Oi, me chamo Alejandro, tenho 34 anos e, pra ser sincero, essa história não é tão longa nem tão curta — é só que minha esposa não é mais a mesma de antes. Tudo aconteceu quando eu voltei pra casa.
Quando meu pai me disse: “Ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo”, vindo da boca do meu pai, só me deixou preocupado. Ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto tanto pra mulheres quanto pra homens casados. Mas eu não achava isso tão errado, até descobrir que não só eu, mas também minha esposa pensava do mesmo jeito. E pra piorar meu ego, eu presenciei como ela se divertia com ele.
Como foi que eu vi a festa da minha mulher dando pra outro? Como eu sei que não foi uma trepada casual, daquelas que rolam por um tesão do momento, que surge do nada, porque faz parte da natureza das fêmeas humanas — que não são iguais aos outros mamíferos, presas a um ciclo fisiológico pra aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entre na sua casa abrindo com a chave, num horário ou dia em que, por qualquer motivo, você deveria estar longe. Melhor avisar com uma boa antecedência.
No meu caso, já tinha tudo preparado. Falei pra minha mulher que no trabalho iam me mandar pro interior por uns dias pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo, com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do meu pai, instalei umas câmeras escondidas em casa pra ter provas sólidas e enfrentar um divórcio totalmente favorável a mim, claro. Liguei pro trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela tinha pedido o dia de folga. Não precisei pensar muito — ela não perdia tempo, com certeza ia aproveitar o dia pra encontrar o amante.
Decidi ir pra casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — não me chamou a atenção. Presta atenção nesses momentos, agora tudo faz sentido, as visitas na casa das amigas dela, as noites na academia, tudo o que passou criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente da minha casa pouco depois das 12 horas, minhas pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar dos meus atos, mas tudo já estava preparado, não podia voltar atrás.
Abri e fechei de novo, tomando cuidado pra fazer o menor barulho possível, a porta da rua. A sala estava na penumbra, mas não em silêncio: ouvi claramente gemidos, exclamações e palavras entrecortadas vindas do quarto. Silenciosamente, fui me aproximando da porta do quarto, que estava escancarada, protegido pela escuridão do corredor.
O ambiente estava totalmente iluminado pela janelona que dá pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que tava rolando, meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas estavam em um cara jovem, mesmo que mais bonito que eu, mas não foi assim. Acho que os nervos e o coração prestes a explodir me deram náuseas. Vi claramente a Mariela com as pernas abertas ao máximo e, com a cabeça enfiada entre elas, um velho gagá demais pra se imaginar, obviamente chupando a buceta dela com a língua.
— Uai!… Ahhh!… que delícia!… ahhh!… eu adoro!… siiiim!… meu amoooor! — a Mariela aprovava, com as duas mãos na cabeça careca do amante, como se garantisse que ele não ia sair de entre as pernas dela. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos, era outro, não eu, que tava causando aquilo. Silenciosamente, recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava pro jardim dos fundos.
Me escondendo entre as roseiras e arbustos, me posicionei de um jeito que dava pra ver claramente, pela janelona, o que rolava no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o velho tava de costas e a Mariela, do lado com a bunda virada pro meu posto de observação, ela enfiava e tirava da boca um pau de tamanho médio, com as veias bem marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovos do amigo.
Só aí consegui ver quem era: Júlio, o chefe dela. Ele acariciava a bunda dela. Segurei o impulso de sair correndo pra interromper a festa. Pensei comigo mesmo nos dias que a Mariela tinha que ficar até tarde no trabalho, fazendo hora extra — com certeza o velho nojento tava comendo ela no escritório, não é à toa que ela conseguiu uma promoção tão do nada.
Me deixei levar pelos pensamentos e nem prestei atenção em como a putinha tava curtindo aquele pinto, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela tava fazendo aquilo, por que tava chupando como se fosse a maior piroca do mundo.
Enquanto ela engolia, lambia e chupava, tive a impressão de que estavam me olhando com deboche, que sabiam que eu tava sofrendo escondido atrás dos arbustos que nem um covarde.
Depois de alguns minutos, a Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do parceiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que devem ter se beijado bastante, até que ela, sempre de quatro, enfiou o totem pra dentro e começou a comer o homem dela, que segurava ela com as duas mãos, acariciava a bunda e agora os peitos, sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se era ela quem fazia tudo! Pelo vidro entreaberto, chegavam os gemidos e comentários curtos mas elogiosos da minha esposa. Impressionava o movimento de subir pra "tirar" a porra do pau, pra depois enfiar de novo na boceta, acompanhado de um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que fazer pra se dar prazer mútuo. A Mariela se levantou sem parar o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já tinha sido suficiente aquela variação, virou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Tava com os olhos fechados e a boca entreaberta. Era a cara do prazer. Pronto ela se deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim, teve que mexer o esqueleto, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, usa a palavra: buceta, cheia de porra, da Mariela, que soltava um catálogo inteiro de sons de prazer. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um concerto de suspiros, gemidos e gritos de gozo.
—Julio, você é um mestre fazendo amor… hoje tá com toda a disposição… me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair…
—Você também tá com toda a energia hoje… será que é porque tá dando pra outro, na sua cama?… vai me matar… —devolveu o elogio o velho.
—Pode ser… não vai negar que é muito melhor que o hotel… pena que uma ocasião como a de hoje é difícil de se repetir… meu marido fora da cidade… —completou minha esposa.
—Será… mas me dá uma agonia… pena do seu marido… fodo a esposa dele… na casa dele… na cama dele… uso o banheiro dele… e a “pistola” e as bolas eu seco com as toalhas dele…
Minha esposa interrompe:
—Perdão? O que é isso de “fodo…”?… não é que, quando eu quero, eu me dou um prazer com você e você vem na hora?… quem fode quem, hein? e deixa “tranquilo” meu marido… combinado?
Mariela se posicionou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando com os sucos vaginais, e agarrou com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não podia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase a metade da vara no rabo dela, que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco vezes que tentei comer aquele cuzinho gostoso, e agora ela tava entregando pra um estranho.
Com a pica dele já toda dentro, pude perceber que não era a primeira vez que minha mulher tava sendo comida pelo cu, era ela quem se mexia, engolia o pedaço com movimentos descontrolados, no rosto dela vi como ela tava curtindo.
Nunca a tinha visto tão vadia tão entregue, consegui distinguir nos gemidos dela que tava tendo um novo orgasmo.
Ela se mexia mais que ele, e era quem mais gemia, esfregava os testículos dele com a bunda dela.
Enquanto falava coisas tipo “você gosta dessa buceta…?”, “você gosta que eu enfio no seu cu..?”
Consegui ver como o cu dela estrangulava aquela pica, o velho não ia aguentar por muito tempo aquele ritmo infernal que a Mariela tava dando.
-Tô gozando… vadia, você tá me fazendo gozar no seu cu lindo ahhh… ahhh… vadia você gosta…
Me fez pensar num canhão fumegante (escorrendo nesse caso) depois do tiro; o disparo deve ter inundado de porra as entranhas dela, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Me retirei em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e pra piorar, com a pica dele menor que a minha, ele atende ela melhor que eu. Fui, com meu fardo, pra um bar no centro. Com o “embalo” que reinava no quarto da minha casa era previsível que o duo continuasse se pegando pelo resto da noite. No dia seguinte voltei pra casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no bar onde me embebedei, e decidi que as fotos não usaria pra ganhar o divórcio, mas sim pra chantagear ela, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre se mostrou muito recatada e centrada ao transar comigo, agora tenho outros planos pra ela, quando ela chegar do trabalho tenho uma verdadeira surpresa guardada, meus dois amigos estão totalmente dispostos a dar pra ela em todos os buracos, depois de tudo isso parece ser o que a Mariela tá precisando.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma mulher linda e simpática que facilmente desperta a cobiça masculina. O que não entrava nos meus planos é que despertasse nela um apetite sexual tão forte, que eu tinha presenciado, na trepada dela com o velho. Não sei com base em que eu achava que ela era resistente a tesão por outros “machos” e a se deixar levar por eles; Só na cabeça dela tá a resposta, agora só penso em vingança. Tá chegando a hora dela chegar, e vou poder provar a buceta dela já usada.
Penso que, como marido dela ainda, tô no meu direito.
