Camila bunduda: Loucos por uma buceta

Camila bunduda: Loucos por uma buceta

O sol da tarde caía morno no quintal espaçoso da casa da família nos arredores do bairro. O cheiro de carne assando na churrasqueira se misturava com a fumaça leve e o som baixo de uma música norteña saindo de uma caixa de som velha. Era o aniversário de dezoito anos do Diego, e a família toda tinha se reunido pra comemorar: Roberto e Laura, os pais; Seu Lupe e Dona Rosa, os avós paternos; Ernesto e Glória, o tio e a tia; Javier, o irmão da Laura; e Dona Carmen, a avó materna. As mesas de plástico estavam cobertas de pratos com guacamole, tortillas quentes e cervejas geladas. Todo mundo conversava e ria, mas o clima mudou na hora que a Camila Espindola apareceu pela porta dos fundos.

Camila Bochechas, como era conhecida no bairro inteiro desde que fez dezoito, entrou carregando uma bandeja grande com copos e refrigerantes. Tinha só dezoito anos, mas o corpo dela parecia de uma mulher feita pra enlouquecer homens e mulheres por igual. Os peitos dela eram de tamanho normal, firmes e redondos por baixo da blusa branca leve que grudava um pouco no suor da tarde. Mas o que realmente roubava o fôlego era a bunda dela: enorme, colossal, redonda e pesada, com uma curva que parecia desafiar a gravidade. O short jeans que ela usava se enfiava entre as nádegas, marcando cada movimento e deixando só um centímetro de pano cobrindo a pele branca e macia. Cada passo que ela dava fazia aquela bunda balançar com um rebolado lento e natural, como se tivesse vida própria.

Roberto foi o primeiro a ver ela. Tava virando a carne na churrasqueira, mas ficou parado com o pegador no ar. Os olhos dele desceram direto pra aquela bunda que rebolava enquanto a Camila caminhava até a mesa principal.

— Lá vem a Camila Bochechas — murmurou sem tirar os olhos, com a voz já meio rouca —. Porra, olha só como essa bunda mexe. Parece que tá maior cada vez que eu vejo. Laura, a esposa dele, tava sentada perto da mesa servindo gelo. Virou a cabeça e sorriu com aquele sorriso que só ela tinha quando alguma coisa esquentava ela por dentro.

— Sempre foi assim, Roberto. Desde que cresceu aquela bunda enorme, todo mundo no bairro fica olhando pra ela. E hoje não é diferente. Olha ela… com esse short tão apertado, dá pra ver até as nádegas por dentro.

Seu Lupe, o avô, tava sentado na cadeira de balanço debaixo da sombra da árvore grande. Tinha setenta e dois anos, mas os olhos dele ainda eram de um homem que sabe apreciar um corpo bom. Se acomodou no assento e passou a mão na virilha sem vergonha nenhuma.

— Essa menina tem a bunda de uma mulher de trinta e cinco, e mal tem dezoito. Olha como treme quando ela anda. Dona Rosa, você não acha também?

Dona Rosa, do lado dele, se abanava com um guardanapo de papel.

— Claro que sim, Lupe. Essa bunda é pecado puro. Parece tão macia e tão pesada… dá vontade de apertar com as duas mãos e sentir ela vazar entre os dedos.

Ernesto e Glória estavam parados perto do isopor. Ernesto, o irmão mais velho do Roberto, soltou um assobio baixinho quando a Camila passou perto deles.

— Camila, vem aqui um segundo. Me passa uma cerveja? Quero te ver de perto enquanto você anda.

Glória, a esposa dele, riu baixinho e deu um cotovelo nele, mas os olhos dela também estavam grudados na bunda da menina.

— Ernesto, não seja tão óbvio… mas você tem razão. Essa bunda tá mais gostosa do que eu lembrava.

Javier, o tio materno, tava sentado num banco com uma cerveja na mão. Não falou nada alto, mas o olhar dele era tão intenso que a Camila sentiu como um carinho quente na pele. Dona Carmen, a avó materna, que costumava ser a mais quieta, murmurou o suficiente pra todo mundo ouvir:

— Essa menina anda como se soubesse exatamente o que provoca. Olha como o short aperta no meio da bunda dela… dá pra ver até a beirada. do rabo.

Camila deixou a bandeja sobre a mesa com um movimento lento. Ao se abaixar um pouco pra arrumar os copos, o short subiu ainda mais e deixou à mostra a parte de baixo das nádegas redondas e firmes dela. O silêncio que se fez foi só de um segundo, mas todo mundo percebeu. Ela se endireitou devagar, sabendo perfeitamente onde todos os olhares estavam cravados. Sentiu um calor familiar entre as pernas, aquele calor que sempre vinha quando sabia que a bunda dela tava fazendo o trabalho dela.

Roberto se aproximou com a desculpa de ajudar ela com a bandeja. Parou bem atrás dela e deixou o corpo roçar de leve no de Camila.

— Valeu por trazer isso, filha. Essa sua bunda parece ainda maior quando você se abaixa assim. Tô com o pau duro desde que você entrou no quintal.

