Fazia vários dias que eu tinha terminado com meu namorado, mas continuava sendo muito amiga de todas as colegas de equipe dele. A torcedora principal. Na véspera da final, com umas doses a mais, prometi pra eles que se ganhassem, eu tomaria banho com eles. Na real, as chances eram pequenas, mas acho que minha cara de pau e as fantasias deles fizeram com que virassem uns tigres em campo. E pra resumir, ganharam o jogo com um gol de pênalti.
Foi uma festa no campo, muitos sonhos realizados. Minha ex teve que receber a taça e eu estava tão empolgada com o resultado que nem lembrava da minha promessa. Os caras, alucinados, encheram o vestiário com seus gritos, quando me dei conta, estava no meio deles com duas amigas minhas. Foram elas que me fizeram reagir. Tentei sair correndo pela porta pra não encarar a realidade, mas minhas amigas me seguraram e, com muita força, tentaram começar a me despir. Foi quase uma luta, e enquanto isso rolava, o resto foi percebendo a situação.
Meus braços tentavam se livrar das mãos das minhas amigas e de alguns que começavam a ajudar. Eu tava muito excitada e, de verdade, começava a gostar da situação. Enquanto uns seguravam meus braços, sentia meu short começando a sair, e nessa, várias mãos acariciavam minhas coxas, pernas e tudo que conseguiam alcançar. Alguém tirou minha camiseta por cima da cabeça e, em segundos, eu tava completamente pelada e agarrada por uma massa humana. Meus peitos sensíveis começaram a ser apalpados e meus bicos, durinhos, curtiam o roçar das mãos e dos dedos. Eu tava adorando uma situação que até então só tinha vivido nos meus sonhos. Os caras foram se despindo e me levaram no ar até os chuveiros. As torneiras abertas e uma nuvem de vapor nos receberam. Alguém colocou a mão entre minhas pernas, e os dedos que dançavam na minha buceta me faziam perceber que eu tava completamente molhada.
Não conseguia fixar o olhar, flutuava naquela nuvem, enquanto todo mundo colaborava com minha excitação. Alguém escorregou e outros tropeçaram, e aquela massa humana foi parar no chão molhado do chuveiro. Foi nesse momento que realmente decidi me deixar levar. Com as costas na água quente, tentei me levantar, mas já tinham segurado minhas pernas e braços. Tudo acontecia numa velocidade impressionante. Mal me dava conta do que estava rolando, quando abriram minhas pernas e alguém começou a chupar minha buceta. Meus peitos estavam cheios de bocas sugando, e o moreno começou a me beijar e brincar com a língua. Já estava no meio de um orgasmo quando fui completamente penetrada por um cara que nem lembro quem era. Sentia aquele pauzão entrando e saindo, e as bolas batendo no meu corpo, sentia meus peitos sendo amassados e sendo beijada por vários, sem deixar minha língua descansar enquanto eu correspondia. Meu corpo vibrava de prazer, minha buceta recebia uma quantidade enorme de porra, e já tinha outro cara por cima. De novo começa o vai e vem. De novo me enchiam de leite e eu perdia a conta dos meus orgasmos. Alguém colocou o pau na minha boca e me fez engolir até quase me afogar numa onda de porra. A orgia continuava, e juro que nunca tinha gozado tanto. Mesmo tentando resistir, me viraram de costas e, totalmente segurada por vários, abriram minhas pernas e começaram a esfregar meu cu. Não podia ser. Nunca tinha deixado ninguém me penetrar por ali. Era virgem do rabo. Mas não tava em condições de me impor. Já tinha um cara fazendo força pra abrir aquela porta. Devagar e empurrando, começou a abrir meu cu. Que dor, pelo amor de Deus. Na base da força, ele abriu caminho, ardia, cortava, eu tava sendo machucada. A dor só foi interrompida pela porra quente que queimou o ferimento. Só reagi quando todo mundo já tava satisfeito. Me ajudaram a levantar e me ensaboaram no chuveiro, aproveitando pra passar sabão e esfregar meu corpo inteiro de novo. Sentia Enquanto todo o sêmen escorria da minha buceta e descia pelas minhas pernas, eu mal conseguia ficar de pé. Minhas pernas não obedeciam e eu estava tonta. Meu ex foi o único que não aproveitou o presente do campeonato. Me levaram pro vestiário e, enquanto me ajudavam a me vestir, pude ver minhas amigas de novo, que não só não perderam nenhum detalhe, como também aproveitaram pra tirar fotos com os celulares delas.
Antes de sair, tive que obedecer e beijar cada um apaixonadamente na boca. Meu ex foi segurado por vários caras e forçado a me beijar. Os colegas dele perceberam que ele estava excitado com tudo que tinha visto, então o despiraram e pediram que eu fizesse sexo oral nele. Adorei a ideia, ainda mais sabendo que ele não queria. Os colegas dele cantavam incentivando. Demorei um bom tempo, mas consegui fazer ele gozar na minha boca, como nos velhos tempos. Aí, aproveitando que ele estava imobilizado, dei um baita beijo de língua nele e passei todo o sêmen dele de volta. Ele cuspiu e quase vomitou. Mereceu.