Bom, essa é minha história triste pro orgulho dos homens, mas a realidade é foda de aceitar. Sou um corno manso consciente. Deixo o destino julgar quem tá mais errado, ela ou eu. Vocês tiram suas próprias conclusões.
Aqui deixo umas fotos dela: Quando meu pai me disse, "ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo", vindo da boca do meu pai, só me deixou mais preocupado. Ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto pra mulheres e homens casados. Mas eu não achava tão ruim, até descobrir que não só eu, mas minha esposa também pensava igual, e pra piorar meu ego, vi como ela se acabava com ele.
Como foi que eu vi a festa da minha mulher dando pro amante? Como sei que não foi uma trepada casual, daquelas que rolam por tesão do momento, que é da natureza das fêmeas humanas, que não tão presas como as outras fêmeas dos mamíferos a um estado fisiológico cíclico pra aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entra na sua casa abrindo com sua chave, em horário ou dia que, por qualquer motivo, você deveria estar longe dela. Melhor avisar com uma boa antecedência.
No meu caso, já tinha tudo preparado. Falei pra minha mulher que no trabalho iam me levar pro interior por uns dias pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do meu pai, instalei umas câmeras escondidas em casa pra ter provas contundentes e enfrentar um divórcio totalmente favorável a mim, claro. Liguei pro trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela Pediu o dia de folga. Não precisei pensar muito, ela não perdia tempo, com certeza ia usar o dia pra encontrar o amante.
Decidi ir pra minha casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — na época não me chamou a atenção, agora tudo faz sentido. As visitas na casa das amigas, as noites de academia, tudo o que passou criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente da minha casa pouco depois do meio-dia. As pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar das minhas ações, mas já estava tudo preparado, não podia voltar atrás.
Abri e fechei a porta da rua com cuidado pra fazer o menor barulho possível. A sala estava na penumbra, mas não em silêncio: ouvi claramente gemidos, exclamações e palavras entrecortadas vindas do quarto. Fui me aproximando sorrateiramente da porta do quarto, que estava escancarada, protegido pela escuridão do corredor.
O ambiente estava totalmente iluminado pela janela que dava pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que estava rolando — meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas estavam em um cara jovem, mesmo que mais bonito que eu, mas não era assim. Acho que os nervos e o coração prestes a explodir me deram náuseas. Vi nitidamente Mariela com as pernas abertas ao máximo e, com a cabeça enfiada entre elas, um velho gagá demais pra se imaginar, obviamente trabalhando a buceta dela com a língua.
— Uii!… Ahhh!… que delícia!… ahhh!… adoro!… siiiim!… meu amoooor! — aprovava Mariela, com as duas mãos na cabeça careca do amante, como se garantisse que ele não fosse sair dali. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos — era outro, não eu, que causava aquilo. Sorrateiramente, recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava pro jardim dos fundos. Escondido entre as roseiras e arbustos, me posicionei de um jeito que dava pra ver claramente, pela janela, o que rolava no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o cara tava de costas e a Mariela, do lado com a bunda virada pro meu ponto de observação, enfiava e tirava da boca uma rola de tamanho médio, com as veias bem marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovo do amigo dela.
Foi só aí que percebi quem era: o Júlio, o chefe dela. Ele tava acariciando a bunda dela. Segurei a vontade de sair correndo pra atrapalhar a festa. Pensei comigo mesmo nos dias que a Mariela tinha que ficar até tarde no trampo, como hora extra, de certeza o velho nojento tava comendo ela no escritório, não é à toa que ela conseguiu uma promoção tão rápida.
Me deixei levar pelos pensamentos e não prestei atenção em como a putinha tava curtindo aquele pau, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela fazia aquilo, por que chupava como se fosse a piroca mais gostosa do mundo.
Enquanto engolia, lambia e chupava, tive a impressão que tavam me olhando com deboche, que sabiam que eu tava sofrendo escondido atrás dos arbustos que nem um covarde.
Depois de uns minutos, a Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do parceiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que tenham se beijado um tempão, aí ela, sempre agachada, enfiou o totem e começou a montar no homem dela, que segurava ela com as duas mãos, acariciava a bunda agora os peitos sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se tudo era ela quem fazia! Pelos vidros entreabertos, chegavam os gemidos e comentários curtos mas elogiosos da minha esposa. Impressionava o movimento de subir pra "tirar" a pica, pra depois enfiar de novo na boceta com um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que deviam fazer para dar prazer um ao outro. Mariela se sentou sem parar o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já era suficiente essa variação, girou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Ela estava de olhos fechados e boca entreaberta. Era o retrato vivo do prazer. De repente, deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim, teve que mexer o esqueleto, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, usa a palavra: buceta, cheia de porra, de Mariela que soltava um catálogo inteiro de sons de prazer. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um concerto de suspiros, gemidos e gritos de gozo.
-Júlio, você é um mestre fazendo amor… hoje tá com toda a disposição… me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair…
-Você também tá com toda a energia hoje… será porque tá dando, por fora, na sua cama?… vai me matar… -devolveu o elogio o velho.
-Pode ser… não vai negar que é muito melhor que o hotel… pena que uma ocasião como a de hoje é difícil de se repetir… meu marido fora da cidade… -completou minha esposa.
-Será… mas me dá uma agonia… pena do seu marido… fodo a esposa dele… na casa dele… na cama dele… uso o banheiro dele… e a “pistola” e as bolas eu seco com as toalhas dele…
Minha esposa interrompe:
-Como é que é? O que é isso de “fodo…”?… não é que, quando me dá na telha, eu me satisfaço com você e você vem de boa?… quem fode quem, hein? e deixa “tranquilo” meu marido… combinado?
Mariela se posicionou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando com os sucos vaginais e pegou com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não conseguia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase metade da vara no cu dela que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco as tentativas que fiz pra comer aquele cu gostoso dela, agora se eu estava entregando ela para um estranho.
Com o pau dele já inteiro dentro, pude perceber que não era a primeira vez que minha mulher estava sendo comida no cu, era ela quem se mexia, engolia o pedaço com movimentos descontrolados, no rosto dela pude ver como ela estava gostando.
Nunca a tinha visto tão puta, tão entregue, pude perceber nos gemidos dela que estava tendo um novo orgasmo.
Ela se mexia mais do que ele, e era quem mais gemia, esfregava os testículos dele com a bunda.
Enquanto dizia coisas como "você gosta dessa buceta...?", "você gosta que eu meta no cu...?"
Pude ver como o cu dela estrangulava aquele pau, o velho não aguentaria por muito tempo aquele ritmo infernal que Mariela estava dando.
-Vou gozar... puta, você está me fazendo gozar no seu cu lindo ahhh... ahhh... puta, você gosta...
Me fez pensar em um canhão fumegante (escorrendo, nesse caso) depois do tiro; o tiro deve ter inundado as entranhas dela de porra, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Me retirei em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e, para piorar, com o pau menor que o meu, ele a satisfaz melhor do que eu. Fui, com minha carga, para um bar no centro. Com a "putaria" que reinava no quarto da minha casa, era previsível que o duo continuasse se esfregando pelo resto da noite. No dia seguinte, voltei para casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no bar onde me embebedei, e decidi que não usaria as fotos para ganhar o divórcio, mas sim para chantageá-la, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre se mostrou muito recatada e controlada ao transar comigo, agora tenho outros planos para ela, quando ela chegar do trabalho, tenho uma verdadeira surpresa reservada, meus dois amigos estão totalmente dispostos a dar para ela em todos os buracos, afinal, parece ser isso que Mariela está precisando.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma gostosa e simpática mulher que facilmente desperta a cobiça masculina. O que não entrava nos meus planos é que o apetite sexual dela despertasse tão forte, como eu tinha visto, na trepada dela com o velho. Não sei por que eu achava que ela era imune às tesões por outros "males" e a se deixar levar por elas; só na cabeça dela está a resposta, agora só penso em vingança, a hora dela chegar está perto, e vou poder provar a buceta dela já usada.
Penso que, como marido dela ainda, estou nos meus direitos.
Bom, essa é minha história triste para o orgulho dos homens, mas a realidade é difícil de aceitar, sou um corno consciente. Deixo o destino julgar quem está mais errado, ela ou eu. Vocês tirem suas próprias conclusões.
Quando meu pai me disse, "ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo", vindo da boca do meu pai, só me preocupou, ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto para mulheres e homens casados. No entanto, eu não achava isso totalmente errado, até descobrir que não só eu, mas também minha esposa pensava do mesmo jeito, e pra piorar meu ego, vi como ela gozava com ele.