Laura também se levantou e ficou ao lado da filha. Passou a mão na cintura dela, descendo um pouco até tocar a curva de uma nádega.

— Tá toda molhada de saber que todo mundo tá olhando, né, Camila? Dá pra perceber pelo jeito que você mexe a cintura.

Diego, o aniversariante, tava abrindo presentes um pouco mais longe. Levantou a vista e ficou de boca aberta ao ver a irmã. Não disse nada, mas a cara ficou vermelha e ele cruzou as pernas pra disfarçar o que já começava a rolar dentro da calça.

Camila sorriu pra si mesma. Sabia que não era só a convidada. Era o centro das atenções, o motivo pelo qual todos os olhares desviavam da churrasqueira e das cervejas. A bunda colossal dela, aquela bunda que parecia de uma mulher mais velha apesar dos dezoito anos, já tava fazendo efeito. E ela mal tinha chegado.

O quintal continuava cheio de risadas e conversas normais, mas por baixo de tudo corria um fio de tesão pesado. Cada vez que Camila se mexia pra servir alguma coisa, cada vez que se inclinava ou andava até a mesa, os olhares seguiam ela como ímãs. Roberto, Laura, Seu Lupe, Dona Rosa, Ernesto, Glória... Javier e Dona Carmen já não disfarçavam tanto. Os comentários baixinhos, os roços "acidentalmente" prolongados e as respirações mais pesadas enchiam o ar.

Camila Cachetes estava em casa. E a reunião mal tinha começado.

A carne já estava pronta e fumegante sobre a mesa comprida do pátio. Todos se sentaram ao redor, pratos cheios de tacos, guacamole fresco e cervejas que suavam com o calor. A música norteña continuava tocando baixo, mas o verdadeiro espetáculo era outro. Camila Cachetes andava de um lado para o outro servindo mais refrigerantes, mais tortilhas e mais molho, e cada passo que dava fazia a bunda colossal dela balançar com aquele rebolado pesado e natural que ninguém conseguia ignorar. O short jeans tinha subido um pouco mais com o suor, marcando a linha funda entre as nádegas e deixando ver a pele lisa e branca que aparecia por baixo.

Roberto foi o primeiro a quebrar o silêncio fingido. Estava sentado na cabeceira, com uma cerveja na mão, e quando Camila se inclinou para colocar mais carne no prato dele, o peito dela roçou o braço dele.

— Camila, chega mais pra cá — disse com a voz rouca, sem tirar os olhos daquela bunda que ficava bem na altura do rosto dele —. Esse short tá tão apertado que marca tudo. Tô de pau duro desde que você chegou, filha.

Laura, sentada ao lado do marido, soltou uma risada baixa e passou a mão na cintura de Camila, descendo devagar até apertar uma nádega com força. Os dedos afundaram na carne macia e pesada.

— Deixa ele sentir você, Camila. Olha a cara que ele faz. Sua buceta tá quente, né? Dá pra ver que você gosta de ser olhada assim.

Camila não respondeu com palavras, mas sentiu um calor líquido entre as pernas. Se endireitou devagar, deixando a mão da mãe ficar um segundo a mais do que o necessário na nádega dela. Ao caminhar para o outro lado da mesa, todos os olhos a seguiram. Seu Lupe, da cadeira de balanço, nem disfarçava. Tinha se abriu um pouco as pernas e ajeitou a virilha com a palma da mão aberta.

—Olha ela andando —murmurou o avô—. Essa bunda rebola como se tivesse pedindo pra ser partida no meio. Dona Rosa, você não sente a mesma coisa?

Dona Rosa, com a voz grossa e direta, abanava o pescoço enquanto observava cada movimento.

—Claro que sim, Lupe. Essa bunda é de mulher madura. Parece tão cheia, tão redonda… dá vontade de meter a mão por baixo desse short e apertar até marcar os dedos. Camila Cachetes, vem aqui um instante.

Camila se aproximou dos avós com a jarra de refrigerante na mão. Ao se inclinar para servir, o short subiu ainda mais e deixou quase metade das nádegas à mostra. Seu Lupe estendeu a mão e roçou com os nós dos dedos a curva inferior, um toque lento e deliberado.

—Que quente que tá essa carne —disse o velho sem vergonha—. Parece que você tá com febre na bunda, minha filha.

Dona Rosa lambeu os lábios.

—Deixa eu ver melhor. Abre um pouco as pernas enquanto serve. Quero ver como tudo se mexe aí dentro.

Ernesto e Glória estavam sentados juntos do outro lado. Ernesto levantou o copo vazio e balançou.

—Camila, me traz mais cerveja. E vai devagar, quero ver tua bunda enquanto caminha até o isopor.

Glória, sem soltar o braço do marido, completou com um sorriso cheio de tesão:

—É, filha. Anda devagar. Essa bunda parece maior quando você mexe assim. Ernesto e eu ontem à noite estávamos falando de como seria gostoso te ter dobrada sobre a mesa e abrir essas nádegas.

Camila obedeceu. Caminhou até o isopor com passos medidos, sentindo o short se enterrar mais entre as nádegas e como cada movimento fazia o tecido afundar. Atrás dela, os murmúrios cresciam.

