Dulces 28 Cap. 4

Dulce saiu do banheiro com as pernas bambas e o corpo pegando fogo. O calor do líquido rosa tinha ficado quase insuportável. Ela sentia o clitóris inchado e pulsando, os bicos dos peitos duros roçando no tecido do vestido e uma umidade constante que encharcava completamente a calcinha fio-dental de renda. Cada passo que dava fazia as coxas se roçarem, mandando pequenas descargas de prazer que roubavam o fôlego dela.
Quando chegou na mesa VIP, parou de repente, incrédula.

O clima tinha ficado completamente selvagem. A música bombava e várias pessoas do público tinham se aproximado da mesa dela. Quatro strippers rodeavam a Tania e a Brenda, que já estavam com o adesivo preto.

A Brenda estava deitada no sofá largo. Um dos strippers tinha tirado os sapatos dela, e ela estava masturbando com os pés o pau enorme de um deles, movendo as solas com habilidade enquanto gemia. Ao mesmo tempo, outro stripper estava de pé na frente dela, segurando ela firme pelo cabelo e metendo na boca dela com agressividade. O membro grosso e comprido entrava e saía sem piedade, empurrando fundo na garganta dela. A Brenda estava com os olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelos cantos da boca e do queixo, mas não se afastava. Pelo contrário, soltava sons molhados e abafados de prazer cada vez que o pau batia no fundo.Dulces 28 Cap. 4

namoradaTânia, por sua vez, estava inclinada para frente sobre a mesa. Um dos strippers estava atrás dela, esfregando o pau duro e brilhante entre as nádegas dela, deslizando pra cima e pra baixo na fenda sem ainda penetrar. Tânia gemia com o rosto colado no assento enquanto lambia com devoção o cu de outro stripper que estava sentado na frente dela. A língua dela fazia círculos lentos e profundos, entrando e saindo, enquanto o homem grunhia de prazer e acariciava o cabelo dela.relato

eroticoA cena era obscena, barulhenta e cheia de gemidos. A plateia ao redor aplaudia e assobiava.
Dulce ficou paralisada, olhando tudo de boca entreaberta. O choque e o desejo brigavam dentro dela.

De repente, sentiu umas mãos suaves mas firmes nas costas. Steph, a bartender e amiga do Héctor, tinha seguido ela desde o banheiro e empurrou Dulce de mansinho direto pro centro da ação. Na mesma hora, Steph levantou o celular e continuou gravando com um sorriso safado.
Tania e Brenda notaram a chegada de Dulce e deixaram os strippers de lado por um momento. As duas se aproximaram dela com os olhos brilhando de tesão.

— Finalmente voltou, aniversariante! — exclamou a Tania, rindo.

Antes que Dulce pudesse protestar, Tania esticou a mão, arrancou o adesivo verde do braço dela sem pedir permissão e trocou rapidinho por um preto.Stripper—Não! Tânia, espera! —tentou dizer Dulce, ainda com um resto de relutância lutando contra o fogo que consumia seu corpo.

Mas já era tarde. Brenda se colocou atrás dela e começou a baixar o zíper do vestido preto. Dulce resistiu, cruzando os braços sobre o peito.

—Não! Não quero que todo mundo me veja pelada! —protestou, com a voz embargada.

Brenda não parou. Baixou o vestido até a cintura e, rapidamente, colocou duas delicadas pezoeiras pretas com brilho que cobriam apenas seus mamilos endurecidos. Depois continuou a despí-la por completo, deixando o vestido cair no chão. Dulce ficou só com a calcinha fio-dental preta de renda e as botas até o joelho. Steph continuava gravando de um ângulo perfeito: Dulce de costas para a câmera, então o rosto não aparecia, mas dava pra ver claramente sua figura miúda, suas costas nuas e, principalmente, a calcinha fio-dental preta de renda que mal cobria sua bunda firme e o coração que Héctor tinha raspado naquela mesma manhã.infNo apartamento, Héctor abriu o novo story da Steph. O vídeo mostrava exatamente aquela imagem: a fio dental preta, as botas, o corpo pequeno e curvilíneo da namorada sendo despido no meio de um bar lotado. Ele sentiu uma onda brutal de ciúme e raiva que apertou seu peito… mas, ao mesmo tempo, uma ereção dura e inexplicável cresceu dentro da calça. Ele não conseguia desviar o olhar.infidelidadeCom o adesivo preto colocado, os quatro strippers focaram toda a atenção em Dulce.
Cercaram ela. Mãos fortes e experientes percorreram cada canto do corpo dela: acariciaram os peitos pequenos, mas firmes, por cima dos bicos postiços, desceram pela cintura fina, apertaram a bunda dela e deslizaram os dedos pela parte interna das coxas. Um deles se inclinou e lambeu devagar o pescoço dela, outro beijou a clavícula, enquanto um terceiro esfregava o pauzão duro contra a barriga dela, deixando rastros brilhantes de líquido pré-gozo.engano—Você é tão gostosa… tão pequenininha e perfeita —sussurrou um no ouvido dela, com voz rouca e sedutora—. Deixa a gente te adorar essa noite. Deixa a gente te fazer sentir coisas que você nunca sentiu.

—Seu corpo tá pedindo mais… olha só como você treme —disse outro, esfregando o pau na cintura dela—. A gente vai fazer você gozar tantas vezes que nem vai lembrar seu nome.

Doce gemia. O afrodisíaco a deixava à beira do abismo. Ela já não conseguia mais resistir. Cada carícia, cada palavra a afundava mais num poço de prazer sem fundo.

O stripper de pau maior —grosso, comprido e cheio de veias— se posicionou na frente dela. A rola dele estava dura pra caralho, a cabeça brilhando e escorrendo um monte de líquido pré-gozado que tinha um cheiro doce e estranhamente hipnotizante. Ele se alinhou bem na frente da boca da Doce, tão perto que ela sentia o calor saindo dele.BBCNaquele exato instante, uma lembrança fugaz passou pela mente de Dulce: ela nunca tinha dado um boquete na vida. Nem mesmo no Héctor. Sempre tinha achado aquilo algo grotesco e sujo.

Mas esse pensamento se desfez quase na hora. O cheiro do líquido pré-ejaculatório a deixava tonta de tesão. Sem conseguir se controlar, ela abriu a boca instintivamente, os lábios tremendo, esperando recebê-lo.Dulces 28 Cap. 4

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