Como foi que eu vi a festa da minha mulher dando pro amante? Como sei que não foi uma trepada casual, daquelas que rolam por tesões que surgem do nada, porque estão na natureza das fêmeas humanas, que não são iguais às dos outros mamíferos, presas a um estado fisiológico cíclico pra aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entre na sua casa, abrindo com sua chave, em horário ou dia que, por qualquer motivo, se supõe que você está longe dela. Melhor avisar com antecedência.
No meu caso, já tinha tudo preparado, falei pra minha mulher que no trabalho iam me levar pro interior por uns dias, pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do Meu pai instalou umas câmeras escondidas em casa pra eu ter provas sólidas e sair ganhando no divórcio, lógico. Liguei no trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela tinha pedido folga. Não precisei pensar muito, ela não perdia tempo, com certeza ia aproveitar o dia pra encontrar o amante.
Resolvi ir pra casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — na época não me chamou a atenção, mas agora tudo faz sentido: as visitas pras amigas, as noites de academia, tudo que passava criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente de casa pouco depois do meio-dia, as pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar do que tava fazendo, mas já tava tudo pronto, não dava pra voltar atrás.
Abri e fechei a porta da rua com cuidado pra fazer o menor barulho possível. A sala tava na penumbra, mas não no silêncio: ouvi claramente gemidos, gritinhos e palavras entrecortadas vindo do quarto. Fui me aproximando devagar da porta, que tava escancarada, aproveitando a escuridão do corredor.
O quarto tava todo iluminado pela janela que dava pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que tava rolando — meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas eram de um cara jovem, mesmo que mais bonito que eu, mas não era nada disso. Acho que os nervos e o coração quase explodindo me deram ânsia. Vi claramente a Mariela de pernas abertas até o máximo e, com a cabeça enfiada entre elas, um velho velho demais pra se imaginar, obviamente chupando a buceta dela com a língua.
— Aih!… Ahhh!… que delícia!… ahhh!… adoro!… siiiim!… meu amor! — aprovava a Mariela, com as duas mãos na cabeça careca do amante. garantindo que ela não se afastasse da sua virilha. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos, era outro, não eu, que a gerava. Silenciosamente recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava para o jardim dos fundos.
Escondido entre as roseiras e arbustos, me posicionei de modo a ver claramente, pela janela, o que acontecia no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o cara estava de costas e Mariela, ao lado com a bunda virada para o meu posto de observação, enfiava e tirava da boca uma rola de tamanho médio, com as veias perfeitamente marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovos do amigo.
Só aí pude ver quem era: Júlio, o chefe dela. Ele acariciava a bunda dela. Reprimi o impulso de me jogar pra interromper o banquete. Pensei comigo mesmo nos dias em que Mariela tinha que ficar no trabalho, fazendo horas extras, com certeza o velho nojento comia ela no escritório, não à toa ela conseguiu uma promoção tão repentina.
Me deixei levar pelos pensamentos e não prestei atenção em como a putinha aproveitava aquele pau, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela fazia aquilo, por que chupava como se fosse o maior tesão do mundo.
Enquanto engolia, lambia e chupava, tive a impressão de que estavam me olhando com deboche, que sabiam que eu sofria escondido atrás dos arbustos como um covarde.
Passados alguns minutos, Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do companheiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que tenham se beijado longamente, até que ela, sempre de quatro, enfiou o totem e começou a montar no homem dela, que segurava ela com as duas mãos, acariciava a bunda e agora os peitos, sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se ela fazia tudo! Pelos vidros entreabertos, chegavam até mim os gemidos e comentários breves. mas elogiosos sobre minha esposa. Impressionava o percurso ascendente para "tirar" a pica, pra depois enfiar na buceta dela, acompanhado de um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que fazer pra se dar prazer mutuamente. Mariela se sentou sem interromper o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já era suficiente aquela variante, girou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Tinha os olhos fechados e a boca entreaberta. Era o retrato vivo do prazer. De repente, se deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim, teve que rebolar, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, cheia de pica, da Mariela, que soltava um catálogo inteiro de sons de prazer. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um concerto de suspiros, gemidos e gritos de gozo.
— Julio, você é um mestre fazendo amor... hoje tá com toda a disposição... me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair...
— Você também tá com toda a energia hoje... será que é porque tá dando, por fora, na sua cama?… vai me matar — devolveu o elogio o velho.
— Pode ser... não vai negar que é muito melhor que o hotel... pena que uma oportunidade como a de hoje é difícil de acontecer de novo... meu marido fora da cidade — completou minha esposa.
— Será... mas me dá uma coisa... pena do seu marido... fodo a esposa dele... na casa dele... na cama dele... uso o banheiro dele... e a "pistola" e as bolas eu seco com as toalhas dele...
Minha esposa interrompe:
— Perdão? O que é isso de "fodo a esposa dele"?… não é que, quando eu quero, eu me dou um gosto com você e você vem correndo?… quem fode quem, hein? e deixa "tranquilo" meu marido… combinado?
Mariela se virou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando com os sucos vaginais, e pegou com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não conseguia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase metade da pica no rabo dela que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco tentativas que fiz pra comer aquele cuzinho gostoso dela, agora ela tava entregando pra um estranho.
Com o pau dele já todo dentro, percebi que não era a primeira vez que minha mulher tava sendo comida no cu, era ela quem se mexia, engolia aquele pedaço com movimentos descontrolados, na cara dela dava pra ver como tava curtindo.
Nunca tinha visto ela tão puta, tão entregue, dava pra perceber nos gemidos que ela tava tendo um orgasmo novo.
Ela se mexia mais que ele, e quem mais gemia, esfregava os ovos dele com a bunda.
Enquanto falava coisas tipo "cê gosta, piranha...?", "cê gosta que eu enfio no cu...?"
Consegui ver como o cu dela estrangulava aquela pica, o velho não ia aguentar por muito tempo aquele ritmo infernal que a Mariela tava dando.
-Tô gozando... puta, cê tá me fazendo gozar no seu cuzinho gostoso ahhh... ahhh... puta, cê gosta...
Me fez pensar num canhão fumegante (escorrendo nesse caso) depois do tiro; o tiro deve ter inundado as entranhas dela de porra, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Saí em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e pra piorar, com o pau menor que o meu, atende ela melhor que eu. Fui, com minha tristeza, pra um bar no centro. Com a "onda" que reinava no quarto da minha casa, era previsível que o dueto continuasse pelo resto da noite. No dia seguinte, voltei pra casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no lugar onde me embebedei, e decidi que as fotos não usaria pra ganhar o divórcio, mas sim pra chantagear ela, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre foi muito fechada e certinha ao transar comigo, agora tenho outros planos pra ela, quando ela chegar do trabalho, tenho uma surpresa guardada. Uma verdadeira surpresa: meus dois amigos estão totalmente dispostos a comer ela em todos os buracos, afinal, parece ser exatamente o que a Mariela precisa.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma mulher linda e simpática, que facilmente desperta a cobiça dos homens. O que eu não esperava é que o apetite sexual dela despertasse tão forte, depois do que presenciei naquela trepada com o velho. Não sei por que eu achava que ela era imune a essas putarias por outros "males" e a se deixar levar por elas; só na cabeça dela está a resposta. Agora, a única coisa em que penso é na vingança. A hora dela chegar está se aproximando, e vou poder provar aquele cu já usado.
Acho que, como ainda sou marido dela, tenho esse direito.
Bom, essa é minha história triste para o orgulho dos homens, mas a realidade é difícil de aceitar: sou um corno consciente. Deixo que o destino julgue quem está mais errado, ela ou eu. Vocês tirem suas próprias conclusões.
Quando meu pai me disse: "Ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo", vindo da boca do meu pai, só me deixou preocupado. Ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto tanto para mulheres quanto para homens casados. No entanto, eu não achava isso totalmente errado, até descobrir que não só eu, mas também minha esposa pensava do mesmo jeito, e, para piorar meu ego, presenciei como ela se divertia com ele.