Javier, o tio materno, que até então tinha ficado calado, largou o taco pela metade e se inclinou pra frente.

—Porra, Camila… tu tem as nádegas mais grandes e suculentas que já vi. Elas tremem a cada passo que você dá. Sabe que todo mundo aqui tá duro por sua causa?

Dona Carmen, a avó materna, que antes era mais reservada, soltou um suspiro longo e direto:

—Essa bunda é uma arma, neta. Com esse rabão que você tem, podia fazer o que quisesse nesse quintal. Olha como você deixou todo mundo de olho grudado. Até o Diego, o pobre aniversariante, não consegue comer de tanto que te olha.

Diego estava sentado no fim da mesa, vermelho até as orelhas. Os olhos dele não desgrudavam da bunda da irmã enquanto ela voltava com as cervejas. Não disse nada, mas as mãos apertavam a borda da mesa com força.

Camila deixou as cervejas e ficou um momento de pé entre Roberto e Laura. O pai passou a mão pela parte de baixo das costas dela e desceu devagar até enfiar os dedos por baixo do short, roçando de leve a pele quente entre as nádegas.

—Você tá molhada, né? —sussurrou Roberto—. Dá pra sentir o calor da sua buceta daqui.

Laura, do outro lado, apertou um peito dela por cima da blusa e beliscou o mamilo com suavidade.

—Continua servindo, filha. Deixa todo mundo te ver. Quero que saibam o que você provoca. Essa sua bunda é o centro da festa, não o aniversário do seu irmão.

Cada vez que Camila se mexia pra levar um prato ou pegar uma garrafa vazia, os olhares seguiam ela como se fossem mãos. Os roços ficavam mais frequentes e menos disfarçados. Uma mão aqui, um aperto ali, um comentário sussurrado que todo mundo ouvia. O ar do quintal parecia mais pesado, carregado de um tesão denso que ninguém tentava mais esconder.

Seu Lupe se acomodou de novo na cadeira de balanço e passou a língua pelos lábios.

—Continua assim, Camila Rabuda. Continua rebolando essa bunda grande enquanto serve a gente. Hoje todo mundo quer ver até onde isso vai.

Camila sentiu a buceta ficar mais molhada a cada palavra, a cada roço, a cada olhar cravado nas nádegas dela. Sabia que a tarde estava só começando, mas o corpo dela já respondia como sempre: pronto pra ser o centro, pronto pra todo mundo desejar ela. O short já grudava entre as pernas, molhado por dentro, e ela sorria por dentro enquanto continuava andando devagar entre as mesas, deixando a bunda colossal fazer o resto do trabalho.

A carne continuava assando, as cervejas rolavam e as conversas normais seguiam fluindo por cima de tudo. Mas por baixo das risadas e dos pratos, o tesão crescia. E Camila Cachetes era quem alimentava ele a cada passo.

A tarde avançava e o calor do quintal entrava até dentro de casa. Camila Cachetes entrou na cozinha carregando uma pilha de pratos sujos enquanto o resto da família continuava na mesa, falando alto pra disfarçar. O short jeans tinha subido ainda mais com o suor e o tecido grudava entre as nádegas, marcando cada curva daquela bunda colossal que parecia ocupar todo o espaço. Roberto e Laura seguiram ela quase ao mesmo tempo, com a desculpa de ajudar a recolher.

Roberto fechou a porta da cozinha atrás dele e se aproximou por trás de Camila enquanto ela deixava os pratos na pia. O corpo dele colou no dela sem disfarce. A pica dura do pai dela se cravou bem entre as nádegas dela por cima do short, pressionando forte contra o tecido.

— Camila, não se mexe — murmurou Roberto com a voz rouca, respirando na nuca dela —. Essa bunda tão grande deixou minha pica inchada desde que você chegou. Sente como ela pulsa contra você.

Camila ficou parada, com as mãos ainda apoiadas na pia. Sentiu Roberto mexer os quadris devagar, se esfregando nela.

— Pai… aqui na cozinha, com todo mundo lá fora… — ela disse baixinho, mas não se afastou. Pelo contrário, empurrou um pouco pra trás pra ele sentir melhor a carne macia e pesada das nádegas dela.

Laura se aproximou pelo lado, se apoiou na bancada e enfiou a mão por baixo da blusa de Camila. agarrou uma teta inteira e apertou, beliscando o mamilo entre os dedos.

—Deixa ele se esfregar, filha. Olha como a rola dele marca nesse seu short. Você tá molhada, né? Dá pra sentir o calor da sua buceta daqui.

Roberto baixou uma mão e enfiou por baixo do short, roçando os dedos na pele quente entre as nádegas.

—Porra, Laura, ela tá encharcada. A buceta dela tá escorrendo. Essa rabuda grande pede pra ser aberta.

Camila soltou um gemido baixo e abriu um pouco as pernas.

—Continuem me tocando assim… gosto de sentir como vocês ficam duros por minha causa. Mas não exagerem, que ainda tem a festa.

Laura sorriu e beijou o pescoço dela enquanto continuava apertando a teta.