Naquela noite dormi como nunca. Acho que não vou conseguir aproveitar assim de novo e por uns dias não vou poder dar aquela trepada, minha buceta ficou ardendo e dolorida e meu cu arrombado.
Foi uma festa no campo, muitos sonhos realizados. Minha ex teve que receber a taça e eu estava tão empolgada com o resultado que nem lembrava da minha promessa. Os caras, alucinados, encheram o vestiário com seus gritos, quando me dei conta, estava no meio deles com duas amigas minhas. Foram elas que me fizeram reagir. Tentei sair correndo pela porta pra não encarar a realidade, mas minhas amigas me seguraram e, com muita força, tentaram começar a me despir. Foi quase uma luta, e enquanto isso rolava, o resto foi percebendo a situação.
Meus braços tentavam se livrar das mãos das minhas amigas e de alguns que começavam a ajudar. Eu tava muito excitada e, de verdade, começava a gostar da situação. Enquanto uns seguravam meus braços, sentia meu short começando a sair, e nessa, várias mãos acariciavam minhas coxas, pernas e tudo que conseguiam alcançar. Alguém tirou minha camiseta por cima da cabeça e, em segundos, eu tava completamente pelada e agarrada por uma massa humana. Meus peitos sensíveis começaram a ser apalpados e meus bicos, durinhos, curtiam o roçar das mãos e dos dedos. Eu tava adorando uma situação que até então só tinha vivido nos meus sonhos. Os caras foram se despindo e me levaram no ar até os chuveiros. As torneiras abertas e uma nuvem de vapor nos receberam. Alguém colocou a mão entre minhas pernas, e os dedos que dançavam na minha buceta me faziam perceber que eu tava completamente molhada.
Não conseguia fixar o olhar, flutuava naquela nuvem, enquanto todo mundo colaborava com minha excitação. Alguém escorregou e outros tropeçaram, e aquela massa humana foi parar no chão molhado do chuveiro. Foi nesse momento que realmente decidi me deixar levar. Com as costas na água quente, tentei me levantar, mas já tinham segurado minhas pernas e braços. Tudo acontecia numa velocidade impressionante. Mal me dava conta do que estava rolando, quando abriram minhas pernas e alguém começou a chupar minha buceta. Meus peitos estavam cheios de bocas sugando, e o moreno começou a me beijar e brincar com a língua. Já estava no meio de um orgasmo quando fui completamente penetrada por um cara que nem lembro quem era. Sentia aquele pauzão entrando e saindo, e as bolas batendo no meu corpo, sentia meus peitos sendo amassados e sendo beijada por vários, sem deixar minha língua descansar enquanto eu correspondia. Meu corpo vibrava de prazer, minha buceta recebia uma quantidade enorme de porra, e já tinha outro cara por cima. De novo começa o vai e vem. De novo me enchiam de leite e eu perdia a conta dos meus orgasmos. Alguém colocou o pau na minha boca e me fez engolir até quase me afogar numa onda de porra. A orgia continuava, e juro que nunca tinha gozado tanto. Mesmo tentando resistir, me viraram de costas e, totalmente segurada por vários, abriram minhas pernas e começaram a esfregar meu cu. Não podia ser. Nunca tinha deixado ninguém me penetrar por ali. Era virgem do rabo. Mas não tava em condições de me impor. Já tinha um cara fazendo força pra abrir aquela porta. Devagar e empurrando, começou a abrir meu cu. Que dor, pelo amor de Deus. Na base da força, ele abriu caminho, ardia, cortava, eu tava sendo machucada. A dor só foi interrompida pela porra quente que queimou o ferimento. Só reagi quando todo mundo já tava satisfeito. Me ajudaram a levantar e me ensaboaram no chuveiro, aproveitando pra passar sabão e esfregar meu corpo inteiro de novo. Sentia Enquanto todo o sêmen escorria da minha buceta e descia pelas minhas pernas, eu mal conseguia ficar de pé. Minhas pernas não obedeciam e eu estava tonta. Meu ex foi o único que não aproveitou o presente do campeonato. Me levaram pro vestiário e, enquanto me ajudavam a me vestir, pude ver minhas amigas de novo, que não só não perderam nenhum detalhe, como também aproveitaram pra tirar fotos com os celulares delas.
Antes de sair, tive que obedecer e beijar cada um apaixonadamente na boca. Meu ex foi segurado por vários caras e forçado a me beijar. Os colegas dele perceberam que ele estava excitado com tudo que tinha visto, então o despiraram e pediram que eu fizesse sexo oral nele. Adorei a ideia, ainda mais sabendo que ele não queria. Os colegas dele cantavam incentivando. Demorei um bom tempo, mas consegui fazer ele gozar na minha boca, como nos velhos tempos. Aí, aproveitando que ele estava imobilizado, dei um baita beijo de língua nele e passei todo o sêmen dele de volta. Ele cuspiu e quase vomitou. Mereceu.
Naquela noite dormi como nunca. Acho que não vou conseguir aproveitar assim de novo e por uns dias não vou poder dar aquela trepada, minha buceta ficou ardendo e dolorida e meu cu arrombado.
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