Como foi que eu presenciei a festa da minha mulher dando pro amante? Como sei que não foi uma trepada casual, daquelas que acontecem por um tesão que surge do nada, porque está na natureza das fêmeas humanas, que não são como as outras fêmeas dos mamíferos, presas a um estado fisiológico cíclico para aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entre na sua casa abrindo com sua chave, num horário ou dia em que, por qualquer motivo, você deveria estar longe. Melhor avisar com uma boa antecedência. No meu caso, já tinha tudo preparado. Falei pra minha mulher que no trabalho precisavam me mandar pro interior por uns dias, pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do meu pai, instalei umas câmeras escondidas em casa pra ter provas contundentes e enfrentar um divórcio totalmente favorável a mim, claro. Liguei pro trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela tinha pedido folga. Não precisei pensar muito: ela não perdia tempo, com certeza ia aproveitar o dia pra se encontrar com o amante.
Resolvi ir pra casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — na época não me chamou a atenção, mas agora tudo faz sentido: as visitas pras amigas, as noites de academia, tudo que passou criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente de casa pouco depois do meio-dia. Minhas pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar das minhas ações, mas já estava tudo armado, não dava pra voltar atrás.
Abri e fechei a porta da rua com cuidado pra fazer o menor barulho possível. A sala estava na penumbra, mas não em silêncio: ouvi claramente gemidos, exclamações e palavras entrecortadas vindo do quarto. Fui me aproximando sorrateiramente da porta, que estava escancarada, aproveitando a escuridão do corredor.
O ambiente estava totalmente iluminado pela janela que dá pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que tava rolando — meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas eram de um cara jovem, talvez mais bonito que eu, mas não era nada disso. Acho que os nervos e o coração prestes a explodir me deram ânsia. Vi nitidamente Mariela com as pernas abertas ao máximo e a cabeça enterrada... entre elas, um cara velho demais pra se imaginar, obviamente chupando a buceta dela com a língua.
- Uai!... Ahhh!... que delícia!... ahhh!... eu adoro!... siiiim!... meu amor! – aprovava Mariela, com as duas mãos na cabeça careca do amante, como se garantisse que ele não saísse de entre as pernas dela. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos, era outro, não eu, que a causava. Silenciosamente, recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava no jardim dos fundos.
Escondido entre as roseiras e arbustos, me posicionei de modo a ver claramente, pela janela, o que acontecia no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o cara estava de costas e Mariela, de lado com a bunda oposta ao meu posto de observação, enfiava e tirava da boca um pau de tamanho médio, com as veias perfeitamente marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovos do amigo.
Só aí eu vi quem era: Júlio, o chefe dela. Ele acariciava a bunda dela. Segurei o impulso de me jogar pra interromper o banquete. Pensei comigo nos dias em que Mariela tinha que ficar no trabalho, fazendo hora extra, com certeza o velho nojento comia ela no escritório, não à toa ela conseguiu uma promoção tão repentina.
Me deixei levar pelos pensamentos e não prestei atenção em como a putinha aproveitava aquele pau, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela fazia aquilo, por que chupava como se fosse a piroca mais gostosa do mundo.
Enquanto ela engolia, lambia e chupava, tive a impressão de que estavam me olhando com deboche, que sabiam que eu sofria escondido atrás dos arbustos como um covarde.
Passados alguns minutos, Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do companheiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que tenham se beijado longamente, e então ela, sempre agachada, enfiou o totem pra dentro e começou a foder. O homem dela segurava com as duas mãos, acariciava a bunda e agora os peitos, sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se tudo quem fazia era a parceira! Pelos vidros entreabertos, chegavam até mim os gemidos e comentários breves, mas elogiosos, da minha esposa. Impressionava o movimento ascendente pra "tirar" a porra da pica, pra depois enfiar de volta na buceta, acompanhado de um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que fazer pra se dar prazer mútuo. Mariela se sentou sem parar o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já era suficiente aquela variação, girou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Tinha os olhos fechados e a boca entreaberta. Era a cara do prazer. De repente, deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim teve que se mexer, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, usa a palavra: buceta, cheia de pica, da Mariela, que soltava um catálogo inteiro de sons de tesão. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um show de suspiros, gemidos e gritos de prazer.
— Júlio, você é um mestre fazendo amor... hoje tá com toda a energia... me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair...
— Você também tá com tudo hoje... será que é porque tá dando, por fora, na sua cama?... vai me matar... — devolveu o elogio o velho.
— Pode ser... não vai negar que é muito melhor que o hotel... pena que uma oportunidade como a de hoje é difícil de se repetir... meu marido fora da cidade... — completou minha esposa.
— Será... mas me dá uma agonia... pena do seu marido... fodo a esposa dele... na casa dele... na cama dele... uso o banheiro... e a "pistola" e as bolas eu seco com as toalhas dele...
Minha esposa interrompe:
— Perdão? O que é isso de "fodo a esposa dele"?... não será que, quando eu quero, eu me dou um Gosto de você e você vem na hora?… Quem come quem, hein? E deixa meu marido “tranquilo”… combinado?
Mariela se virou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando dos sucos vaginais, e pegou ela com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não podia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase metade da tranca no rabo dela que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco vezes que tentei comer aquele cuzinho gostoso, agora tava entregando pra um estranho.
Com a pica dele já toda dentro, percebi que não era a primeira vez que minha mulher tava sendo comida no cu, era ela quem se mexia, engolia o pedaço com movimentos descontrolados, no rosto dela dava pra ver como tava curtindo.
Nunca tinha visto ela tão puta, tão entregue, dava pra perceber nos gemidos que ela tava tendo outro orgasmo.
Ela se mexia mais que ele, e quem mais gemia, esfregava os colhões dela com a bunda.
Enquanto falava coisas tipo “cê gosta dessa buceta…?”, “cê gosta que eu enfio no cu..?”
Dava pra ver o cu dela estrangulando aquela pica, o velho não ia aguentar por muito tempo aquele ritmo infernal que Mariela tava dando.
— Tô gozandooo… puta, cê tá me fazendo gozar nesse seu cuzinho gostoso ahhh… ahhh… puta, cê gosta…
Me fez pensar num canhão fumegante (escorrendo nesse caso) depois do tiro; o tiro deve ter inundado de porra as entranhas dela, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Saí em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e, pra piorar, com a pica menor que a minha, atende ela melhor que eu. Fui, com minha tristeza, pra um bar no centro. Com a “foda” que reinava no quarto da minha casa, era previsível que o dueto continuasse pelo resto da noite. No dia seguinte, voltei pra casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no bar onde me embebedei, e decidi que as fotos não usaria elas pra ganhar o divórcio, mas sim pra chantagear ela, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre se mostrou muito relutante e focada ao transar comigo, agora tenho outros planos pra ela, quando chegar do trabalho tenho uma verdadeira surpresa guardada, meus dois amigos estão totalmente dispostos a meter nela em todos os buracos, afinal parece ser isso que a Mariela tá precisando.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma mulher linda e simpática que facilmente desperta a cobiça dos homens. O que não entrava nos meus planos é que o apetite sexual dela despertasse tão forte, igual eu vi naquela trepada com o velho. Não sei por que eu achava que ela era fria pra putaria com outros caras e pra se deixar levar por isso; só na cabeça dela tem a resposta, agora só penso em vingança, tá chegando a hora dela chegar, e vou poder provar a bunda dela já usada.
Acho que como marido ainda dela, tô no meu direito.
Bom, essa é minha história triste pro orgulho dos homens, mas a realidade é difícil de aceitar, sou um corno manso. Deixo o destino julgar quem tá mais errado, ela ou eu. Vocês tirem suas próprias conclusões.

Quando meu pai me disse: “Ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo”, vindo da boca do meu pai, só me deixou preocupado. Ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto tanto pra mulheres quanto pra homens casados. Mas eu não achava isso tão errado, até descobrir que não só eu, mas também minha esposa pensava do mesmo jeito. E pra piorar meu ego, eu presenciei como ela se divertia com ele.
Como foi que eu vi a festa da minha mulher dando pra outro? Como eu sei que não foi uma trepada casual, daquelas que rolam por um tesão do momento, que surge do nada, porque faz parte da natureza das fêmeas humanas — que não são iguais aos outros mamíferos, presas a um ciclo fisiológico pra aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entre na sua casa abrindo com a chave, num horário ou dia em que, por qualquer motivo, você deveria estar longe. Melhor avisar com uma boa antecedência.