—Só mais um pouco, Camila Cachetes. Quero que você saia daqui com o short molhado pra todo mundo notar.

Enquanto isso, no corredor que levava ao banheiro, Seu Lupe e Dona Rosa esperavam a vez. Camila saiu da cozinha com as bochechas vermelhas e o short claramente molhado entre as pernas. Passou por eles e entrou no banheiro, deixando a porta entreaberta de propósito. Abaixou o short até os joelhos, sentou no vaso e abriu as pernas. O som da urina dela caindo ecoou claro no corredor silencioso.

Seu Lupe parou bem na fresta da porta e puxou a rola velha, mas ainda grossa, pra fora. Começou a bater uma devagar enquanto olhava.

—Olha ela, Rosa… Camila Cachetes mijando de pernas bem abertas. Essa buceta tá rosada e molhada. E essa raba… porra, se abre quando ela senta assim.

Dona Rosa se encostou ao lado do marido, com a respiração pesada.

—Abre mais as pernas, minha filha. Quero ver sua bunda enquanto você mija. Essa rabuda tão grande e branca… dá vontade de meter a língua até o fundo.

Camila levantou o olhar e encarou os dois, sem fechar a porta. Continuou mijando e passou a mão na buceta pra se limpar devagar, abrindo os lábios com os dedos.

—Tão gostando do que veem? —perguntou com a voz baixa e carregada—. Olhem bem… essa bunda já pagou vários favores. Talvez um dia eu deixe vocês provarem.

Don Lupe se masturbava mais rápido, com a pica brilhando.

—Que puta gostosa você é, Camila. Essa buceta escorre enquanto você nos olha. Continua se abrindo assim… quero ver como seus lábios brilham.

Dona Rosa lambeu os lábios.

—Quando você quiser, neta. Eu chuparia essa sua bunda enquanto o Lupe enfia os dedos em você. Imagina nós dois, os avós, te comendo ao mesmo tempo.

Camila se limpou devagar com papel, subiu o short e saiu do banheiro roçando os corpos deles ao passar. O cheiro da buceta dela ficou pairando no corredor.

No fim do corredor ficava o quarto de serviço, onde Ernesto, Glória e Javier tinham entrado supostamente para buscar mais carvão para a churrasqueira. Camila passou pela porta aberta e eles puxaram ela para dentro sem dizer nada. O quarto era pequeno, cheio de prateleiras e ferramentas. Ernesto encostou ela de costas na parede e baixou o short até a metade da coxa. Abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no cu.

—Porra, Cachetes… você tem a bunda mais suculenta que já vi. Olha como seu cu se abre só de tocar.

Glória se ajoelhou ao lado e enfiou dois dedos na buceta de Camila, mexendo devagar.

—Tá escorrendo, Ernesto. Sente como aperta. Quantas vezes você já deixou usarem essa bunda pra conseguir o que quer, hein?

Javier, por trás, apertou os peitos dela por cima da blusa e mordeu o ombro dela.

—Quero ver você dobrada sobre essa mesa e meter por trás enquanto meu irmão e a esposa dele te olham. Mas hoje só vamos te tocar um pouco… pra você ficar com tesão pra depois.

Camila mexeu os quadris contra os dedos de Glória e empurrou a bunda na direção do rosto de Ernesto.

—Enfiem os dedos mais fundo… vocês três. Quero sentir vocês me abrindo enquanto me olham. Mas não gozem aqui. Guardem tudo pra quando for a vez de verdade.

Os três tocaram ela. mais um pouco: dedos na buceta, mãos apertando as nádegas, bocas respirando quente contra a pele dela. Camila gemia baixinho, com o short ainda abaixado e a bunda de fora. Depois subiu a roupa, deu um último olhar carregado e saiu do quarto de serviço com as pernas tremendo.

O pátio ainda estava cheio de risadas e música, mas Camila Cachetes voltou com o short molhado, as bochechas ardendo e a buceta pulsando. Todo mundo sabia que algo tinha rolado na casa, mas ninguém perguntou. Os olhares ficaram mais intensos. O tesão já não era só desejo; era necessidade. E a tarde ainda não tinha acabado.

O sol já começava a descer e o pátio se enchia de sombras compridas quando Camila Cachetes sentiu que precisava de um momento longe dos olhares. Ela estava com o short completamente molhado entre as pernas, a buceta pulsando e as nádegas ardendo de tanto roçar e tanto comentário. Subiu as escadas da casa velha com passos lentos, sabendo que a bunda colossal dela se mexia a cada degrau e que, provavelmente, alguém a seguia com o olhar lá de baixo. Chegou no corredor do segundo andar e foi para o quarto antigo dela, que ainda guardava alguns móveis e roupas de quando morava ali.

Empurrou a porta entreaberta e parou de repente.

Diego estava sentado na beirada da cama de solteiro, com a calça abaixada até os tornozelos. Numa mão, segurava três calcinhas usadas da Camila: uma preta de renda pressionada contra o nariz dele, inspirando fundo; outra enrolada em volta do pau grosso e cheio de veias, se movendo pra cima e pra baixo num ritmo ansioso; e a terceira apertada na mão livre. A cara dele estava vermelha, os olhos fechados e a boca entreaberta enquanto gemia baixinho. O pau brilhava de porra, duro e pulsando, com as bolas pesadas balançando cada vez que ele se batia.

