na telha de sair, é questão de educação me avisar. Uma vez eu aturei. Duas já me acendem um alerta de que qualquer dia vou achar que você tá trabalhando e foi pro Brasil, sei lá. Não, Paula. FIM". Ela pirou, como sempre nesses casos: aquela mistura eterna de "desculpa" com "seu filho da puta" ou "não faço mais" com "vai tomar no cu", turbinado com "é, você tem razão, sou meio desleixada" e "mas quem você pensa que é, otário?". A última coisa que ela falou nessa conversa de fim de relacionamento foi "Você vai ver. Vai ficar sozinho. Nenhuma mulher vai te dar bola" e desligou.

Paula: um inferno. Olha só o que ela tem debaixo da teta esquerda...E aí eu encaixo no que vem depois... vou contar rápido, pra me aprofundar numa quarta parte. Eu já tava há meses trocando ideia, mas SUJO pra caralho, com uma mina casada do Uruguai, que me mandava vídeos explícitos, fotos, imagens cheirando, realizava qualquer pedido meu, por mais louco que fosse. Dois dias depois da Paula profetizar minha solidão eterna e a rejeição feminina, eu tava tocando em Montevidéu. Então, dois dias depois de terminar com a Paula, bem contra a vontade dela, eu tava no hotel que alugaram pra banda, metendo a pica, finalmente, na Natacha, uma uruguaia não só TÃO puta quanto a Paula: resumindo, super complacente, super apaixonada por mim e ainda... fiz ela experimentar o que a Paula odiava por causa do ex, e a Natacha babava de tão tesuda que a cocaína deixava ela.
Paro por aqui. Mas ó: a Paula e a Natacha se conheceram, sim.
Uma tarde que a Paula veio buscar um livro que ela tinha me emprestado. E esse encontro rendeu: um menage com minha ex, Paula, e a que era minha atual, Natacha, e a tentação que a Paula tanto recusou, mas comigo se deixou seduzir: ela ficou viciada pra caralho enquanto nós três nos divertíamos pra cacete na minha casa. Um detalhe: toda vez que a Natacha saía do sexo pra buscar mais pó ou fazer xixi, a Paula falava pra mim: "Eu venho pra você me comer, não tanto pela experiência. Uso o menage pra voltar a transar com você".
Uma foto do trio. Por motivos óbvios, meu rosto e o da Natacha estão montados.
Olha só. ... continua na parte 4...
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