No meu caso, já tinha tudo preparado. Falei pra minha mulher que no trabalho iam me mandar pro interior por uns dias pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo, com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do meu pai, instalei umas câmeras escondidas em casa pra ter provas sólidas e enfrentar um divórcio totalmente favorável a mim, claro. Liguei pro trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela tinha pedido o dia de folga. Não precisei pensar muito — ela não perdia tempo, com certeza ia aproveitar o dia pra encontrar o amante.
Decidi ir pra casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — não me chamou a atenção. Presta atenção nesses momentos, agora tudo faz sentido, as visitas na casa das amigas dela, as noites na academia, tudo o que passou criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente da minha casa pouco depois das 12 horas, minhas pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar dos meus atos, mas tudo já estava preparado, não podia voltar atrás.
Abri e fechei de novo, tomando cuidado pra fazer o menor barulho possível, a porta da rua. A sala estava na penumbra, mas não em silêncio: ouvi claramente gemidos, exclamações e palavras entrecortadas vindas do quarto. Silenciosamente, fui me aproximando da porta do quarto, que estava escancarada, protegido pela escuridão do corredor.
O ambiente estava totalmente iluminado pela janelona que dá pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que tava rolando, meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas estavam em um cara jovem, mesmo que mais bonito que eu, mas não foi assim. Acho que os nervos e o coração prestes a explodir me deram náuseas. Vi claramente a Mariela com as pernas abertas ao máximo e, com a cabeça enfiada entre elas, um velho gagá demais pra se imaginar, obviamente chupando a buceta dela com a língua.
— Uai!… Ahhh!… que delícia!… ahhh!… eu adoro!… siiiim!… meu amoooor! — a Mariela aprovava, com as duas mãos na cabeça careca do amante, como se garantisse que ele não ia sair de entre as pernas dela. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos, era outro, não eu, que tava causando aquilo. Silenciosamente, recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava pro jardim dos fundos.
Me escondendo entre as roseiras e arbustos, me posicionei de um jeito que dava pra ver claramente, pela janelona, o que rolava no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o velho tava de costas e a Mariela, do lado com a bunda virada pro meu posto de observação, ela enfiava e tirava da boca um pau de tamanho médio, com as veias bem marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovos do amigo.
Só aí consegui ver quem era: Júlio, o chefe dela. Ele acariciava a bunda dela. Segurei o impulso de sair correndo pra interromper a festa. Pensei comigo mesmo nos dias que a Mariela tinha que ficar até tarde no trabalho, fazendo hora extra — com certeza o velho nojento tava comendo ela no escritório, não é à toa que ela conseguiu uma promoção tão do nada.
Me deixei levar pelos pensamentos e nem prestei atenção em como a putinha tava curtindo aquele pinto, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela tava fazendo aquilo, por que tava chupando como se fosse a maior piroca do mundo.
Enquanto ela engolia, lambia e chupava, tive a impressão de que estavam me olhando com deboche, que sabiam que eu tava sofrendo escondido atrás dos arbustos que nem um covarde.
Depois de alguns minutos, a Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do parceiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que devem ter se beijado bastante, até que ela, sempre de quatro, enfiou o totem pra dentro e começou a comer o homem dela, que segurava ela com as duas mãos, acariciava a bunda e agora os peitos, sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se era ela quem fazia tudo! Pelo vidro entreaberto, chegavam os gemidos e comentários curtos mas elogiosos da minha esposa. Impressionava o movimento de subir pra "tirar" a porra do pau, pra depois enfiar de novo na boceta, acompanhado de um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que fazer pra se dar prazer mútuo. A Mariela se levantou sem parar o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já tinha sido suficiente aquela variação, virou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Tava com os olhos fechados e a boca entreaberta. Era a cara do prazer. Pronto ela se deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim, teve que mexer o esqueleto, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, usa a palavra: buceta, cheia de porra, da Mariela, que soltava um catálogo inteiro de sons de prazer. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um concerto de suspiros, gemidos e gritos de gozo.
—Julio, você é um mestre fazendo amor… hoje tá com toda a disposição… me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair…
—Você também tá com toda a energia hoje… será que é porque tá dando pra outro, na sua cama?… vai me matar… —devolveu o elogio o velho.
—Pode ser… não vai negar que é muito melhor que o hotel… pena que uma ocasião como a de hoje é difícil de se repetir… meu marido fora da cidade… —completou minha esposa.
—Será… mas me dá uma agonia… pena do seu marido… fodo a esposa dele… na casa dele… na cama dele… uso o banheiro dele… e a “pistola” e as bolas eu seco com as toalhas dele…
Minha esposa interrompe:
—Perdão? O que é isso de “fodo…”?… não é que, quando eu quero, eu me dou um prazer com você e você vem na hora?… quem fode quem, hein? e deixa “tranquilo” meu marido… combinado?
Mariela se posicionou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando com os sucos vaginais, e agarrou com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não podia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase a metade da vara no rabo dela, que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco vezes que tentei comer aquele cuzinho gostoso, e agora ela tava entregando pra um estranho.
Com a pica dele já toda dentro, pude perceber que não era a primeira vez que minha mulher tava sendo comida pelo cu, era ela quem se mexia, engolia o pedaço com movimentos descontrolados, no rosto dela vi como ela tava curtindo.
Nunca a tinha visto tão vadia tão entregue, consegui distinguir nos gemidos dela que tava tendo um novo orgasmo.
Ela se mexia mais que ele, e era quem mais gemia, esfregava os testículos dele com a bunda dela.
Enquanto falava coisas tipo “você gosta dessa buceta…?”, “você gosta que eu enfio no seu cu..?”
Consegui ver como o cu dela estrangulava aquela pica, o velho não ia aguentar por muito tempo aquele ritmo infernal que a Mariela tava dando.
-Tô gozando… vadia, você tá me fazendo gozar no seu cu lindo ahhh… ahhh… vadia você gosta…
Me fez pensar num canhão fumegante (escorrendo nesse caso) depois do tiro; o disparo deve ter inundado de porra as entranhas dela, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Me retirei em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e pra piorar, com a pica dele menor que a minha, ele atende ela melhor que eu. Fui, com meu fardo, pra um bar no centro. Com o “embalo” que reinava no quarto da minha casa era previsível que o duo continuasse se pegando pelo resto da noite. No dia seguinte voltei pra casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no bar onde me embebedei, e decidi que as fotos não usaria pra ganhar o divórcio, mas sim pra chantagear ela, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre se mostrou muito recatada e centrada ao transar comigo, agora tenho outros planos pra ela, quando ela chegar do trabalho tenho uma verdadeira surpresa guardada, meus dois amigos estão totalmente dispostos a dar pra ela em todos os buracos, depois de tudo isso parece ser o que a Mariela tá precisando.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma mulher linda e simpática que facilmente desperta a cobiça masculina. O que não entrava nos meus planos é que despertasse nela um apetite sexual tão forte, que eu tinha presenciado, na trepada dela com o velho. Não sei com base em que eu achava que ela era resistente a tesão por outros “machos” e a se deixar levar por eles; Só na cabeça dela tá a resposta, agora só penso em vingança. Tá chegando a hora dela chegar, e vou poder provar a buceta dela já usada.
Penso que, como marido dela ainda, tô no meu direito.
Bom, essa é minha história triste pro orgulho dos homens, mas a realidade é foda de aceitar. Sou um corno manso consciente. Deixo o destino julgar quem tá mais errado, ela ou eu. Vocês tiram suas próprias conclusões.
Aqui deixo umas fotos dela: Quando meu pai me disse, "ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo", vindo da boca do meu pai, só me deixou mais preocupado. Ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto pra mulheres e homens casados. Mas eu não achava tão ruim, até descobrir que não só eu, mas minha esposa também pensava igual, e pra piorar meu ego, vi como ela se acabava com ele.
Como foi que eu vi a festa da minha mulher dando pro amante? Como sei que não foi uma trepada casual, daquelas que rolam por tesão do momento, que é da natureza das fêmeas humanas, que não tão presas como as outras fêmeas dos mamíferos a um estado fisiológico cíclico pra aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entra na sua casa abrindo com sua chave, em horário ou dia que, por qualquer motivo, você deveria estar longe dela. Melhor avisar com uma boa antecedência.
No meu caso, já tinha tudo preparado. Falei pra minha mulher que no trabalho iam me levar pro interior por uns dias pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do meu pai, instalei umas câmeras escondidas em casa pra ter provas contundentes e enfrentar um divórcio totalmente favorável a mim, claro. Liguei pro trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela Pediu o dia de folga. Não precisei pensar muito, ela não perdia tempo, com certeza ia usar o dia pra encontrar o amante.