Camila ficou parada na entrada, sentindo a própria buceta se contrair de tesão ao ver aquilo. Não disse nada no começo. Só fechou a Porta atrás dela, mas sem trancar. Sabia que a família não demoraria pra aparecer.

—Diego… —sussurrou por fim, com a voz rouca—. Desde quando você é tão porco, maninho? Cheirando minhas calcinhas e batendo punheta como se não houvesse amanhã?

Diego abriu os olhos de repente. Se assustou, tentou se esconder, mas a mão não parou de esfregar a calcinha no pau.

—Camila… porra, desculpa… é que… seu cheiro me deixa louco. Toda vez que você toma banho, deixo suas calcinhas secarem pra cheirar depois. Essa sua bunda, essa buceta… me deixam obcecado há meses. Não aguento mais.

Camila sorriu com aquele sorriso lento e perigoso. Se virou devagar, de costas pra ele, e abaixou o short até os joelhos num movimento só. As nádegas enormes ficaram no ar, redondas, pesadas e brancas, com a linha funda entre elas brilhando de umidade. Ela abriu a bunda com as duas mãos e se inclinou um pouco pra frente, se abrindo toda pra ele.

—Olha bem, Diego. Esse é seu presente de dezoito. Cheira direto, igual fazia com as calcinhas. Chupa. Quero sentir sua língua no meu cu e na minha buceta.

Diego caiu de joelhos no chão quase sem pensar. Se arrastou até ela e enterrou a cara entre as nádegas com desespero. A língua quente e ansiosa lambeu primeiro a buceta escorrendo, pegando os sucos, e depois subiu até o cu apertado. Chupou forte, enfiando a língua pra dentro em círculos molhados e barulhentos.

—Irmã… é mais gostoso do que eu imaginava —ofegou entre lambidas—. Seu cu tem gosto quente e doce… e sua buceta escorre na minha boca. Tô ficando louco.

Camila gemeu e empurrou pra trás, se esfregando na cara do irmão.

—Chupa mais fundo, Diego. Enfia a língua até o fundo no cu. Assim… que gostoso você faz, maninho. Continua chupando, não para.

Enquanto Diego devorava a bunda dela com a boca aberta, lambendo e chupando com sons molhados, a porta do quarto se Ela abriu devagar. Roberto, Laura, Seu Lupe, Dona Rosa, Ernesto, Gloria, Javier e Dona Carmen entraram um atrás do outro em silêncio. Ficaram colados na parede do fundo e perto da cômoda, respirando pesado, com os olhos cravados na cena. Ninguém disse nada no começo. Só olhavam como Diego tinha o rosto enterrado entre as nádegas colossais da Camila.

Roberto foi o primeiro a quebrar o silêncio, com a voz baixa e rouca.
—Olha ela… Camila Bunda oferecendo a raba pro próprio irmão. Essa bunda enorme se abre perfeita contra a boca do Diego.

Laura lambeu os lábios e apertou as coxas.
—Tá escorrendo. Olha como desce pelo queixo do garoto. Continua comendo ela, Diego. Chupa a buceta da sua irmã como ela merece.

Seu Lupe já tinha a pica pra fora, batendo uma lento e firme.
—Partindo ela ao meio o próprio irmão… porra, que gostosa parece essa raba engolindo a língua do moleque.

Dona Rosa, com a respiração ofegante, completou:
—Abre mais as nádegas, Camila. Deixa a gente ver como ele mete a língua até dentro. Essa bunda tão apertada e rosada… foi feita pra ser chupada.

Ernesto e Gloria se olharam, excitados. Gloria sussurrou:
—Olha como ela mexe a cintura. Tá adorando que o irmãozinho come a raba dela. Que putinha gostosa essa menina.

Javier, com a mão dentro da calça, murmurou:
—Essa bunda grande quicando na cara do Diego… deixou minha pica a ponto de estourar.

Dona Carmen, a mais quieta até então, soltou um suspiro carregado:
—Continua assim, neta. Ensina pro seu irmão o valor dessa raba. Todo mundo aqui sabe que não é a primeira vez que você usa ela… mas hoje é especial.

Camila virou a cabeça só um pouco e olhou pra todos, com os olhos brilhando de tesão. Continuou empurrando a bunda contra a boca do Diego.
—Tão gostando de nos ver? —perguntou ofegante—. Olha bem como meu irmãozinho chupa minha raba. Diego, mete mais língua… deixa eles sentirem. como você me abre.

Diego tirou o rosto um segundo, com os lábios brilhando de saliva e sucos.

—Irmã… sua bunda e sua buceta estão deliciosas. Quero meter em você agora. Por favor… deixa eu te foder.

Camila se virou, tirou o short completamente e empurrou Diego de volta na cama. Ela se ajoelhou entre as pernas dele, levantou os ovos pesados com uma mão e começou a chupar um por um, enfiando-os na boca e lambendo a pele enrugada e quente enquanto a outra mão puxava o pau dele.

