Alemão, nosso macho

Este é o fim dessa história.
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sinceramente espero não ter entediado vocês com ela
e que tenham curtido cada capítulo


muito obrigado por ler ela


por me seguir


e pelos pontos


com aqueles que premiaram o esforço








O German foi por anos o nosso macho, que vinha direto na casa do escravo que era eu, claramente pra comer a minha namorada na minha frente e me humilhar até me deixar tão excitado por despertar em mim a vontade de ser usado, que por mais que eu implorasse pela pica dele, os dois caçoavam de como eu tinha virado um puta de um arrombado. E sim, a Anita estava grávida e a barriga dela dava ainda mais tesão no nosso macho, mas quando a filha, sei lá de quem, nasceu, ele começou a vir em casa, com muita sorte, uma vez por mês. Foi por essa época que a Anita já começou a ser mais discreta e me cobrava a minha condição de viado.


Ei, bebê, mas será que dá pra perceber tanto assim?


Ana, se não acredita em mim, pergunta pros seus amigos da oficina. É inacreditável como nenhum deles ainda arrombou essa sua buceta.


Bom, é porque sou o patrão e pago muito bem.


Ana sim, isso pode ser.


Você tá sentindo falta das visitas do German, não é mesmo?




Bom, mas pelo menos nisso eu não tive nada a ver, cê tem que voltar às antigas, meu bem.


Ana, do jeito que eu tô, quem vai me dar bola?


Por essa gordurinha que a gravidez te deixou? Por que não vai pra uma academia? Eu fico com a bebê enquanto você malha.


Ana, essa bebê tem nome, é Adriana, e não esquece que você é o pai, pelo menos pra todo mundo de fora.
 
Sim, sim, claro que eu sei, mas sabe de uma coisa, quando vejo ela não consigo evitar de me perguntar quem é o verdadeiro pai dela, qual de todos os caras que você comeu que a Adri se parece.


Ana não faz a menor ideia, eu sei que isso te faz ver o grande corno manso que você é, mas com uma só já tá bom, você já sabe que eu amarrei as trompas, senão essa casa virava uma creche.


Foi assim que Ana começou a ir pra uma academia pra ficar em forma e arrumar um macho que saciasse seus desejos naturais de ter uma pica. Não faço ideia de quantos caras ela conseguiu na academia, mas sei muito bem que foram vários. Só que o fato de ser mãe limitava ela pra caralho, porque consumia muito tempo dela. Enquanto isso, eu tava na abstinência, meu cu pedia pica aos berros e a única coisa que eu podia fazer era uma punheta. Com o tempo, percebi que na oficina todo mundo já tinha sacado minha condição de corno e, com certeza, já duvidavam da minha suposta masculinidade. Era assim agora minha triste vida de corno, um fracasso total, até que conheci o Carlos, um cliente da oficina que começou a me contar as paradas dele uma tarde no escritório.


Carlos, já não sei mais o que fazer com a minha mulher, cada dia que passa ela fica mais puta.


Por que você diz isso? Vocês já são um casal com muitos anos de estrada.


Carlos, eu sei, mas é tudo culpa minha. Tô ligado que ela tá me chifrando porque não dou muita bola pra ela.


Mas a Alicia é uma mulher gostosa, como assim você não dava bola pra ela?


Carlos, você já sabe, os negócios, as secretárias, até as empregadas, ele não perdoava nenhuma e, bom, agora entendo que chegou a vez dela.


Bom, comigo acontece algo parecido.


Carlos, imagino que você deve estar cansado de comer clientes, e ela percebeu.


Tomara, mas nada a ver, não tenho como, com certeza você tem uma pica enorme, nada a ver com a minha.


Carlos, pra ser sincero, nenhuma reclamou, pelo contrário, algumas não aguentaram ela.


Sério? Não acredito em você.


Carlos, quer ver ela? Mostro pra você e a gente compara com a sua. Também não acho que seja tão pequena assim como você tá dizendo.


Ah, não? Olha só


Baixei minha calça e o Carlos fez o mesmo, e aí os dois confirmamos que a gente tava certo. Talvez por tanto tempo sem ver uma rola, eu fiquei hipnotizado.


Carlos, viu que não tô mentindo? Parece que você gosta pra caralho.


É uma rola linda, minha mulher ia curtir pra caralho.
Carlos, mas quem ia aproveitar mais era você, não é mesmo? Tira essa vontade e dá um beijo nela, você tá morrendo de vontade de fazer isso.


Me ajoelhei na frente do Carlos e não chupei só a ponta, engoli inteira e comecei a chupar gostoso.


Carlos, agora sim eu entendo a pobre da Ana, que filho da puta ela arrumou. Vou ter que ir te visitar, adoraria que ela visse como eu rasgo esse seu cu.


Sim, sim, por favor, me faz teu, me come, arrebenta minha bunda, quero essa beleza dentro de mim


Carlos, vem aqui, porra. Vira de costas que vou arrebentar essa sua buceta.


Me colocou de quatro e, puta merda, me arrombou inteiro. Meteu tão forte que até me fez chorar um pouco, não conseguia gritar, todo mundo ia me ouvir. Quando eu tava quase gozando, ele tirou o pau do meu cu e enfiou na minha boca, meteu fundo e, enquanto ria, encheu minha boca de porra. Tava completamente entregue. Quando ele tirou, mostrei que tinha engolido toda a porra dele. Desde aquele momento, Carlos virou nosso novo macho por anos.

4 comentários - Alemão, nosso macho

Que lastima terminar la historia....ya que aparecio carlos....
Gran historia de nuevo bro, ya me hacen falta tus relatos otra vez, ojal+a vuelvas pronto