Decidi ir pra minha casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — na época não me chamou a atenção, agora tudo faz sentido. As visitas na casa das amigas, as noites de academia, tudo o que passou criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente da minha casa pouco depois do meio-dia. As pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar das minhas ações, mas já estava tudo preparado, não podia voltar atrás.
Abri e fechei a porta da rua com cuidado pra fazer o menor barulho possível. A sala estava na penumbra, mas não em silêncio: ouvi claramente gemidos, exclamações e palavras entrecortadas vindas do quarto. Fui me aproximando sorrateiramente da porta do quarto, que estava escancarada, protegido pela escuridão do corredor.
O ambiente estava totalmente iluminado pela janela que dava pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que estava rolando — meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas estavam em um cara jovem, mesmo que mais bonito que eu, mas não era assim. Acho que os nervos e o coração prestes a explodir me deram náuseas. Vi nitidamente Mariela com as pernas abertas ao máximo e, com a cabeça enfiada entre elas, um velho gagá demais pra se imaginar, obviamente trabalhando a buceta dela com a língua.
— Uii!… Ahhh!… que delícia!… ahhh!… adoro!… siiiim!… meu amoooor! — aprovava Mariela, com as duas mãos na cabeça careca do amante, como se garantisse que ele não fosse sair dali. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos — era outro, não eu, que causava aquilo. Sorrateiramente, recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava pro jardim dos fundos. Escondido entre as roseiras e arbustos, me posicionei de um jeito que dava pra ver claramente, pela janela, o que rolava no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o cara tava de costas e a Mariela, do lado com a bunda virada pro meu ponto de observação, enfiava e tirava da boca uma rola de tamanho médio, com as veias bem marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovo do amigo dela.
Foi só aí que percebi quem era: o Júlio, o chefe dela. Ele tava acariciando a bunda dela. Segurei a vontade de sair correndo pra atrapalhar a festa. Pensei comigo mesmo nos dias que a Mariela tinha que ficar até tarde no trampo, como hora extra, de certeza o velho nojento tava comendo ela no escritório, não é à toa que ela conseguiu uma promoção tão rápida.
Me deixei levar pelos pensamentos e não prestei atenção em como a putinha tava curtindo aquele pau, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela fazia aquilo, por que chupava como se fosse a piroca mais gostosa do mundo.
Enquanto engolia, lambia e chupava, tive a impressão que tavam me olhando com deboche, que sabiam que eu tava sofrendo escondido atrás dos arbustos que nem um covarde.
Depois de uns minutos, a Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do parceiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que tenham se beijado um tempão, aí ela, sempre agachada, enfiou o totem e começou a montar no homem dela, que segurava ela com as duas mãos, acariciava a bunda agora os peitos sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se tudo era ela quem fazia! Pelos vidros entreabertos, chegavam os gemidos e comentários curtos mas elogiosos da minha esposa. Impressionava o movimento de subir pra "tirar" a pica, pra depois enfiar de novo na boceta com um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que deviam fazer para dar prazer um ao outro. Mariela se sentou sem parar o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já era suficiente essa variação, girou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Ela estava de olhos fechados e boca entreaberta. Era o retrato vivo do prazer. De repente, deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim, teve que mexer o esqueleto, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, usa a palavra: buceta, cheia de porra, de Mariela que soltava um catálogo inteiro de sons de prazer. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um concerto de suspiros, gemidos e gritos de gozo.
-Júlio, você é um mestre fazendo amor… hoje tá com toda a disposição… me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair…
-Você também tá com toda a energia hoje… será porque tá dando, por fora, na sua cama?… vai me matar… -devolveu o elogio o velho.
-Pode ser… não vai negar que é muito melhor que o hotel… pena que uma ocasião como a de hoje é difícil de se repetir… meu marido fora da cidade… -completou minha esposa.
-Será… mas me dá uma agonia… pena do seu marido… fodo a esposa dele… na casa dele… na cama dele… uso o banheiro dele… e a “pistola” e as bolas eu seco com as toalhas dele…
Minha esposa interrompe:
-Como é que é? O que é isso de “fodo…”?… não é que, quando me dá na telha, eu me satisfaço com você e você vem de boa?… quem fode quem, hein? e deixa “tranquilo” meu marido… combinado?
Mariela se posicionou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando com os sucos vaginais e pegou com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não conseguia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase metade da vara no cu dela que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco as tentativas que fiz pra comer aquele cu gostoso dela, agora se eu estava entregando ela para um estranho.
Com o pau dele já inteiro dentro, pude perceber que não era a primeira vez que minha mulher estava sendo comida no cu, era ela quem se mexia, engolia o pedaço com movimentos descontrolados, no rosto dela pude ver como ela estava gostando.
Nunca a tinha visto tão puta, tão entregue, pude perceber nos gemidos dela que estava tendo um novo orgasmo.
Ela se mexia mais do que ele, e era quem mais gemia, esfregava os testículos dele com a bunda.
Enquanto dizia coisas como "você gosta dessa buceta...?", "você gosta que eu meta no cu...?"
Pude ver como o cu dela estrangulava aquele pau, o velho não aguentaria por muito tempo aquele ritmo infernal que Mariela estava dando.
-Vou gozar... puta, você está me fazendo gozar no seu cu lindo ahhh... ahhh... puta, você gosta...
Me fez pensar em um canhão fumegante (escorrendo, nesse caso) depois do tiro; o tiro deve ter inundado as entranhas dela de porra, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Me retirei em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e, para piorar, com o pau menor que o meu, ele a satisfaz melhor do que eu. Fui, com minha carga, para um bar no centro. Com a "putaria" que reinava no quarto da minha casa, era previsível que o duo continuasse se esfregando pelo resto da noite. No dia seguinte, voltei para casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no bar onde me embebedei, e decidi que não usaria as fotos para ganhar o divórcio, mas sim para chantageá-la, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre se mostrou muito recatada e controlada ao transar comigo, agora tenho outros planos para ela, quando ela chegar do trabalho, tenho uma verdadeira surpresa reservada, meus dois amigos estão totalmente dispostos a dar para ela em todos os buracos, afinal, parece ser isso que Mariela está precisando.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma gostosa e simpática mulher que facilmente desperta a cobiça masculina. O que não entrava nos meus planos é que o apetite sexual dela despertasse tão forte, como eu tinha visto, na trepada dela com o velho. Não sei por que eu achava que ela era imune às tesões por outros "males" e a se deixar levar por elas; só na cabeça dela está a resposta, agora só penso em vingança, a hora dela chegar está perto, e vou poder provar a buceta dela já usada.
Penso que, como marido dela ainda, estou nos meus direitos.
Bom, essa é minha história triste para o orgulho dos homens, mas a realidade é difícil de aceitar, sou um corno consciente. Deixo o destino julgar quem está mais errado, ela ou eu. Vocês tirem suas próprias conclusões.
Quando meu pai me disse, "ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo", vindo da boca do meu pai, só me preocupou, ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto para mulheres e homens casados. No entanto, eu não achava isso totalmente errado, até descobrir que não só eu, mas também minha esposa pensava do mesmo jeito, e pra piorar meu ego, vi como ela gozava com ele.
Como foi que eu vi a festa da minha mulher dando pro amante? Como sei que não foi uma trepada casual, daquelas que rolam por tesões que surgem do nada, porque estão na natureza das fêmeas humanas, que não são iguais às dos outros mamíferos, presas a um estado fisiológico cíclico pra aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entre na sua casa, abrindo com sua chave, em horário ou dia que, por qualquer motivo, se supõe que você está longe dela. Melhor avisar com antecedência.
No meu caso, já tinha tudo preparado, falei pra minha mulher que no trabalho iam me levar pro interior por uns dias, pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do Meu pai instalou umas câmeras escondidas em casa pra eu ter provas sólidas e sair ganhando no divórcio, lógico. Liguei no trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela tinha pedido folga. Não precisei pensar muito, ela não perdia tempo, com certeza ia aproveitar o dia pra encontrar o amante.
Resolvi ir pra casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — na época não me chamou a atenção, mas agora tudo faz sentido: as visitas pras amigas, as noites de academia, tudo que passava criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente de casa pouco depois do meio-dia, as pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar do que tava fazendo, mas já tava tudo pronto, não dava pra voltar atrás.