—Que bolas tão cheias você tem, irmãozinho — murmurou de boca cheia —. São quentes e pesadas… me dá vontade de engolir inteiras.

Diego gemeu alto, agarrando o cabelo dela.

—Camila… sua boca é muito quente. Chupa elas mais forte… isso, assim… porra.

A família observava cada detalhe, respirações pesadas e mãos se movendo discretas dentro das calças. O tesão no quarto era denso, quase palpável. Camila Cachetes estava prestes a dar ao irmão o presente completo, e todos estavam ali para ver. A porta continuava aberta. Ninguém pensava em descer pro quintal ainda.

Camila Cachetes se ajoelhou entre as pernas abertas de Diego, com o short já jogado no chão e a bunda colossal à mostra. A família observava da parede do fundo e perto da cômoda: Roberto, Laura, Don Lupe, Doña Rosa, Ernesto, Gloria, Javier e Doña Carmen. Suas respirações eram pesadas, suas mãos se moviam discretas dentro das calças, mas ninguém ousava intervir. Só olhavam.

Camila levantou os ovos pesados do irmão com uma mão, sentindo como ardiam e se contraíam. Enfiou-os na boca um por um, chupando forte, lambendo a pele enrugada e quente enquanto a outra mão subia e descia pelo pau grosso e cheio de veias.

—Que bolas tão cheias você tem, irmãozinho — murmurou de boca cheia, tirando-as um segundo pra falar —. São quentes e pesadas… me dá vontade de engolir inteiras. Diego soltou um gemido rouco e agarrou o cabelo dela com força.

—Camila… sua boca tá muito quente. Chupa minhas bolas mais forte… isso, assim… porra, cê tá espremendo minhas bolas.

Ela obedeceu, enfiando elas mais fundo, chupando e lambendo enquanto a saliva escorria pelo queixo dela. A família murmurava excitada.

Roberto, com a voz baixa:

—Olha ela… Camila Bochecha chupando as bolas do próprio irmão. Essa bunda grande se abre sozinha de tanto que ela se abaixa.

Laura lambeu os lábios:

—Tá babando toda. Olha como os ovos do moleque brilham. Continua chupando, filha.

Camila soltou as bolas com um som molhado e se levantou. Virou-se, abriu as nádegas com as duas mãos e se inclinou pra frente, oferecendo tudo.

—Agora chupa meu cu, Diego. Enfia a língua como antes, mas mais fundo. Quero sentir você lá dentro enquanto todo mundo olha.

Diego se ajoelhou de novo e enterrou a cara entre aquelas nádegas enormes. A língua quente dele lambeu primeiro a buceta escorrendo, pegando os sucos grossos, e depois subiu pro cu apertado. Chupou forte, enfiando a língua em círculos molhados e barulhentos, abrindo ela com a boca escancarada.

—Irmã… seu cu tá uma delícia —ofegou entre lambidas—. Tão quente… tão apertado… tô ficando louco comendo você.

Camila empurrou pra trás, esfregando a bunda na cara dele.

—Chupa mais forte, Diego. Enfia a língua bem no fundo do meu cu. Assim… que gostoso você faz. Continua, não para… quero que você me abra bem pra depois.

Os gemidos do Diego abafavam contra a carne macia e pesada. O som da língua dele chupando e lambendo enchia o quarto. A família não conseguia desviar o olhar.

Seu Lupércio, batendo uma devagar:

—Arrebentando o cu dela com a língua… porra, olha como o cu do moleque abre.

Dona Rosa, rouca:

—Abre mais as nádegas, Camila. Deixa a gente ver como ele enfia a língua lá dentro. Essa bunda tão grande e branco… ele foi feito pra ser devorado.

Camila não aguentou mais. Virou-se, empurrou Diego de costas na cama e sentou em cima dele, de frente pra família. Desceu devagar, sentindo a rola grossa abrindo a buceta centímetro por centímetro até as nádegas pesadas descansarem nas coxas do irmão.

— Que grossa que você tem… tá abrindo minha buceta bem gostosa, Diego — gemeu, começando a subir e descer com movimentos lentos e profundos —. Olhem pra mim, todos. Olhem como eu enfio inteiro.

Diego agarrou as nádegas dela com as duas mãos e apertou forte, deixando os dedos marcados na carne branca.

— Irmã… você tá muito quente por dentro. Aperta minha rola como se não quisesse soltar. Continua mexendo essa bunda grande… assim, quica em mim.

Camila acelerou, fazendo as nádegas baterem forte nas coxas de Diego. O som de carne batendo em carne ecoava. Os peitos normais dela balançavam a cada descida.

— Aperta mais minha bunda, Diego. Quero que deixe marcas pra todo mundo ver amanhã. Enfia mais fundo… sim, bem aí. Tá sentindo como eu aperto por dentro?

— Você tá escorrendo até minhas bolas — ele ofegou —. Vai me fazer gozar rápido se continuar assim.

A família comentava sem parar.

Ernesto:
— Olha ela montando de frente pra gente. Essa bunda parece enorme quicando.

