Isso aconteceu no ano passado enquanto voltava do trabalho no horário de pico. Entro no trem lotado como sempre em Constitución à tarde e vejo uma senhora de uns cinquenta anos, gordinha, com umas leggings apertadas, comendo um choripán. Ela abre bem a boca e manda um belo pedaço do choripán, e eu pensando: "Mamãe, se ela come o chori assim, nem imagino o que faria com meu pau" (sim, sou bem punheteiro, mas fazer o quê). A questão é que continuava entrando gente, e essa senhora ficou na minha frente, e eu, com uma calça fina, pude sentir aquela bunda gigante colada no meu pau. No começo, não dei muita importância, mas quando as portas fecharam e o trem arrancou, ela se movia para trás, e eu, que não sou de ferro, comecei a ficar de pau duro. Ela pareceu perceber, porque começou a rebolar a bunda de um lado para o outro e para trás. Eu pensei: "Não pode ser, é uma senhora". Então me afastei um pouquinho para trás, e para minha surpresa, ela se aproximou de novo, virou a cabeça e me olhou de soslaio. Aí entendi tudo. Já com o pau bem duro, enfiava ele bem fundo, disfarçando com os movimentos do trem. Os dois cúmplices, sem ninguém perceber, sem dizer uma palavra, mas ambos curtindo a viagem. Em um momento, com a mão que estava livre, apertei a bochecha gigante da bunda dela, e ela apertou a bunda com força. Viagem sensacional, mas em Lanús desceu um pouco de gente e tivemos que nos separar. Já em Lomas, descemos e cada um seguiu seu rumo sem dizer uma palavra. Depois, procurei por ela algumas vezes, mas nunca mais a encontrei. Devia ter deixado um contato, mas vacilei. A verdade é que não esperava por isso.
4 comentários - Apoyada a señora