Abri e fechei a porta da rua com cuidado pra fazer o menor barulho possível. A sala tava na penumbra, mas não no silêncio: ouvi claramente gemidos, gritinhos e palavras entrecortadas vindo do quarto. Fui me aproximando devagar da porta, que tava escancarada, aproveitando a escuridão do corredor.
O quarto tava todo iluminado pela janela que dava pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que tava rolando — meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas eram de um cara jovem, mesmo que mais bonito que eu, mas não era nada disso. Acho que os nervos e o coração quase explodindo me deram ânsia. Vi claramente a Mariela de pernas abertas até o máximo e, com a cabeça enfiada entre elas, um velho velho demais pra se imaginar, obviamente chupando a buceta dela com a língua.
— Aih!… Ahhh!… que delícia!… ahhh!… adoro!… siiiim!… meu amor! — aprovava a Mariela, com as duas mãos na cabeça careca do amante. garantindo que ela não se afastasse da sua virilha. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos, era outro, não eu, que a gerava. Silenciosamente recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava para o jardim dos fundos.
Escondido entre as roseiras e arbustos, me posicionei de modo a ver claramente, pela janela, o que acontecia no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o cara estava de costas e Mariela, ao lado com a bunda virada para o meu posto de observação, enfiava e tirava da boca uma rola de tamanho médio, com as veias perfeitamente marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovos do amigo.
Só aí pude ver quem era: Júlio, o chefe dela. Ele acariciava a bunda dela. Reprimi o impulso de me jogar pra interromper o banquete. Pensei comigo mesmo nos dias em que Mariela tinha que ficar no trabalho, fazendo horas extras, com certeza o velho nojento comia ela no escritório, não à toa ela conseguiu uma promoção tão repentina.
Me deixei levar pelos pensamentos e não prestei atenção em como a putinha aproveitava aquele pau, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela fazia aquilo, por que chupava como se fosse o maior tesão do mundo.
Enquanto engolia, lambia e chupava, tive a impressão de que estavam me olhando com deboche, que sabiam que eu sofria escondido atrás dos arbustos como um covarde.
Passados alguns minutos, Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do companheiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que tenham se beijado longamente, até que ela, sempre de quatro, enfiou o totem e começou a montar no homem dela, que segurava ela com as duas mãos, acariciava a bunda e agora os peitos, sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se ela fazia tudo! Pelos vidros entreabertos, chegavam até mim os gemidos e comentários breves. mas elogiosos sobre minha esposa. Impressionava o percurso ascendente para "tirar" a pica, pra depois enfiar na buceta dela, acompanhado de um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que fazer pra se dar prazer mutuamente. Mariela se sentou sem interromper o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já era suficiente aquela variante, girou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Tinha os olhos fechados e a boca entreaberta. Era o retrato vivo do prazer. De repente, se deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim, teve que rebolar, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, cheia de pica, da Mariela, que soltava um catálogo inteiro de sons de prazer. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um concerto de suspiros, gemidos e gritos de gozo.
— Julio, você é um mestre fazendo amor... hoje tá com toda a disposição... me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair...
— Você também tá com toda a energia hoje... será que é porque tá dando, por fora, na sua cama?… vai me matar — devolveu o elogio o velho.
— Pode ser... não vai negar que é muito melhor que o hotel... pena que uma oportunidade como a de hoje é difícil de acontecer de novo... meu marido fora da cidade — completou minha esposa.
— Será... mas me dá uma coisa... pena do seu marido... fodo a esposa dele... na casa dele... na cama dele... uso o banheiro dele... e a "pistola" e as bolas eu seco com as toalhas dele...
Minha esposa interrompe:
— Perdão? O que é isso de "fodo a esposa dele"?… não é que, quando eu quero, eu me dou um gosto com você e você vem correndo?… quem fode quem, hein? e deixa "tranquilo" meu marido… combinado?
Mariela se virou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando com os sucos vaginais, e pegou com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não conseguia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase metade da pica no rabo dela que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco tentativas que fiz pra comer aquele cuzinho gostoso dela, agora ela tava entregando pra um estranho.
Com o pau dele já todo dentro, percebi que não era a primeira vez que minha mulher tava sendo comida no cu, era ela quem se mexia, engolia aquele pedaço com movimentos descontrolados, na cara dela dava pra ver como tava curtindo.
Nunca tinha visto ela tão puta, tão entregue, dava pra perceber nos gemidos que ela tava tendo um orgasmo novo.
Ela se mexia mais que ele, e quem mais gemia, esfregava os ovos dele com a bunda.
Enquanto falava coisas tipo "cê gosta, piranha...?", "cê gosta que eu enfio no cu...?"
Consegui ver como o cu dela estrangulava aquela pica, o velho não ia aguentar por muito tempo aquele ritmo infernal que a Mariela tava dando.
-Tô gozando... puta, cê tá me fazendo gozar no seu cuzinho gostoso ahhh... ahhh... puta, cê gosta...
Me fez pensar num canhão fumegante (escorrendo nesse caso) depois do tiro; o tiro deve ter inundado as entranhas dela de porra, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Saí em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e pra piorar, com o pau menor que o meu, atende ela melhor que eu. Fui, com minha tristeza, pra um bar no centro. Com a "onda" que reinava no quarto da minha casa, era previsível que o dueto continuasse pelo resto da noite. No dia seguinte, voltei pra casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no lugar onde me embebedei, e decidi que as fotos não usaria pra ganhar o divórcio, mas sim pra chantagear ela, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre foi muito fechada e certinha ao transar comigo, agora tenho outros planos pra ela, quando ela chegar do trabalho, tenho uma surpresa guardada. Uma verdadeira surpresa: meus dois amigos estão totalmente dispostos a comer ela em todos os buracos, afinal, parece ser exatamente o que a Mariela precisa.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma mulher linda e simpática, que facilmente desperta a cobiça dos homens. O que eu não esperava é que o apetite sexual dela despertasse tão forte, depois do que presenciei naquela trepada com o velho. Não sei por que eu achava que ela era imune a essas putarias por outros "males" e a se deixar levar por elas; só na cabeça dela está a resposta. Agora, a única coisa em que penso é na vingança. A hora dela chegar está se aproximando, e vou poder provar aquele cu já usado.
Acho que, como ainda sou marido dela, tenho esse direito.
Bom, essa é minha história triste para o orgulho dos homens, mas a realidade é difícil de aceitar: sou um corno consciente. Deixo que o destino julgue quem está mais errado, ela ou eu. Vocês tirem suas próprias conclusões.
Quando meu pai me disse: "Ei, fica de olho na Mariela, acho que ela tá te traindo", vindo da boca do meu pai, só me deixou preocupado. Ele nunca mente. Na Argentina, como em quase todo lugar, ter amante é mal visto tanto para mulheres quanto para homens casados. No entanto, eu não achava isso totalmente errado, até descobrir que não só eu, mas também minha esposa pensava do mesmo jeito, e, para piorar meu ego, presenciei como ela se divertia com ele.
Como foi que eu presenciei a festa da minha mulher dando pro amante? Como sei que não foi uma trepada casual, daquelas que acontecem por um tesão que surge do nada, porque está na natureza das fêmeas humanas, que não são como as outras fêmeas dos mamíferos, presas a um estado fisiológico cíclico para aceitar um macho? Nunca, mas nunca, entre na sua casa abrindo com sua chave, num horário ou dia em que, por qualquer motivo, você deveria estar longe. Melhor avisar com uma boa antecedência. No meu caso, já tinha tudo preparado. Falei pra minha mulher que no trabalho precisavam me mandar pro interior por uns dias, pra fazer um curso. Saí na quinta de manhã cedo com passagem pra voltar na sexta no último voo. Seguindo os conselhos do meu pai, instalei umas câmeras escondidas em casa pra ter provas contundentes e enfrentar um divórcio totalmente favorável a mim, claro. Liguei pro trabalho dela umas 4 horas depois de ter saído de casa, e me disseram que a Mariela tinha pedido folga. Não precisei pensar muito: ela não perdia tempo, com certeza ia aproveitar o dia pra se encontrar com o amante.