Gloria:
— Ela tá toda molhada. Olha como escorre pelas bolas do rapaz.

Javier:
— Continua mexendo o quadril assim, Camila. Quero ver como ele abre sua buceta.

Camila se inclinou pra trás, apoiando as mãos nos joelhos de Diego, e começou a mexer o quadril em círculos lentos e profundos, oferecendo uma vista perfeita da buceta engolindo a rola e da bunda exposta.

— Tão vendo como eu enfio? — perguntou ofegante —. Olhem bem… meu irmãozinho tá me partindo ao meio. Diego, aperta meus peitos… belisca meus bicos enquanto me come.

Diego obedeceu, esticando as mãos pra agarrar os peitos dela e beliscar os bicos duros.

—Você tá muito molhada, irmã… sua buceta tá me espremendo. Não vou aguentar muito mais.

Camila se abaixou de repente, ficou de quatro na cama e levantou a bunda bem alto, se oferecendo.

—Agora mete assim, Diego. Me come gostoso por trás enquanto eles olham. Quero que sintam cada socada.

Diego se ajoelhou atrás dela e enfiou de uma vez, indo até o fundo. O quadril batia na bunda enorme, fazendo ela sacudir e quicar a cada estocada.

—Porra, Camila… sua bunda parece ainda maior assim. Tá vermelha de tanto bater em você.

—Mete mais forte —ela exigiu, empurrando pra trás—. Quero que você faça minha bunda quicar pra todo mundo ver. Enfia até o fundo… assim, isso.

As socadas eram fortes e ritmadas. A buceta de Camila escorria, molhando as bolas de Diego e os lençóis.

Dom Lupe:
—Partindo no meio pela própria irmã… olha como a bunda treme a cada metida.

Laura:
—Tá escorrendo. Continua comendo ela gostoso, Diego.

Camila virou a cabeça e olhou pra família.
—Gostam de ver a gente? Olha como meu irmãozinho me abre. Diego, não para… quero que você goze na minha cara.

Diego tirou a pica de repente, tremendo. Ficou de pé na frente dela, batendo uma rápido. Os primeiros jorros grossos de porra caíram na cara de Camila: nas bochechas, nos lábios, na testa e nos peitos. Quase ao mesmo tempo, um jato quente de mijo saiu dele, forte e sem controle. Diego se assustou.
—Camila… desculpa… é minha primeira vez e não consegui segurar…

Ela não se mexeu. Abriu a boca, esticou a língua e deixou o jato de mijo cair direto. Engoliu um pouco do líquido quente e salgado enquanto o resto escorria pelo queixo, pescoço e peitos, se misturando com a porra.
—Não se preocupa, irmãozinho —disse com a voz rouca. — engolindo de novo. Bebe tudo… eu gosto. Continua mijando na minha cara enquanto goza.

Diego continuou se batendo, soltando os últimos jatos de porra e mijo no rosto e na boca aberta da irmã. Camila engoliu o que conseguiu, deixando o resto escorrer pelo corpo.

A família explodiu em murmúrios carregados.

Roberto:
— Olha ela… engolindo o mijo do próprio irmão. Que puta gostosa é a Camila Cachetes.

Laura:
— Ela tá bebendo tudo. Olha como abre a boca.

Don Lupe:
— Essa bunda e essa boca foram feitas pra isso.

Camila passou os dedos no rosto, juntando a mistura de porra e mijo, e enfiou na boca. Olhou pra Diego, que ainda tremia.
— Esse foi seu presente de aniversário, irmãozinho. Minha buceta é sua quando você quiser.

O quarto ficou em silêncio por um segundo, só quebrado pelas respirações ofegantes. Camila Cachetes, com o rosto e os peitos brilhando, sorriu. O presente tinha sido entregue. E todo mundo tinha visto.

Camila Cachetes se levantou da cama com as pernas ainda tremendo. Tinha o rosto e os peitos cobertos por uma mistura grossa e brilhante de porra e mijo do irmão. O líquido quente escorria pelo queixo, pescoço e peito, pingando devagar na blusa branca que agora grudava transparente na pele. Entre as pernas, a buceta pulsava aberta e molhada, com os fluidos dos dois escorrendo pelas coxas. Passou os dedos no rosto, juntou o que conseguiu e enfiou na boca sem pressa, lambendo um por um na frente da família que ainda observava em silêncio.

Diego, sentado na beira da cama com o pau ainda meio duro e brilhante, olhava pra ela com os olhos vidrados.
— Camila… porra, irmã… não sei o que dizer. Foi… demais.

Ela sorriu com os lábios molhados e se inclinou pra beijar ele na boca, deixando ele provar a própria mistura.
— Não fala nada, irmãozinho. Esse O cu cumpriu sua função. Agora vamos descer antes que percebam que a gente sumiu por tanto tempo.

Ela subiu o short devagar, sentindo o tecido se enfiar entre as nádegas molhadas e o sêmen e a urina escorrendo por dentro. Não se limpou mais. Queria que ficasse marcado. Queria que todo mundo visse quando voltasse pro pátio. Diego ajeitou as calças com as mãos trêmulas e saíram juntos do quarto, mas desceram as escadas separados, com alguns minutos de diferença, como se nada tivesse acontecido.

Quando Camila apareceu pela porta dos fundos, o pátio ainda estava igual: a churrasqueira fumegando, as cervejas na mesa, a música norte-americana tocando baixo. Mas o clima mudou assim que ela caminhou até a mesa. O short dela estava claramente molhado na virilha e na parte de trás. A blusa grudava nos peitos, marcando os bicos duros e deixando ver as manchas úmidas. O cheiro de sexo e urina fresca flutuava sutil, mas inconfundível, ao redor dela.

Roberto foi o primeiro a notar. Largou a cerveja na mesa e a olhou de cima a baixo com um sorriso cheio de malícia.
— Uau… Camila Cachetes voltou. Cê tá mais gostosa que antes, filha. Esse short tá encharcado. O que cê foi fazer lá em cima?

Laura se aproximou com um sorriso e passou a mão na cintura dela, descendo até apertar uma nádega. Sentiu a umidade.
— Cê cheira a trepada recente. E essa cara… ainda tem brilho no seu queixo. Deu o presente completo pro seu irmão?

Camila não respondeu com palavras. Só caminhou devagar até o isopor, rebolando a bunda mais do que o necessário. Cada passo fazia as nádegas balançarem pesadas e mais líquido escorrer pelas coxas dela. Todos os olhos a seguiram.

Seu Lupe, da cadeira de balanço, ajeitou a virilha abertamente.
— Olha ela andando… essa bucetona ainda tá tremendo. Parece usada, bem usada. Diego deve ter metido o pau até o fundo.

Dona Rosa soltou uma Risada rouca e se abanou mais rápido.

—Tá escorrendo pelas pernas. Olha como desce pelas coxas. Essa garota se deixou encher e mijar em cima. Que delícia que é a Camila Cachetes.

Ernesto e Glória estavam parados perto da churrasqueira. Ernesto assobiou baixinho.

—Porra, sobrinha… você tá com cara de quem acabou de dar. Esse short gruda na sua buceta como se você tivesse saído de uma boa foda. Seu irmãozinho te abriu bem?

Glória lambeu os lábios e completou:

—Quero sentir seu cheiro de perto depois. Aposto que ainda tem porra do Diego escorrendo da sua buceta.

Javier, sentado no banco, não conseguiu ficar calado.

—Essa raba tá maior e mais vermelha do que quando você subiu. Dá pra ver que usaram ela com força. Amanhã no bairro todo mundo vai continuar falando da Camila Cachetes, mas agora a gente sabe exatamente pra que ela serve.

Dona Carmen, com a voz baixa mas clara, murmurou:

—Essa raba é sua melhor arma, neta. Você usa pra pagar, pra agradar, pra deixar a gente todo louco. Hoje foi a vez do Diego… mas a gente sabe que não vai ser a última.

Diego desceu alguns minutos depois, com o rosto ainda vermelho e o olhar baixo. Sentou no lugar dele sem dizer nada, mas não conseguia parar de olhar pra irmã toda vez que ela se mexia. Camila parou na frente dele por um momento, de costas, e se inclinou pra pegar uma garrafa vazia do chão. O short subiu e deixou ver a pele das nádegas marcada com marcas de dedos.

—Irmão… já tá satisfeito com seu presente? —ela perguntou baixinho, só pra ele, mas alto o suficiente pros outros ouvirem.

Diego engoliu seco e respondeu rouco:

—Mais que satisfeito, Camila. Sua raba… sua buceta… tudo. Quero repetir logo.

A família soltou risadas baixas e comentários pesados. Roberto levantou a cerveja como se fosse um brinde.

—Pelo aniversário do Diego… e pela Camila Cachetes, que sempre sabe como fazer uma reunião de família ser inesquecível.

Laura se Se aproximou por trás de Camila e sussurrou no ouvido dela enquanto apertava uma das nádegas:

— Da próxima vez, todo mundo quer a vez dele. Essa buceta grande não vai ficar sem uso.

Camila sentiu um novo calor entre as pernas. Se endireitou, andou devagar entre as mesas e sentou ao lado de Diego. O esperma e a urina ainda escorriam lentamente pelas coxas dela, molhando a cadeira de plástico. Ela cruzou as pernas e sorriu para si mesma.

Sabia que aquele rabo colossal, aquela bunda que parecia de mulher madura apesar dos seus dezoito anos, tinha cumprido seu propósito mais uma vez. Não era só carne; era sua arma, sua moeda, seu poder. No bairro continuariam chamando ela de Camila Rabuda, e agora toda a família sabia exatamente por quê. A noite caiu sobre o quintal, as cervejas continuaram rolando e as conversas voltaram ao normal na superfície. Mas por baixo de tudo, a sacanagem continuava viva, pulsando como um segredo compartilhado.

Camila Rabuda olhou ao redor, sentindo os olhares cravados no corpo dela, e pensou que a reunião de família mal tinha terminado. A bunda dela ainda tinha muito o que dar. E todos naquela casa sabiam disso.

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