Resolvi ir pra casa pra confirmar todas as minhas suspeitas. No caminho, pensei nas vezes que ela saía pra fazer compras e voltava com o cabelo molhado — na época não me chamou a atenção, mas agora tudo faz sentido: as visitas pras amigas, as noites de academia, tudo que passou criava dúvidas em mim. Desci do táxi na frente de casa pouco depois do meio-dia. Minhas pernas tremiam e um gosto amargo na boca me fazia duvidar das minhas ações, mas já estava tudo armado, não dava pra voltar atrás.
Abri e fechei a porta da rua com cuidado pra fazer o menor barulho possível. A sala estava na penumbra, mas não em silêncio: ouvi claramente gemidos, exclamações e palavras entrecortadas vindo do quarto. Fui me aproximando sorrateiramente da porta, que estava escancarada, aproveitando a escuridão do corredor.
O ambiente estava totalmente iluminado pela janela que dá pro jardim interno, com as persianas abertas. Espiei pela porta e vi o que tava rolando — meus olhos não acreditavam no que viam. Minhas suspeitas eram de um cara jovem, talvez mais bonito que eu, mas não era nada disso. Acho que os nervos e o coração prestes a explodir me deram ânsia. Vi nitidamente Mariela com as pernas abertas ao máximo e a cabeça enterrada... entre elas, um cara velho demais pra se imaginar, obviamente chupando a buceta dela com a língua.
- Uai!... Ahhh!... que delícia!... ahhh!... eu adoro!... siiiim!... meu amor! – aprovava Mariela, com as duas mãos na cabeça careca do amante, como se garantisse que ele não saísse de entre as pernas dela. A aprovação da minha esposa agredia brutalmente meus ouvidos, era outro, não eu, que a causava. Silenciosamente, recuei, saí de casa e entrei pela garagem que dava no jardim dos fundos.
Escondido entre as roseiras e arbustos, me posicionei de modo a ver claramente, pela janela, o que acontecia no quarto. Minha visibilidade era praticamente sem obstáculos. As posições tinham se invertido, o cara estava de costas e Mariela, de lado com a bunda oposta ao meu posto de observação, enfiava e tirava da boca um pau de tamanho médio, com as veias perfeitamente marcadas, enquanto com a mão direita massageava os ovos do amigo.
Só aí eu vi quem era: Júlio, o chefe dela. Ele acariciava a bunda dela. Segurei o impulso de me jogar pra interromper o banquete. Pensei comigo nos dias em que Mariela tinha que ficar no trabalho, fazendo hora extra, com certeza o velho nojento comia ela no escritório, não à toa ela conseguiu uma promoção tão repentina.
Me deixei levar pelos pensamentos e não prestei atenção em como a putinha aproveitava aquele pau, que não era maior que o meu, não conseguia entender por que ela fazia aquilo, por que chupava como se fosse a piroca mais gostosa do mundo.
Enquanto ela engolia, lambia e chupava, tive a impressão de que estavam me olhando com deboche, que sabiam que eu sofria escondido atrás dos arbustos como um covarde.
Passados alguns minutos, Mariela soltou a boca da presa e subiu em cima do companheiro, com a bunda virada pra mim. Imagino que tenham se beijado longamente, e então ela, sempre agachada, enfiou o totem pra dentro e começou a foder. O homem dela segurava com as duas mãos, acariciava a bunda e agora os peitos, sem fazer nenhum movimento com a parte de baixo do corpo. Pra quê, se tudo quem fazia era a parceira! Pelos vidros entreabertos, chegavam até mim os gemidos e comentários breves, mas elogiosos, da minha esposa. Impressionava o movimento ascendente pra "tirar" a porra da pica, pra depois enfiar de volta na buceta, acompanhado de um gemido ou grito de prazer.
Depois vieram as variações. Era óbvio que se conheciam bem e sabiam o que fazer pra se dar prazer mútuo. Mariela se sentou sem parar o vai e vem, que agora era uma cavalgada. Quando achou que já era suficiente aquela variação, girou o corpo 180 graus e continuou cavalgando. Tinha os olhos fechados e a boca entreaberta. Era a cara do prazer. De repente, deitou de costas sobre o corpo do amigo, que agora sim teve que se mexer, bombeando de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava os peitos e a outra massageava o clitóris, usa a palavra: buceta, cheia de pica, da Mariela, que soltava um catálogo inteiro de sons de tesão. O orgasmo foi apoteótico, da parte dela um show de suspiros, gemidos e gritos de prazer.
— Júlio, você é um mestre fazendo amor... hoje tá com toda a energia... me faz gozar como nunca antes, desde que a gente começou a sair...
— Você também tá com tudo hoje... será que é porque tá dando, por fora, na sua cama?... vai me matar... — devolveu o elogio o velho.
— Pode ser... não vai negar que é muito melhor que o hotel... pena que uma oportunidade como a de hoje é difícil de se repetir... meu marido fora da cidade... — completou minha esposa.
— Será... mas me dá uma agonia... pena do seu marido... fodo a esposa dele... na casa dele... na cama dele... uso o banheiro... e a "pistola" e as bolas eu seco com as toalhas dele...
Minha esposa interrompe:
— Perdão? O que é isso de "fodo a esposa dele"?... não será que, quando eu quero, eu me dou um Gosto de você e você vem na hora?… Quem come quem, hein? E deixa meu marido “tranquilo”… combinado?
Mariela se virou de costas ao lado do amante com a pica, ainda dura, brilhando dos sucos vaginais, e pegou ela com as próprias mãos e colocou a cabeça do pau no buraco do cu dela, não podia acreditar no que tava vendo, ele com um movimento leve enfiou quase metade da tranca no rabo dela que ela sempre me negou, e juro que foram umas cinco vezes que tentei comer aquele cuzinho gostoso, agora tava entregando pra um estranho.
Com a pica dele já toda dentro, percebi que não era a primeira vez que minha mulher tava sendo comida no cu, era ela quem se mexia, engolia o pedaço com movimentos descontrolados, no rosto dela dava pra ver como tava curtindo.
Nunca tinha visto ela tão puta, tão entregue, dava pra perceber nos gemidos que ela tava tendo outro orgasmo.
Ela se mexia mais que ele, e quem mais gemia, esfregava os colhões dela com a bunda.
Enquanto falava coisas tipo “cê gosta dessa buceta…?”, “cê gosta que eu enfio no cu..?”
Dava pra ver o cu dela estrangulando aquela pica, o velho não ia aguentar por muito tempo aquele ritmo infernal que Mariela tava dando.
— Tô gozandooo… puta, cê tá me fazendo gozar nesse seu cuzinho gostoso ahhh… ahhh… puta, cê gosta…
Me fez pensar num canhão fumegante (escorrendo nesse caso) depois do tiro; o tiro deve ter inundado de porra as entranhas dela, que eu, iludido, até aquela noite, achava que era virgem.
Saí em silêncio, arrasado, pela revelação: minha mulher tem um amante e, pra piorar, com a pica menor que a minha, atende ela melhor que eu. Fui, com minha tristeza, pra um bar no centro. Com a “foda” que reinava no quarto da minha casa, era previsível que o dueto continuasse pelo resto da noite. No dia seguinte, voltei pra casa depois que ela foi trabalhar. Levei dois amigos que conheci no bar onde me embebedei, e decidi que as fotos não usaria elas pra ganhar o divórcio, mas sim pra chantagear ela, em troca de sexo selvagem.
Ela sempre se mostrou muito relutante e focada ao transar comigo, agora tenho outros planos pra ela, quando chegar do trabalho tenho uma verdadeira surpresa guardada, meus dois amigos estão totalmente dispostos a meter nela em todos os buracos, afinal parece ser isso que a Mariela tá precisando.
Mas isso já é outra história, com um final que todo mundo já imagina.
Ela é uma mulher linda e simpática que facilmente desperta a cobiça dos homens. O que não entrava nos meus planos é que o apetite sexual dela despertasse tão forte, igual eu vi naquela trepada com o velho. Não sei por que eu achava que ela era fria pra putaria com outros caras e pra se deixar levar por isso; só na cabeça dela tem a resposta, agora só penso em vingança, tá chegando a hora dela chegar, e vou poder provar a bunda dela já usada.
Acho que como marido ainda dela, tô no meu direito.
Bom, essa é minha história triste pro orgulho dos homens, mas a realidade é difícil de aceitar, sou um corno manso. Deixo o destino julgar quem tá mais errado, ela ou eu. Vocês tirem suas próprias conclusões.


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